Livro

Biografia 'Nicolau Breyner - É Melhor Ser Alegre que Ser Triste' nas livrarias

09 | 11 | 2010   08.55H

 Estamos perante o retrato de «um alentejano tirado à terra a quem Deus entregou um outro destino». O de se dedicar à arte da representação há meio século.

Por vontade de Deus

Actor, produtor e realizador, Nicolau Breyner dispõe já de uma vasta galeria de personagens inesquecíveis, seja nos palcos, no pequeno ecrã ou nas telas gigantes.

Eu Show Nico, Vila Faia e Gente Fina é Outra Coisa são os títulos televisivos mais emblemáticos do artista que fez dupla com Herman José na rábula Senhor Feliz, Senhor Contente.

«Quando a [produtora] NBP deixou de ser minha, percebi muito claramente que Deus estava a mandar-me fazer o que nasci para fazer: teatro. Eu, que sou um actor, deixei a dado passo de ser um actor, para me tornar num bem-sucedido homem de negócios. Aquilo tinha-se tornado tão grande que eu não tinha tempo para fazer mais nada para além de ser presidente do Conselho de Administração. E a dado passo já nem produtor era», recorda o próprio actor na página 48 desta obra, um projecto do Grupo Planeta.

«E por isso, quando tive necessidade de recomeçar a trabalhar, percebi que a minha carreira enquanto artista não estava ainda terminada, e que tinha ainda muitas coisas para fazer como actor. É preciso estar atento aos sinais que a vida nos dá», conclui Breyner, que desde 2008 é presença assídua nas novelas da TVI - Meu Amor foi o mais recente trabalho nesta área - e em filmes de sucesso como Corrupção, Call Girl e Contrato.

O artista nascido em Serpa já recebeu três Globos de Ouro da SIC para Melhor Actor de Cinema graças a Kiss Me (2004), O Milagre Segundo Salomé (2004) e Os Imortais (2003).

Vera Valadas Ferreira | vferreira@destak.pt
Foto: Duarte Roriz/CM
Biografia 'Nicolau Breyner - É Melhor Ser Alegre que Ser Triste' nas livrarias | © Duarte Roriz/CM

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