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Música

Apresentado sistema que licencia passagem de música em espaços públicos

05 | 04 | 2011   18.06H

A WayMedia apresentou hoje os serviços de WayBox que fornece música ambiente para espaços públicos, nomeadamente comerciais, já devidamente licenciada com o legal pagamento dos direitos a artistas e produtores, através da PassMusic.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

A WayBox disponibiliza várias opções, desde música pré-selecionada, a música escolhida por um responsável do espaço, com um preço mínimo de 25 euros mensais.

Há várias variantes que fazem este preço mínimo acrescer, desde a dimensão do espaço, ao número calculado de utentes, até ao tipo funcional do espaço, ou se o responsável pretender criar uma lista específica de música (“playlist”). No caso de uma playlist, aos 25 euros acrescem dez euros.

Quanto ao tipo de funcionalidade o que menos paga são os escritórios, seguindo-se centros estéticos, restaurantes e bares.

Carlos Marques, da WayMedia, salientou “as vantagens da música ambiente que estimulam o consumo e o bom ambiente no trabalho, quando criteriosamente escolhida”.

O responsável citou casos em que o consumo de determinado produto numa grande superfície aumentou graças à música disponibilizada.

“Há experiências de que num hipermercado a compra de vinhos franceses aumentou enquanto se ouvia música francesa, tendo-se alcançado o mesmo resultado quando se colocou música germânica. No final quando se perguntou aos compradores, eles nem deram por isso”, disse Ricardo Gomes, outro responsável da WayMedia.

Segundo dados da WayMedia, 84 por cento dos clientes das lojas gostam de música ambiente e, destes, 24 por cento estão dispostos a pagar cinco por cento pelos bens a adquirir nestas lojas.

A WayBox, hoje apresentada, facilita as escolhas, podendo cada entidade registar on-line em “cerca de 15 minutos, no máximo, desde que tenha uma ligação à Internet, e usufruir de música ambiente à escolha”, disse Ricardo Gomes.

Os clientes podem ainda adquirir, em alternativa, dois tipos de “box” que lhes permite, sem a ligação à Internet ter o mesmo tipo de serviço, uma box limita-se a ter as “playlists”, pelo custo de 100 euros, enquanto uma outra, no valor de 225 euros, faz os respetivos “backups”.

Miguel Carretas, da PassMusica, salientou “a devida remuneração aos artistas e produtores” de forma mais rápida e direta, cumprindo-se a lei.

Carlos Marques disse à Lusa que se prevê até 2013 a adesão de 1.500 empresas que representam 10.000 serviços, calculando-se um volume de negócio na ordem de um milhão de euros.

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1 comentário

  • Cabe na cabeça de alguém pagar o mesmo por diferentes tipos de música? Brincalhões ...
    Alfa | 06.04.2011 | 09.54Hdenunciar comentário
    Tem a certeza que pretende denunciar este comentário? sim não
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