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energia

Sócrates elogia revolução no sector durante o seu Governo

01 | 04 | 2008   13.44H

As palavras de José Sócrates foram proferidas no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, durante a sessão de lançamento dos concursos para a construção de quatro novas barragens no norte do país: Pedroselos, Gouvães, Daivões e Alto Tâmega.

As quatro barragens representam um investimento entre 450 e 760 milhões de euros e poderão representar um potencial acrescido em termos de produção de energia hidroeléctrica na ordem dos 427 megawatts.

No seu discurso, o primeiro-ministro defendeu a ideia de que, nos últimos três anos, «mudou tudo» ao nível da estratégia energética do país.

«Em 2005 havia indefinição estratégica na Galp e da EDP; havia indefinição na energia eólica e uma paralisia no sector hidroeléctrico. Três anos depois, a Galp e a EDP estão em franca expansão e há uma estratégia clara para aumentar o potencial de Portugal nas energias eólica e hidroeléctrica», sustentou o primeiro-ministro.

Sócrates advogou ainda que a aposta de Portugal no binómio «vento e água é estratégica ao nível político, porque reforça a segurança nacional».

Falando após os discursos dos ministros da Economia, Manuel Pinho, e do Ambiente, Nunes Correia, o chefe do Governo sustentou que «Portugal é hoje visto como um país que tem uma orientação clara nas energias renováveis, diminuindo a sua dependência externa e a emissão de gases com efeito de estufa».

Pedro Junceiro com Lusa | pjunceiro@destak.pt
Foto: LUSA
LUSA | © LUSA
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