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Somália

Participação portuguesa no combate à pirataria é digna da história do País

27 | 08 | 2010   17.04H

«Não temos a imodéstia de dizer que fizemos o que fez Afonso de Albuquerque no Índico nos séculos XVI e XVII, mas, pelo menos, fomos dignos da história de Portugal naquelas paragens», referiu o general Luís Araújo.

O CEMFA falava na Base Aérea n.º 11, de Beja, durante uma visita a militares do destacamento da Força Aérea Portuguesa que participou, nos últimos quatro meses, na 'Operação Atalanta' da União Europeia, de combate à pirataria no golfo de Áden e na Costa da Somália.

A partir do Aeroporto Nacional de Victoria, na Ilha de Mahé, na República das Seychelles, e da Base Aérea 188 no Djibouti, o destacamento, a bordo de um avião P-3P ORION, efectuou, como missão primária, o patrulhamento marítimo daquela zona, num total de 40 missões e 320 horas de voo.

«Não somos portugueses ilustres por enquanto, mas havemos de ser daqui por uns anos quando se lembrarem que também lá andamos», concluiu. 

Patrícia Susano Ferreira com Lusa | pferreira@destak.pt

2 comentários

  • De história é para alguns.
    Principalmente para ajudas de custo.
    E o pior, para promoção a alguns oficiais da marinha.
    Grande serviço, que não se vê o resultado, apenas custos.
    joao | 28.08.2010 | 13.55Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • Tal como cá também nos mares da Somália prendiam e depois os punham em liberdade para continuarem a piratear-
    Só de portugueses!
    Jesus Cristo laico | 28.08.2010 | 12.38Hdenunciar comentário
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