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Moçambique/Ataques

SADC quer solução sem interferência internacional para terrorismo -- analista

08 | 04 | 2021   17.17H

O jurista e académico sul-africano Andre Thomashausen considerou à Lusa que a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) indicou hoje claramente que prefere tratar da crise desencadeada pela violência armada no norte de Moçambique sem interferência estrangeira.

"Já se antecipava que esta cimeira da SADC não iria ser capaz de adotar medidas concretas, devido à divisão de opiniões que existe no seio da SADC e também à falta de meios e de efetivos que se possam oferecer para uma intervenção em Cabo Delgado", disse Andre Thomashausen, em declarações à Lusa, no final da cimeira de Defesa e Segurança da SACC, que juntou seis chefes de Estado da região na capital moçambicana, Maputo.

Os líderes de Moçambique, Botsuana, Maláui, África do Sul, Zimbabué e Tanzânia condenaram, em comunicado, no final da Cimeira Extraordinária da Dupla Troika da SADC, que integra os países das 'troikas' do Órgão de Defesa e Segurança e da Troika da SADC, os "atos de terrorismo contra civis inocentes" na região norte do país vizinho, manifestando "solidariedade para com o Governo e o povo de Moçambique".

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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