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Média

Pelo menos 44 jornalistas morreram em 2010, menos 28 do que em 2009

04 | 01 | 2011   21.15H

Ainda assim, o número de jornalistas mortos no mundo baixou no ano passado, comparativamente a 2009, ano em que o massacre de 33 profissionais nas Filipinas elevou para 72 o total de repórteres falecidos.

O CPJ, citado pela agência espanhola Efe, ressalvou que outros 31 jornalistas morreram em 2010 em circunstâncias não apuradas e que, por isso, não entraram na contabilidade hoje divulgada.

O comunicado realça que no Paquistão morreram oito jornalistas no ano passado, enquanto no Iraque perderam a vida cinco e no México e nas Honduras três (em cada).

A maioria dos jornalistas que morreram em 2010 foi vítima de homicídio, muito embora 40 por cento tenham perdido a vida na cobertura de um conflito ou em protestos de rua.

Os profissionais falecidos estavam destacados para a cobertura de matérias políticas em 48 por cento dos casos, culturais em 32 por cento e de corrupção em 20 por cento.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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