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Relatório regista sucesso na destruição de munições de fragmentação, mas o uso mantém-se

25 | 11 | 2020   09.03H

O acordo assinado há cerca de 10 anos para destruição de munições para bombas de fragmentação foi considerado um sucesso, com 99% do material eliminado, mas voltou recentemente a ser opção em conflitos como os da Síria, Líbia ou Nagorno-Karabakh.

A conclusão foi hoje apresentada no relatório Monitor de Munições de Fragmentação 2020, no dia em que começa a primeira parte da segunda conferência de revisão da convenção, que irá avaliar o estado da situação, a progressão nos últimos anos e a direção para os próximos cinco anos.

"A obrigação de destruição do material ainda existente tem sido um sucesso notável", refere o documento, adiantando que "desde sua adoção, em 2008, um total de 1,5 milhões de munições de fragmentação contendo mais de 178 milhões de submunições, foram destruídas".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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