O Destak que vamos ser em 2012
O novo ano começa sempre com uma mistura de sentimentos. Num bolso temos uma lista de boas resoluções, que jurámos a nós mesmos cumprir, e no outro as desilusões e cansaços acumulados, que vão funcionando, mesmo contra vontade, como areia na engrenagem, levando-nos a hesitar, a protelar e até a desistir de ir mais longe.
É sempre assim, mas em 2012 é ainda mais assim, porque há sempre alguém a anunciar que não vamos chegar a lado nenhum, por muito grande que seja o esforço. Não admira que dê vontade de hibernar, com instruções precisas de que só nos acordem quando a crise tiver passado de vez.
Manter os pés na terra, sem deixar de ir à lua, é o meio termo ideal que todos buscamos. E é esse o compromisso que o Destak aqui vem assumir consigo: não podemos, nem queremos, fugir à realidade, e dar-lhe-emos conta dela da maneira mais correcta e imparcial possível, para que possa fazer os seus próprios juízos, mas queremos mais do que isso, convictos de que há vida para lá da depressão económica em que vivemos, e o leitor merece sabê-lo!
É por isso que, na edição de hoje, a primeira do novo ano, decidimos começar pelo princípio, colocando Em Destak a luta que os bebés prematuros travam para sobreviver, revelando uma resiliência extraordinária. Com a ajuda da ciência, o cuidado de médicos e enfermeiras dedicados, e sobretudo o toque e o colo dos pais, trocam as voltas às probabilidades, crescendo e deixando definitivamente para trás incubadoras, sofrimentos e ansiedades. Cabe-nos fazer o mesmo.







10 comentários