Portugueses preferiam trabalhar por objectivos
O inquérito revelou também que 44% dos trabalhadores têm actualmente um contrato, segundo o qual parte do seu salário depende de objectivos de desempenho, sendo que a percentagem de trabalhadores da Geração Y (com idades entre os 18 e os 29 anos) que recebe uma remuneração baseada no desempenho é maior do que os trabalhadores da Geração X (com idades entre os 30 e os 47 anos) e do que os Baby Boomers (com idades entre os 48 e os 65 anos).
Para além disso, o Kelly Global Workforce Index, que obteve as opiniões de cerca de 134 mil pessoas, incluindo mais de 16 mil em Portugal, demonstra que existe um forte apoio para que os empregadores tomem um papel mais importante na melhoria da saúde dos seus trabalhadores, com mais da metade dos entrevistados a responder que os empregadores devem realmente fornecer incentivos para estimular um estilo de vida saudável, tais como deixar de fumar, perder peso, ou fazer exercício.
Frank Weermeijer, Director-Geral da Kelly Services, garante que «muitos trabalhadores estão confiantes na sua capacidade de executar bem o seu trabalho e acreditam que podem ser recompensados pelo aumento da produtividade no local de trabalho».
As regalias mais valorizadas pelos colaboradores
Além do salário, os benefícios considerados mais importantes pelos funcionários são a formação, seguida da flexibilidade, horário, seguro de saúde e viatura da empresa. Outros resultados do inquérito da Kelly, em Portugal, revelam que os sectores com as maiores taxas de remuneração baseada nos resultados são o retalho, instituições bancárias, serviços públicos e a ciência/indústria farmacêutica.






