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Programa Operacional de Lisboa

Presidente impressionada com a aposta na reabilitação da frente ribeirinha

02 | 09 | 2010   19.02H

“Entendemos efetuar visitas a todos os municípios da Área Metropolitana de Lisboa para analisar o estado de cumprimento das candidaturas e visitar os trabalhos já em curso. No caso da Moita analisamos a renovação urbana já em curso, a Caldeira da Moita que já tem obra física, o parque escolar e a modernização administrativa”, disse Teresa Almeida em declarações à Lusa.

Na visita, Teresa Almeida disse que o que a mais impressionou foi a “aposta forte e muito esforço” na reabilitação da frente ribeirinha do município, que considera uma área que tem sido alvo de uma atenção especial dos municípios, e referiu também a recuperação de uma embarcação tradicional que está a ser efetuada pela autarquia.

Em relação ao POR Liboa em geral, Teresa Almeida referiu que a taxa de compromisso assumida nas candidaturas é “notável” e referiu que a taxa de execução, apesar de ser baixa, é a maior no país.

“Notável neste programa é a taxa de compromisso, que atinge os 80 por cento, o que demonstra o interesse em aderir. Em termos de taxa de execução é baixa, de 11 por cento, mas ainda assim é a maior taxa de execução do país. Por isso a minha satisfação é relativa”, disse.

Teresa Almeida referiu ainda que, na generalidade, todos os municípios efetuaram candidaturas para recuperação do parque escolar, que tem uma taxa de execução elevada, com muitos trabalhos concluídos.

“O parque escolar tem uma taxa de execução fantástica e a modernização administrativa também em tido muito acolhimento. Os programas de regeneração urbana também são procurados pela generalidade dos municípios, mas como foram lançadas há menos tempo, têm uma taxa de execução ainda muito reduzida”, disse.

O presidente da Câmara da Moita, João Lobo (CDU), afirmou que foi dado a conhecer à responsável os projetos e ações, tendo visitado alguns locais.

“Como a candidatura global da Frente Ribeirinha da Moita, o PROTEJO, não recebeu verba, estamos a parcialmente a fazer o projeto. Visitamos a intervenção na Caldeira e apelamos à sua sensibilidade para que na reprogramação aumente a candidatura em 500 mil euros, para construção do açude”, disse à Lusa.

O autarca referiu também que foi explicado que não foram feitas mais candidaturas de rede escolar porque a Moita apenas faz as candidaturas que consegue cumprir.

“Quando nos propomos e fazemos uma candidatura é para fazermos mesmo, se não temos condições não fazemos as candidaturas”, disse.

A terminar, João Lobo lembrou que existem áreas na Moita em que são necessárias candidaturas para executar alguns projetos essências.

“No caso da Frente Ribeirinha andamos, como se costuma dizer, a fazer pesca à unha e temos outros projetos sem financiamento, como o caso da Piscina Municipal, que consideramos uma equipamento fundamental”, concluiu.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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