Metade dos portugueses pondera mudar de emprego por falta de promoção
A fraca comunicação por parte da administração (41%), a existência de colegas mal-educados (28,3%) e o excesso de trabalho (23,3%) também são fortes motivos para os levarem a abandonar o emprego, seguidos de perto da crença da falta de competências dos colegas (21,7%) e das más instalações laborais (13,3%).
Segundo o Director Geral da Regus para a região Europa, Médio Oriente e África, «à medida que os profissionais arrumam os seus fatos de banho e as toalhas depois das férias, têm mais tendência para reflectir sobre os prós e os contras do emprego que está à sua espera no regresso a casa».
Há ainda que salientar que «o stress provocado pelo excesso de trabalho se agravou durante a última recessão - dado que as pessoas trabalham mais arduamente e durante mais tempo para poderem pagar a hipoteca» e que «os bónus e as regalias foram reduzidos para enfrentar as dificuldades» e que os trabalhadores tentam ir para empresas que «lhes prometem melhores condições e não necessariamente os salários mais elevados».





9 comentários
Os pobres já estão cheios de leis e regras... e de fome. Os ricos não precisam delas para nada.A (in)justiça trata do assunto.