Equipa portuguesa com jogadores gay estreia-se em campeonato
“O desporto colectivo em Portugal alimenta a homofobia, este projecto não. É um projecto desportivo que não discrimina ninguém. Não importa a orientação sexual, a cor de pele ou se vive sozinho, com a mãe ou com o gato”, diz sorridente o treinador da equipa maioritariamente composta por homossexuais.
Filipe garante que nos “Dark Horses” ninguém é discriminado: “há um jogador casado e um outro jovem de 18 anos que tem uma namorada”. Os outros são homossexuais.
Ser homossexual em Portugal ainda não é bem aceite em alguns círculos e o desporto é um dos meios em que não é fácil: “Sentiam-se deslocados no grupo" das equipas existentes, reconhece Filipe, que começou a jogar râguebi numa equipa amadora quando era estudante universitário.
O nome da equipa, que nasceu em Setembro do ano passado, começou por ser “Boys Just Wanna Have Fun”, mas acabou por ficar “Dark Horses”. No final, o nome inicial do grupo acabou por “batizar” o nome da associação desportiva da equipa.
Apesar de a grande maioria dos jogadores ser amador, a Dark Horses está a treinar para participar no campeonato europeu, a Union Cup, que se realiza no próximo ano.
Hoje começou o Pitch Beach, um campeonato que se vai prolongar até domingo com jogos no Estádio Nacional e na Praia de Carcavelos.
Além da equipa lisboeta estão presentes Los Valents, de Montpellier, e os “Straffe Ketten R.F.C.”, de Bruxelas.
Filipe explicou que a designação do evento se refere aos locais onde decorrem os dois torneios previstos: campo relvado («pitch») e praia («beach»).




17 comentários
Esta notícia é para enganar o povo, porque eles são todos gays!
A bola é aquela ali . . . !
(desculpem, com o devido respeito, estou só a brincar)
desculpa lá mas um homem que seja do FCP não é igual a ninguém.
Os corruptos só são iguais a eles próprios, muita gente os chama filhos da piiiiiiiiiiiiiiiii... e pensando bem eu também penso assim. São a vergonha da nação. Deviam de ser marcados com um ferro quente no rabo ou na testa, talvez na testa fosse melhor.
A homofobia não está no desporto mas sim nas pessoas que o praticam. Há que dar provas do seu valor desportivo (enquanto pessoa singular), independentemente da orientação que se tem para merecer o lugar na equipa ;).
Só visto. Mesmo assim não sei se acredito ainda. Isto é ridiculo.
Nada depende da sua orientação religiosa, social ou sexual.