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Do "Pantera Negra" à redemocratização tecnológica, Afrofuturismo quer unir Brasil e PALOP

22 | 02 | 2021   09.01H

Várias organizações brasileiras estão a apostar no Afrofuturismo, movimento que tem como exemplo a sua filosofia do filme "Pantera Negra" onde África assume o protagonismo através de uma forte vertente tecnológica, querendo unir o Brasil aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Em entrevista à agência Lusa a partir de Salvador, considerada a cidade mais africana fora de África, o empresário brasileiro Paulo Rogério Nunes, um dos impulsionadores do Afrofuturismo no Brasil, explicou que a proposta é questionar, propor e imaginar a participação negra na construção do futuro.

"O afrofuturimo é um movimento que é internacional, tem várias fases e faces. É estético, porque tem muito a ver com as artes visuais, com o cinema, banda desenhada. É cultural porque trabalha com a ideia de raiz africana, pré-colonial e de quando África liderou a tecnologia por muito tempo, e ele é também tecnológico, ao representar o espírito do tempo em que vivemos, em que a tecnologia é cada vez mais compartilhada e acessível a todo o mundo", disse Paulo Rogério Nunes.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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