Notícias da Guerra
AMoody’s acabou de nos lançar mais um torpedo. Acertou em cheio no Bolsa de Valores que se afundou de repente. Os piratas internacionais preparam-se para apanhar os destroços. O País, já paralisado pela barragem de fogo que, em Março, as grandes máquinas de guerra – Fitch, Standard & Poors e Moody’s – dispararam em sincronia, pode ficar sem reacção.
Assim vai a guerra mundial. A frente de Wall Street, contando com a estupidez e a cumplicidade dos políticos europeus, acabou de submeter a Grécia. Irlanda e Portugal estão debaixo de fogo e já se preparam para atacar a Espanha, Itália e Bélgica. A guerra, no século XXI, não precisa de armas pesadas. Ela baseia-se em informação. E as máquinas de guerra são as Agências de Rating.
Para o cidadão comum, soa estranho que estas agências privadas, depois dos reconhecidos erros e graves prejuízos que causaram à economia, bem como dos conflitos de interesses que evidenciam e dos processos judiciais que correm contra si, continuem na frente da encarniçada batalha contra a Europa. Mas soa ainda mais estranho que elas sejam pagas pelas instituições que atacam ou protegem. Para que tudo fosse mais transparente, os Estados e instituições europeias deviam divulgar quanto pagam a estas três agências.
Conta-se que quando um sentenciado chinês é executado, o Estado manda à sua família a factura da bala que o fuzilou. Na Europa, somos todos nós, contribuintes, que pagamos as máquinas de guerra que nos estão a destruir.







26 comentários
É imperativo difundir este vídeo. Ponham nos vossos blogs, murais, mandem o link por mail, façam download. Primeiro caiu a Grécia, depois caiu a Irlanda, Portugal acabou de cair e a seguir é a Espanha. Para entender qual é o verdadeiro objectivo da consequência da entrada do FMI, é essencial ver este filme.
Foi o tempo em que os camiões TIR avançavam durante a noite pelo país e se discutia se traziam bens alimentares ou material de guerra.
Bons tempos!!!
Agora esta guerra parece a guerra do Solnado. É só rir! Antes O PM Sócrates dizia que o problema da dívida era um problema causado por um ataque especulativo e um ataque ao Euro.
Os jornalistazecos, a mando dos de sempre, diziam que o homem era mentiroso, que inventava justificações, que era preciso vir o FMI porque o acesso ao fundo europeu que tanto trabalho deu a Sócrates e Merkel não interessava, não era suficientemente penalisador de forma a que todo o país odiasse Sócrates e o PS por muitos e muitos anos.
Agora o PM Coelho meteu-se no mar antes da onda rebentar e vai começar a sentir a turbulência e os murros no estômago, ainda que agora venham todos em socorro do menino, até o "calado" cavaco veio falar "grosso", claro que só depois de ver que a moda era essa. Que isto de sair para a rua só se faz quando não há qualquer hipótese de chuva porque a chuva molha.
Concluindo, os homens do marketing como Coelho e Cavaco, sem conteúdo mas isso não interessa nada pró-caso, vão navegar no mainstream e desde que dêem as coisinhas que prometeram aos amiguinhos com as privatizações, qualquer cócó que façam vai ser sempre apresentado em jornais e televisões com um óptimo tom de dourado. E entretanto vamos andado entretidos com estas coisinhas da Moodys e companhia com tolinhos a empertigarem-se no seu patriotismo declamatório.
Siga a banda que eu já vi esta fita há muitos anos.
Quem quer destruir o €uro? … E porquê?
O “esquema” do petrodolar …
A queda do dólar americano…
As pessoas não compreendem a verdadeira razão que levou à guerra do Iraque e a razão que levou a ameaça de guerra pelos EUA ao Irão.
Não são armas nucleares, não é o terrorismo e não é por causa do petróleo.
Tem sim a ver, com a protecção e manutenção do maior “esquema” da história moderna, o “esquema” do “petrodolar americano”.
Em 1971 EUA imprimiam e gastavam muito mais dinheiro do que aquele que podia ser coberto pelo ouro que possuíam e produziam. Uns anos mais tarde a França exigiu a redenção dos dólares que tinha acumulados em Stock aos EUA, em troca de ouro. Mas os EUA rejeitaram a exigência já que de facto não tinham ouro suficiente para cobrir os dólares que tinham imprimido e usado para pagar bens por todo o mundo, cometendo desta maneira um acto de bancarrota.
Por isso, os EUA foram ter com os Sauditas e fizeram um acordo – A OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) passaria a fazer todas as vendas de petróleo em dólares americanos.
A partir daquele ponto, qualquer nação que desejasse comprar petróleo, teria primeiro de ter em sua posse dólares americanos. Isso queria dizer que essas nações tinham de pagar aos EUA com bens e serviços, em troca de dólares que os EUA se limitavam a imprimir.
Os americanos mantinham assim “artificialmente” o valor comercial do dólar e compravam o petróleo literalmente de graça ao imprimir esses dólares. O perfeito “almoço grátis” para os americanos, à custa do resto do mundo.
No entanto, o “esquema” começou a ser exposto, quando Saddam Hussein começou a vender o petróleo do Iraque directamente por Euros, anulando o acordo confortável que os EUA tinham com a OPEP. Sendo assim, Saddam tinha de ser eliminado.
Como?
Os EUA “cozinharam” um pretexto para defender a guerra (o drama das torres gémeas) invadiram o Iraque e a primeira coisa que fizeram foi reverter a moeda de venda de petróleo para dólares americanos novamente.
A crise monetária estava temporariamente resolvida.
Mas Hugo Chávez, presidente da Venezuela, começou também a vender o petróleo venezuelano por outras moedas além do dólar e por isso houve vários atentados contra a sua vida e tentativas de “mudança de regime”, cujos rastos levam à CIA. O “gato petrodolar” tinha fugido do saco.
O presidente do Irão, Ahmedinejad, ao assistir a isto, decidiu dar um pontapé no estômago do grande Satã, e fazer ainda mais - Vender o petróleo em troca de todas as moedas excepto dólares americanos.
O jogo do petróleo e da moeda americana está a chegar ao fim. À medida que as nações do mundo começarem a perceber que podem comprar petróleo em troca de outras ou das suas próprias moedas, em vez de terem de usar dólares americanos, mais nações da OPEP irão abandonar o dólar.
A pior coisa para os americanos será que, eventualmente, terão também de comprar o seu petróleo em Euros ou Rublos em vez de imprimirem simplesmente o dinheiro para o obter.
Isso será o fim do império americano, o fim dos fundos para o exército americano e a destruição da economia americana.
O grande “esquema” está a chegar ao fim e não há muito que os americanos possam fazer acerca disso, excepto talvez, dar inicio a uma nova guerra mundial!
Eis a crise financeira mundial!
Esperem e estejam atentos!
Gostei foi da "cena" . . . !
"contando com a estupidez e complicidade dos politicos europeus" . . . !
De qualquer modo . . . !
As "malguinhas" . . . !
Agradecem . . . !