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Covid-19

Ministério esclarece que despacho não suspende cirurgia urgente ou muito prioritária

13 | 01 | 2021   19.26H

O Ministério da Saúde esclareceu hoje que o despacho enviado hoje aos hospitais não manda suspender a cirurgia urgente ou muito prioritária e não se aplica a hospitais como o Instituto Português de Oncologia.

Numa nota enviada à agência Lusa, o Ministério da Saúde (MS) assegura que "o diferimento de atividade cirúrgica será sempre feito mediante avaliação clínica e garantia de que não ocorre limitação do prognóstico do utente".

Adianta ainda que a cirurgia oncológica prioritária deve ocorrer até 45 dias após a indicação cirúrgica, sublinhando que o despacho vigora até 31 de janeiro.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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