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TAP

Regime sucedâneo "não é ameaça" mas "alavanca" que empresa espera "não ter de utilizar" -- CEO

23 | 02 | 2021   12.08H

O presidente da Comissão Executiva da TAP disse hoje que o regime sucedâneo de acordo de trabalho "não é uma ameaça", mas sim "uma alavanca" que espera "não ter de utilizar" se todos os sindicatos ratificarem o acordo de emergência.

"[O regime sucedâneo] não é uma ameaça, é uma alavanca que esperamos não ter utilizar, sinceramente", afirmou Ramiro Sequeira, que está a ser ouvido na Assembleia da República, na comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação, por requerimento do PSD e da Iniciativa Liberal.

"A TAP não pode continuar sem aplicar as reduções que estão previstas, quer nos fornecedores - essas estão a ser aplicadas - quer na massa salarial, simplesmente não pode, [...] daí a questão do regime sucedâneo, que não é uma ameaça, é um mecanismo para podermos garantir em duas frentes, perante Bruxelas, mas também perante a nossa realidade de sobrevivência, que conseguimos tomar as medidas necessárias para salvar a TAP", acrescentou o responsável.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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