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Telecoms

PT pagou 7 milhões de euros aos administradores em 2009

16 | 03 | 2010   09.51H

A PT, que divulgou pela primeira vez, no seu relatório e contas de 2009, os valores das remunerações individuais dos seus gestores, cumprindo a nova lei, revelou que os seus gestores, executivos e não executivos, receberam 3,2 milhões de euros em salários fixos e variáveis e um prémio de 3,799 milhões de euros pelo mandato no triénio de 2006 a 2008.

A empresa anunciou que Henrique Granadeiro foi remunerado em 650.900 euros enquanto que Zeinal Bava atingiu, entre remuneração fixa e variável cerca de 1,5 milhões de euros. Ambos receberam um prémio de mandato de cerca de um milhão de euros pelo trabalho realizado no triénio 2006-2008.

O relatório e contas da empresa refere também que “a remuneração fixa anual de todos os membros da comissão executiva para o mandato de 2009 a 2011 foi reduzida em 10 por cento face ao valor do mandato anterior”, uma proposta feita por Zeinal Bava o ano passado, devido à conjuntura económica.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
Foto: DR
PT pagou 7 milhões de euros aos administradores em 2009 | © DR

3 comentários

  • Quando eu nasci, ficou tudo como estava, Nem homens cortaram veias, nem o Sol escureceu, nem houve Estrelas a mais... Somente, esquecida das dores, a minha Mãe sorriu e agradeceu. Quando eu nasci, não houve nada de novo senão eu. As nuvens não se espantaram, não enlouqueceu ninguém... P'ra que o dia fosse enorme, bastava toda a ternura que olhava nos olhos de minha Mãe...
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    Confesso...k não sei como colocar este POEMA......Sem ser assim...(tipo texto...) Vá...Gente...(ensinainde-me...!)
    Jafo-Dias | 16.03.2010 | 14.12H
  • Já não HÁ...disto...!~~~~~~~~~~~~
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Cântico Negro "Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali... A minha glória é esta: Criar desumanidade! Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre à minha mãe Não, não vou por aí! Só vou por onde Me levam meus próprios passos... Se ao que busco saber nenhum de vós responde Por que me repetis: "vem por aqui!"? Prefiro escorregar nos becos lamacentos, Redemoinhar aos ventos, Como farrapos, arrastar os pés sangrentos, A ir por aí... Se vim ao mundo, foi Só para desflorar florestas virgens, E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada! O mais que faço não vale nada. Como, pois sereis vós Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem Para eu derrubar os meus obstáculos?... Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós, E vós amais o que é fácil! Eu amo o Longe e a Miragem, Amo os abismos, as torrentes, os desertos... Ide! Tendes estradas, Tendes jardins, tendes canteiros, Tendes pátria, tendes tectos, E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios... Eu tenho a minha Loucura ! Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura, E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios... Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém. Todos tiveram pai, todos tiveram mãe; Mas eu, que nunca principio nem acabo, Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo. Ah, que ninguém me dê piedosas intenções! Ninguém me peça definições! Ninguém me diga: "vem por aqui"! A minha vida é um vendaval que se soltou. É uma onda que se alevantou. É um átomo a mais que se animou... Não sei por onde vou, Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí!
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    Jafo-Dias | 16.03.2010 | 14.07H
  • Surge Janeiro frio e pardacento,
    Descem da serra os lobos ao povoado;
    Assentam-se os fantoches em São Bento
    E o Decreto da fome é publicado.
    Edita-se a novela do Orçamento;
    Cresce a miséria ao povo amordaçado;
    Mas os biltres do novo parlamento
    Usufruem seis contos de ordenado. E enquanto à fome o povo se estiola,
    Certo santo pupilo de Loyola,
    Mistura de judeu e de vilão, Também faz o pequeno sacrifício De trinta contos só! por seu ofício
    Receber, a bem dele... e da nação. JOSÉ RÉGIO Soneto (quase inédito), escrito em 1969 no dia de uma reunião de antigos alunos.
    Josué Faria | 16.03.2010 | 12.13H
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