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Moçambique

Bono Vox e Mo Ibrahim em Maputo para analisar medidas de luta contra pobreza

15 | 03 | 2010   12.32H

Mo Ibrahim, um britânico de origem sudanesa, e a fundação que tem o seu nome instituíram em 2007 o Prémio Mo Ibrahim, que premeia com cinco milhões de dólares (3,6 milhões de euros) um ex-chefe de Estado africano que tenha abandonado voluntariamente o poder e cujo exercício tenha sido marcado pelo compromisso com os valores do Estado de direito.

No primeiro ano da sua criação, o Premio Mo Ibrahim foi atribuído a Joaquim Chissano, ex-Presidente moçambicano entre 1986 e 2004.

Para conhecer no terreno os resultados do investimento que Joaquim Chissano tem realizado com o dinheiro do prémio, o seu patrono encontra-se de visita a Moçambique, à frente de uma comitiva que inclui o vocalista da banda U2.

“Parece que o dinheiro está a ser bem usado. É o que todos querem saber, mas também conhecer a ação que Moçambique empreende contra a pobreza e a sua situação política, se a oposição cá é forte ou não”, disse Bono Vox, numa curta declaração a jornalistas, após ser recebido pelo chefe de Estado moçambicano, Armando Guebuza.

Por seu turno, Mo Ibrahim manifestou-se “feliz com a forma como Moçambique está a combater a pobreza”, sublinhando que esta luta “é importante para que o país proporcione felicidade a todo o seu povo”.

De acordo com as regras do prémio, que é atribuído em tranches, o dinheiro deve ser aplicado em projetos de luta contra a miséria.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
Foto: Robert Schlesinger/EPA
Bono Vox e Mo Ibrahim em Maputo para analisar medidas de luta contra pobreza | © Robert Schlesinger/EPA
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