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UE/Presidência

Portugal terá de lidar com ciberataques a infraestruturas críticas

12 | 12 | 2020   09.10H

Os ciberataques a infraestruturas críticas da União Europeia (UE) deverão continuar durante a presidência portuguesa do Conselho da UE, prevendo-se também um aumento das ações com motivações geoestratégicas, referem responsáveis à Lusa.

"Existem algumas tendências que se alteraram do ano passado para este ano. Nós vemos que este ano, por via da pandemia, as entidades que estão associadas à prestação de cuidados de saúde - como hospitais ou clínicas - motivaram um grande interesse. Vimos também um grande aumento [do interesse] em entidades ligadas ao setor público e ao setor do ensino", frisa Marco Barros Lourenço, responsável pela Investigação e Inovação na Agência Europeia para a Segurança das Redes e da Informação (ENISA, na sigla em inglês), em entrevista à Lusa.

Em março, por exemplo, o hospital universitário de Brno, na República Checa, foi alvo de um ciberataque que obrigou a que os sistemas informáticos fossem desligados, cirurgias urgentes adiadas e doentes em estado crítico transferidos para outros hospitais.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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