Media mobilizam dezenas de jornalistas e "especiais" para leitura do acórdão
Dentro da sala do tribunal, no Campus da Justiça de Lisboa, onde será lido o acórdão, poderá estar um jornalista de cada meio, mas quase todos os títulos decidiram enviar outros repórteres, que ficarão numa sala contígua e à entrada do tribunal para ouvir as reações e relatar o ambiente do dia.
Todas as televisões pediram autorização para gravar a leitura do acórdão, mas foi a SIC que foi escolhida por sorteio, podendo manter uma câmara a gravar durante todo o processo, mas não podendo transmitir as imagens em directo.
"As imagens vão ser editadas e depois transmitidas e distribuídas porque a leitura da sentença contém certamente nomes de vítimas", explicou o director de Informação da estação de Carnaxide, adiantando que foram as regras impostas pelo tribunal, mas que também fazem parte do código de deontologia dos jornalistas.
Para os jornalistas e presentes na sala mais próxima, a SIC disponibiliza a imagem em directo - num plasma instalado com esse propósito - como "uma espécie de prolongamento da sala de audiência", referiu Alcides Vieira, sublinhando que "essa emissão em directo não irá para o ar".
As imagens recolhidas com a câmara da SIC serão apenas do juiz relator, não podendo ser mostrados nem vítimas nem testemunhas e, depois de editadas, "serão disponibilizadas para as outras televisões enquanto o som será disponibilizado para as rádios", disse.
As televisões foram quem mobilizou mais pessoas e meios para este processo. Da SIC, além da câmara que irá gravar a leitura do acórdão, estará um jornalista a fazer reportagem na sala (Luís Garriapa) e mais seis a sete repórteres em directo na sala contígua e na entrada do tribunal, entre os quais Maria João Ruella como pivot e Luís Filipe Carvalho como comentador especialista em Justiça.
O início da sessão para a leitura do acórdão deste processo de pedofilia está marcado para as 9:30, mas entre as 7:00 e as 11:00 a estação estará a transmitir em directo do tribunal, voltando lá ao longo do dia sempre que se justifique.
Também a RTP e a TVI vão acompanhar a leitura do acórdão em permanência.
Para o evento, a estação pública mobilizou quatro repórteres no terreno e câmaras fora da sala de leitura. Cristina Esteves, Rita Marrafa de Carvalho, Ana Santos e Margarida Neves de Sousa foram as escolhidas para relatar os trabalhos ao longo do dia, sendo que a seguir ao jogo da selecção nacional de futebol (perto das 20:00) será emitido um especial de informação, conduzido por José Rodrigues dos Santos, com alguns dos protagonistas do processo e agentes da Justiça.
A TVI também vai acompanhar todo o procedimento, tendo já esta semana preparado o evento com informação dedicada ao tema, transmitindo vários "especiais”.
Durante o dia, a estação planeia fazer vários directos a partir do tribunal, onde terá um carro de exteriores com seis câmaras e quatro jornalistas: Marta Miranda, Carlos Enes, Lisete Reis e Cláudia Rosenbush.
Dentro da sala do tribunal, no Campus da Justiça de Lisboa, onde será lido o acórdão, poderá estar um jornalista de cada meio, mas quase todos os títulos decidiram enviar outros repórteres, que ficarão numa sala contígua e à entrada do tribunal para ouvir as reacções e relatar o ambiente do dia.
Todas as televisões pediram autorização para gravar a leitura do acórdão, mas foi a SIC que foi escolhida por sorteio, podendo manter uma câmara a gravar durante todo o processo, mas não podendo transmitir as imagens em directo.
"As imagens vão ser editadas e depois transmitidas e distribuídas porque a leitura da sentença contém certamente nomes de vítimas", explicou o director de Informação da estação de Carnaxide, adiantando que foram as regras impostas pelo tribunal, mas que também fazem parte do código de deontologia dos jornalistas.
Para os jornalistas e presentes na sala mais próxima, a SIC disponibiliza a imagem em directo - num plasma instalado com esse propósito - como "uma espécie de prolongamento da sala de audiência", referiu Alcides Vieira, sublinhando que "essa emissão em directo não irá para o ar".
As imagens recolhidas com a câmara da SIC serão apenas do juiz relator, não podendo ser mostrados nem vítimas nem testemunhas e, depois de editadas, "serão disponibilizadas para as outras televisões enquanto o som será disponibilizado para as rádios", disse.
As televisões foram quem mobilizou mais pessoas e meios para este processo. Da SIC, além da câmara que irá gravar a leitura do acórdão, estará um jornalista a fazer reportagem na sala (Luís Garriapa) e mais seis a sete repórteres em direto na sala contígua e na entrada do tribunal, entre os quais Maria João Ruella como pivot e Luís Filipe Carvalho como comentador especialista em Justiça.
O início da sessão para a leitura do acórdão deste processo de pedofilia está marcado para as 9:30, mas entre as 7:00 e as 11:00 a estação estará a transmitir em directo do tribunal, voltando lá ao longo do dia sempre que se justifique.
Também a RTP e a TVI vão acompanhar a leitura do acórdão em permanência.
Para o evento, a estação pública mobilizou quatro repórteres no terreno e câmaras fora da sala de leitura. Cristina Esteves, Rita Marrafa de Carvalho, Ana Santos e Margarida Neves de Sousa foram as escolhidas para relatar os trabalhos ao longo do dia, sendo que a seguir ao jogo da selecção nacional de futebol (perto das 20:00) será emitido um especial de informação, conduzido por José Rodrigues dos Santos, com alguns dos protagonistas do processo e agentes da Justiça.
A TVI também vai acompanhar todo o procedimento, tendo já esta semana preparado o evento com informação dedicada ao tema, transmitindo vários "especiais”.
Durante o dia, a estação planeia fazer vários directos a partir do tribunal, onde terá um carro de exteriores com seis câmaras e quatro jornalistas: Marta Miranda, Carlos Enes, Lisete Reis e Cláudia Rosenbush.




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