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Casa Pia

Media mobilizam dezenas de jornalistas e "especiais" para leitura do acórdão

02 | 09 | 2010   17.00H

Dentro da sala do tribunal, no Campus da Justiça de Lisboa, onde será lido o acórdão, poderá estar um jornalista de cada meio, mas quase todos os títulos decidiram enviar outros repórteres, que ficarão numa sala contígua e à entrada do tribunal para ouvir as reações e relatar o ambiente do dia.

Todas as televisões pediram autorização para gravar a leitura do acórdão, mas foi a SIC que foi escolhida por sorteio, podendo manter uma câmara a gravar durante todo o processo, mas não podendo transmitir as imagens em directo.

"As imagens vão ser editadas e depois transmitidas e distribuídas porque a leitura da sentença contém certamente nomes de vítimas", explicou o director de Informação da estação de Carnaxide, adiantando que foram as regras impostas pelo tribunal, mas que também fazem parte do código de deontologia dos jornalistas.

Para os jornalistas e presentes na sala mais próxima, a SIC disponibiliza a imagem em directo - num plasma instalado com esse propósito - como "uma espécie de prolongamento da sala de audiência", referiu Alcides Vieira, sublinhando que "essa emissão em directo não irá para o ar".

As imagens recolhidas com a câmara da SIC serão apenas do juiz relator, não podendo ser mostrados nem vítimas nem testemunhas e, depois de editadas, "serão disponibilizadas para as outras televisões enquanto o som será disponibilizado para as rádios", disse.

As televisões foram quem mobilizou mais pessoas e meios para este processo. Da SIC, além da câmara que irá gravar a leitura do acórdão, estará um jornalista a fazer reportagem na sala (Luís Garriapa) e mais seis a sete repórteres em directo na sala contígua e na entrada do tribunal, entre os quais Maria João Ruella como pivot e Luís Filipe Carvalho como comentador especialista em Justiça.

O início da sessão para a leitura do acórdão deste processo de pedofilia está marcado para as 9:30, mas entre as 7:00 e as 11:00 a estação estará a transmitir em directo do tribunal, voltando lá ao longo do dia sempre que se justifique.

Também a RTP e a TVI vão acompanhar a leitura do acórdão em permanência.

Para o evento, a estação pública mobilizou quatro repórteres no terreno e câmaras fora da sala de leitura. Cristina Esteves, Rita Marrafa de Carvalho, Ana Santos e Margarida Neves de Sousa foram as escolhidas para relatar os trabalhos ao longo do dia, sendo que a seguir ao jogo da selecção nacional de futebol (perto das 20:00) será emitido um especial de informação, conduzido por José Rodrigues dos Santos, com alguns dos protagonistas do processo e agentes da Justiça.

A TVI também vai acompanhar todo o procedimento, tendo já esta semana preparado o evento com informação dedicada ao tema, transmitindo vários "especiais”.

Durante o dia, a estação planeia fazer vários directos a partir do tribunal, onde terá um carro de exteriores com seis câmaras e quatro jornalistas: Marta Miranda, Carlos Enes, Lisete Reis e Cláudia Rosenbush.

Dentro da sala do tribunal, no Campus da Justiça de Lisboa, onde será lido o acórdão, poderá estar um jornalista de cada meio, mas quase todos os títulos decidiram enviar outros repórteres, que ficarão numa sala contígua e à entrada do tribunal para ouvir as reacções e relatar o ambiente do dia.

Todas as televisões pediram autorização para gravar a leitura do acórdão, mas foi a SIC que foi escolhida por sorteio, podendo manter uma câmara a gravar durante todo o processo, mas não podendo transmitir as imagens em directo.

"As imagens vão ser editadas e depois transmitidas e distribuídas porque a leitura da sentença contém certamente nomes de vítimas", explicou o director de Informação da estação de Carnaxide, adiantando que foram as regras impostas pelo tribunal, mas que também fazem parte do código de deontologia dos jornalistas.

Para os jornalistas e presentes na sala mais próxima, a SIC disponibiliza a imagem em directo - num plasma instalado com esse propósito - como "uma espécie de prolongamento da sala de audiência", referiu Alcides Vieira, sublinhando que "essa emissão em directo não irá para o ar".

As imagens recolhidas com a câmara da SIC serão apenas do juiz relator, não podendo ser mostrados nem vítimas nem testemunhas e, depois de editadas, "serão disponibilizadas para as outras televisões enquanto o som será disponibilizado para as rádios", disse.

As televisões foram quem mobilizou mais pessoas e meios para este processo. Da SIC, além da câmara que irá gravar a leitura do acórdão, estará um jornalista a fazer reportagem na sala (Luís Garriapa) e mais seis a sete repórteres em direto na sala contígua e na entrada do tribunal, entre os quais Maria João Ruella como pivot e Luís Filipe Carvalho como comentador especialista em Justiça.

O início da sessão para a leitura do acórdão deste processo de pedofilia está marcado para as 9:30, mas entre as 7:00 e as 11:00 a estação estará a transmitir em directo do tribunal, voltando lá ao longo do dia sempre que se justifique.

Também a RTP e a TVI vão acompanhar a leitura do acórdão em permanência.

Para o evento, a estação pública mobilizou quatro repórteres no terreno e câmaras fora da sala de leitura. Cristina Esteves, Rita Marrafa de Carvalho, Ana Santos e Margarida Neves de Sousa foram as escolhidas para relatar os trabalhos ao longo do dia, sendo que a seguir ao jogo da selecção nacional de futebol (perto das 20:00) será emitido um especial de informação, conduzido por José Rodrigues dos Santos, com alguns dos protagonistas do processo e agentes da Justiça.

A TVI também vai acompanhar todo o procedimento, tendo já esta semana preparado o evento com informação dedicada ao tema, transmitindo vários "especiais”.

Durante o dia, a estação planeia fazer vários directos a partir do tribunal, onde terá um carro de exteriores com seis câmaras e quatro jornalistas: Marta Miranda, Carlos Enes, Lisete Reis e Cláudia Rosenbush.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

5 comentários

  • Mas seria milagre e bem feito estes gajos apanharem uma cacetada grande, porque sempre se sentiram protegidos pela MÁFIA, para não denunciarem aqueles paneleiros e panascas que com eles andavam a enrabar e a serem enrabados lá pela cachopada.Tantos Juizes e tantos advogados que passaram por ali e é de perguntar porquê! Ou todos tiveram medo ,ou até alguns também faziam parte da maralha. Vamos vêr no que isto dá, mas eu creio que o elefante, vai mijar uma formiga. Por outro lado, não acredito que seja lida já a sentença.A juiza, vai ter uma crise de mijo e diarreia!
    paneleiragem de merda! | 03.09.2010 | 00.09Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
  • O carlos kus se quiser denunciar todos os outros nomes,está tramado,aposto que daqui a uns dias aparece morto na cela
    anónimo | 02.09.2010 | 18.42Hdenunciar comentário
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  • Amanha devia ser FERIADO NACIONAL em Portugal,porque toda a gente quer saber afinal quem são os PEDÓFILOS e fazer justiça com as próprias maos
    Justiceiro do povo | 02.09.2010 | 18.40Hdenunciar comentário
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  • Não sei se será bem assim . . . !
    alexandre barreira | 02.09.2010 | 18.36Hdenunciar comentário
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  • Eu gostava que estes gajos apanhassem uma porrada das grandes, para vêr se esse Carlos Cruz, tinha coragem de denunciar o resto dos paneleiros e panascas, mas claro que vai sair limpinho, para que isso não aconteça.
    isto é um fartote de rir | 02.09.2010 | 17.28Hdenunciar comentário
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