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Crime

GNR precisa de libertar miltares de funções administrativas para policiamento - ASPIG

12 | 06 | 2011   18.47H

A Associação Socioprofissional Independente da Guarda (ASPIG) reclamou hoje a libertação de mais militares da GNR para funções de policiamento, alertando para a "onda de violência" que os guardas têm enfrentado nos últimos dias.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

O dirigente da ASPIG José Alho disse à agência Lusa que "não há falta de efectivos" na GNR, mas que muitos "não estão em actividade operacional".

"Logística e administração" são funções que a GNR poderia contratar com empresas civis mas que "por falta de dinheiro" se vê obrigada a atribuir a guardas, indicou José Alho, que espera que "o próximo governo cumpra o que está prometido" e liberte mais guardas para as ruas.

Hoje, um guarda da GNR foi ferido em Quarteira por um homem que depois se barricou num prédio. No sábado à noite, militares da Guarda foram apedrejados no Bairro do Torrão, em Almada.

São dois exemplos da "onda de violência" que a ASPIG condena.

José Alho salientou ainda que devido à falta de guardas na actividade operacional, há situações no interior do país em que "um ou dois guardas fazem o patrulhamento de dois ou três concelhos".

"Os patrulheiros da GNR são os que enfrentam os problemas no dia-a-dia e são os mais mal apetrechados e mais mal pagos. São eles o garante da segurança de pessoas e bens e tão mal reconhecidos pelo poder político", lamentou em comunicado a ASPIG, que José Alho afirma ter "cerca de três mil associados".

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GNR precisa de libertar miltares de funções administrativas para policiamento - ASPIG | © DR

6 comentários

  • So neste pais de invalidos se veem policias a fazer de escriturarios. Como e possivel isto com tanta falta de efectivos operacionais? Deixem os policias fazer de policias e ponham as coisas no respectivo lugar. sera que o PPC vai ter coragem de dar o murro na mesa e arrumar a casa? Força e determinaçao pra que as promessas passem a realidades e o que precisamos.
    hesial | 13.06.2011 | 23.46Hdenunciar comentário
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  • O Jose Alho , quando fala em libertar civis tem razao, pk nao libertar cozinheiros, empregados de mesa, baristas, etc, trabalho este q eu podia ser feito por empresas de carting, e isso reduzia em muitos os encargos do estado, façam bem as contas de um ordenado de um militar impedido num bar ou outro cargo, e pagando a um civil, um pouco acima do ordenado minimo, quanto +e q o estado nao poupava. Com um ordenado de um militar impedido pagavam quase dois civis. è uma questao de fazer contas.
    anonimo | 13.06.2011 | 14.48Hdenunciar comentário
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  • As "malguinhas" . . . !
    Não se cuidem . . . !
    Não . . . ! ! !
    Isto é só . . . !
    O princípio . . . ! ! !
    alexandre barreira | 13.06.2011 | 14.47Hdenunciar comentário
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  • ...´WE preciso libertar tanta coisa...?
    Amadeu | 13.06.2011 | 11.40Hdenunciar comentário
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  • ISSO MESMO, DEEM TRABALHO, E PAGUEM-NO AOS CIVIS DESEMPREGADOS, ELES VÃO ADORAR, COLABORAR COM A JUSTIÇA, E JUNTAR O ÚTIL AO AGRADÁVEL. O SR.º JOSÉ ALHO, É UM ALHO A PENSAR, ASSIM FOSSEM OS NOSSOS POLITICOS.
    Alberto Sousa | 13.06.2011 | 09.19Hdenunciar comentário
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  • E o que é que a violencia tem a ver com guardas fora da administracao e logistica? Mais um demagogo. Pagar a empresas civis para tratarem de matérias classificadas? Com a crise e falta de dinheiro? ainda mais custos? A violencia ocorrida tem a ver com a impunidade que reina neste país, apenas isso. Meter lenha na fogueira é o pior que se pode fazer e quando dirigente falam têm de pensar no que dizem.
    sjk | 13.06.2011 | 05.04Hver comentário denunciado
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