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Estaleiros de Viana

Administração faz “apelo à calma” dos trabalhadores depois de momentos de tensão

22 | 06 | 2011   20.35H

A administração dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo fez um “apelo à calma”, depois de momentos de tensão, com vidros partidos e insultos, na sequência de um plenário que reuniu 650 trabalhadores, contestando os despedimentos.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

“Fazemos um apelo, muito consciente, para que impere a serenidade”, afirmou esta tarde José Luís Serra, administrador financeiro da empresa pública de Viana do Castelo, que esta semana anunciou a saída de 380 dos seus 720 trabalhadores.

Após o plenário de trabalhadores, em que foi aprovada uma moção exigindo a suspensão imediata do processo de reestruturação, foram vividos momentos de tensão à porta do edifício da administração.

Os trabalhadores aguardavam no exterior, mas a dado momento, com o fecho da porta do edifício, alguns não se conseguiram conter e tentaram forçar a entrada, partido alguns vidros e lançando insultos.

“Esperemos que sejam reacções isoladas e que impere o bom senso”, acrescentou José Luís Serra, ao confirmar um episódio que foi “um claro exaltar de ânimos”.

“Consideramos estas reacções normais. Ninguém gosta de perder o seu posto de trabalho”, afirmou ainda o administrador.

Sem novas encomendas em carteira, os estaleiros, empresa de capitais exclusivamente públicos, têm um passivo acumulado de 200 milhões de euros e, em 2010, registaram 40 milhões de prejuízos.

“Estamos a iniciar um processo de negociação amigável com os trabalhadores. Vamos tentar tornar este processo no menor impacto social possível”, acrescentou Serra, garantindo que esta reestruturação, que aponta para um número final de 340 trabalhadores, tem como objectivo “salvar” a empresa.

“Não os vamos deixar com um ato de rescisão e deixar os trabalhadores ir para casa, simplesmente. É um esforço que temos pensado há muito tempo e que vamos implementar em simultâneo”, sublinhou.

Este plano de reestruturação deverá ser implementado até final do ano e vai custar à empresa 13 milhões de euros, através de rescisões amigáveis, reformas antecipadas e, no limite, o despedimento colectivo.

10 comentários

  • Creio que seja lá do Norte, que mais uma vez partirá mais alguma MULHER DE COLHÕES, já que não há homens e venha por aí abaixo até à CAPITAL e dê uma boa vassourada. NA VERDADE, É MUITO ADMINISTRADOR A MAMAR!
    força gente do norte | 23.06.2011 | 23.05Hdenunciar comentário
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  • Toda a gente viu 5 ou 7 ditos administradores já não sei bem, atrás de uma secretária.
    Será que os ditos estaleiros precisam de tanto administrador??
    Esses são os ditos sorvedouros de dinheiro.
    Depois há o acumular do deficit, depois quem paga são os trabalhadores.
    Grandes gestores e democratas são essa gente.
    joao | 23.06.2011 | 22.05Hdenunciar comentário
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  • Parece que ouvi qualquer coisa, sobre esse amigo do Sócrates, esse gajo da Venezuela que veio cá cheio de caca, cagar postas de pescada e agora como o HITLER foi corrido, esse parvalhão só cá veio comer e fazer espectaculo com o palhaço do Sócrates?
    é asdsim! | 23.06.2011 | 19.39Hdenunciar comentário
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  • Pois caro A. Sousa... Já estive nesta situação e não tive outro remédio que não tentar safar-me...Felizmente A BARRIGA MANDA A PERNA... e isso é fundamental...Salazar não era subsidiódependente...e tal era a medida certa... Felizmente acabei por dar a volta e melhorar a m/ situação...sem ter de lambuzar seja quem for... a não ser demonstrar a m7 capacidade e conhecimentos para o que me OFERECIA...Ganhei a batalha e até passei ao cume da coisa...
    Quemsabe,sabe | 23.06.2011 | 16.22Hdenunciar comentário
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  • Ó MALGUINHAS...esquece o Socas... Ele já foi e não voltará...Tem a certeze disso... Quem fala é um absentista...mas não um desinteressado...!
    Tigelinhas | 23.06.2011 | 16.16Hdenunciar comentário
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  • Também há . . . !
    O outro ditado . . . !
    ATRÁS DE MIM VIRÁ . . . ! ! ! !
    Não cuidem . . . !
    Das "malguinhas" . . . !
    Não . . . ! ! ! ? ? ?
    alexandre barreira | 23.06.2011 | 07.28Hdenunciar comentário
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  • O seu comentário é correcto, PORISSO.
    Quando não há, Rei o perde. Mas é penoso ver, o povo a perder e o rei a viver, que é o que está a acontecer. Até quando?
    Alberto Sousa | 23.06.2011 | 03.28Hdenunciar comentário
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  • Este Governo não pode estar a manter (burros à argola...) (*) como diz o ditado e fez o anterior...QUANDO NÃO HÁ, REI O PERDE! As Frotas estão saturadas de Navios e Barcos e decerto por isso, os trabalhadores há-os a mais... No Vale do Ave fecharam dezenas de Empresas Têxteis e estas arrastaram centenas de pequenas empresas de Confecções...Estas empregavam milhares de trabalhadores, REPITO; MILHARES de trabalhadores...e tudo se arrumou como pôde...sem guerrilhas Marxistas ou outras...Por isso: QUANDO NÃO HÁ, REI O PERDE...Embora todos o lamentem, pois toca a todos directa ou indirectamente... (*) Assim pagamos todos para que alguns nada fazerem !
    Porisso | 23.06.2011 | 02.16Hdenunciar comentário
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  • Este Sr. diz que não entra mais nas instalações do estaleiro. É hábito dizer-se que quem tem traseiro, tem medo. Ele há trabalhadores que quando são lixados, são agressivos. São feitios!!!!!!!!!
    Alberto Sousa | 23.06.2011 | 01.45Hdenunciar comentário
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  • onde anda o ministro da economia????
    rita | 22.06.2011 | 23.53Hdenunciar comentário
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