Advogado de Carlos Silvino diz que é injusto se o seu cliente for o único condenado
O advogado afirmou ainda acreditar que todos os arguidos vão ser condenados.
O julgamento do processo de abusos sexuais na Casa Pia chega hoje ao fim com a leitura do acórdão final, quase seis anos depois de ter começado.
O coletivo de juízes presidido por Ana Peres, coadjuvada por Lopes Barata e Ester Santos, deverá proferir a decisão sobre a inocência ou culpa dos sete arguidos, acusados de crimes de abuso sexual, ato sexual com adolescente e lenocínio, entre outros.
Em tribunal respondem os arguidos Carlos Silvino, ex-motorista da Casa Pia, o ex-provedor da instituição Manuel Abrantes, o médico João Ferreira Diniz, o advogado Hugo Marçal, o apresentador de televisão Carlos Cruz, o embaixador Jorge Ritto e Gertrudes Nunes, dona de uma casa em Elvas onde alegadamente ocorreram abusos sexuais.
Questionado pela Lusa sobre se Carlos Silvino fez bem em colaborar com a justiça, Ramiro Miguel respondeu: “Fez bem!”.
O advogado adiantou ainda que, “nos últimos tempos”, Carlos Silvino tem feito uma “vida normal”.
O início da sessão, que decorre no Campus da Justiça, em Lisboa, estava marcado para as 09:30. O fim da leitura da decisão não tem hora prevista, dependendo do consenso a que as partes chegarem quanto à leitura integral ou abreviada do acórdão.






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