Leonor Cipriano vai ser inquirida a 9 de Dezembro
A audição a Leonor Cipriano, a cumprir uma pena de 16 anos e seis meses de prisão pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, está programada para as 14:00 e foi determinada pela 5.ª Secção do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).
O despacho do STJ, datado de 13 de Novembro, determinou também que seja ouvido João Cipriano, irmão de Leonor Cipriano, a cumprir igualmente pena de 16 anos e seis meses no Estabelecimento Prisional da Carregueira, Sintra, pela prática dos mesmos crimes.
O advogado de Leonor Cipriano, Marcos Aragão Correia, requereu a revisão extraordinária da pena aplicada à mãe de Joana, apresentando uma confissão de João Cipriano da autoria do homicídio da sobrinha.
Aragão Correia solicitou ainda a abertura de um novo inquérito, com o objectivo de determinar os agentes e as causas do desaparecimento de Joana, a 12 de Setembro de 2004.
No entanto, o Ministério Público (MP) considerou na resposta, a que a agência Lusa teve acesso, que não é “admissível” o recurso extraordinário, considerando que a confissão é insuficiente “para levantar dúvida para a revisão da decisão”.
O procurador da República José Franco Pinheiro sublinhou que não existem factos novos e revelou estranheza por o advogado de Leonor Cipriano ter confessado a obtenção da confissão de João Cipriano “com base em métodos absolutamente proibidos”.
À margem do recurso, o ex-inspector da Polícia Judiciária (PJ) Gonçalo Amaral pediu a abertura da instrução do processo em que o MP se constituiu assistente de Leandro Silva, padrasto de Joana.
Leandro Silva acusa o ex-inspector de o ter agredido a 13 de Outubro de 1004, num interrogatório nas instalações da PJ em Portimão, para que indicasse o local onde terá sido depositado o corpo de Joana.



2 comentários
O advogado que primeiro defendeu a Leonor Cipriano, João Grade, já admitiu ter sido contactado pela Método 3 enquanto era advogado da Leonor, tendo a agência espanhola tentado que este aceitasse investigar Gonçalo Amaral, coisa que o advogado recusou.Por coincidência foi apanhado com droga na bagagem pouco tempo depois e apareceu então o Aragão que passou a representar a mãe da Joana.
Desde aí tem tentado convencer tudo e todos que Leonor Cipriano é uma mãe inocente que foi espancada por Amaral e pelos seus subordinados para que confessasse algo que não fez.A ideia de poder convencer o mundo de que Gonçalo Amaral tem como "modus operandis" obrigar mães inocentes a confessar crimes que não cometeram contra os filhos é muita atrativa para o casal inglês e seus apoiantes que, após a condenação de Gonçalo Amaral por falso depoimento no caso das alegadas agressões a Leonor Cipriano, manipularam a opinião píblica inglesa através dos meios de comunicação social e dos blogues dedicados ao caso Maddie espalhando que o ex-coordenados da PJ foi condenado por falsificação de provas, o que não é verdade. Conseguir libertar a Leonor Cipriano, convencendo os tribunais de que quem matou a Joana foi o tio e não a mãe seria a cereja em cima do bolo, ou seja. o maior opositor dos mccann estaria completamente desacreditado e, consequentemente,os mccann consagrados como os pais mais inocentes do mundo.Missão cumprida.