Chatroulette: a nova polémica da web
O novo serviço online foi criado em Novembro de 2009 e, em poucos meses, ganhou inúmeros fãs: passou das 300 às 20 mil pessoas actuais.
A utilização desta "roleta russa" das redes sociais, espécie de anti-Facebook segundo o New York Magazine, é simples: o internauta só tem de entrar no site, ligar a webcam e clicar em Play - e já está!
Se não gostar do interlocutor - atribuído pelo sistema de forma aleatória -, nada mais simples: basta clicar em Next e ver o que o "azar" (ou a sorte) lhe traz.
Paris Hilton já foi vista a teclar a partir de um hotel no Brasil e a cantora Katty Perry até desafiou os seus fãs a tentar encontrá-la no chat. Já os Faith No More transmitiram em directo um concerto, e em palco, o vocalista Mike Patton apareceu várias vezes em frente à webcam a rir-se de quem lhe aparecia no ecrã.
Mas existe um lado obscuro... Como não há controlo sobre quem utiliza o site (não é necessário qualquer tipo de registo), a probabilidade de se ver imagens de cariz sexual é... gigantesca! O sexo domina e em meia hora é mais que provável ver dezenas de homens as masturbarem-se.
Daí à polémica foi um pequenino passo: o Chatroulette tem gerado controvérsia já que é um campo perfeito para pedófilos e cibercriminosos.





