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EDITORIAL

«É Melhor Saber» luta contra a SIDA

13 | 12 | 2011   09.50H
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt

A taxa de novos diagnósticos de casos de VIH em Portugal é das maiores da Europa. É que o vírus, apesar de ter deixado de ser manchete diária dos jornais e abertura dos telejornais, quase como se tivesse passado de moda, infelizmente nem desapareceu, nem perdeu a sua gravidade.

Deixou foi de ser possível associá-lo de forma linear e directa a grupos de risco, nomeadamente aos homossexuais ou aos toxicodependentes, como até aqui, e talvez por isso se tenha tornado menos bombástico falar nele. O que é particularmente grave, dado que nos últimos anos, em Portugal, cresceu entre os hetrossexuais, sobretudo entre os homens (para um 3.º lugar a nível europeu), mas também entre mulheres de meia-idade, muitas apanhadas de surpresa dado que nunca tiveram um comportamento de risco, e estavam perfeitamente convencidas de que o seu marido ou companheiro também não.

É por isso que hoje os especialistas já não falam de grupos de risco, mas de comportamentos de risco, e lembram que o contágio pode ter acontecido há muito tempo, dado que um grande número dos portadores do VIH são assintomáticos, até ao dia em que o vírus se torna activo. Ou seja, podem ter contagiado, e continuar a contagiar as pessoas com quem têm relações sexuais, mesmo sem a consciência de que o estão a fazer.

Muita coisa mudou desde a altura em que a doença foi descoberta, e hoje há formas de tratamento que podem retardar não só o início da doença, como o seu processo de desenvolvimento, e a agressividade com que se manifesta. É, inclusivamente, considerada já uma doença crónica, dado o tempo de vida que os doentes conseguiram conquistar. Mas quem não sabe que é portador do vírus está em desvantagem. Porque transmite a doença, e porque não se trata enquanto é tempo. Para evitar que assim seja, os movimentos e associções de luta contra a Sida criaram uma plataforma a que deram o nome de «É Melhor Saber», e que na quinta-feira será anunciada publicamente na Fundação Calouste Gulbenkian.

O objectivo é uma promoção unida e em força do diagnóstico precoce, inciatando quem teve um comportamento de risco, por mais longínquo e distante que lhe pareça ter sido, a fazer um teste e a descobrir a verdade. Frente ao preconceito, contrapõem as vantagens de saber mais cedo. Que são todas.

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© Destak

9 comentários

  • Também acho. São uns malandros, esses subservientes. Devemos sempre ser do contra em tudo. Nem que seja para não dizer nada. Ou dizer disparates. Até no mais simples a aparentemente inócuo pacote de margarina lá da casa, se pode esconder uma arma infiltrada do partido no poder. Este jornal é um agente de corrupção. Eu, se fosse a vocês, ocupava-o. Mais: nem lhe tocava, tal o nojo. Mas ser de graça é tão bom... Mas vou tentar passar a comprar apenas o "Jornal de Letras", para me formar e defender. Ainda bem que há tipos avisados, como vocês. Obrigado, guerrilheiros da cultura! Bem hajam, defensores da verdade e do povo injustiçado! Eu estava cego, mas agora abri os olhos e vi! E tudo graças a vocês. Que porreiro. Vá lá, AC, manda lá mais umas C*+s@das, pá! Sai para a luta! Revolta-te! O raio da velha, hem? Sempre a chatear os homens. Claro que ela deve ter "feito" por fora, mas se calhar preveniu-se, eh eh eh. Mas se me perguntarem entre homens e mulheres, ah, nós somos como os coelhos, amigos. Eu tenho mais facilidade em topar as tentativas de assalto deles, do que as que se deixam comer. Coisas... Azar. Porque ele há dias...
    ANÓNIMO | 14.12.2011 | 09.14Hver comentário denunciado
  • LOL, Ah pois é, assino por baixo :-)
    anticristo | 14.12.2011 | 01.29Hver comentário denunciado
  • Eu digo, e hei-de continuar sempre a dizer: Existem alguns comentadores com uma natureza tão subserviente, que quando lêem um editorial lambem, lambem, lambem até à exaustão as palavras escritas pel@ autor(a). Esforçam-se até ao tutano para ficarem sempre bem na fotografia. Para isso, eliminam toda a capacidade crítica em relação aos editoriais, e escrevem sempre que tudo o que está escrito, é melhor do que a Bíblia Sagrada. Ignorantes...
    Ah, pois é! | 13.12.2011 | 22.17Hver comentário denunciado
  • Esta Isabel está cada vez mais velha, e não dá conta disso. Está na meia-idade, e pensa que que todas as mulheres que chegaram à meia idade, nunca deram uma fodinha por fora. Oiça cá, você nunca comeu por fora? Grande parte das mulheres são sérias e bem-formadas, mas isso não quer dizer que todas o sejam, e os respectivos maridos andem sempre nas putas. Deves gostar muito de ouvir a cantora Àgata a cantar a canção "Afinal Havia Outra". Neurótica...
    Ah, pois é! | 13.12.2011 | 21.58Hver comentário denunciado
  • A culpa da doença estar a espalhar-se é das mulheres de meia idade. Essas badalhocas de merda que já estão fartas de aturar os maridos ou que casaram apenas porque... e depois põe-se à caça dos gajos mais novos nas festas in, ou nas noites de discotecas. É ve-las nas redes sociais a anunciar para quem quiser ver que vão à festa A à festa B, isto para o marmanjo que as anda a papar tambem ir. Por isso, a unica solução é põr cintos de castidade nas mulheres de meia idade e rolhas com aluquete no cu dos panilas. Estas são as duas unicas formas de erradicar a doença.
    anticristo | 13.12.2011 | 21.35Hver comentário denunciado
  • Por vezes sou muito crítico ao que a IS escreve, mas neste editorial não vejo o que esteja mal. A IS, limitou-se a escrever dados e factos. Em 100 editoriais, saem alguns(poucos) aceitáveis.
    David JM Torres | 13.12.2011 | 15.47Hver comentário denunciado
  • E antes que me batam por causa do português mal escrito, informo ser da pressa. Teclar à pressa. E também sei que é "Breivik".s minhas desculpas pelos lapsos. Não revi o texto que escrevi e não faço parte de nenhuma conspiração do PSD ou do PS para colaborar com uma agressão de má escrita ao povo português. Sou perfeitamente inofensivo, garanto.
    ANÓNIMO | 13.12.2011 | 15.28Hver comentário denunciado
  • Independentemente com o estar ou não por vezes em desacordo com algunms artigos ou opiniões, tenho a "vaga" sensação de que há muitos pretensos intelectuais que atiram bocas para o ar de forma um tanto ou quanto gratuitas apenas pelo prazer infantil de se "do contra". Não sei bem por exemplo o que esperava o "indignado" leitor anterior. Que o Dwestak, jornal de cariz popular e de fait-divers seja uma espécie de Finantial Times ou de National Geografic ou de "The Guardian, El Pís, Expresso, Jornal de Negócios, por aí fora, para a malta analisar e estudar minuciosamente no combóio. E quero lá saber que este jornal sirva os interesses macabros e "funestos" do PSD e do PS, como já li por "n" vezes. Fazem destas folhas de papel, alvo de alguma desorientação pessoal das mais variadas ídoles. Chega a ser um tanto ou quanto patético, por vezes. Acusações das mais disparatadas para uma jornal que se limita a ser uma espécie de "imprensa cor-de-rosa do comboio". Porque sem ofensa para o dito, que eu consumo nessa qualidade - saber apenas as últimas e as "parangonas", o "fait-divers" -, julgo ser essa a intenção, a par do dinheiro ganho - como em qualquer negócio - com a publicidade nele impressa. Como no Berivik - que faziam dele por aqui, o chefe de uma grandiosa e sinistra organização templária e se provou afinal como eu achava, ser apenas mais um maluco (perigosom, é certo), acho muito sinceramente que este jornal se limita a ser apenas isso; um jornal. E creio que não faz mais mal do quie isso mesmo. Agora se por vezes fazem projeções de alguma alma que os atormenta na pessoa da autora e nela descarregam a torto e a direito por "dá cá aquela palha", analizem a mioleira. Pode estar aí o problema. Evidente que nem sempre se poderá estar de acordo, mas há críticas que raiam o absurdo e o paranóico. Este artigo está interessante, sim senhor. E deveria fzer pensar ... alguns de nós, pelo menos. É uma chamada de atenção, caso não tenham reparado. A autora cumpre e o jornal, também.
    ANÓNIMO | 13.12.2011 | 15.16Hver comentário denunciado
  • Este jornal é que já parece estar cheio de sida. Está completamente moribundo e sem sentido. Transformou-se num disparar de disparates. Digam aos americanos e britânicos que fazem as notícias para mudarem de emprego. Já pensaram dedicar-se ao jornalismo?
    DEDIQUEM-SE AO JORNALISMO (SÉRIO) | 13.12.2011 | 13.36Hver comentário denunciado
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