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Covid-19

Vendas de algas e bivalves com quebras até 90% desde março -- associação

24 | 01 | 2021   08.34H

As vendas de algas e bivalves registaram, desde março, quebras de até 90% e devem continuar "residuais" nos próximos meses, tendo em conta que estes produtos se destinam, sobretudo, à exportação na Europa, indicou a Associação Portuguesa de Aquacultores.

"A pandemia teve impactos distintos nas diferentes espécies de aquacultura. No caso dos bivalves (ameijoa-boa, ostra e mexilhão) e algas o impacto é bastante severo, pois, como se trata de produtos que são maioritariamente exportados para a Europa, as quebras foram muito elevadas, atingindo em alguns casos 90%", indicou o secretário-geral da Associação Portuguesa de Aquacultores, em resposta à Lusa.

Segundo Fernando Gonçalves, já no caso dos peixes o impacto divide-se em duas fases - durante e após a primeira vaga da pandemia de covid-19.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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