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OE2010

CES: previsões do Governo sobre inflacção e desemprego podem estar subavaliadas

09 | 02 | 2010   19.27H

O Conselho Económico e Social (CES) considera que a previsão do Governo para a inflacção pode estar subavaliada, e aponta para previsões optimistas no que diz respeito ao desemprego e às exportações.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

De acordo com o parecer sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2010, hoje divulgado, o CES aponta que “o valor de 9,8 por cento da taxa média de desemprego em 2010, previsto pelo Governo, poderá revelar-se inferior à realidade”, e tal como no parecer sobre as Grandes Opções do Plano 2010-2013, o CES recomenda um reforço das medidas de combate ao desemprego

Apesar de considerar de “plausível” o cenário macroeconómico do Governo para este ano, contido na proposta de orçamento apresentada, o conselho deixa de fora o desemprego.

Outra questão prende-se com “optimismo” do Governo face à recuperação das exportações este ano, em comparação com o projetado pelo Banco de Portugal, que para o CES “significa que Governo assenta a recuperação dependente da dinâmica externa”.

O CES não deixa ainda escapar o valor apontado para a inflacção, que comporta “algum risco de subavaliação”, atendendo à retoma global que se espera já este ano, apontando que esta avaliação ‘por baixo’ tem sido uma recorrente por parte dos Governos na última década para influenciar as negociações salariais.

“A sistemática subavaliação deste agregado por parte dos Governos, ao longo da ultima década, tem sido fonte de importantes distorções nas negociações salariais e na evolução dos rendimentos em geral, com impactes negativos sobre a evolução do poder de compra dos trabalhadores e cidadãos em geral”, afirma o parecer do CES.

Foto: Manuel de Almeida/Lusa
CES: previsões do Governo sobre inflacção e desemprego podem estar subavaliadas | © Manuel de Almeida/Lusa
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4 comentários

  • Bem! Vamos lá vêr as coisas por outro prisma: Um bom pai,deve se peocupar com o bem estar dos filhos. Um bom chefe de Estado,deve se preocupar com o bem estar da Nação.Se há governadores civis,que os deixem estar e mais pessoal que com eles trabalha,pouco ou muito que façam,o que interessa é que não se percam postos de trabalho.Se há muitos funcionários públicos e se estão mal distribuidos pelos serviços,que se corrija essa anómalia,mas não com despedimentos e até que se criem mais postos de trabalho.Quanto ao dinheiro para se pagar a esta gente,também não dificil de se arranjar,basta começar por se reduzir os grandes ordenados e grandes reformas em 20 ou 30% e que cada cidadão só tenha uma reforma e ninguém no activo,possa ocupar mais que um emprego. Quem trabalha no Estado,não pode trabalhar no privado e quem trabalha no privado,não pode trabalhar no Estado.Ninguém,nem no Estado,nem no privado,pode ter ordenado superior ao do Pres.da República.A lei dos Impostos,deve ser igual para todos; todos deverão pagar impostos sobre os seus lucros de igual percentagem,por exemplo: se um teve lucro de 1.000 euros e a taxa é de 10%,paga 100 euros,mas se teve lucro de 10.000 euros,paga 1.000 euros.Todo o que for apanhado a fazer batota nos impostos,lhe serem confiscados todos os seus bens a favôr do Estado e ir passar um tempo à prisão.Nenhuma empresa pode apresentar prejuizo mais que uma vez,pelo que terá de encerrar e o empresário ficar proibido de abrir outra,no mesmo ramo,ou então ir trabalhar por conta de outrém.Ser feito controlo rigoroso nas empresas de produção,vêr se são registadas devidamente as suas vendas e se os compradores ,para revenda se também registam devidamente as suas vendas e todo aquele que seja apanhado a fazer uma compra e não exija talão de pagamento,ser multado pelo dobro do custo da mercadoria e multa nunca inferior a um XIS.No pequeno comércio,cafés,restaurantes,ser obrigatório se registar todas as vendas e nunca se poder ter a gaveta da máquina registadora de gaveta aberta a receber o dinheiro sem ser registado e haver uma vigilância continua por fiscais,para passarem altas multas a estes fraudelentos,multas no minimo do ordenado dos agentes de fiscalização,para assim irem arranjando dinheiro para lhes serem pagos os ordenados.Enfim,se fosse eu que mandasse,punha esta merda toda na ordem,a começar pelo Belmiro,bancos e outros tais e podem ter a certeza ,que até se saissem de cá para fora,não se notava a falta,porque o que eles fazem não é com o dinheiro deles,mas de quem trabalha e das grandes fugas ao fisco,ou por o Estado ainda lhes cobrar % inferior aos pequenos.
    ditador?!mas não ladrão. | 10.02.2010 | 06.30Hdenunciar comentário
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  • ESTAMOS NUM MOMENTO UNICO DE PORTUGAL,O PROBLEMA SÃO OS EUROS.É PRECISO DAR O EXEMPLO NOS VOSSOS SALÁRIOS E MORDOMIAS.18 governadores civis parece que estamos no tempo do império!!!Para que?a continuar assim o PAÍS não vai no caminho certo.Corruptos da SLN,EX_Unimed e bpn prisão com eles.HAJA VONTADE OU ACVABAMOS TODOS AO ESTALO.
    José Marques | 10.02.2010 | 00.49Hdenunciar comentário
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  • REGIME TRANSITÓRIO PREVALECEU POR PRESSÃO DOS PARLAMENTARES O subsídio de reintegração foi eliminado em meados de Setembro de 2005, mas, por pressão dos deputados socialistas, manteve-se um regime de transição até 2009 para os deputados que atingissem 12 anos de funções no ano passado. Por isso, a redacção do artigo 8º da Lei 52-A/2005, de 10 de Outubro, é peremptória: "Aos titulares de cargos políticos que, até ao termo dos mandatos em curso, preencham os requisitos para beneficiar dos direitos conferidos [...] são aplicáveis, para todos os efeitos, aqueles regimes legais, computando-se, nas regras de cálculo, apenas o número de anos de exercício efectivo de funções verificado à data da entrada em vigor da presente lei, independentemente da data do requerimento e sem prejuízo dos limites máximos até aqui vigentes." NÚMEROS-CHAVE 45 782€ é o subsídio de reintegração dado a cada um de seis ex-deputados: equivale a 12 salários. 41 966€ é o subsídio de reintegração atribuído a cada um de dois ex-deputados: equivale a 11 vencimentos. 26 706€ é o subsídio de reintegração para cada um de sete ex-deputados: equivale a sete salários. 22 891€ é o subsídio de reintegração atribuído a um ex-deputado: corresponde a seis vencimentos. 11 445€ é o subsídio de reintegração para cada um de dois ex-deputados: equivale a três salários.
    COPIADO DA NET e do Jornal SOL
    Barrabás | 09.02.2010 | 22.50Hdenunciar comentário
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  • Na questão economica não há optimismos...Ou se ouve o tlim, tlim do metal...ou bolas de sabão...
    4ª classe salazarista | 09.02.2010 | 20.12Hdenunciar comentário
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