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Quatro países lusófonos excederam 10% dos limites de permanência nos Estados Unidos em 2019

25 | 11 | 2020   16.30H

Uma nova regra temporária da administração dos Estados Unidos contra imigrantes ilegais vai afetar quatro países de língua portuguesa que no ano de 2019 excederam mais de 10% dos períodos de permanência autorizados.

Segundo um relatório sobre os termos de estada nos EUA obtido hoje pela Lusa, quatro países de língua portuguesa excederam, em 2019, mais de 10% das estadas permitidas com vistos de turismo (B-1) ou de negócios (B-2): Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe.

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos suspeita que 863 angolanos, 520 cabo-verdianos, 17 cidadãos da Guiné-Bissau e quatro cidadãos de São Tomé tenham ficado dentro dos EUA mais do que os vistos de turismo ou de negócios lhes permitiam.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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