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Covid-19

Moçambicanos defendem pesquisa de vacinas em grávidas, farmacêutica avança no país

21 | 02 | 2021   09.44H

Um grupo de investigadores em saúde em Moçambique, Espanha, África do Sul e EUA defendem que as grávidas sejam incluídas nas pesquisas de vacinas para a covid-19, uma ideia que a farmacêutica Pfizer vai desenvolver com testes no país lusófono.

Um artigo científico publicado no final de janeiro no portal The Lancet e divulgado pelo Centro de Investigação em Saúde da Manhiça (CISM), em Moçambique, diz que a necessidade é ainda maior nos países de médio e baixo rendimento.

Nestes países, as mulheres em idade reprodutiva estão mais representadas em grupos essenciais, "por exemplo, como prestadoras de cuidados de saúde, cuidadoras de crianças e força de trabalho", refere-se no documento que junta pesquisadores da Manhiça, do Instituto para a Saúde Global em Barcelona (ISGlobal), da Universidade de Witwatersrand (África do Sul) e do Instituto para a Saúde Global de Yale e Escola de Medicina Baylor de Houston (EUA).

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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