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OPINIÃO

O Império

15 | 12 | 2011   18.54H
J.L. Pio Abreu

No início do século passado, os países ocidentais viviam dos seus impérios. Mas a Alemanha não. Estávamos em plena revolução industrial. A Alemanha tinha aço e carvão, podia fazer máquinas pesadas, mas não tinha a quem as vender. Em aventuras suicidas, por duas vezes tentou estabelecer o seu império na Europa, mas acabou submetida por quem tentou colonizar.
Entretanto, os outros países foram perdendo os impérios. Mantiveram algumas trocas comerciais com os povos que antes colonizavam, mas as coisas tornaram-se mais difíceis. Tiveram então de inventar um espaço comercial comum marcado pela mesma moeda. A ideia não era má, mas nem todos tinham os mesmos recursos. E, pior ainda, abriram-se aos mercados globais que retiravam das transacções aquilo que podiam em juros e mais valias. Se os recursos eram já assimétricos, mais assimétricos se tornaram.

Com a ajuda dos Mercados e da teoria da austeridade, a Alemanha prepara-se de novo para colonizar a Europa. Vai construir bolsas de desemprego, desespero e pobreza nos países submetidos. Até a França, como é seu costume, capitulou, fazendo a figura que fizeram outrora os judeus ricos. O património dos países periféricos vai desvalorizar-se e a Alemanha vai comprá-lo ao preço da chuva. Vai arranjar mão de obra barata para produzir as suas máquinas pesadas. E vai criar instabilidade social, um pretexto ideal para lhas vender de volta. Há quem diga que é uma nova aventura suicida, mas vamos a ver.

© Destak

15 comentários

  • Não existe em toda a história universal um unico país cujo governo tem como obejectivo empobrecer o povo. Não existe em toda a história universal um unico país cujo governo manda o povo emigrar. O que é estranho no meio disto tudo é o povo não ir para a rua lutar para prender estes terroristas para que sejam julgados e condenados por traição à Pátria. E porque eu sou a favor da pena de morte para os traidores, estes bandidos devem ser condenados à morte!
    estes bandidos devem ser condenados à morte! | 23.12.2011 | 01.36Hdenunciar comentário
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  • Comentário interessante RUBEN! E velho não quer dizer nada: o outro também só começou a escrever a sério aos 58 e ganhou o Nobel aos 76...
    Albicastro | 21.12.2011 | 10.08Hdenunciar comentário
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  • Eu também estou contente como tu ANÓNIMO. Pois que afinal não é com guerras e sangue e destruição que se avança para sociedades mais evoluídas. Antes pelo contrário. Já reparaste que cada vez mais gente no mundo detesta quem faz guerras, assassinatos, rouba terra aos outros, e etc? Está-se lentamente a ir no bom caminho. É preciso ter ânimo, ANÓNIMO, como o meu e o teu.
    CUMPRIMENTOS | 20.12.2011 | 12.09Hdenunciar comentário
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  • Já há algum tempo venho dizendo isto mesmo mas por outras palavras, digo "O que o Hitler não conseguiu na e pela II Guerra Mundial, consegue a Angela Merkel - a conquista da Europa."
    anónimo | 19.12.2011 | 23.50Hdenunciar comentário
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  • Em Dezembro de 1973, Portugal era um Império. Contudo, muitos portugueses tudo fizeram para acabar com ele, ao invés de o ajudarem e dar-lhe força e apoio. Viva o xuxialismo...
    1973 AD | 18.12.2011 | 18.31Hdenunciar comentário
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  • a sobrevivência de um povo depende da sua capacidade de se purgar!!!!!!! o resto são especulações!!!!! mas isso passa-me ao lado. sou velho. os novos que andem!!!!!
    ruben | 18.12.2011 | 17.46Hdenunciar comentário
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  • ASSALTO AO ESTADO NOVO: O quê, já caíram? Assim tão simples? Muito bem, melhor ainda. Ora deixa cá ver o que é que aqui temos... o monóculo please... obrigado. Ora, temos aqui, por sector, interessante: Sector 0 ouro. Sector 1 colónias. Sector 2 Educação. Sector 3 Indústria. Sector 4 vias de transporte. Sector 5 Agricultura e Pescas. E mais, recursos naturais e, importante: Sol!... Ora muito bem, há que pôr mãos à obra meus senhores... O ouro, obviamente, para o lado de cá. Você aí, estude todas as possibilidades possíveis e impossíveis de sacar esse magnífico ouro (o quê?, 800 toneladas! Há que tirar o chapéu ao Salazar, nisso não há dúvida), pois essa é uma tarefa de primeiríssimo interesse. Primeiro sacar-lhes o ouro. Depois, o senhor, aí, fica encarregado de tratar da vida às colónias. Objectivo arruinar essas ligações também, mas claro, sempre como se por detrás desse processo existisse uma moral superior que destrua qualquer possibilidade de argumentação. Enquanto aquela dos coitadinhos de África, dos explorados, etc., servir para o efeito, não vale a pena perder-se tempo a inventar outra, não acha?... A seguir, o caríssimo amigo ali do fundo tratará, se faz o favor, da educação. Atenção que o sistema instalado é bastante bom. Mas o povo encontra-se num estado letargico de embrutecimento devido a essa educação não ser acessível às posses de todos. Não, não é isso que está a entender. A educação é acessível a toda a população, no entanto é a falta de condições económicas dessa população que faz com que ela não opte por essa via. É no geral gente rural, simples, boa gente. O Salazar gostava dela e ela gostava e confiava no Salazar. Ah! Já me esquecia... A magnífica ponte Salazar... vamos ter de lhe adulterar o nome e passar a chamar outra coisa, mais, como dizer, impressiva, progressista, mais patética. Por exemplo, Ponte Para a Liberdade... Não, isso seria patético demais e muita gente desconfiaria. Sugestões? Ponte Sobre o Tejo... parece bem... Ponte 25 de Abril... É um pouco mais patético do que Ponte Sobre o Tejo, que seria demasiado sóbrio... Fica então Ponte 25 de Abril... Ok, isso está assaltado!... Vamos ao próximo item?... Estávamos a falar de educação. Como arruinar? Ora... pergunte aos especialistas, aos sociólogos e psicólogos, como é que eles fazem. Mas eu explico: criem ruido no sistema com propostas completamente idiotas mas apresentem-nas como se fossem sérias. As gentes dedicadas à educação acabarão por entrar em colapso e arruinam a coisa por si próprias. Há que nunca esquecer que a melhor maneira de arruinar uma coisa é deixar que seja ela a arruinar-se por si própria. Assim nunca nos poderão incriminar de nada. A nós compete somente introduzir nesses processos a semente da discordia e da confusão. Mas sempre, claro, com o argumento do progresso e dos direitos das pessoas que, como sabemos, diremos sempre que têm direito a tudo e a mais alguma coisa. Não nos interessam os deveres. Não é com deveres que se impõe a mudança social, que se instala o progressismo, que se põe a rolar as sociedades. São os direitos, meus caros, é encharcando de direitos os espíritos das pessoas que se faz com que tudo começe a mover-se. Há quem chame a isto perversão... ok, talvez, mas é a nossa perversão, outros terão outras... Portanto, na educação estamos falados. Os meninos nascerão ensinados, seria engraçado apreciar a reacção dessa gentinha quando lhes puséssemos essa ideia nos jornais. Nos nosso jornais, claro. Nenhum processo progressista poderá alguma vez ter andamento sem o precioso auxílio dos nossos jornais, claro. Mas com isso não é preciso preocuparmo-nos, é já um dado adquirido, vai ser imprensa livre, colorida, tudo o que é necessário para a indoctrinação e propaganda a nosso favor. Os outros serão tratados como monstros, claro, ou como gente reles, ou quase. Uma pitada de patético fica sempre bem na relação com os povos. Eles gostam... Ora... a seguir, a indústria. Isso aí não é difícil. Tudo está interligado. É uma questão de tempo. A ruína da educação acabará por arruinar a indústria. Pelo que o melhor é fingir que a apoiamos. Nós apoiamo-la, e ela não subsistirá, pois os gestores que sairem das escolas sem educação séria não saberão sequer do que estão a falar nem com o que estão a trabalhar. Quando um povo se arruina por si próprio, a culpa é do povo, não é nossa. Apoiaremos as indústrias de todos os novos tipos e inovações, mas o finaciamento será através dos nossos bancos, privados, internacionais. Quando as indústrias falirem serão nossas. Assim como os edifícios e propriedades onde elas estão implantadas, ou que por lei lhes pertencerem. Faremos delas o que de melhor nos apetecer... Mas sempre a agir dentro da lei. Por isso, saberemos mandar criar as leis que nos sejam favoráveis. E aos outros chamaremos "criminosos", ou "foras da lei"... Ora, e quanto ao sector 4, dos transportes, o caro amigo do lado esquerdo ficará encarregado de ver o que se pode fazer no sentido de dar aos nossos homens o melhor dos trabalhos e as maiores regalias, presentes e futuras. A construção é por tradição a nossa espinha dorsal. Mas os nossos amigos também são exploradores de petróleo, e de outros recursos. Ora, o país está bem organizado, peca é pela versão nórdica de transportes, o modelo germânico, a ferrovia. Não gostamos. Sim, as pessoas adoram e gostaríam de mover-se assim para todo o lado. Sim, é muito mais social e de facto promove a interactividade pessoal. Uma solução amiga do ambiente. Pois tudo isso é verdade. Mas não nos convém. Há que arruinar essa linha de pensamento e desviar o caminho do progresso para o nosso conceito de progresso: ou seja, individualismo, ou seja, homem a subjugar a natureza, ou seja, automóveis para todos. Então comprarão petróleo. E depois as construções das estradas e auto-eastradas ficarão a cargo dos nossos irmãos da construção. Encha-se por isso o país de asfalto e de betão... Sim, compreendo o que diz, mas se eles gostam tanto das estações de via férrea o melhor é de um momento para o outro chegarmos lá com buldozers e destruirmos essas estações. Arrasá-las, pura e simplesmente. À frente dos olhos de toda a gente. É o progresso, o nosso progresso. Ficarão na memória dos mais velhos, mas as gerações vindouras nem sequer saberão que elas existiram, e muito menos que eram belas, e que muita gente as utilizava com gosto e alegria. Há vítimas no nosso progresso, e isso até nem são grandes vítimas. Mas o nosso progresso deve ser entendido como um processo de trazer o bem às pessoas, às populações, às sociedades. Se assim não for, a nossa luta não terá sucesso. Há que prometer-lhes o céu, mesmo ao instalar-lhes na terra o inferno. Porque o inferno deles será o nosso céu. Culpas? Não teremos culpas. As culpas serão deles, que lentamente permitiram instalar nas suas vidas a tirania... Sector 5, as pescas e a agricultura... numa palavra: zombies. Fazer delas um estado de meio mortas meio vivas, que permita manter expectativas indefinidamente. Para durar indefinidamente, claro. São áreas a que os povos estão directamente ligados, fisicamente ligados, pelo que aconteça o que acontecer esses sectores nunca deixarão de existir, apesar de zombies. Não trazem ameaças, nem grandes expectativas de sucessos. Manter-se-ão por isso o pão-nosso-de-cada-dia de uma certa parte da população... E agora o sol, claro... Há que pensar... a geografia é boa para passar férias. Os nosso amigos gostam de sol, golfe, praias de águas tépidas, há que pensar... transformar isto tudo num país de turismo? É uma hipótese... Num país de hotéis nossos e clínicas de saúde para os nossos velhinhos... é outra hipóteses... Mas turismo de 6 estrelas, claro... se necessário rodeado de arame farpado, sabemos bem fazer isso, somos bons em vigilância privada, segurança, há knowhow, recursos, tecnologia... há que ver isso... Mas... E as pessoas, pergunta-me você?... que pessoas?... O que é que tem as pessoas?... as pessoas nascem, vivem, e morrem... e continuarão nesse processo e em todo o lado é assim, é ou não é?... Somos especialistas em criar riqueza e poder através da descontrução, até os nossos filmes são de desconstrução, de destruição, e não de construção, está a ver? Descontruiremos, por isso, tudo o que for possível desconstruir, e, por último, até a Língua do próprio povo. Quem sabe se para um dia lhes propormos o Esperanto... Duvida, caro amigo? Ora, a receita de sempre, pois claro, a eterna receita: introduzir ruído na Língua e depois deixar que a Língua se desmanche por si própria. Chamaremos de novo a isso "progresso", e a quem se lhe opuser chamaremos "ignorante"... Bem vê, caro amigo, a lógica não existe, o progresso é que existe. E ele será o nosso progresso. Qual o objectivo final, pergunta você... Bem, essa é uma pergunta pertinente, mas digamos que será forçar a humanidade a passar de um estado a outro, de modo a que esse Novo Estado nos seja completamente agradável, e a humanidade nossa...
    A LÓGICA DO ASSALTANTE | 18.12.2011 | 16.35Hver comentário denunciado
  • PEDRO LINDO, a sua lógica é de bêbado. Lol, não o estou a chamar-lhe bêbedo, entenda, envio-lhe até os meus cumprimentos com todo o respeito por opiniões diferentes, mas é a sua lógica que é de bêbado. Onde estava a China quando os seus amigos anglo-saxónicos se divertiam à grande e à francesa com malabarismos financeiros de toda a espécie que depois criaram as bolhas financeiras todas, as que já rebentaram e as que ainda vão rebentar? Viu por acaso a China a divertir-se nesse festim de gente esperta e vaidosa? Ora, agora que esse festim acabou, e que os meninos depois da enorme diversão caíram na depressão da ressaca e ao acordarem perceberam que afinal aquilo era tudo ilusão e não valiam sequer o que pensavam valer, olham para a sobriedade da China a continuar a fazer os seus negócios e ainda a chamam de "imperialista"? Para além de atarantados esses meninos devem é ainda estar bêbedos e drogados da grande festa. Engraçado que de repente, todos eles começaram a apontar o dedo aos países que sempre se comportaram bem e onde existe bom senso e lógica de gente adulta: a China e a Alemanha. É um mar de putos mimados, que de repente se estatelaram dos seus palcos de vaidade, e finalmente descobrem que pouco mais valem do que fantasistas.
    IMPERIALISMO? AH! | 18.12.2011 | 12.17Hdenunciar comentário
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  • A teoria do comentário anterior é muito bonita, filosófica, mas não passa de um sonho. Toda a expansão comercial leva a expansão do poderio económico, e o que é na realidade poder económico? Poder. Puro e simples. E quando o poder só tem um sentido? Colonização. Pura e simples. A partir do momento em que um país dita as regras (pela força económica e material) a outro, ou outros, o que está a fazer senão colonizá-lo? Neste momento a China é já o maior credor da grande maioria dos países, inclusivé alguns europeus e u.s.a.... que pensam que a China faz, e vai continuar a fazer, quando os seus devedores lhe pedem, por via da crise, alargamento de prazos para pagamentos, baixa de juros e tudo que sirva para amortizar as suas dívidas? Como agora à poucos dias quando lhes pediram, quase de joelhos, para injetar dinheiro no FMI para este emprestar à europa. Normalmente "concede" o que lhe é pedido. Mas a que preço? Exs. entrada nos mercados, europeu e americano, práticamente sem restrições, isenções de taxas, "fechar os olhos" à falta de qualidade dos produtos, compra de posições nas empresas estratégicas nos países devedores...e por aí fora. Isso não é colonização? Não é igual à que estudamos nos livros de história, pela força das armas, mas esses tempos já foram, hoje o dinheiro tem muito mais poder que qualquer arma.
    pedro lindo | 17.12.2011 | 23.03Hdenunciar comentário
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  • A colonização que tem vindo a ser forçada a todo o custo é anglo-saxónica, não a da China. A China expande-se comercialmente, não é com o intuito de colonização ou ditar regras. Os USA, no entanto, com a sua agressividade e a ajuda dos seus amiguinhos ingleses, é que por todos os meios tentam subjugar a Europa. O que já não estão a conseguir, nem com as investidas das empresas de rating, que em cada investida já tropeçam e caem no ridículo, nem sequer através da tentativa de envenenamento das populações europeias com recurso à constante geoengenharia utilizada como experiência militar, e nem mesmo com a ajuda dos media pagos por anglo-saxónicos para criarem clivagens nos países europeus e, principalmente, apontar a todo o custo o dedo inquisidor e reprovador à Alemanha. Repetem tanto as mesmas coisas que já devem ser dementes. De gente que um dia, para força a China a comprar os seus tecidos, fez introduzir o ópio ilegalmente nesse país e deu origem às Guerras do Ópio, nada de bom é de esperar. É a mentalidade de pirata sem escrúpulos, para a qual felizmente o mundo está a abrir os olhos. Os tempos da inocência acabaram. E com eles desaparecerá a profissão de pirata e de chulo dos recursos dos outros. Cada país vai valer por aquilo que realmente for capaz de produzir por ele próprio, que seja interessante para toda a humanidade. Esse é o futuro que toda esta tempestade está a preparar. Venha ele. Estamos todos ansiosos de poder voltar a sentir que se vive com sentido, lógica e entusiasmo.
    O ANGLO-SAXÓNICO FALIU | 17.12.2011 | 14.24Hdenunciar comentário
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  • Penso que não se trata de colonização mas sim de organização e perspetiva de futuro. Os governantes alemães, como aliás todos os demais, já se deram conta da verdadeira colonização que está a acontecer, não da parte da Alemanha mas sim da China (pela calada, mas abertamente), e não fazem mais do que prepararem-se e defenderem-se das investidas. Óbvio que nesta preparação "vale tudo", até apunhalar os vizinhos e amigos, mas só se deixa apunhalar quem quer, quem se fia neles e lhes dá as costas apesar de lhes conhecer as intenções. Os nossos governantes pouco podem fazer para contrariar a situação mas que aprendam a não ser tão submissos, a negociar e, porque não, "dar um murro na mesa". Porventura seriamos tratados com mais respeito e não vistos como simples e humildes lacaios.
    pedro lindo | 16.12.2011 | 23.12Hdenunciar comentário
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  • Não será colonização, caro Pio Abreu. Está a usar uma palavra que não parece nada condizer com a atitude humanista, pacifista, lógica e naturalista alemã. O que vai acontecer é a óbvia emergência da supremacia da inteligência sobre a estupidez, a agressividade, a pirataria, a interferência agressiva nos assuntos externos, a ladroagem, em que até aqui a Europa se moveu, nessa experiência ditada pelos tais "imperialistas" de que o senhor fala. Agora não. O imperialismo acabou e só ainda existe na mente dos "imperialistas", que, incapazes, ainda não sabem pensar de outra maneira. Já não há imperialismo na ascensão da Alemanha, pois o que e toda a gente vê (excepto alguns) é a chamada à razoabilidade, que os piratas "imperialistas" detestam, claro, mas que mais tarde ou mais cedo teria de emergir no mundo. E para quê? Para que esse mundo passa a ser mais justo, criativo, interessante, natural, lógico, pacifista. E assim é a pacífica Alemanha, se visitar o país vai aperceber-se disso. Se não o visitar nunca vai aperceber-se disso. O resto, àquilo que aqui escreve chama-se veneno, e serve os venenosos "imperialistas" que estão obviamente a sentir-se lentamente arredados da ideia europeia.
    PAGO POR: WALL STREET + CITY ? | 16.12.2011 | 14.47Hdenunciar comentário
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  • Este senhor, a pensar, parece que de repente ficou bebé... A estreiteza de raciocínio é não só constrangedora mas também perigosa. Quase nem acredito em que o texto seja dele. São estes os verdadeiros aventureiros da comunicação social, os que criam instabilidade social à custa de um bode expiatório fácil, simples de apontar, e que começam de novo a focar a ideia no cliché de sempre: a Alemanha. Já o dinheiro que os banqueiros roubaram às sociedades com os seus malabarismos não interessa. Tudo isso se diluiu já na mente deste opinador. Esqueceu-se do passado recente. Evoca o passado remoto. Perigoso, parece mesmo a ser comandado pelos inimigos da Europa, que começam pelo ataque ao Euro a que agora tentam a todo o custo criar clivagens entre os povos europeus. Os portugueses desta vez não podem deixar-se iludir por estes opinadores do simples, que aparecem a cumprir as funções de incitamento a guerras, para que a destruição possa de novo descer sobre os povos. O eterno ciclo das actividade financeiras, comandado por quem controla as finanças mundiais. Se os povos não os dominarem desta vez, tudo voltará a repetir-se. Registe-se e imprimam-se estes artigos, pois quem sabe se eles não poderão vir a ser úteis mais tarde para identificar os responsáveis pelas atrocidades do futuro. Precisamente como os amigos dos "mercados" tanto parecem desejar.
    OS POVOS DEVEM LEVANTAR-SE | 16.12.2011 | 14.30Hdenunciar comentário
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  • Interessante o seu artigo ... estamos perante uma (Des)Europa ... O Império e o Novo Mundo... que terá mudado vertiginosamente ... No passado era relativamente lenta a evolução... estamos no presente a mudanças radicais e redefinidoras do modo de vida...de outros, bem como relações de protagonismo e poder...Nos próximos anos estamos num mundo em profunda mutação... novos riscos, novas oportunidades... Há apenas um século a Europa controlava parte do mundo...governava a expansão marítima e colonial com a ajuda da revolução industrial que a catapultou para níveis superiores... Centro do Mundo produtor, militar, político, consumidor ... Poder Eurocêntrico ... A partir da 2ª. guerra a Inglaterra e Portugal perdiam "esse" estatuto eos impérios se dissolviam ... neste momento o resto do mundo cresce fulgurantemente ... porque a Europa em certa medida ainda vive do passado ... a fuga de enfrentar novas realidades... A secundarização da Europa acentuou-se muito ... Por miopia ou falta de humildade sem sabedoria...imaginação e coragem ... vemos a Alemanha cuja cabecilha "Merkel" tem sabotado todas as vias e ideias para Reinventar a Europa... debilitando o crescimento outros países projectam-se ... como a Ásia ... Todos sabemos que com maior prosperidade as economias emergentes adquirem poder tecnológico e político... A liberalização do comércio e as intercomunicabilidades transnacionais expõem cada loja à competição ... e neste momento a Europa tem democratas encapotados de "Hitler" ... numa guerra onde a arma é a moeda e especulação...trazendo a subjugação a degradação não a coesão ... mas duvido porque existem outros países emergentes a Ásia, incontornável, se preparam para competir...que cresce a um ritmo intenso e a economia alemão não está assim sã como parece ... As aparências iludem... O que significa tão-somente é a hierarquia dos circundantes ... destituída de sabedoria... e qualquer manifestação de chulice é intrínseca quando a ambição imperial se instala...e todos lhe fazem a Vénia ... Quando ao nosso País já dizia o poeta ...ninguém sabe que coisa quer ninguém conhece que alma tem nem o que é mal, nem o que é bem (que ânsia distante perto chora) tudo é incerto e derradeiro tudo é disperso, nada é inteiro ó Portugal, hoje és … nevoeiro ... Nada se resolve com grandes tratados ou a sua reformulação ...
    Marluz | 16.12.2011 | 14.23Hdenunciar comentário
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  • Caro JLPA . . . ! Tenha calma, homem . . . ! Porque nós ainda temos . . . ! O "nosso império" . . . ! Que são as "Ilhas Adjadentes" . . . ! E também a "nossa" produção . . . ! De "malguinhas" . . . ! Portanto, nada de receios . . . ! ! !
    alexandre barreira | 16.12.2011 | 07.09Hdenunciar comentário
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