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Religião

Artur Cunha de Oliveira lança "Jesus, Profeta do Islão e Outros Ensaios"

15 | 03 | 2010   19.36H

"O Islão é um descendente ideológico do cristianismo e do judaísmo", afirmou Artur Cunha de Oliveira, em declarações à agência Lusa, defendendo que "não há oposição entre religiões (cristianismo, judaísmo e muçulmanos), embora se diferencie a interpretação e a aplicação dos ensinamentos".

Para o autor, existem razões para a "colaboração e respeito mútuo" entre as religiões, frisando que "há interesse em evitar confrontos fundamentalistas porque Deus é o pai de todos e todos assim o consideram".

Por seu lado, no prefácio da obra, o bispo de Angra, António Sousa Braga, considera que "são de flagrante actualidade os temas tratados e mesmo a digressão inicial pelo Alcorão, que nos dá a perspectiva muçulmana sobre a figura e a missão de Jesus, que o Islão considera como grande profeta”.

Nesse sentido, considera que o autor, “crente convencido e com um grande amor à Igreja, a interpela e, de algum modo, a provoca, para que preserve os caminhos da renovação”.

Para António Sousa Braga, o livro é um "grande desafio e, de algum modo, uma provocação", salientando que a obra "reflecte uma experiência pessoal de fé”.

Artur Cunha de Oliveira, um sacerdote católico que foi dispensado do ministério e se casou, é licenciado em Teologia Dogmática e Ciências Bíblicas, tendo sido professor no Seminário Episcopal, fundador do Departamento de Estudos e Planeamento dos Açores e eurodeputado, eleito pelo PS.

Nesta obra, entre outros temas, aborda a figura de Jesus Cristo observada pelo Islão, a Bíblia, as exigências da nova evangelização, a reencarnação e a autonomia regional num mundo globalizado.

A reflexão do autor abrange também assuntos da realidade quotidiana atual, abordando as questões da fé, do casamento, divórcio e da revolução sexual.

Para o bispo de Angra, o que “está em causa, neste momento de transição de época e de crise, não é propriamente a fé cristã em si, mas o modelo da Igreja”, tendo em atenção a "autonomia das realidades terrenas" e a realidade que é "a perda progressiva pela Igreja de poder político, cultural e moral".

Destak/Lusa | destak@destak.pt

2 comentários

  • Para que se saiba.
    Na prática a última coisa que maomé fez foi assassinar o seu próprio allah maometano.
    Disse que o seu allah não mais falaria e que ficava sem espírito.
    Mas antes, e no islam, maomé tirou o filho a allah e castrou-o para que nem descendência pudesse deixar.
    maomé também antes, assassinou a familia de allah, os amigos e todas as entidades espirituais boas,anjos, arcanjos, santos e outras.
    Pior ainda. No islam as coisas são cada vez piores.
    No islam, maomé só deixou o diabo à solta.
    No islam, satanás é a única entidade espiritual activa e que sussurra aos maometanos.
    Os maometanos eruditos podem confirmar isto.
    Dão é depois voltas e mais voltas a justificar, mas isso só prova que o islam é muito hábil a enganar
    os próprios e a tentar enganar os outros.
    Pode-se dizer que isto acontece no mundo imaginário, mas é este mundo imaginário que controla o maometismo.
    Estas verdades dão uma ideia da intolerância que existe na doutrina maometana.
    Para maomé um allah vivo ou qualquer entidade espiritual boa viva, seriam os maiores perigos ao seu poder.
    Nem o próprio allah maometano podia escapar com vida às suas mãos.
    Só fora do islam o bem(bom-senso/razão) e o Bom Deus podem existir, estarem vivos e manifestarem-se no mundo e nas pessoas.
    a | 16.03.2010 | 23.13Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • grande jorge jesus
    paulo | 15.03.2010 | 21.14Hdenunciar comentário
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