Trabalhadores da fábrica Dura da Guarda em greve
Segundo Sandra Sousa, da comissão de trabalhadores e dirigente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas e Metalomecânicas (STIMM), de Aveiro, Viseu, Guarda e Coimbra, os operários do turno da manhã aderiram "praticamente a 100 por cento" à luta setorial convocada pela Fiequimetal.
A responsável diantou à Lusa que, dos cerca de 60 operários do turno da manhã, que deviam laborar no setor da produção, “só três é que foram trabalhar”.
“Os restantes trabalhadores concentraram-se em frente das instalações da Dura e permaneceram lá entre as 06:15 e cerca das 09:30”, contou.
A delegada sindical disse que os trabalhadores já decidiram em plenário, que, caso a empresa “não responda às exigências”, no próximo dia 18 irão “retomar a greve e concentrar-se em frente das instalações da fábrica do Carregado, onde se encontra o diretor geral”.
“Com esta luta pretende-se exigir da administração da empresa o respeito pelos trabalhadores, o aumento de salário e a negociação do caderno reivindicativo”, disse a dirigente do STIMM.
A fábrica da Guarda da Dura Automotives Portuguesa produz componentes para a indústria automóvel, tem 140 trabalhadores e está localizada em Vila Cortez do Mondego.



