Banco Alimentar Contra a Fome acusa Banco Alimentar Animal
Os advogados do Banco Alimentar Contra a Fome instaram o Banco Alimentar Animal a mudar de nome por considerarem que a designação escolhida «se aproveita da notoriedade e imagem» da instituição que representam.
Ana Ribeiro, fundadora do Banco Alimentar Animal - que desde Dezembro distribui comida, agasalhos e medicamentos aos cães e gatos mais desamparados - confirmou a recepção, na quarta-feira, de um e-mail dos advogados do Banco Alimentar Contra a Fome, a que a agência Lusa teve acesso.
Na mensagem, os advogados Tomás Vaz Pinto e Vasco Stilwell d’Andrade afirmam que as similaridades entre os dois bancos alimentares passam pela utilização «da mesma cor e de um domínio semelhante» na Internet e levam várias pessoas a dirigirem-se ao Banco Alimentar Contra a Fome pensando tratar-se do Banco Alimentar Animal.
A alegada confusão «poderá ofender os milhares de dadores e voluntários do Banco Alimentar Contra a Fome», que podem associar a iniciativa do Banco Alimentar Animal à actividade do Banco Alimentar contra a Fome, «criando ainda a ideia de que a contribuição e ajuda das pessoas mais carenciadas [sic] se poderá equiparar ao apoio a animais, o que não é aceitável», sustentam os causídicos no mesmo e-mail.
Questionada pela Lusa sobre esta mensagem, Ana Ribeiro, de 29 anos, declarou não ter «nenhuma pretensão de colagem ao Banco Alimentar Contra a Fome», para o qual - assegurou - costuma contribuir, «tal como diversos voluntários da associação, alguns dos quais também já fizeram voluntariado naquela instituição».
«Nós fomos ao site do Instituto Nacional da Propriedade Industrial para registar o nome e verificámos que o Banco Alimentar Animal tinha 25 por cento de igualdade com outros nomes, mas nenhum era o Banco Alimentar Contra a Fome», garantiu, assinalando que, «quando há mais de 85 por cento de semelhanças nem é possível registar a marca».
No que respeita à escolha do azul, «deveu-se ao facto de ser uma cor neutra», e quanto aos endereços, «não é fácil confundir www.bancoalimentar.pt (um site) com www.bancoalimentar-animal.blogspot.com (um blog)», afirmou Ana Ribeiro, rebatendo duas das coincidências apontadas pelos advogados.
«O logótipo também é muito diferente pois o nosso é um rectângulo arredondado nas pontas com um cão e um gato em cima e a frase 'Seja da espécie que ajuda', enquanto o deles tem duas pessoas a formar um 'B' e um 'A'», argumentou a responsável, assinalando ainda que «o que estará registado é o nome 'Banco Alimentar Contra a Fome', não a expressão 'Banco Alimentar'».
«Ficámos chocados com a atitude do Banco Alimentar Contra a Fome. Eu sou publicitária e não estamos a fazer concorrência - se é que podemos usar o termo 'concorrência' ao falar de solidariedade - nem há aqui qualquer deslealdade, pois não estamos a roubar nada. Nós recebemos comida para animais, não para pessoas», sublinhou.
Na mensagem, os advogados solicitam ao Banco Alimentar Animal que «proceda de imediato (e nunca para além do dia 15 de Abril de 2009) à alteração do nome para uma designação que não colida» com a do Banco Alimentar Contra a Fome, bem como «à supressão do mesmo em todo o material publicitário que possuem».
Se a organização não acatar o pedido, não hesitarão «em recorrer a todos os meios legais para repor a legalidade e defender os direitos do Banco Alimentar contra a Fome, dos seus dadores e colaboradores voluntários», lê-se na mesma mensagem.
Perante isto, o Banco Alimentar Animal decidiu alterar o nome para Projecto de Ajuda Alimentar Animal, estando também a mudar os endereços e a linha gráfica do seu espaço na Internet.
«Não temos um gabinete de advogados de renome, mas há pessoas de Direito entre os voluntários e aconselharam-nos a não entrarmos numa guerra que não teríamos como custear», reconheceu Ana Ribeiro, lembrando que a instituição que fundou «não recebe donativos em dinheiro, só em géneros».
Apesar de ter cedido para evitar o contencioso, a responsável faz questão de esclarecer que não vê motivo para que as duas entidades se confundam, pois apenas partilham o conceito «como sucede quando alguém abre um café numa rua e outra pessoa abre outro mais adiante», não sendo isso motivo de litígio.
Ana Ribeiro sublinhou também que alguns voluntários e simpatizantes da associação, «consternados com o sucedido», ponderam cessar as suas contribuições para o Banco Alimentar Contra a Fome, «o que não deve acontecer, pois, independentemente desta atitude, as pessoas passam fome na mesma e todos os dias».
«Somos a favor dos animais, não a desfavor das pessoas. A ajuda e o bom coração não são estanques», sublinhou, acrescentando que faz sentido existir uma entidade como a que fundou pois, em 2008, «em apenas seis meses foram abandonados 50 mil animais em Portugal».
Sobre este assunto, a agência Lusa tentou ouvir os advogados Tomás Vaz Pinto e Vasco Stilwell d’Andrade, mas os escritórios da sociedade Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva e associados encerraram durante a tarde devido à quadra pascal.
Infrutíferas se revelaram igualmente as tentativas de contacto com a sede do Banco Alimentar Contra a Fome, em Lisboa, e com a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet.




127 comentários
Felizmente, há outros meios de ajudar quem precisa.
Sou advogada e compreendo a atitude dos meus Colegas. É o trabalho deles.
Lamento sim a decisão do cliente deles, que decide logo solicitar-lhes que intervenham sem antes tentarem cordialmente conversar com o seu congénere dos animais.
Afinal estamos a falar duma instituição cujo objectivo é a ajuda aos carenciados e não de empresas com escopo lucrativo. Por esse motivo, na minha opinião teria sido de bom tom o Banco Alimentar contra a Fome ter assumido outra postura. A mim caiu-me muito mal.
Parece que há uma guerra, pessoas dum lado, animais do outro. Quando o discurso é todo ele o mesmo:ajudar os mais fracos.
Tenho pena. Gosto de pessoas e gosto de animais, respeito pessoas e respeito animais. Ambos precisam de ajuda.
Helena Alexandra Ramos
Eu por mim como não posso mudar o mundo, vou mudar a minha postura e não voltarei a ajudar o BACF.
Entretanto vou tentar continuar a alimentar os animais que puder, porque esses sim são, nossos AMIGOS.
A verdade é que os "grandes" por trás dessas associações, recebem para lá estar (e muito), enquanto que, quem ajuda animais, tira do seu bolso! Ou seja, não tiramos um cêntimo (não há!), DAMOS! Bando de mesquinhos nojentos. O que está aqui em causa é a vida de seres vivos que precisam de sobreviver!
Tanto ajudo uns como outros! Não posso colocar os animais à frente das pessoas?! Quem disse?! NUNCA conheci um "amigo dos animais" virar as costas a uma pessoa que precise. O contrário?! TODOS os dias! Ainda hoje, anda a correr, entre nós, um e-mail que pede que vamos ver se somos compatíveis com uma menina de 4 anos que precisa de medula óssea!
Quantas vezes, pedimos cobertores, meias e comida para os sem abrigo (mesmo sabendo que a maioria não está num abrigo porque não quer cumprir com o que lhes é exigido, como pararem de beber e de se drogarem). Temos pena de quem sofre, seja humano ou não!
A única ilação que tiro de todos estes comentários é que, quem é pelos animais, é por todos os seres vivos. Mas quem é pelas pessoas, não mexe uma palha para os ajudar e, ainda critica quem ajuda outros seres vivos, que não passam de vítimas!
"Tomaz Vaz Pinto e Vasco Stilwell d’Andrade afirmam que as similaridades entre os dois bancos alimentares passam pela utilização «da mesma cor e de um domínio semelhante» na Internet e levam várias pessoas a dirigirem-se ao Banco Alimentar Contra a Fome pensando tratar-se do Banco Alimentar Animal."
O problema desta gente é o egoísmo, pois perceberam que as pessoas se sensibilizam com as necessidades dos animais e querem contribuir e, quanto mais contribuirem para os animais, menos farão para as pessoas (pensam os mesquinhos), é o medo dessa gentalha que só tem nome. Valores que é bom e bonito, NADA!
E agora, processem-me!
Não vejo qual o mal de se usar o mesmo nome "Banco Alimentar" se ambos não deixam de ser um banco onde vamos depositar comida quer para pessoas quer para animais. O BACF em vez de estar com palermices, deveria era se ter juntado ao BAA e trabalhavam em conjunto, não vejo mal nenhum em uma pessoa que queira ajudar um animal ir depositar o seu donativo no BACF afinal de contas não é um banco que luta contra a fome? Então para quê recorrer a um tribunal quando se pode resolver os problemas conversando e chegando a acordos? Se é um banco para lutar contra a fome devia aceitar todo o tipo de donativos, aliás nem devia separar pessoas de animais, pois ambos precisam de comer.
Estou muito decepcionada com o BACF!
Acho que devemos (mediante as possibilidades de cada um) ajudar... acho que toda esta polémica é lamentavel, no entanto não é o suficiente para que se deixe de ajudar o BACF ou o BAA... acho que damos demasiada importancia a coisas que não têm importancia nenhuma... isto é o que eu acho, por que não é o nome que vai fazer seja o que for pelas pessoas e pelos animais...
Agora, mesmo que seja uma "colagem", é realmente TÃO importante assim um nome para irem logo para tribunal? Em que é que um nome parecido os pode lesar? Ainda se fosse um estabelecimento comercial...
Agora quem quer deixar de ajudar fulano ou cicrano... isso não me cabe a mim julgar! Cada um sabe de si. Tendo em conta o panorama actual... nunca se sabe quando poderemos vir a precisar.
Eu acho que é um dever civico ajudar, não só as pessoas, mas também os animais!
Assim, tendo em conta esta história, não ajudo mais o Banco Alimentar Contra a Fome. Posso, obviamente, ajudar outras instituições com a mesma pretensão mas este banco de advogados e mesquinhices deixou, para mim, de fazer qualquer tipo de sentido.
Aliás, parece até, pela atitude, que o Banco Alimentar Contra a Fome é uma grandiosíssima instituição. Portanto, nem vou dicutir a sua utilidade ou não. Antes que me processem a mim também.
Ah, quanto às crianças... por amor de Deus... elas por acaso comem whiskas? Uma coisa nada tem a ver com a outra, ou a solidariedade bate no ser humano e fica por ai?
"Já meti a mão na consciência, e a minha diz-me que não há primeiro nem segundo lugar. Os animais são uma coisa e as pessoas outra, portanto não vejo problema nenhum em haver BAA E BACF. O que não faltam neste mundo são associações com siglas e nomes muito iguais e elas continuam a existir. O BACF agiu muito mal, e há mais associações de apoio e ajuda para as pessoas, por isso, não é por uma ser rejeitada que o mundo morre de fome!! Já o animais tem poucas ajudas, e o pouco que recebem das campanhas mal dá para os milhares abandonados, porque do estado nem uma saca de ração veêm!!
Se o BACF está com problemas é porque gostam de deitar a mão ao que não lhes pertence, estes sim estão a "maltratar" os necessitados.
BASTET | 14.04.2009 | 10.22H | DENUNCIAR COMENTÁRIO"
Como já foi dito, só queremos ajudar os animais tal como também ajudamos as pessoas!!!
É por acaso crime???
Não digo que vá deixar de ajudar o BACF, até por que raramente ajudo intituições que não veja in loco para onde vão as minhas ajudas, mas que esta atitude descredibiliza o BACF... sem duvida que sim!
Eu não darei mais nada para essa gente do B.A. e vou influenciar todos os meus familiares e amigos no mesmo sentido.
Tudo isto só vem dar razão a quem ajuda os animais! Que ajudemos as pessoas necessitades sim, mas directamente. Não através destas "tias" que utilizam a caridade para se promoverem socialmente!
A mim como dadora habitual do Banco Alimentar Contra a Fome o que me ofende é este tipo de atitude pouco generosa para com o próximo, tenha ele duas ou quatro patas...a verdade é que cada vez estou mais convicta de que os animais merecem mais do "CERTAS PESSOAS".
Fico na dúvida se voltarei a ajudar esta Instituição.
Não voltarei a contribuir para uma instituição gerida por falsos moralistas.
Carla Miranda | 15.04.09 | 16.16H
Fiquei abismada, para não dizer chocada, por considerarem que a designação escolhida “se aproveita da notoriedade e imagem” da instituição que representam.
Não vou prolongar o meu discurso. Em resumo apenas gostava de evidenciar o meu desagrado para com a atitude do “Banco Alimentar Contra a Fome” e desejar Força e Coragem ao Projecto de Ajuda Alimentar Animal!!!!
SOMOS A FAVOR DOS ANIMAIS, NÃO A DESFAVOR DAS PESSOAS!!!!!
AJUDAR alguém que precisava e não ajudar uma instituição a ter notoriedade!!!
Para mim tanto me importava que a contribuição fosse para animais, para pessoas ou para outra causa qualquer, desde que fosse para ajudar quem realmente precisa!!!
Pensei que quando estava a contribuir para o banco alimentar contra a fome, que estivesse ajudar alguém que necessitava realmente de comer e não a ajudar a que tivessem meios para terem uma equipa de advogados prontos a defenderem uma causa sem “pés nem cabeça”.
Confusão com os nomes? Banco alimentar contra á fome e banco alimentar contra a fome animal suponho que o próprio nome revela as diferenças existentes entre as duas instituições.
Deveriam sim, já que são uma instituição de solidariedade, aproveitar a projecção que têm para promover e divulgar esta nova instituição (Banco Alimentar Animal) isso é que eu poderia chamar de SOLIDARIEDADE!!!
Mas... bem vistas as coisas até pode ser que seja positivo para ao Banco Alimentar Animal ver-se envolvido neste imbróglio, pois certamente que havia muita gente que desconhecia a existência desta instituição. Ao menos que isto tenha servido para dar a conhecer a existência do Banco Alimentar Contra a Fome Animal.
E ainda que tudo fosse muito semelhante, ajudar animais é crime? É vergonha? Deixa mal visto o BACF? Vergonha meus senhores, muita vergonha!
Antes de abrirem a boca para dizer disparates deviam pensar que quem é susceptivel a estas causas geralmente é-o às duas e muito possivelmente não vão gostar desta atitude!
A minha vontade mais imediata foi deixar de contribuir para o BACF
sou dona de um gato de 7 anos que é uma das minhas razões de viver. Ele chama-se Ramsés, não lhe falta nada e qd eu estou doente, ele fica doente comigo. É sem dúvida um dos meus melhores amigos.
Não adopto uma criança (como alguém insinuou estupidamente) pq ñ se comparam os tratamentos e necessidades entre humanos e animais (de 4 patas).
Quanto ao Banco Alimentar Contra a Fome, é uma das entidades nacionais em que não acredito de maneira nenhum e para a qual não contribuo há mto tempo. Dou de comer a mta gente à porta e dentro da minha casa que realmente precisa e tenho a certeza que comeram!!!
Há efectivamente mta miséria neste país pq abundam os rendimentos mínimos garantidos e subsídios para tudo e mais alguma coisa e ninguém quer trabalhar (é mais fácil pedinchar).
Os animais (de 4 patas) por mais q pedinchem, ladrem, miem, ronquem, etc. ninguém sabe interpretar o que lhes vai na alma (sim, pq eles sentem e têm coração) e mtas das vezes têm FOME.
Nesta Páscoa matei a fome a vizinhos e animais abandonados e sou só uma. Experimente fazer o mesmo aos seus vizinhos e se tiver de contribuír, contribua para os animais (de 4 patas) como puder!
Como alguém uma vez disse:'Quanto mais conheço as pessoas, mais gosto dos animais.' E eu subscrevo e assino por baixo.
Ex.mos Srs.
O meu nome é Helena Pessoa e, apenas para contextualizar o motivo deste protesto, devo informar que há cerca de 2 anos estou inserida num grupo informal de amigos que quinzenalmente percorre as ruas da cidade do Porto distribuindo alimentos e vestuário aos sem-abrigo, também tenho colaborado em todas as campanhas do Banco Alimentar contra a Fome oferecendo alimentos e considero que fazem um excelente trabalho que certamente ajuda muitas famílias a terem uma vida melhor.
Mas, como todas as pessoas de bem, entendo que neste mundo, que não nos pertence só a nós (animais racionais), todos os tipos de necessidade e sofrimento devem ser atenuados não sendo comparáveis nem separáveis, na minha visão quem se dedica ao trabalho voluntário de minimizar as injustiças deve ser unido e solidário.
Lembro que por detrás da miséria animal estão muitas vezes histórias de miséria e necessidade humana. As associações que se dedicam ao apoio aos animais ajudam por tabela as pessoas necessitadas que acolhem animais por não suportarem vê-los abandonados à fome nas ruas, é uma questão de humanidade que muito poucos conseguem entender.
Não sei se de facto os Sr.s são proprietários da designação (marca) Banco Alimentar, até poderão ser e ter toda a razão para não querem ver a marca que registaram aplicada noutro projecto com idêntico conceito, mas a forma de abordagem foi francamente arrogante, mesquinha e de mau gosto.
Que tal antes do e-mail enviado pelo Gabinete de Advogados que Vos representa, contactarem informalmente os fundadores do projecto BAA (agora AAA) e explicarem calmamente a situação? era do mais elementar bom senso.
Por último, mas não menos importante, o ponto de vista expresso no V. e-mail não retrata nem de perto nem de longe o meu ponto de vista, antes pelo contrário e como doadora regular para o Banco Alimentar Contra a Fome, peço que não voltem a expressar opiniões e sentimentos em meu nome.
Atenciosamente
Helena Pessoa
No entanto acabei por verificar que infelizmente muitos senhores e senhoras deste nosso cantinho à beira mar plantado, não passam de completos ignorantes.
Claro que nós como defensores das causas animais nada mais podemos que nos cingir à nossa insignificância. Como não temos dinheiro para pagar a advogados conceituados nada mais há a fazer que “mudar o nome” da causa e continuar em frente.
A isto chamamos “Solidariedade”, na minha singela opinião neste momento temos seres vivos de 1ª categoria e seres vivos animais de 2ª ou quiçá de 3ª ou mesmo 4ª categoria.
Demonstrámos a estes ditos senhores que não perdemos tempo com mesquinhices e nem gastamos a nossa pouca energia com batalhas que não achamos importantes.
Pensava eu que a prioridade seria não haver fome, no entanto os recursos parecem-me desiguais e, lamentavelmente, de algum lado vêm o dinheiro para simplesmente não se confundir “BAA” com “BA”.
Com alguma perplexidade confirmo o que tenho vindo a verificar ao longo de alguns aninhos nesta luta, se não contarmos unicamente com a nossa perseverança, a nossa teimosia, a nossa luta e a nossa energia nada mais temos e nenhum meio nos será assegurado.
Resta-me o consolo de que relativamente a esta gente, somos mais tolerantes, compressivos, fortes e amamos quem nos ama incondicionalmente e temos a alegria de conhecer a felicidade de um pequeno ser, sendo ele o único que nos ama mais que nós nos amamos a nós próprios.
Lamento mas e uma vergonha
NOS ULTIMOS ANOS CONTINUANDO A TENTAR, AJUDAR HUMANOS, PASSEI A AJUDAR MAIS OS ANIMAIS. TENHO SIDO VOLUNTÁRIA E SOU DO EX, BANCO ALIMENTAR ANIMAL, MESMO NÃO CONHECENDO OS DIRIGENTES QUE PRESUMO SEJAM JOVENS COM VALORES SEM SE CHAMAREM STILL QUALQUER COISA OU..., MAS BOA GENTE.
SÓ QUEM NÁO PROCURA INTERESSES, SE LIGA AOS ANIMAIS POIS ELES NÃO GERAM DINHEIRO, NÃO TÊM PODER, NÃO TRAFICAM INFLUÊNCIAS, NÃO FAZEM GEITINHOS E NÃO SÃO SUBORNÁVEIS.
ORA SENDO ASSIM, AINDA MAIS TENHO VONTADE DE OS AJUDAR E, DEVERIA SER CRIADA UMA LEI PARA CAPTURAR HUMANOS QUE NADA FAZEM NESTE MUNDO A NÃO SER INCOMODAR QUEM É HONESTO, TEM VALORES E AJUDA SEM OLHAR SE TEM DUAS PATAS OU QUATRO. DIGO MAIS, E INSULTEM-ME POIS NEM AO TRABALHO ME DAREI DE VOLTAR A LER O QUE ESCREVEREM, POIS A MINHA INTELIGÊNCIA OFENDE-SE COM TANTA ARROGÂNCIA E DISPARATE SOBRE ESTES PSEUDOS QUE PAVONEIAM O NOME E NÃO A INTEGRIDADE MORAL.
TENHO 56 ANOS E CHEGUEI A UMA CONCLUSÃO: QUEM NÃO GOSTA DE ANIMAIS NÃO É UMA BOA PESSOA.
QUANDO PRESENCIO, INFELIZMENTE A UM ANIMAL SER CAPTURADO PELOS FUNCIONÁRIOS DAS CAMÂRAS SABENDO O QUE LHES VAI ACONTECER, COMO GOSTARIA DE PODER DAR UMA INJEÇÃO QUE ABATESSE NÃO O ANIMAL , MAS MUITOS ANIMAIS QUE FALAM E GUARDAM A INTELIGÊNCIA MEDIOCRE PARA PRATICAREM O MAL CONTRA O PRÓXIMO, NÃO IMPORTANDO SE TEM DUAS OU QUATRO PATAS.
TUDO ISTO TEM UM RÓTULO MEUS SENHORES. POVO INCULTO.
EDUARDA
Ajudar pessoas carenciadas não impede a ajuda a animais nem vice -versa, aliás, estão interligadas até porque, pela minha experiência no terreno, as pessoas com mais necessidades são das que mais ajudam os animais...talvez porque sentem na pele a necessidade e dão real valor à ajuda.
Apesar de lutar muito pelos animais também sempre fiz donativos para instituições que ajudam pessoas e vou continuar a fazê-lo. há muitas, prefiro ajudar outras, é só isso. Por exemplo, e já que pedem alternativas, no Porto existe a Legião da Boa Vontade ou o Coração da Cidade - http://ccidade.no.sapo.pt/quemsomos.html...
Sou bastante activa na causa dos animais abandonados desde país, mas não comparo a fome de uns e de outros. Não devia haver nenhuma fome nem barrigas a esbanjar!
Portanto, nunca confiei no BACF e esta atitude deles confirmou as minhas suspeitas. Mas como referi há outras para onde dar as ajudas...
a luta aqui não tem a ver com lugares, com importâncias, parem com estas bocas que só danificam ambas as causas.
Cada um ajuda quem quer, cada um ajuda a causa em que acredita. Todos têm de comer!
Se o BACF está com problemas é porque gostam de deitar a mão ao que não lhes pertence, estes sim estão a "maltratar" os necessitados.
Além do mais já é altura de respeitarmos os seres vivos com os quais partilhamos este planeta e de fazer a deintoxicação da droga religiosa que nos elevou a "reis da criação" sem qualquer voto democrático. (Se houvesse democracia ganhavam os insectos:)
É que já que não têm o sentido do ridiculo, ao menos que tenham o da coerência.
"Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem... Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida." - São Francisco de Assis
Portanto, sugeria que se alterasse o nome do BAA para: BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME DE ANIMAIS NÃO HUMANOS.
Deixaria, assim, de haver quaisquer confusões dos nomes das duas organizações, salvo a remota hipótese de algum humano se sentir incomodado pela excepção ou vice-versa (esta menos provável...).
Além disso, choca a qualquer pessoa que o Banco Alimentar contra a Fome tenha encarregue um dos maiores escritórios de advogados do país de tratar esta questão (seja ou não um patrocínio pro bono).
Não havia necessidade disto, muito menos de se referirem ao apoio a animais carenciados da forma arrogante como fizeram.
O BACF saiu mais a perder com esta reacção do que se estivesse quieto.
Por a situação dos animais ser precária em Portugal, e a começar na lei, inúmeras pessoas dão literalmente o LITRO para que os nossos amigos e animais de companhia tenham uma vida digna. Nesse grupo de pessoas encontram-se os voluntários do Banco Alimentar Animal e muitas outras associações, movimentos, colectivos e ainda as milhares de pessoas anónimas, que, como disse, dão o LITRO.
;-)
Quanto ao Banco Alimentar Contra a Fome, não deixa de ser interessante analisar que alguns privilegiados sócio-economicamente, pagam de forma precária aos seus assalariados, o que faz com que se gerem situações de pobreza extrema e que depois se criem bancos alimentares contra a fome.
É a chamada pescadinha de rabo na boca, Apolo! ;-)
Esta argumentação é ridícula, soa quase como se não pudesse existir uma Caixa de Crédito Agrícola porque existe uma Caixa Geral de Depósitos, por exemplo. Pior, este exemplo refere-se a entidades que procuram gerar fins lucrativos. Acontece que o BACF e o BAA se centram na acção social.
A questão na patente de privilégios por parte de uns em detrimento de outros já nos é familiar. Aliás, um dos argumentos evocados, por parte de alguns privilegiados, para tentar vedar o acesso ao casamento civil entre pessoas do mesmo sexo prende-se justamente com a palavra casamento, parece-me. União civil passa, mas casamento não. Porque este diz respeito à união dos privilegiados apenas. E todos os que ficam de fora, devem contentar-se por respirar o mesmo ar, que ainda não é direito de só alguns, felizmente.
Da mesma forma, o BACF vê-se no direito de supostamente patentear as palavras Banco Alimentar, porque comparar pessoas a animais não é aceitável. Certamente, poderia induzir em erro milhares e milhares de colaboradores que próxima campanha, muito em breve, poderiam doar ração ao BAA quando na realidade essa mesma ração de animal seria para ajudar o BACF.
As hegemonias são perigosas... e os privilégios de uns ainda mais!
Felizmente, na próxima campanha do BACF poderei agir de acordo com a minha consciência e ajudar quem realmente precisa e perde tempo com o essencial. Felizmente, cada vez tomo maior consciência de como ter uma maior responsabilidade social à minha volta.
http://cacaoccino.blogspot.com/2009/04/patente-das-palavras-muitas-pessoas.html
Boa noite,
A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo como os seus animais são tratados - Mahatma Gandhi
Foi com grande constrangimento que tomei conhecimento da abordagem dos mandatários do Banco Alimentar Contra a Fome, Tomás Vaz Pinto e do Vasco Stilwell d'Andrade, ao Banco Alimentar Animal.
O Banco Alimentar Animal ajuda animais abandonados, através de ofertas várias, como, por exemplo, cobertores, ração, brinquedos e medicamentos. Esta iniciativa em pouco mais de dois meses entregou quase 1.500Kg de ração a associações e/ou pessoas carenciadas.
É de louvar igualmente que a ajuda se estenda de Norte a Sul do país e também nas ilhas do arquipélago da Madeira e dos Açores; e que trabalha já com uma centena de voluntários empenhados em dignificar a vida de alguns dos nossos animais de companhia.
Não acredito que o Banco Alimentar Animal, em momento algum, se tenha aproveitado da imagem do Banco Alimentar Contra a Fome. Pelo contrário, por achar essa iniciativa válida e por acreditar que o compromisso e responsabilidade social se podem estender a outras áreas, nomeadamente a de animais abandonados ou carenciados, o Banco Alimentar Animal surgiu, à semelhança do Banco Alimentar Contra a Fome, para fazer frente às situações precárias de alguns dos nossos animais de companhia.
Na qualidade de voluntária do Banco Alimentar Contra a Fome, no passado, e também enquanto voluntária dos Direitos dos Animais, no presente, fiquei apreensiva com algumas considerações feitas pelos mandatários Tomás Vaz Pinto e do Vasco Stilwell d'Andrade, porque acreditara que era partilhada uma experiência de vida cristã, orientada ao outro e às suas necessidades.
O Banco Alimentar Contra a Fome vai, creio, ao encontro das pessoas mais carenciadas, se não estou em erro. Por essa razão, devo confessar total espanto ao verificar que este se oponha ao nome que é dado a uma iniciativa, semelhante à sua, e que visa contribuir para o bem-estar de animais abandonados e/ou carenciados. Como se a solidariedade tivesse patente ou o Banco Alimentar Contra a Fome tivesse a concessão do privilégio de ser mais solidário que todos os outros. Porque as palavras sob a forma de ameaça à iniciativa do Banco Alimentar Animal são explícitas, cito, não hesitaremos em recorrer a todos os meios legais para repor a legalidade e defender os direitos do Banco Alimentar contra a Fome. A legalidade em se patentear gestos solidários? Não entendo.
Da mesma forma gostava que me explicassem a seguinte consideração, cito, poderá ofender os milhares de dadores e voluntários do Banco Alimentar contra a Fome que poderão associar a V. iniciativa à actividade da nossa Constituinte, criando ainda a ideia de que a contribuição e ajuda das pessoas mais carenciadas se poderá equiparar ao apoio a animais, o que não é aceitável. Devo aceitar o pretexto, sob um argumento falacioso, que uma iniciativa nobre lesa outra iniciativa nobre? Não. Não se trata de comparar pessoas a animais de companhia, porque não são equiparáveis. Trata-se de dignificar o bem-estar de pessoas e animais de companhia. Falamos de consciencializar a Sociedade para uma realidade mais íntegra.
Relembro que os animais são, algumas vezes, parece-me, a única companhia de muitos dos nossos idosos, infelizmente. Mais, são também chave essencial no desenvolvimento psico-afectivo das crianças e formam parte do núcleo familiar de muitas famílias. Torna-se então prioritário o seu bem-estar e devemos promover entre todos, mas sobretudo entre os mais jovens, exemplos, como, o companheirismo, a segurança, o afecto, a higiene, a saúde e alimentação dos nossos animais de companhia. De estimação.
Iniciativas nobres não fazem sombra umas às outras, complementam-se, não se lesam, respeitam-se e trabalham por algo melhor.
Cumprimentos,
Sara Martinho
Caros Srs do Banco Alimentar contra a fome,
É com grande surpresa e tristeza também que acabo de ler o vosso email dirigido ao Banco Alimentar Animal.
Curiosamente até hoje nunca calhou ter ajudado o Banco Alimentar Animal, mas sempre que me cruzo com uma, tenho contribuído para todas as vossas campanhas e sempre admirei muito o vosso trabalho de uma generosidade imensa.
Tive a sorte de nesta vida me ter cruzado com pessoas para mim exemplares, a Madre Teresa de Calcutá em 1992 e tive também o privilégio de passar o Natal desse ano num centro dela para pessoas com lepra, no arredores de Calcutá. O Dalai Lama em 1993 e 2007 em Portugal e a Amma - Sri Mata Amritanandamayi Devi em 2006. Esta senhora considerada uma Santa na India corre o mundo e abraça dezenas de milhares se pessoas numa só noite, deu apoio a milhares de vitimas do Tsunami e do Katrina, fundou escolas, orfanatos, hospitais, e serviços para os pobres e doentes e é vegetariana não por saúde mas por consciência, abraça todos os seres como um só. Queremos todos viver sem medo e sem sofrimento.
Em 2006 fiz voluntariado e filmei um documentário num santuário de animais domésticos também na India e mais uma vez me cruzei com pessoas de uma dignidade exemplar, chegam regularmente veterinários e outros de todos os países para ajudar os animais que sofreram abusos às mãos de humanos (vacas, burros, cavalos de corrida, cães etc) mas também se ajudam as populações locais de muitas maneiras, até para libertar crianças de trabalhos forçados.
Tenho também o privilégio de me cruzar em Portugal com pessoas que todos os dias ajudam outras pessoas e animais sem discriminar, porque os seus irmãos não têm raça, sexo nem espécie.
Um desses exemplos é uma associação de apoio a pessoas sem abrigo que todas as noites distribui comida com o apoio de restaurantes vegetarianos, prestam cuidados médicos e têm ainda algumas pessoas ligadas a esta associação são Budistas e praticam um ritual de libertação de animais todos os meses.
Naa India, onde vi as pessoas mais carenciadas (falo de familias inteiras a viverem na rua) a repartirem o pouco que tinham não só entre eles mas também com animais de rua, aprendi que, o que alguns de nós chamariam insensato é a na realidade a verdadeira bondade no coração.
Para mim não se trata de uma questão apenas do nome, mas de reconsiderarem a vossa postura em relação a outros seres também carenciados, "Tudo isto, para além do mais poderá ofender os milhares de dadores e voluntários do Banco Alimentar contra a Fome que poderão associar a V. iniciativa à actividade da nossa Constituinte, criando ainda a ideia de que a contribuição e ajuda das pessoas mais carenciadas se poderá equiparar ao apoio a animais, o que não é aceitável"
Infelizmente a única coisa aqui não aceitável é o vosso raciocinio e a vossa falta de amor para alguns.
Penso que para pessoas que têm o coração aberto, e principalmente as que praticam voluntariado por verdadeiro altruismo, a perspectiva é outra: se quisermos há sempre para todos e, mais importante, não devemos discriminar, mesmo que sejam seres de outra espécie que não a nossa. Veja a "posição" em que estavam ainda no século passado as mulheres, os negros, judeus e homossexuais, todos eles poderiam "ofender" alguém fácilmente. Infelizmente nós humanos ao acharmo-nos superiores às outras espécies que conosco partilham a terra, continuamos a segregar também entre nós próprios e a esquecer o que de bom há em nós.
Se a vossa postura em relação aos animais não mudar será inteligente ser o próprio Banco Alimentar Animal a não querer estar associado ao vosso nome.
Cumprimentos.
Teresa Ramos
Mas, realmente, com tanto verbo e tanta cor, poderia ter havido um pouco mais de imaginação...
Como diria alguém, "Não havia necessidade..."
O ponto aqui prende-se com a arrogância do Sr. Tomaz Vaz Pinto relativamente à maneira como tratou este assunto. Ajudo o banco alimentar animal desde os primeiros dias de existencia e nunca foi desejo dos seus fundadores ganhar notoriedade através do nome, é só isso que as pessoas devem perceber.
Agora devem concordar que é no minimo estranho este "ataque" por parte do mandatário do Banco alimentar contra a fome! Não querendo entrar no mundo do suponhamos, acho que a questão poderia ter sido tratada de outra forma, visto que a base legal alegada não tem fundamento nenhum. Será que a notoriedade e o impacto que o banco alimentar animal começou a ganhar, poderiam de algum modo por em causa e trazer verdades ao de cima que não convêm aos ditos Srs. do Banco alimentar contra a fome? Pensem nisso
Cumprimentos,
Edgar
Sim, são pessoas que estão por trás desta ajuda aos animais, mas pessoas que não querem dinheiro, que pretendem unica e exclusiamente recolher sacas de ração, mantas e restos de medicamentos para dar a animais com fome, com frio e doentes.. não se enche as despensa de ninguém que não precise.... Ninguém está no mundo de amor aos animais para enganar...no BAA só existe uma coisa... Amor por seres que NUNCA nos viram as costas!
se as pessoas se dirigem a vos e confundem é porque querem afinal é ajudar os animais e acham q vcs seriam capazes de ajudar ambos.finalizo dizendo q conheço muitos animais melhores q muita gente e os ajudaria a eles muito mais
Para bem dos animais, acho que sim, estes deviam mudar de nome.
O Banco Alimentar contra a fome tem que chamar a atenção da população de alguma forma, quem paga a estes advogados??? quem paga nos tribunais??? Coitadinhos... Os grandes do Banco Alimentar contra a fome que contribuam para ajudar a probreza, que dêm 10% dos seus miseráveis ordenados já era uma grande contribuição, mas não a classe média/baixa é que contribiu para o Banco, uma coisa é certa os ANIMAIS não falam não se queixam e não VOTAM, porquê se pudessem votar para eleger certos pelouros até no Shereton eram hospedados.
Aos seus fundadores do Banco Alimentar ANIMAL, a maior força para seguir em frente, mudem o que têm a mudar e ignorem esses seres, essas politicas, VAMOS EM FRENTE CÁ ESTAMOS PARA AJUDAR OS ANIMAIS PÕEs BEM O MERECEM, AJUDAR UM ANIMAL É GANHAR UM FIEL AMIGO. AJUDAR O SER HUMANO??? interesses e mais interesses...
Para não bastar, sentem-se "ofendidos ! ...e com medo de ficarem para trás, talvez...só porque houve duas pessoas que resolveram alargar a ajuda aos animais abandonados, que se calhar ( estou agora a divagar...), pessoas ligadas ao banco contra a fome até os largaram nas ruas de Lisboa...
Menos inveja e mais ligação entre as pesoas para ajudar outros; outros humanos e outros animais que não têm cukpa de já não gostarem mais deles !
Com a minha ajuda o Banco alimentar contra a fome já não vai contar!!!
E na época pascal acaba-se a fome e vão todos de férias...BRILHANTE!
Quanto mais conheço os homens mais gosto dos animais!!!
Ajudar o Banco alimentar contra a fome...nunca mais.
Já agora...eles comprararm a palavra Banco? E a palavra Alimentar? E a Côr azul tb foi comprada por eles?
Tristes...
Já tinha muito má opinião do Banco Alimentar Contra a Fome desde que soube que muitos dos seus voluntários levavam para casa o que lhes apetecia e que só davam às pessoas carenciadas bens fora do prazo de validade (e soube-o através de sem-abrigo que ajudo directamente!)... depois desta atitude lamentável comigo não contam mais...
AQUI NESTE MUNDO HIPOCRITA.. EGOISTA.. E INSANO.. SOMENTE OS SERES HUMANOS E NAO HUMANOS QUE TEM DIREITO AO BEM ESTAR... OS ANIMAIS.. PARA ESSES NAO HUMANOS NAO PASSAM DE MEROS OBJECTOS... RIDICULO ? É PIOR QUE ISSO...
TENHO VERGONHA DE PERTENCER A ESSA RAÇA HUMANA ....
QUANTO MAIS CONHEÇO O SER "HUMANO" MAIS AINDA AMO OS ANIMAIS....
CRIEM VERGONHA NA CARA.. BANDO DE INÚTEIS... NAO HUMANOS
Ajudar pessoas carenciadas não impede a ajuda a animais nem vice -versa, aliás, estão interligadas até porque, pela minha experiência no terreno, as pessoas com mais necessidades são das que mais ajudam os animais...talvez porque sentem na pele a necessidade e dão real valor à ajuda.
Apesar de lutar muito pelos animais também sempre fiz donativos para instituições que ajudam pessoas e vou continuar a fazê-lo. há muitas, prefiro ajudar outras, é só isso.
segue o meu comentario que fiz questão de divulgar em todos os sitios publicos que conheço e que assumo com muito orgulho.
chocante é o facto de uma instituição desta natureza, tão bem vista por toda a sociedade escreva este tipo de frases.a leitura que se faz é que só os humanos precisam de comer. só os humanos têm direito a ter ajuda. Pois eu digo-vos com todas as letras que embora eu propria ja tenha feito banco alimentar contra a fome em aveiro não deixo de ter consciencia de muitos dos que recebem estas ajudas não precisam realmente delas, estão em situação de miseria por escolha propria e enganam a sociedade e prejudicam todos os outros que realmente e infelizmente precisam dela. esta discussão é de ambito nacional tal como a dos subsidios do estado a familias que não querem trabalhar e que geram filhos para receberem subsidios. já os de quatro patas não têm qualquer culpa, são fruto de uma sociedade injusta, que insiste em não ter leis à altura dos comportamentos irresponsaveis da população e das proprias câmaras municipais. não temos controlo no problema dos animais abandonados ( os tais nossos melhores amigos) porque em vez de esterilizar eutanasiamos sem dó nem piedade centenas de animais todos os dias descurando o facto de que no dia seguinte já nasceram outros tantos. aceitamo-los nos canis sem qualquer perguntas, apenas pedimos dinheiro para o abate. comparar de uma forma negativa para os humanos estes dois tipos de ajuda é voltar ao passado. só falta daqui a pouco escolherem a cor de quem querem ajudar. para mim a atitude do banco alimentar contra à fome denigre irreparávelmente a sua imagem. não contribuo mais. recuso-me a ajudar quem não sabe o que a palavra significa. e de solidariedade desculpem que vos diga, entendem muito pouco. afinal não somos todos filhos de Deus.
lamentável esta frase:
"A alegada confusão «poderá ofender os milhares de dadores e voluntários do Banco Alimentar Contra a Fome», que podem associar a iniciativa do Banco Alimentar Animal à actividade do Banco Alimentar contra a Fome, «criando ainda a ideia de que a contribuição e ajuda das pessoas mais carenciadas [sic] se poderá equiparar ao apoio a animais, o que não é aceitável»"
o que eu esperaria era uma proposta de colaboração entre os bancos e aí sim seríamos todos solidarios, justos, e acima de tudo contra a discriminação seja ela de que especie for. assim eu SOU da especie que ajuda, os Senhores são da especie que ajuda só alguns em detrimento de outros.
Tem de existir sempre umas ratazanas no meio destas associações....por isso deixei de alimentar quem não precisa.Como disse,´por outras razões,deixei de contribuir,mas agora acabou mesmo....os animais de 4 patas são mais agradecidos e não fazem ameaças....
O BANCO ALIMENTAR ANIMAL é, desde o dia 8 de Abril de 2009, o projecto de AJUDA ALIMENTAR ANIMAL com novo link de blog, que nem sequer de um site se trata e novos emails assim como novo Logotipo.
A confusão para as pessoas que queiram ajudar pessoas é uma falácia! Quem quer ajudar animais vai oferecer latas de comida humida para cão/gato ou sacas de ração seca!!!!! Onde está o prejuízo para o BACF??? alguém vai oferecer isto a pessoas? Então, mesmo que alguém se dirigisse ao banco alimentar contra a fome com ração porque queria ajudar uma associação de animais, digam-me, onde está o prejuízo para o banco alimentar para pessoas? Não era mais digno estes encaminharem a pessoa para o Banco Alimentar Animal??
A intenção da pessoa seria ajudar animais, de qualquer das formas!
Isto é mesquinhez, inveja e falta de solidariedade, falta visão geral do problema em Portugal! Muita da fome dos animais de companhia tem por detrás historias de fome humana. Esta situação é ainda mais insultuosa quando pensamos neste prisma e, ao invés desta atitude, o BACF devia era ter apoiado a iniciativa de ajuda alimentar animal, pois muitos dos que recorrem a esta ajuda certamente têm amigos de 4 patas que também passam fome.
Eu já dei ração a sem abrigos que alimentam os gatos da zona em que dormem...já castrei a cadela de um sem abrigo pois este dizia-me a chorar que ela era a sua única companhia.
Este assunto é bem mais abrangente e os senhores do BACF só ouviram o seus egos sem saber avaliar a questão.
Têm muito mais a perder neste momento...
Os egos falaram mais alto no BACF...
Quem ajuda os animais vai continuar a faze-lo por todos os meios ao dispôr e estou certa de que muitos daqueles que regularmente auxiliam o Banco Alimentar Contra a Fome ficarão chocados com esta pequenez e passarão a ajudar os seus semelhantes em dificuldade por outros meios...
E que mal fica na "fotografia" a sua presidente Isabel Jonet...
Será que a sociedade de advogados Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva e associados também faz "trabalho de voluntariado" ou andamos todos a contribuir - sim porque eu desde há muitos anos que contribuo para as campanhas do BA - para lhes pagar este serviço feio?
Os animais não concorrem com os seres humanos, nem as organizações que apoiam ambas as causas deveriam fazê-lo entre si!
Existem muitas organizações que ajudam o próximo e que têm dificuldades de toda a ordem. Como não posso ajudar todas tenho de ser selectivo. Não dou um tostão nem uma bolacha que seja a organizações que desprezam outros seres vivos que também sofrem. É uma pouca vergonha e duma pobreza de espírito estas tias do Banco Alimentar Contra a Fome criticarem e prejudicarem a outra organização. Devem ter medo que lhes roubem o cantinho lá no Céu, coitadinhas.
É uma pena que o Banco Alimentar Animal tenha decidido mudar o logo, etc.
De qualquer modo pela minha parte o Banco Alimentar contra a Fome, graças á sua atitude espécista, não receberá mais contribuições e aconselharei os meus familiares e amigos a fazerem o mesmo. Há muitas outras instituições a ajudar pessoas que não tomam este tipo de atitudes.
Muito nos desiludem. Afinal ajudar os outros parece que já não é o vosso lema.