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EDITORIAL

Mães que trabalham fora são mais felizes

15 | 12 | 2011   09.46H
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt

O sentimento de culpa, uma culpa difusa que contagia tudo, faz parte da vida de todas as mães que trabalham fora de casa. Culpa, agravada, sempre que os nossos filhos fazem uma birra para ficar na creche, a professora insinua que têm falta de atenção da mãe, ou horror dos horrores, não chegar a tempo e horas à festa de Natal, porque a reunião nunca mais acabava.

Apesar desta luta interior, no entanto, as mulheres não querem deixar de trabalhar, retirando da sua vida profissional uma enorme realização pessoal, como indicam os estudos feitos, nomeadamente pela socióloga Anália Torres. O que, claro, também as culpabiliza, como se fosse um prazer pelo qual devem pedir desculpa. Na raíz da angústia está o mito de que a mãe ideal é aquela que se dedica exclusivamente aos filhos, e que os filhos dessas mães são mais felizes por isso, mito que parece de pedra e cal, por muito que os historiadores recordem que à excepção das mães de classe média e alta (e quanto mais alta, mais amas e criadas tinham para os meninos), todas as outras sempre traba-lharam fora, de sol a sol.

O endeusamento do papel de mãe a tempo inteiro torna politicamente incorrecto dizer a verdade, ou seja, que para a maioria das mulheres é extremamente frustrante, desgastante e deprimente ficar sozinha meses e anos a fio, em redor de uma criança pequena. Mas um estudo publicado esta semana no Journal of Family Psychology confirma que assim é : 1364 mães foram acompanhadas durante dez anos, a partir dos 6 meses dos seus filhos, para se concluir que aquelas que trabalham a tempo inteiro e a tempo parcial estão mais felizes, menos deprimidas e mais saudáveis do que as que ficam em casa com as crianças. E embora as de tempo integral sintam o conflito entre trabalho e filhos, parecem resolvê-lo sem angústias de maior. E como era de prever, mães felizes têm filhos felizes e espertos. Haja empregos!

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16 comentários

  • Não acredito nisto, deixo aqui o meu exemplo...olhe que sou bem feliz! http://www.amulher.com ou http://www.dobebe.com. Fora ser mãe, cozinheira, educadora, doméstica...entre outras profissões!
    Sara | 19.12.2011 | 11.02Hdenunciar comentário
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  • Também reclamas como uma mulher. És uma gaja?
    Ah, pois é! | 18.12.2011 | 22.13Hdenunciar comentário
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  • Este gajo é mesmo asqueroso, porco. Cada coisa que diz explica o seu perfil psicológico, é transparente como água. Um badalhoco, uma mente sórdida que só se encontra em analfabetos abrutalhados e boçais. Só a indiferença e o desprezo para este verme deixo aqui, e ponto final. Nojo de gajo!
    António Carlos | 18.12.2011 | 18.40Hdenunciar comentário
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  • Este gajo é mesmo asqueroso, porco. Cada coisa que diz explica o seu perfil psicológico, é transparente como água. Um badalhoco, uma mente sordida que se encontra em analfabetos abrutalhados e boçais. Só a indiferença e o desprezo deixo aqui e ponto final. Nojo de gajo!
    António Carlos | 17.12.2011 | 23.35Hdenunciar comentário
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  • Praguejas como uma mulher. Pudera és paneleiro! Pelos vistos ficaste irritado, e apareceu-te a herpes no olho do cú, não é? Mete gelo... Na parte de fora, burro...
    Ah, pois é! | 16.12.2011 | 22.36Hver comentário denunciado
  • Vamos descer ao nível deste filho da puta, deste caralho aparentado de chipanzé rhezus, deste cu arrebitado, deste corno ignorante como o caralho que o foda. Ó filho de uma vaca, ó porco analfabeto, o cu que tens no fundo das costas e que gostas de roçar pelos teus amigos de taberna é sem acento na língua portuguesa. Entendes, energúmeno abestalhado? Vai enfiar as fuças num dicionário antes de começares a urrar!!!
    António Carlos | 16.12.2011 | 21.54Hver comentário denunciado
  • Cu é o símbolo químico do cobre, burro. Além de paneleiro, também és burro. A não ser que tenhas enfiado o acento agudo no teu olho do cú.
    Ah, pois é! | 16.12.2011 | 21.36Hver comentário denunciado
  • Olhe, "cu" escreve-se sem acento e, por outro lado, essa a conversa é própria dos enrabados não assumidos. Confesso, tinha quase a certeza que você era dessa espécie e eu nada tenho contra. Mas, prefiro mulheres, gosto de mulheres, fique você desse lado, com acento ou sem acento, a falar de cus com seus amigos.
    António Carlos | 16.12.2011 | 21.05Hver comentário denunciado
  • Ó Carlos, não te curves perante mim, porque eu não sou um amigo teu paneleiro que te queira ir ao cú.
    Ah, pois é! | 16.12.2011 | 19.45Hver comentário denunciado
  • Ah, pois é! , é o Vendedor de Condes, meus rasgados parabéns, a sua invulgar cultura e inteligência surpreende-me. Dou-lhe um conselho. Aproveite esta época natalícia e faça um curso para animais de circo. Julgo que com umas breves horas de adestramento estará preparado para figura principal do espectáculo que tanto apreço suscita entre as inocentes criancinhas. Você é um espanto. Prometo assistir às suas exibições circenses e levo bananas para lhe oferecer as cascas. Siga o meu conselho, repito, vejo um grande futuro desenhar-se à sua frente entre a macacada, sem ofensa para estes inteligentes símios. Fique bem!
    António Carlos | 16.12.2011 | 10.21Hver comentário denunciado
  • Olha o "conde" ANTÓNIO CARLOS!, o das palavras mil malabarismo sem qualquer sentido mas sempre ditas coloridas e a saltar como a sardinha a sardinha não credo, que a sardinha cheira a sardinha. Vá dar uma volta ao bilhar grande, ó conde. E depois telefone, escusa de aparecer. Beba mais um copo, conde.
    VENDEDOR DE CONDES | 15.12.2011 | 22.51Hver comentário denunciado
  • Ah, pois é! , você deve ser uma mulher muito inteligente. Talvez seja um homem, e sendo-o deve ser muito inteligente. Homem, mulher, curvo-me perante a sua capacidade de análise e reflexão. Os seus argumentos cogentes sobre as ideias que pretende defender são de uma dimensão arrebatadora, verdadeiros tratados de exegese sociológica e antropológica. Só lamento não poder acompanhar a sua digníssima eloquência, a sua excelsa inteligência, só ao alcance de génios sobre-humanos. Tem intervindo, com regularidade, ao postar comentários que deveriam fazer parte de antologias várias, no âmbito dos diferentes saberes, contribuindo para a inteligibilidade dos fenómenos sociais e humanos. Deixe-me adivinhar, vossa excelência deve ser doutorado em várias disciplinas tão bastas como aquelas que se estendem da Sociologia à Psicologia, da Biologia à Antropologia, da Filosofia à Etnologia, da Física das Partículas às Matemáticas Aplicadas, da Lógica Modal à Cibernética, Inteligência Artificial, Linguística, Literatura Especializada, etc., etc. ,etc. Impressionante. Termino como comecei, curvo-me sempre que leio e releio os seus comentários, fico estupefacto, atónito, siderado, petrificado, pelo nível cultural e intelectual do seu cérebro singular e merecedor dos mais rasgados epítetos que nenhuma linguagem é capaz de exprimir. Parabéns. Volte sempre, traga-nos uma luz de hilaridade nestes momentos plúmbeos de crise.
    António Carlos | 15.12.2011 | 21.53Hver comentário denunciado
  • As mulheres não ficam felizes a trabalhar fora. As mulheres ficam felizes é se conseguirem estar num local de trabalho na cusquice com as "amigas", a meter veneno no ambiente de trabalho, a foder (ou a tentar foder) com o patrão para terem a promoção, a estabelecerem alianças com as "amigas" para se engrandecerem umas às outras, enfim, a atingirem os seus objectivos egoístas sem olhar aos meios utilizados. É o vale-tudo. Se tiverem de trabalhar para uma organização, de modo a servir os objectivos dessa mesma organização (ou seja, serem altruístas), nessa altura, vão ficar com a auto-estima em baixo, e rapidamente começam a lamuriar-se, e a meterem venenos que se sentem desvalorizadas, e a dar a entender a quem manda que elas merecem melhor.
    Ah, pois é! | 15.12.2011 | 19.25Hver comentário denunciado
  • É cada afirmação que se encontra nestes jornalitos de retardados que até mete impressão: "Mães que trabalham fora são mais felizes"...
    CADA CAVADELA UMA MINHOCA | 15.12.2011 | 14.26Hver comentário denunciado
  • Cara Isabel . . . ! Mãe há só uma . . . ! A "nossa" e . . . ! Mais nenhuma . . . ! E uma "malguinha" . . . ! Sem mãe . . . ! É como o "país" . . . ! Sem rumo . . . ! ! !
    alexandre barreira | 15.12.2011 | 14.14Hver comentário denunciado
  • Mérito às mães que o sabem ser e duplo mérito quando acumulam com o respectivo emprego. Porque os pais, por mais "mães" que possam ou queiram ser, nunca o serão. Tirando as excepções - porque as há e, algumas bem tristes -, as mães/trabalhadoras/fadas-do-lar são umas heroínas modernas (sem ligação à droga, evidentemente) Nós pais - homens, nascemos para dar aos filhos a nossa força e protecção, a nossa visão competitiva e lúdica do mundo, mas as mães, são as mães. Começa pelo facto de nos carregarem durante um ano de vida na barriga e segue depois mais outros dois a cuidar da cria. E a inquietação e cuidado pelo resto da vida fora. Quem, sendo homem, se candidataria a semelhante fardo? Eu, passo. Por isso e por mais pestes e sabidas que sejam, por mais que nos lixem a vida e nos estraguem os "esquemas", mérito e honra às mães! Mãe, só há uma, a nossa, e mais nenhuma!
    PEDRO B | 15.12.2011 | 11.03Hver comentário denunciado
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