Participação portuguesa no combate à pirataria é digna da história do País
«Não temos a imodéstia de dizer que fizemos o que fez Afonso de Albuquerque no Índico nos séculos XVI e XVII, mas, pelo menos, fomos dignos da história de Portugal naquelas paragens», referiu o general Luís Araújo.
O CEMFA falava na Base Aérea n.º 11, de Beja, durante uma visita a militares do destacamento da Força Aérea Portuguesa que participou, nos últimos quatro meses, na 'Operação Atalanta' da União Europeia, de combate à pirataria no golfo de Áden e na Costa da Somália.
A partir do Aeroporto Nacional de Victoria, na Ilha de Mahé, na República das Seychelles, e da Base Aérea 188 no Djibouti, o destacamento, a bordo de um avião P-3P ORION, efectuou, como missão primária, o patrulhamento marítimo daquela zona, num total de 40 missões e 320 horas de voo.
«Não somos portugueses ilustres por enquanto, mas havemos de ser daqui por uns anos quando se lembrarem que também lá andamos», concluiu.




2 comentários
Principalmente para ajudas de custo.
E o pior, para promoção a alguns oficiais da marinha.
Grande serviço, que não se vê o resultado, apenas custos.
Só de portugueses!