«C3PO tem sido um bom amigo ao longo dos anos»
Qual a actividade ligada à saga que mais gozo lhe deu?
Este concerto, que mudou a minha perspectiva dos seis filmes. No mês passado, fiz voz para o Sistema de Navegação de carros Star Wars, mas o que mais gozo me tem dado para além dos concertos é dar voz a uma diversão dos parques da Disney, sobre Star Wars. Cada vez que surgem estes trabalhos fico estupefacto, não imagino a minha vida sem a saga. Tudo porque me deixaram manter a voz do C3PO, human cyborg relations. Ele tem sido um bom amigo ao longo dos anos.
Este espectáculo é um traba-lho de equipa no palco?
Sim, enorme trabalho de equipa, há a belíssima orquestra e o coro, que tocam a música do John Williams à medida que passam imagens dos seis filmes no ecrã digital de LEDs. Sou o nar-rador que é a cola que une todos os pedaços dos filmes e que vai contando a história, de forma linear ao contrário da forma como os episódios foram aparecendo. E existem alguns momentos em que falo como o C3PO. O Star Wars in Concert tem todas as emoções da saga, portanto há sustos, diversão e comoção. Permite conhecer bem toda a história.
Que recordações guarda?
Tirando guardar ainda a cabeça do C3PO inicial, prezo muito a frase que o George Lucas disse quando eu cheguei para gravar os três últimos filmes: «agora sim, Star Wars chegou.»




