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Covid-19

Vacinas superam procura em Macau, onde não houve mortes e há dinheiro para aguentar a crise

08 | 03 | 2021   05.10H

Um ano após ter sido declarada a pandemia de covid-19, Macau continua sem registar mortos ou surtos locais, tem dinheiro de lado para aguentar a crise e uma quantidade de vacinas que supera, de longe, a procura.

Mais de dois meses antes da Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar a pandemia, a capital mundial do jogo já tinha fechado casinos e determinado fortes restrições fronteiriças, quando 114 países acumulavam um número superior a quatro mil mortos e 100 mil infetados. Um ano depois, o total de mortos cresceu para mais de 2,5 milhões e o de infetados para 115 milhões.

Nesse período, Macau impôs uma das mais longas quarentenas do mundo, passando de 14 para 21 dias. O território continua a negar a entrada a todos os que não são residentes, à exceção daqueles que tenham passaporte chinês. E em março do ano passado, Macau detetava já quase metade dos casos através da medição da temperatura corporal nos postos fronteiriços.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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