Inspector-geral do trabalho defende mais parcerias
"Tudo o que nós queremos é que haja uma redução da sinistralidade laboral e das doenças profissionais no país", disse à agência Lusa Paulo Morgado de Carvalho, frisando que aquele "objectivo final será mais fácil de alcançar com parcerias e intercâmbios".
A ACT já tem "um conjunto de parcerias que tem desenvolvido ao longo do país", com parceiros sociais, associações empresariais, sindicatos e instituições de ensino superior e investigação, mas "quantas mais melhor", defendeu.
"Todas as parcerias que se possam estabelecer para desenvolver a rede de prevenção de riscos profissionais são extremamente importantes", salientou Paulo Morgado de Carvalho, frisando que a rede "pode contribuir para melhorar a qualificação" de estudantes e profissionais na área da segurança, higiene e saúde no trabalho e "permitir à ACT cumprir a sua missão".
Paulo Morgado de Carvalho falava à Lusa em Beja, no final da cerimónia de assinatura de um protocolo de colaboração entre a ACT e o Instituto Politécnico de Beja (IPB), através da Escola Superior de Saúde de Beja (ESSB).
Através do acordo, recém-licenciados do curso de Saúde Ambiental da ESSB vão poder estagiar na ACT para aplicarem conhecimentos que adquiriram ao longo da sua formação, em particular na área da segurança, higiene e saúde no trabalho.
Em contrapartida, o IPB, entre outras acções, vai colaborar no plano de formação contínua da ACT, facultando meios logísticos e formadores.
A ACT e o IPB comprometem-se ainda a promover projectos comuns de estudo, investigação e actualização, sobretudo na área da segurança, higiene e saúde no trabalho.
Trata-se de "mais um protocolo extremamente importante para reforçar laços de partenariado entre o IPB e a sociedade civil" e que "vai sobretudo permitir criar importantes oportunidades de estágio para alunos" do curso de Saúde Ambiental da ESSB, disse à Lusa o presidente do IPB, Vito Carioca.





