Aqueduto das Águas Livres reabre ao público
Com a conclusão das obras de recuperação a que foi sujeito, o Aqueduto das Águas Livres reabre amanhã com várias iniciativas.
Vistoria detecta falhas
Depois do levantamento das condições da estrutura, feito pela EPAL, em parceria com o Instituto de Gestão do Património Arqueológico e Arquitectónico (IGESPAR), foram detectados locais que deveriam sofrer intervenções de reparação. Assim, desde o Verão de 2007, que o histórico monumento tem vindo a ser recuperado, operação cuja primeira fase terminou agora.
Para a reabertura amanhã, está marcado o passeio "A Rainha refresca-se - na pista do Barroco". Num percurso que começa nas Rua das Amoreiras, às 10h e termina no reservatório da Mãe d´Água, os visitantes pode-rão observar de perto um dos mais importantes monumentos nacionais e marcos na história da cidade de Lisboa.
Poderá ainda saber-se mais sobre o Aqueduto, que forneceu água aos habitantes da capital durante centenas de anos e que tem vindo a tentar uma candidatura a Património da Humanidade - até agora sem sucesso.
Intervenções não terminam
Com um custo estimado em cerca de 150 mil euros, suportados pela empresa responsável pela gestão do monumento, a EPAL, esta foi uma intervenção essencialmente de correcção. Para mais tarde projecta-se uma segunda fase de obras que serão mais complexas e que implicarão custos na ordem dos milhões de euros.
A complexidade das intervenções prende-se, entre outros factores, com a necessidade de reparar o exterior da ponte de pedra, o que implicará a instala-ção de uma estrutura suspensa.
O Aqueduto das Águas Livres foi mandado construir em 1731 por D. João V com o objectivo de abastecer a cidade de Lisboa - papel que cumpriu até aos anos 60. É constituído por 35 arcos e estende-se por mais de 941 metros.





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