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OPINIÃO

Touros

12 | 06 | 2008   09.11H
João César das Neves | naohaalmocosgratis@ucp.pt

«O Tribunal de Lisboa proibiu a RTP de emitir antes das 22:30 a corrida de touros prevista para domingo [8 de Junho] às 17:00, por considerar que o programa é violento e susceptível de influenciar negativamente crianças e adolescentes» (Lusa 2008-06-05 20:50:01).

Compreende-se perfeitamente. Antes das 22:30 a RTP tem de estar livre para emitir todos aqueles programas que ela transmite, e que não são nada violentos nem susceptíveis de influenciar negativamente crianças e adolescentes.

Começa, pela manhãzinha, com os desenhos animados, onde nunca aparece violência, crimes, mortes ou jorra sangue. Em seguida vem o filme da tarde no qual, evidentemente, as tripas dos extra-terrestes espalhadas pela parede não são susceptíveis de influenciar negativamente crianças e adolescentes. Finalmente surge o telejornal, cheio de notícias edificantes, educativas, pensadas para promover as nossas crianças e adolescentes.

A tese oficial da nossa cultura é que na Antiguidade as pessoas eram bárbaras, e viam gladiadores e combates de feras, tinham escravos e autos-de-fé. Ainda perduram restos dessa época, como as touradas, mas a civilização entretanto elevou-nos acima dos baixos instintos.

Mas, de facto, as nossas crianças e adolescentes, numa tarde diante da televisão ou do computador, assistem a muito mais violência, crime, engano e miséria que uma aldeia medieval num ano de invasões bárbaras. As coisas, se mudaram desde os tempos primitivos, foi em alguns aspectos para pior. Não apenas na violência dos costumes, mas também na tolice das leis e autoridades.

© Destak

114 comentários

  • Os gajos que são "anti-" touradas, são totós. Sempre houve touradas, e vai continuar a haver, quem não gosta não vê.
    justo! | 02.10.2008 | 19.26H
  • És um anormal de primeira categoria... Se eu algum dia me cruzar contigo, vais finalmente entender a diferença entre veres violência na TV e vê-la ao vivo... Queres comparar o Alien com as touradas? Compara-te antes a ti com um cagalhoto...
    Que tristeza!... | 20.09.2008 | 13.47H
  • tivemos neste fim de semana o nosso kolete encarnado para kem nao sabe esta festa e de vila franca de xira ke ja se realiza ha 76 anos e tem sempre o mesmo motivo ke move pessoas de todo o lado ke sao as largadas de TOUROS na rua a malta brinca as pessoas riem e as CRIANÇAS assistem nao sei onde esta a violencia as crianças nao se vao por ai as marradas as pessoas pelo amor de deus deixem os touros para kem gosta kem nao gosta nao assiste niguem os obriga deixem as tourdas de mao e o srº/ª fim as touradas ha de me dizer o ke ke arte ou cultura para si nao vejo onde esta a tortura so se for na sua kabeça ,se kalhar nem a arte nem a kultura da sua terra konhece ou entao nem sabe o k isso é e vem para aki falar a parva va se tratar e tenho dito
    forcado | 07.07.2008 | 10.27H
  • vamos la ver entao ,ker dizer todas as merdas de concursos e reality show sao transmitidos na rtp ,ke faz mal nao so aos miudos komo aos graudos,aos senhores /as dos direitos dos animais devem de ser todos vegetarianos porke toda a karne provem dos animais logicamente e agora veem para aki falar dos direitos dos animais antigamente nao havia komida vegetariana ke para mim e tudo a mesma merda komiam o ke ?....karne e agora veem para aki kom sentimentalismo todo ganhem vergonha e arranjem o ke fazer..... e kuanto a rtp a srª k decidiu nao fazer a transmissao das touradas a respetiva hora devia de ter vergonha pk é uma das poucas koisas k da audiencias a esta estaçao ,e tambem nao percebo o pke desta proibiçao se os proprios pais levam as suas krianças a ver os toirinhos . a tauromaquia e uma arte meus senhores nao nvejo onde e ke pode levar a loucura ou a violencia as krianças ganhem mas e juizo k ja teem idade. vamos la voltar as transmissoes das touradas em direto k e mais bonito
    forcado | 07.07.2008 | 10.15H
  • Tourada é tortura; não é arte nem cultura!
    fim às touradas | 01.07.2008 | 21.28H
  • por acaso a RTP, tambem já proibiu os filmes pornograficos e as novelas que diariamente exibe´há gente muito mesquinha, por ventura esta gente que se diz gente, não come carne, não come peixe,não anda calçado, não tome medicamentos, por favor não sejam ipocritas, os defensores dos pobres animais por ventura serão mais animais do que os próprios animais, isto é tudo uma grande fachada,anda tudo a comer do mesmo, todos querem é um tacho, á que ter vergonha,pois tudo veio ao Mundo com um fim e os touros vieram para ser lidados touriados e mortos razão da sua existencia,se assim não fora os ganadeiros nem tão pouco os criavam, dedicavam-se a criar caracois que tambem são aninais e por sinal até são bem bons.
    Joaquim Dias | 30.06.2008 | 19.49H
  • Só queria assistir a uma largada de touros numa localidade onde estivessem manifestantes anti-tourada e depois ver a largada de touros para cima deles... ia ser lindo ver o animal coitadinho a furar as entranhas desses pseudomoralistas.... liberdade é poder escolher e eu escolho a festa brava....
    o antivegetarianos | 26.06.2008 | 23.18H
  • Ora, a tourada podia ser cultura há 20 anos, mas também ninguém se preocupava com a desflorestação ou com a poluição. Há 500 anos não se preocupavam que os escravos também eram pessoas. Mas o mundo evolui e por isso temos na sociedade bastantes activistas anti-touradas. Não concordo também com os filmes violentos que podem despoletar nas crianças várias fantasias que as podem levar a estados de loucura, etc, mas acho que o que menos faltava na sociedade era que a televisão promovesse a flagelação dos touros ou de outros animais. As crianças a partir dos 5 anos e ainda mais os adolescentes têm a perfeita noção de que os filmes não são realidade, e se um ou outro não o têm, é excepção. Mas as touradas são uma realidade violenta e já lá vai o dia em que o povo se divertia ao vê-las. Pelo menos as pessoas coerentes, que percebem que todos os animais têm direitos, racionais ou irracionais, e a tortura não é algo de que os animais estão desejosos de sofrer na pele.
    David | 23.06.2008 | 01.19H
  • Mais uma tourada ontem com três gatos pingados.. o Campo, está realmente cada vez mais pequeno...
    Anti-Tortura | 20.06.2008 | 11.35H
  • A ignorância tem um preço. Nisso penso estarmos todos de acordo. Por vezes o preço é a existência de pseudos-qualquercoisas que escrevem em jornais que se tivessem preço ninguém compraria. Em todo o caso e, porque a vida custa a todos, para se conseguir pagar os almoços que deixaram de ser grátis a verborreia a metro tem que ser debitada, partindo do princípio que quem a irá ler será mais ignorante do que quem a escreveu, imprime-se qualquer coisa. Como é o caso deste artigo de opinião "Touros". Que, como o meu comentário, vale apenas o que vale. Advoga a tese de que, quanto pior, melhor, ou seja, porque há violência (ficcionada) noutra programação e porque há violência (noticiada, com fins informativos, e não provocada) em telejornais, então deve poder haver sempre violência em qualquer programação, sem restrições, incluindo a violência tauromáquica – que, ao contrário da outra, é real, factual, é provocada com fins lúdicos contra animais que são barbarizados para mero gáudio de quem daí retira prazer e para lucro de quem se quer sustentar a partir da violentação destes. Para César das Neves, que se refere à decisão do tribunal (suportada, entre outros, pelos testemunhos de dois reputados e experientes psicólogos clínicos e de um reputado professor universitário e investigador de biologia e comportamento animal, assim como por uma norma prevista numa lei) como “tolice das leis e autoridades”, a solução para o facto de haver excesso de violência e de programas deseducativos e negativamente influentes na televisão será, pelo que se percebe do que este escreve, não impor limites alguns, não tentar restringir violência alguma, menos ainda quando indivíduos estiverem realmente a ser torturados para que esses programas se façam, devendo-se antes, talvez, liberalizar a violência televisionada, exaltá-la no seu extremo, em nome da liberdade, para não cairmos na “tolice” de a tentar limitar, não vá a sociedade progredir de forma “tola”, respeitando liberdades maiores (como a libertação de todos os indivíduos da ameaça da tortura) em detrimento das menores (como a libertação de alguns indivíduos da ameaça de não poderem violar as liberdades fundamentais de outros indivíduos), deixando os cultores de muitos maus valores do passado, como César Neves, a sentir-se ainda mais desfasados de um tempo que (felizmente) já não representa aquilo que estes defendem. Não há volta a dar. Portugal terá cada vez menos analfabetos, consequentemente cidadão mais informados, consequentemente menos ignorantes e como consequência as touradas irão acabar! Olé!
    Prático | 19.06.2008 | 15.39H
  • Que ironia tão subtil, a deste senhor! Deve ser a pensar na violência actual que ele tem feito o que pode para nos devolver à mentalidade do tempo de S. Tomás Aquino.
    Tomé de Freitas | 19.06.2008 | 02.22H
  • Não EXTEVEX, não estou irritado nem a dar espetáculo, estou a respoder-lhe, porque o EXTEVEX se dirigiu explicitamente a mim, em tom de irritado e a querer dar espetáculo, quando respondi ao comentário do COSTA PINTO ;)...Ou seja, pelo que diz, o EXTEVEX não faz absolutamente nada pelos assustos que considera prioritários, mas com toda a lata pede às outras pessoas que fazem alguma coisa pelos assuntos que para elas são prioritários que das duas uma, ou sigam o exemplo do EXTEVEX e não façam nada mantendo-se à espera que os outros façam por si, ou então que se desliguem das suas causas porque são secundárias para o EXTEVEX a grande autoridade e façam qualquer coisa pelo que lhe preocupa a si....Bom, eu vou continuar a defender (entre outras coisas) o respeito pelos direitos dos animais, quer humanos quer não humanos, porque considero um problema prioritário e tenho noção que traz consequências a muitos outros níveis, e o EXTEVEX pode continuar sentado no seu sofazinho a tentar "mandar granadas" revelando uma total incapacidade de argumentação sobre o tema fulcral em debate =/ (e aparentemente, pelo seu ultimo post, uma incapacidade de argumentação em geral :P)....Aceito o seu beijinho e retribuo com dois beijinhos ainda mais fofinhos =) **...ahh, já me esquecia de o relembrar, o paxil EXTEVEX, o paxil!!!
    XEVETXE | 18.06.2008 | 23.50H
  • XEVETXE, vocé está mesmo irritado, ou é só para o espectáculo, tal como as actividades activistas ;) O que neste momento eu faço pelo mal B é, neste preciso momento, tentar com que se parceba que enquanto se gastam aqui. neste assunto secundário, milhares de palavras, essas palavras não são gastas aqui para discutir o assunto B. Bom divertimento ;). E um beijinho de boas noites, criancinhas...
    EXTEVEX | 18.06.2008 | 21.55H
  • EXTEVEX!! Fiquei feliz de ver que entendeu que um erro não á justificavel com outro 1000 vezes pior =D....aiai, sou tão bom professor, até para criancinhas ::)...mas infelizmente não lhe consegui fazer entender a segunda parte do meu texto =(...oohhhhh...eu pensei que tinha escrito de uma maneira muito básica, mas pelos vistos não chegou...='(...mas vou tentar outra vez =D!! não custa, porque isso já foi mais que comentado de forma simplificada em muitos comentários por ai escritos, por isso é só repetir a lenga-lenga do constume...Não existem activistas que se dediquem exclusivamente ao problema das touradas, existem pessoas que se preocupam com causas, entre elas, os direitos humanos e os direitos dos animais (não humanos), e muitas outras obviamente, tais como, por exemplo, ambiente, responsabilidade e desenvolvimento sustentável, guerras, blablablabla, e que se mexem por fazer qualquer coisa por um mundo melhor, dentro do que está ao seu alcance....Ou seja, existem pessoas empenhadas em acabar com o mal, e que se dividem por organizações que se dedicam a uma causa em concreto, não estando obviemente ninguem obrigado a pertencer apenas a uma ong...bom, se calhar não está suficientemente simples para o Extevex, mas agora a olhar pas horas tenho mais que fazer portanto vou mas é passar adiante...fala de deveres, dever de resolver o mal pior antes do menos mal...(bom, eu na minha explicação referia explicitamente que hipoteticamente o mal A tinha uma solução mais imediata, mas deixemo-nos de generalizações que isso baralha muito a cabeça do Extevex pelo que vejo)....eu não tenho o dever de acabar com o mal que outros começaram e dão continuação, tento combatê-lo porque tenho um sentido e responsabilidade etica que mo dizem que o devo tentar fazê-lo, e batalho não só pelos direitos dos animais, mas também por tudo aquilo que considero no meu entender que está quer eticamente quer moralmente errado....o Extevex, faz alguma coisa para acabar com o mal B?? Aliás, faz alguma coisa para acabar com algum mal que seja?? Passe bem, e relembro-o, não se esqueça de tomar o paxil =/
    XEVETXE | 18.06.2008 | 18.54H
  • Portugal com problemas sociais muito graves e os meus amigos já estão há vários dias a discutir uma decisão de um Tribunal sobre o horário de emissão de uma tourada. Francamente.. Eu adoro animais, já me envolvi em confusões com estranhos para defender os direitos dos animais mas, muito sinceramente, acho que alguns comentadores estão a exagerar com as suas opiniões, as quais, em boa verdade, não alteram nada. Pensem um pouco: independentemente da hora de emissão de uma tourada na TV, a verdade é que os espectáculos vão continuar.
    FM | 18.06.2008 | 18.19H
  • EXTEVEX eu não o coloquei na perspectiva do criminoso, estava mais a pensar que você estivesse interessado no contrário, mas se de facto a sua mente o leva a colocar-se nessa pele, aí, tem razão. É que não estava a falar dos toureiros ou touradas, estava a falar de si! Não entendeu, pois não?... Ok, não faz mal... AH, é verdade, se de dois males A e B o B for muito maior do que o A, então de facto não há o direito de continuar a praticar o mal A. Mas, o direito de praticar um mal, seja ele qual for, nunca existe!!! Exista mal B ou não, o mal A nunca será um direito. Só que há uma coisa fundamental que lhe escapa: é que aqui não se está a falar de 'direitos', mas de 'deveres' e, sendo assim, existindo A e B você tem o dever de tentar primeiro resolver o mal B, e só depois atacar o mal A! Se não o fizer ou é cobarde ou é cruel. Difícil entender, hm? É aí que o vosso gang falha! Falam muito de direitos e esquecem os deveres!
    EXTEVEX | 18.06.2008 | 18.18H
  • Uffff... já falam em invasão de propriedade privada, em prender toureiros, e forcados, etc... Devem ser os 'democratas' especialistas libertar os outros das garras dos inúmeros monstros humanos que para aí há ;) Não lhes chegou a aventura iraquiana, onde demontraram a sua fraca inteligência para a percepção da coisa, apesar de nela terem teimado até à náusea. Boa gente, esta, hm? :)))
    anónimo | 18.06.2008 | 18.05H
  • EXTEVEX, seu pateta*exp[1000], pelo que diz, se eu fizer um assalto a uma loja de conveniência e roubar o dinheiro todo, mais umas bebidas e tabaco, mas deixar o comerciante vivo, o meu crime é perfeitamente justificável para o EXTEVEX pelo facto de que era mil vezes pior se eu tivesse assaltado a loja e no final desse um tiro no comerciante que estava de braços levantados atrás do balcão...O que mostra é que a sua capacidade de entendimento do meu comentário não chega ao que seria minimamente esperável. Mostra inclusivé que não entende os mecanismos básicos da medicina quando pateticamente o compara com uma coisa que não tem nada a ver. Desculpe, mas acho-o completamente desencefalizado. Tentando fazer-lhe uma explicação "para burro" (não sei se tenho jeito para isto, e aqui não dá para fazer desenhos, mas vamos lá ver o que sai ;) ), quando praticamos dois males desnecessários, ambos tem um impacto negativo na sua vizinhança, e ambos tem de acabar, para que tudo fique melhor, certo? Sejam estes males o mal A e o mal B. Se por acaso um destes males for mais maléfico que o outro, seja o mal B, não temos o direito de continuar a praticar o mal A pelo facto de existir o mal B, porque ambos influenciam negativamente a sua vizinhança e nós não queremos isso, certo? Portanto, se hipoteticamente for mais imediato por termo ao mal A do que ao mal B, vamos a isso!! Entendeu?? (afinal de contas é para acabar com os dois =D). Particularizando para o ser humano, este vive em sociedade e organizada, e por outro lado, individualmente tem a capacidade de se dedicar a mais que uma tarefa num espaço de tempo majorado, pelo que trabalhar por pôr termo ao mal A não implica que não consiga trabalhar para pôr termo ao mal B, ou que não exista na sociedade outros elementos que se dediquem exclusivamente a acabar com o mal B. ficou tudo claro? Acho que é a versão mais geral e pateticamente simples que eu podia arranjar sem fazer desenhos (obviamente que não é generalizável para a medicina, onde o mal a que se refere é um mal necessário =D ahahahahah que patetice XD, até me sinto mal por ter de explicar uma coisa tão básica). Para todos os efeitos, isso não era o ponto essencial do meu anterior comentário, é apenas uma ponta retirada fora de contexto, portanto, deduzo que não tem nenhum argumento inteligente para refutar o que eu disse anteriormente ao sr Costa Pinto. Passe bem e bom paxil.
    XEVETXE | 18.06.2008 | 18.01H
  • Que se feche a sala do Museu. Que se mande prender os toureiros e os forcados. Que se faça um santuário aos toiros. Que se invada as herdades dos donos dos toiros e que se liberte os toiros dos currais. É caso para citar um antigo radialista já falecido: "Minha Nossa Senhora, ao que este país chegou".
    FM | 18.06.2008 | 16.49H
  • MUSEU DE MONTEMOR-O-NOVO--- "A história da Tauromaquia remonta a tempos longínquos. Não se sabe ao certo quando esta arte teve início. Portugal é marcado por uma grande tradição tauromáquica e Montemor-o-Novo não é excepção. Já no século XVI se realizavam corridas de toiros nesta cidade, o que revela uma longa tradição na prática do toureio. Nela podemos encontrar uma rica e variada colecção de elementos ligados às corridas de touros. Destacam-se os trajes de toureiros, como o de Luís da Veiga, bem como peças de outros toureiros e forcados da cidade."Temos que fechar a sala do Museu!
    ANONIMO | 18.06.2008 | 16.11H
  • "Na sequência das opiniões anteriores pelos leitores do Destak, vem a Administração da RTP - Rádio e Televisão de Portugal, lamentar e repudiar profundamente o seu teor. Perante a gravidade e irresponsabilidade das afirmações, esta Administração reserva-se o direito de, por ocasiões de futuras transmissões de touradas, accionar todos os mecanismos legais ao seu alcance para que as mesmas sejam transmitidas nos horários por nós definidos e não em horários impostos judicialmente". CONCORDO COM ESTE COMUNICADO. Não se pode deixar os Tribunais intrometerem-se nos horários da programação das Televisões.
    ALVARINHO | 18.06.2008 | 15.42H
  • A UEFA vem informar que o sr Viriato está morto há séculos e não é chamado para este caso. Mais informa, que o sr Madaíl afirmou que agora não podia falar do futebol português, porque está de férias na Suiça e tem passado o seu precioso tempo a deglutir rebuçados e caféz com leite, além de disfrutar da companhia de umas meninas que não se sabe bem quem ofereceu, mas desconfia-se...!A UEFA lamenta que o futebol português esteja ao nível a que chegou, por isso, assim que se decidirem por castigar quem é corrupto, a UEFA irá tomar as medidas necessárias!
    Comunicado da UEFA | 18.06.2008 | 12.35H
  • Na sequência das opiniões anteriores pelos leitores do Destak, vem a Administração da RTP - Rádio e Televisão de Portugal, lamentar e repudiar profundamente o seu teor. Perante a gravidade e irresponsabilidade das afirmações, esta Administração reserva-se o direito de, por ocasiões de futuras transmissões de touradas, accionar todos os mecanismos legais ao seu alcance para que as mesmas sejam transmitidas nos horários por nós definidos e não em horários impostos judicialmente. A FPF volta a apelar ao bom-senso e serenidade de todos os agentes do futebol português, tal como tem vindo a ser praticado pelo Dr. Gilberto Madaíl, tanto mais, que a Selecção Nacional está a poucas horas de disputar um jogo decisivo na fase final do Campeonato da Europa de 2008. O sucesso da Selecção e da FPF representa também um acrescento de prestígio para todos os clubes, dirigentes, atletas e demais agentes do nosso futebol. A FPF e o seu Presidente, membro do Comité Executivo, não podem deixar de fazer notar que - como era sua obrigação e como desde sempre garantiu - manteve total neutralidade no processo que conduziu à admissão do FC Porto na edição da 2008/2009 da UEFA Champions League, tal como, aliás, foi esta terça-feira publicamente reconhecido pela própria UEFA.
    Viriato | 18.06.2008 | 11.57H
  • COSTA PINTO tem razão. Não há criança nenhuma que não tenha ouvido falar da Madeleine McCann, comentada pelos temores paternos; seguem os telejornais; os Morangos sem Cérebro e restantes telenovelas acéfalas e estão todos enxofrados por causa de 4 ou 5 touradas transmitidas por ano... Se não têm nada que fazer/dizer, mais vale brincar com a pilinha!
    Giordano Bruno | 18.06.2008 | 11.34H
  • OTNIP ATSOC (ANTI-COSTA-PINTO), o melhor é você não dizer mais nada. Quando abertamente sugere que uma coisa errada não é justificável por outra mil vezes mais errada, o que mostra é que a sua capacidade de entendimento não chega ao que seria minimamente esperável. Mostra inclusivé que não entende os mecanismos básicos da própria medicina, que usa coisas erradas precisamente para atacar coisas mil vezes mais erradas. Desculpe, mas acho-o completamente parvo. Está a dedicar grande parte do seu tempo e energias à coisa errada, e, portanto, deixa de poder dedicá-lo à coisa que está mil vezes mais errada!!! Se a coisa mil vezes mais errada já não existisse, então teria sentido a sua luta. Mas só nesse caso, será que percebe? Trata-se de uma questão de ineficiência, sabe? Você, e a sua trupe (não sei se vos poderá chamar 'gang'), se medirem a vossa eficiência, que é o resultado obtido sobre a energia dispendida, vão ver que é mil vezes inferior àquela que se devia esperar. Vocês são, por isso, uns paspalhos, a chamarem de ignorantes os que se recusam a ir por o mesmo caminho que vocês. Onde é que estão os vossos textos sobre a imagem aqui deixada pelo anterior comentário?
    EXTEVEX | 18.06.2008 | 11.27H
  • Mais um aspecto imperdoável da tourada: http://www.guardian.co.uk/world/gallery/2008/jun/1 7/iraq?picture=335049017
    anónimo | 18.06.2008 | 11.09H
  • Confirmado; críticas pessoais do anónimo: gente desinteressante e maçadora, alucinados.. tem mais algumas q queira partilhar??Começo a reunir uma excelente análise de conteúdo.. E mais, contrariamente ao que diz, o assunto não está esgotado, até pq ele ainda agr começou a dar sinais de que algo não vai bem, o que esgotou foi os seus argumentos e o seu tempo de antena.. poupe-se e dê espaço a opiniões que realmente merecem ser "ouvidas".
    Psi | 18.06.2008 | 09.45H
  • COSTA PINTO, seu pateta, desde quando é que mostramos a pedofilia ou qualquer outra violência apresentada num qq telejornal como uma forma de diversão e desde quando é que apresentamos um pedófilo como um heroí?? Deixe-se de tretas, a tourada é apresentada como uma festa e o toureiro como um heroí, é completamente diferente o impacto que isto tem numa criança...E pode poupar o esforço de puxar pela moleirinha à procura de qualquer outra coisa parecida, porque não justificamos uma coisa errada com outra coisa errada, mesmo que a segunda seja mil vezes mais errada. A tourada é um erro que vai acabar mais tarde ou mais cedo, da mesma maneira que acabou a pena de morte ou o linchamento em publico ou outras patetices que fizeram parte da nossa cultura no passado e desapareceram porque a proporção de patetas à la costa pinto tornou-se consideravelmente inferior à proporção de pessoas sensatas. Passe bem e bom xanax.
    OTNIP ATSOC | 18.06.2008 | 02.06H
  • Não confundam ficar-se sem argumentos com perder-se o interesse em conversar com gente desinteressante e maçadora. Por muito que se agitem e para aqui atirem textos copy/paste, quanto mais o fazem menos clientes têm. O assunto está esgotado, já cheira mal. Mas vocês continuam a debatê-lo, não dando sequer conta disso. Digo isto para vos ajudar a sair desse marrar constante na mesma coisa, como o fazem os vossos amigos toiros.
    anónimo | 17.06.2008 | 20.48H
  • Ó METELLO, a sua devoção à causa é canina. Não vai fazer outra coisa nem que acabe o mundo à sua volta. Deixa de ter piada falar para um alucinado, sabe. Mais vale deixá-lo a lucinar sozinho.
    anónimo | 17.06.2008 | 20.44H
  • não podemos ver touradas!, temos de proteger as crianças!, mas falamos e mostramos casos de pedofilia todo o dia, e a toda a hora. E a violência nos telejornais? deixem-se de tretas, tourada é arte, faz parte da cultura do povo!
    costa pinto | 17.06.2008 | 20.24H
  • Sem dúvida Nuno Metello.. Quando chega à parte em que a malta fica sem argumentos.. ou começam as críticas pessoais ou as ameaças.. de facto, algo que até pode ter interesse para uma tese na área da psicologia.. vou pensar sobre isso.. obrigado pela dica ANÓNIMO.
    Psi | 17.06.2008 | 20.20H
  • ANÓNIMO, deve ser muito desagradável ficar sem argumentos, ver todas as suas desculpas derrubadas e desmascaradas e não ter nada de relevante para dizer. Criticar dessa maneira, sem debater ou justificar o que escreveu é próprio de uma criança de 5 anos e não tem validade em termos argumentativos. Imagino como se deve sentir. A sua resposta diz tudo. Conteúdo: zero. A seguir deve partir para as críticas pessoais.
    Nuno Metello | 17.06.2008 | 19.35H
  • NUNO METELLO, o seu peixe está podre, não vale a pena tentar vendê-lo mais nesta praça. Já todos sabem que fala muito mas diz pouco. Dedique-se à pesca. Da lula! :)
    anónimo | 17.06.2008 | 19.11H
  • O Contribuinte deve ter a mania que é vidente ao tentar pornos a reflectir! Que vá fazendo alguma coisa e deixe de de acusar quem não sabe e trabalha honestamente!
    ANONIMO | 17.06.2008 | 18.26H
  • Os defensores das touradas, sem um único argumento valido, acusam as pessoas que querem acabar com a barbárie (sem as conhecerem), dizendo que se estas defendem o fim do sofrimento desnecessário resultante das touradas têm que ser necessariamente indiferentes ao sofrimento entre seres humanos. Qualquer pessoa racional consegue perceber que tal raciocínio não tem o mínimo valor. O preconceito especista leva a maioria das pessoas a crer que os animais não humanos são necessariamente menos importantes, um «assunto acessório», apenas porque não pertencem à nossa espécie (raciocino que segue a mesma lógica do racismo de outras formas de preconceito arbitrário). Sofrimento é sofrimento, independentemente da raça, sexo ou espécie de quem sofre. Não é por haver violência entre humanos que o sofrimento não humano deixa de ter importância. Todo o sofrimento importa. Os activistas dos direitos dos animais falam por aqueles que não se podem defender, que não podem falar por sim, mas isso não quer dizer que não se importem com humanos. Na verdade, as pessoas que lutam pelo fim da exploração dos animais geralmente preocupam-se com outras formas de injustiça. Não existe incompatibilidade de causas. Não conheço pessoalmente um único defensor dos direitos dos animais, ou defensor do fim das touradas, que diga que o sofrimento de seres humanos é pouco importante ou acessório, mas já ouvi muitos defensores da exploração animal a dizerem que o sofrimento animal é acessório ou pouco importante. Nunca vi um único activista dos direitos dos animais a criticar aqueles que ajudam os humanos. Mas tenho visto o contrário. Isto são pessoas que dedicam o seu tempo a criticar aqueles que querem fazer alguma coisa de bem, quando na maioria dos casos essas pessoas nem sequer fazem nada por humanos ou não humanos. Mais do que uma preocupação genuína com os humanos que sofrem, este argumento parece-me uma desculpa para se continuar a torturar animais. Ao longo da Historia, muitas pessoas que lutaram pelos direitos humanos, lutaram simultaneamente pelos direitos dos animais (será que grandes pacifistas defensores dos direitos humanos e de grandes causas, como Gandhi e Tolstoy, não se preocupavam com os humanos só porque defendiam o tratamento éticos dos não humanos?). Só porque queremos acabar com as touradas, isso quer dizer que não queremos saber dos problemas que afectam humanos? Que raciocínio mais tosco, absurdo e patético! Será que o Dalai lama não se preocupa com os humanos só porque também quer a abolição das touradas? E Albert Schweitzer? Será que não se preocupava com os humanos só porque era contra as touradas e outras formas de exploração de animais? Schweitzer provavelmente fez mais pelos humanos necessitados do que a maioria das pessoas que estão aqui a gastar tempo a criticar. No entanto também teve tempo para lutar pelos animais e para fazer muitas outras coisas. Teve a inteligência de reconhecer que o sofrimento não passa a ser acessório só porque muda a espécie do ser que sofre. Lutou pelos humanos e pelos não humanos. Porque não existe incompatibilidade entre essas causas. É assim tão difícil entender isso? Finalmente, não percebo porque que algumas mentes limitadas perdem tanto tempo a criticar aqueles que querem reduzir o sofrimento que há no mundo. Talvez fosse melhor se dedicassem o tempo que perdem com críticas básicas e assessorias a fazer alguma coisa de útil.
    Nuno Metello | 17.06.2008 | 17.46H
  • PARA REFLECTIR: já repararam que a grande maioria dos comentários às notícias do Destak são efectuados até às 17h30? Qual é o motivo? Será porque a grande maioria dos cibernautas que navegam até às 17h30 são funcionários públicos? Provavelmente... Depois, há quem tenha o descaramento de desmentir aqueles que acusam os funcionários públicos de improdutividade...
    UM CONTRIBUINTE | 17.06.2008 | 17.23H
  • Sinceramente desconfio que o César das Neves encheu o peito de ar e resolveu "apanhar uma carga de porrada" a bem do jornal onde escreve. Devem tirar papelinhos para a sorte decidir quem é o próximo desgraçado a trazer o fórum a níveis de popularidade nunca antes vistos. Mesmo que para isso o comentador tenha que assumir uma posição imbecil em relação às touradas. O assunto vende e nós indignamo-nos dando-lhes cliques que lhes dão publicidade. Encontramo-nos todos no fórum da semana que vem.
    Anti tauromafia | 17.06.2008 | 14.14H
  • Já foram a um açougue? Podiam ver os homens a cravar a choupa (Ponta de ferro ou aço, de dois gumes e cabo curto, para abater as reses no matadouro) entre os chifres dos coitadinhos dos bois para os abater e depois darem bons bifes com sangue.Vou passar a vegetariano!!!
    ANONIMO | 17.06.2008 | 13.29H
  • Bem, esta conversa deixa-me fome de um bom bife...em sangue! E depois apetece-me ir ver a Sónia Matias com a minha filha de 6 anos que adora tourada...E esta hem????
    Giordano Bruno | 17.06.2008 | 12.48H
  • BRAVO Eugénia Ramiro!!!
    João Serra, Lisboa | 17.06.2008 | 12.07H
  • Caro senhor João César das Neves, Tive a oportunidade de ler o seu artigo intitulado “Touros”, o qual tem suscitado algumas reacções, pró e anti-touradas. Uma primeira e apressada leitura do artigo supracitado, fez-me acreditar (corrija-me se estiver errada) que, mais do defender ou criticar as touradas, o senhor quis opinar sobre o argumento subjacente à proibição da sua transmissão televisiva – a violência inerente à tourada e a sua capacidade de influenciar negativamente a formação de crianças e jovens – o qual considera falacioso, na medida em que muita da programação televisiva (incluindo a específica para esse público alvo) contém elevados níveis de violência. E, se esse for o ponto central da questão, estamos em total concordância. Confesso, todavia, que não fiquei esclarecida sobre se é contra ou a favor da “arte” (permita-me as aspas) tauromáquica, o que teria sido importante. Assim, o artigo suscita-me os seguintes comentários/dúvidas: 1 – A tourada é, inegavelmente, um “espectáculo” muito violento, não só de ver, mas sobretudo violento para os animais não-humanos envolvidos e, neste sentido, o nível da discussão não deveria situar-se no plano da sua (não) transmissão televisiva mas no da sua abolição. É indiscutível que a tourada tem raízes culturais em Portugal, mas a tradição não pode justificar a perpetuação de um divertimento que envolve o sofrimento involuntário de seres inegavelmente sencientes. 2 – Se, porque existe violência em muitos outros programas televisivos vistos por crianças e jovens, podemos e devemos apresentar-lhes touradas (ou , quem sabe, por exemplo também lutas de cães ou de galos), já que não estamos a agravar os elevados padrões de violência a que estão habituados? 3 – As características do paradigma antropocêntrico e a visão de que os animais não humanos são insensíveis permeiam a nossa cultura, o que nos permite compreender por que os animais continuam a ser tão mal tratados pelo Homem. Em nome da superioridade intelectual que advoga, o Ser Humano não terá a obrigação moral e ética de compreender e recusar veementemente a violência gratuita, como diversão ou com qualquer outro fundamento? 5 - Aos aficcionados de tourada deixo apenas um apelo à sua sensibilidade e bom senso para que encontrem formas alternativas de diversão e de estímulo da sua adrenalina, as quais não envolvam o sofrimento alheio. Julgo que esta posição não fere direitos e liberdades humanos, concretamente o direito de gostar, porque, ao contrário do que diz o ditado, o gosto discute-se, educa-se, trabalha-se e melhora-se, sobretudo quando os nossos gostos violam claramente os direitos dos outros (como acontece com a tourada ao envolver o massacre de touros e cavalos). Acredito sinceramente que a tradição não sairá trilhada, mas antes reforçada pela natural evolução do Ser Humano enquanto ser inteligente e sensível. Respeitosamente, Eugénia Ramiro
    Eugénia Ramiro | 17.06.2008 | 11.52H
  • shhhh... e continuam... :) bestial!
    anónimo | 16.06.2008 | 14.37H
  • TOUROS------”Um bebé ao nascer deu o primeiro grito de choro e pensou; Deus queira que o meu pai não seja: toureiro, cavaleiro tauromático, forcado, bandarilheiro, etc.; senão muitas barbaridades terei que ouvir.” Deixem-se de bitaites, mandem a vossa opinião para o email do Dr.(Aposto em baixo do nome) e ele vos responderá de certeza. A mim tem respondido sempre.
    ANONIMO | 16.06.2008 | 12.52H
  • Olha o LABOUR, outro com a conversa do "animais-sim/pessoas-não"....Hellooo, é preciso fazer um desenho?? É assim tão dificil perceber que a ideia é respeitar o animal não humano da mesma maneira que respeitamos o animal humano?? Vá disparatar para o seu lado em vez de vir paqui mostrar um pouco mais de ignorância, como se não chegasse a do Dr. João das Neves...Farto de gente parva sem sentido...
    anónimo | 16.06.2008 | 01.42H
  • Hei, os animais-sim/pessoas-não estão se a passar, ou é minha impressão? É que já está tudo a disparatar cada um para o seu lado :)
    LABOUR | 15.06.2008 | 22.59H
  • Os toureiros são uns complexados! Basta olhar para os testículos do touro para perceber porquê.
    hermafreudiano | 15.06.2008 | 18.44H
  • Já vi quinhentos mil comentários em que se compara filmes e desenhos animados com touradas. Meus senhores será que é preciso fazer um filme para vos explicar a diferença entre a ficção e a realidade! E já agora que se fala em violência deixe que lhe diga que o seu artigo é extremamente violento porque ofende a inteligência de todos nós.
    Vanda | 15.06.2008 | 18.41H
  • Se morrer na arena é morrer com dignidade os toureiros não deviam ir para a enfermaria.
    Dignidade é para todos! | 15.06.2008 | 18.35H
  • Eu acho uma graça neste país toda as pessoas se acham no direito de discutir sentenças dos tribunais. Lá diz o ditado "de médico, advogado e louco todos temos um pouco" não é Sr.Dr. César das Neves.
    Luz | 15.06.2008 | 18.31H
  • QQQ, ao ler essa do Dalai Lama, vejo que o QQQ adora teorias de conspiração =D...pronto, eu estou-me a rir, mas não devia porque infelizmente o problema do Tibet é um problema real, e de longa data...agora deu-se alguma atenção mediática, mas de muito pouco serviu, os abusos dos direitos humanos continuam e vão continuar durante muito tempo enquanto existirem pessoas que tal como o QQQ, nas suas palavras, encontram uma forma de "lavar as suas mãos"...É uma tristeza, e é uma situação que está longe de se passar apenas pelo Tibet, e tambem não se passa apenas em território chinês...relativamente à questão do Líbano, que aparentemente tanto o preocupa, fez alguma coisa?? Mexeu-se de alguma maneira para a sua voz ser ouvida?? Consigo advinhar que não, mas não consigo perceber porque é que puxa um assunto ao barulho e depois critica aqueles que se mexeram por melhorar aquilo que aparentemente tanto o preocupa, que na verdade parece-me que não o preocupa assim tanto, está apenas a tentar atirar umas granadas aqueles que passam das palavras aos actos e que dão a cara por isso...tambem não percebo o seu complexo com petições e manifestações; diz que não há debates, e mais uma vez lhe digo, usando as suas palavras, que se calhar o QQQ anda distraido!! Os debates existem, e são eles que geram as manifestações e petições, que são tão importantes para "contar o número de cabeças" e mostrar que são muitas as pessoas que estão preocupadas com o assunto. É facil encontrar informação sobre debates e tertúlias na internet, mas nem sempre é facil levar um debate para a televisão, onde só entra a informação que interessa às pessoas que dirigem o respectivo canal, ou a informação que se torna evidentemente escandalosa na actualidade...Infelizmente, "A partir do momento em que um problema emerge a sério nos orgão de informação, ele" NÃO "estará 75% resolvido", seria muito simples fazer do mundo um bom lugar para viver se assim fosse (bom, mas obviamente que nem precisava de comentar isso, é uma patetice tentar atirar uma percentagem ao ar dessa maneira :P XD)...Como é evidente, as pessoas que participam em manifestações, debatem entre amigos, familiares, colegas, etc, os problema pelo qual se preocuparam em ir para a rua dar a cara e manifestar-se, não se procupe com isso ;), as manifestações não são agradaveis como a esplanada de um café, quem vai, vai porque quer mesmo fazer qualquer coisa pelo considera ser correcto, porque tem consciência que existe um problema e que vale a pena investir algumas horas e energia do seu tempo de vida para que outras gerações possam viver num mundo melhor. Quanto aos "Chemtrails", tem alguma evidência cientifica do que se diz?? Se souber alguma coisa que eu não sei, por favor partilhe comigo e com todos, organize debates sobre o tema para que mais pessoas sejam informadas, se isso não for "apenas a brincar" (nas suas palavras ;), aplicam-se sempre tão bem a si!)...essa história dos chemtrails não é novidade para mim, como aparentemente é para si, já se fala disso à uns anos, e já tive tempo para ligar o meu filtro e entender que existe muito louco a escrever o que lhe vem à cabeça na internet, sem qualquer tipo de fundamento científico, ao estilo de uma história de bruxaria, contudo, quem sabe, pode ser o QQQ tão preocupado com o assunto a mostrar-me que estou errado e que existe qualquer coisa que eu não sabia ;)...Finalmente, se para si o problema do respeito pela vida de animais, humanos ou não, e comportamento ético é um problema "acessório", "secundário", então sugiro-lhe que vá fazer alguma coisa util para resolver os "problemas sérios" em vez de desperdiçar o seu tempo a argumentar pateticamente porque é que os activistas não deviam fazer nada por nada...
    ANARCHOVSKY | 15.06.2008 | 18.15H
  • Segundo os PIC (Pessimistas de Inspiração Católica), notavelmente aqui representados nesta regular coluna, o homem é mau, caminha para a desgraça e tem de ser limitado nos seus direitos. E para que isto seja claro, é necessario mostra-lo de tempos a tempos em espectáculos de horror, sejam eles guerras ou agressões a outros animais. Professor Cesar das Neves, mais uma vez parabéns pela sua coerência!
    Obama | 15.06.2008 | 17.47H
  • Vou reforçar o que disse. Quando o senhor diz:"...na Antiguidade as pessoas eram bárbaras, e viam gladiadores e combates de feras, tinham escravos e autos-de-fé." Deveria ter dito as pessoas viam violência real e consideravam-na moralmente aceitável e infelizmente continuam a assistir a essa violência de forma indiferente quando é dirigida aos animais não-humanos. A razão? discriminação especista. Cumprimentos
    Justiçeiro | 15.06.2008 | 17.24H
  • Sr. Neves sem querer faltar-lhe ao respeito, há uma diferença fundamental entre as touradas e os desenhos animados ou filmes violentos, e até a violência real emitida nos telejornais, que lhe passou completamente ao lado. A violência contra os animais não-humanos das touradas é real e mostrada como algo de positivo e glorificante por quem a perpetua, obviamente vai influenciar negativamente as crianças, que vão formar a ideia de que torturar um animal é eticamente aceitável. Pelo contrario a violência dos desenhos animados ou filmes, até pode muito bem ser entertenimento mas não é real e muito menos mostrada como algo de positivo. A violência real dos telejornais é obviamente mostrada como algo de negativo e eticamente condenável.
    Justiçeiro | 15.06.2008 | 17.17H
  • João Luís César das Neves é licenciado em Economia pela Universidade Católica e obteve o grau de Mestre em Investigação Operacional e Engenharia de Sistema pelo Instituto Superior Técnico, e de Economia pela Universidade Nova de Lisboa; obteve o grau de Doutor em Economia pela Universidade Católica Portuguesa. É docente na Universidade Católica Portuguesa desde 1980 e do Instituto de Altos Estudos Militares desde 1997. Repare Luísa que este Senhor é tanta coisa e ainda não é capaz de ter uma consciência crítica e renovada nos comentários que faz e nas ideias que apresenta... limita-se a aceitar uma realidade que coloca Portugal, também nesta matéria, de costas viradas para o desenvolvimento! E não só se limita a aceitar como a criticar o movimento de todas/os aquelas/es que lutam por um mundo melhor, mais justo, onde possamos ser mais felizes, viver melhor e em harmonia. Critiquemos quem queira por fim ao bem, não quem queira acabar com o mal!
    TF | 15.06.2008 | 16.47H
  • Eu quero que parem de torturar os animais por sadismo. quero que as pessoas sejam educadas e que possamos criar uma nova sociedade livre destes torturadores, de gentes que só se movem por interesses económicos e pessoais. Touradas na Tv nem de dia nem de noite, nem antes nem depois das 22h30. Concordam em torturar seres humanos na televisão antes ou depois das 22h30? Pois, é exactamente a mesma coisa. Os animais têm vidas sociais, como nós, têm familias, viajam, têm momentos de lazer, sentem a dor e o prazer. Enfim, os piores cegos são aqueles que não querem ver. Eles apenas não racionalizam. E nós sim... o que é irónico... porque parece que não! Salvem os animais.
    Carlos Fernandes | 15.06.2008 | 16.25H
  • Mas quem é este senhor? É professor universitário de quê?
    Luísa | 15.06.2008 | 15.53H
  • QQQ.. mas já agora tenho curiosidade em saber... a que tipo de questões fundamentais se dedica?
    Ana | 15.06.2008 | 15.35H
  • Isto é só palhaçada acho que os tribunais têm coisas mais importantes com que se preocupar.
    Julio Jacinto | 15.06.2008 | 15.10H
  • Participou numa demonstração sobre o Tibete? waw, ANARCHOVSKY... e achou isso importante? Não percebeu que o Dalai Lama é amigo do Bush, e que estava a ser utilizado para uma vez mais tentarem destabilizar a china? E que até teve depois de meter o rabo entre as pernas e calar-se, porque os jornais asiáticos lhe descobriram a careca?... De facto, a/o ANARCHOVSKY parece insistir no que é acessório. É consigo, boa sorte. Refere também ter assinado um petição, muito bem, foi a forma que provavelmente encontrou de lavar as suas mãos, dado não se ter visto trazer o problema do bonbardeamento do líbano para discutir aqui, neste espaço, por exemplo. Assina petições para as coisas importantes, mas só dá a sua opinião própria quando se trata de coisas acessórias, ao que parece. É a forma actual de proceder, sabemos bem, leva-se a pessoa a pensar que fez uma grande coisa com um simples clicar de rato no computador, a pessoa fica satisfeita consigo própria, e já está. No debate de ideias, contudo, arreda-se do que é fundamental. Sobre as demonstrações (ou manifestações), eu até acho que não servem para grande coisa a não ser para a gente do poder contar o número de cabeças que sustentam uma dada opinião. Não há debate. Uma manifestação é estática no sentido do discurso. Toma as ideias por definitivas, e isso é demasiado elementar e pouco eficiente. Não é dessa forma que eu acho que os problemas se resolvem, mas sim trazendo-os a debate de tal forma a que eles cheguem aos media e se façam conhecer. A partir do momento em que um problema emerge a sério nos orgão de informação, ele estará 75% resolvido. É freudiano. Há gente realmente importante que tem o poder, e que sente até o dever, de os resolver, esses mesmos que iriam receber os apupos de uma manifestação de rua, por exemplo. Talvez esteja a entender-me mal, pois dá a sensação de que eu acho que as pessoas devem ir a manifestações. Pelo contrário, não sendo contra, eu acho principalmente que as pessoas devem passar a debater entre si, entre amigos, entre familiares, entre colegas, etc., de forma a que as questões venham a ser tornadas públicas pelos media. Quem determina se vai ou não ser bombardeado um país não são as pessoas vulgares (apesar da vulgaridade do acto), mas são as pessoas vulgares, pelo seu discurso, que permitem ou não permitem que tal aconteça. O problema que aqui se tem debatido é, para mim, secundário, relativamente às questões actuais do mundo e mesmo do nosso país. Estivemos há dias à beira do colapso, e o pessoal continua a dabater manicure. Um outro problema gravíssimo, que também gostaria de ver aqui debatido, é precisamente os tais "chemtrails" e o que isso está em proporção como o aumento impressionante de problemas respiratórios e de saúde em geral. Claro que não se trata de questões tão simples como a das touradas, pelo que dá mais vontade de voltar a lavar as mãos e dizer que isso é "teoria da conspiração". E então volta-se a ocupar este precioso espaço de debate com as touradas... bem mais fácil de digerir, e há sempre a possibilidade de fazer disso uma questão importantíssima aplicando a técnica de repetir a nossa indignação até à náusea... nós queremos o homo-sapiens-sapiens, e não degenerar em homo-sapiens-teimosus.
    QQQ | 15.06.2008 | 12.36H
  • QQQ, relativamente ao que penso ser o seu primeiro comentário, só este ano já se realizaram mais do que uma "manifestação quando se faz uma invasão ilegal que aniquila milhares e milhares de seres humanos" , eu participei numa relativamente à situação do Tibet em frente à embaixada da China, mas na verdade houve mais do que uma pelo mesmo motivo e em diferentes zonas do país; de facto, que eu me tenha apercebido, falar fala-se sem dúvida, mas nunca "se vê qualquer manifestação quando se vêm bombas a destruír o líbano", contudo já se viram manifestações por outros casos semelhantes ;), e desse em particular, como estamos no século 21 e podemos discutir à distância pela internet como estamos a fazer agora mesmo, podemos e assinamos várias petições a nível internacional para que a nossa voz seja ouvida pelos dirigentes dos países envolvidos nesse género de atrocidades, que infelizmente não se resumem ao Líbano, e passam-se um pouco por todos os meridianos =(...Eu já assinei uma pela paz no Líbano, foi no primeiro semestre do ano passado se não estou em erro..."Nunca se viu sequer uma manifestação destes activistas quando sobre nós, nos nossos céus, são despejadas partículas para semear nuvens, provocando doenças respiratórias em grande escala", é um facto, o que é bastante sensato visto que a história dos chamados "Chemtrails" na verdade, tem todos os contornos de uma teoria da conspiração algo infundamentada, se isso o incomoda assim tanto, sugiro-lhe que faça alguma coisa por se mexer e exigir explicações convincentes da parte dos responsaveis pelas empresas aeronauticas, debates e tertúlias para informação do publico acerca do assunto, e porque não organizar voçê mesmo manifestações e petições sobre esse caso?? A sensação de estarmos a fazer qualquer coisa, mesmo que pouco, pelo que achamos justo, e muito reconfortante, garanto-lhe ;), seria uma boa opurtunidade para perceber porque é que os activistas pelos direitos dos animais se mexem com tanto gosto contra as touradas! Infelizmente, dado a nossa realidade, estamos constantemente a ver "manifestações contra o facto de haver cada vez mais gente necessitada a ter que escolher a sua comida daquela que é deitada pelos hiper e supermercados para o lixo", e este ano já participei em duas em Lisboa, ainda que não dedicadas apenas a esse problema especifico, ele fazia claramente parte dos motivos de ambas as manifestações...Se calhar, o QQQ anda distraído a olhar para o seu umbigo, ou adormecido, sabe-se lá...Ou então o seu comentário é a brincar....Por fim, queria que me explicasse qual era o objectivo do seu comentário...tem algum fim? Acha que está errado defender os direitos dos animais?? Afinal, se é tudo "gente pronta a lutar por causas nobres", qual é o seu problema?? Passou por aqui, e entendeu que devia dizer qualquer coisa, mas não tinha nada de inteligente para dizer, nem nada a dizer sobre a discussão, então largou um desabafo de alguém muito mal informado mas que à bom português gosta de opinar sobre o que não sabe com voz de autoridade...foi isso não foi? está bom para se juntar ao Dr César das Neves =D...
    ANARCHOVSKY | 15.06.2008 | 00.29H
  • A questão é que o sr. Neves enganou-se no título: aqui estamos a falar de televisão, e não de touros. As pessoas que estão a favor desta decisão do tribunal devem ter noção que terão de aceitar uma série de outras restrições televisivas que poderão seguir-se - aliás, brevemente propostas pelo próprio sr. Neves.
    Ismael | 14.06.2008 | 22.04H
  • O que ele diz não deixa de ser verdade. O tribunal está a abrir um precedente - em breve montes de programas poderão deixar de ser transmitidos com base nessa decisão. Passaremos a ter uma televisão mais restritiva, à imagem do antigamente - e à imagem de algumas TV's norte-americanas.
    Ismael | 14.06.2008 | 22.02H
  • Ninguém que eu saiba, aqui defendeu a violência dos jogos infantis.Por isso e se estão tão preocupados com essa questão ,porque não lutam contra isso ,em vez de estarem a defender algo que de si ,é indefensável? Nem argumentos consistentes conseguem ter! Não insultem vocês a nossa inteligência, comparando algo que não se pode comparar. Nada justifica torturar-se animais por divertimento. Na minha opinião, isso só tem um nome:sadismo. Perdoem-me a sinceridade,mas é o que eu penso! -
    Lucília Ferreira | 14.06.2008 | 21.59H
  • QQQ... poupe então as suas energias não comentando artigos de jornal (considerando isso como algo acessório) e dedique-se às "suas" questões fundamentais! Aproveito para dar todo o meu apoio à luta pelo fim das touradas!
    TM | 14.06.2008 | 21.31H
  • Portugal sofre deste terrível problema: o consumo de imensas energias no que é acessório, perdendo assim o precioso tempo que devia ser devotado a questões fundamentais. Passaram trinta anos, alguns parece que desejam que a mania se mantenha...
    QQQ | 14.06.2008 | 20.55H
  • Mais cruel ainda, porém, é quem vê sangue a escorrer e se preocupa com unhas encravadas, não se preocupando com o sangue.
    QQQ | 14.06.2008 | 20.46H
  • Nem a cultura, nem a arte, nem a tradição justificam o abuso cometido contra animais para mero entretenimento! Quem se limita a aceitar a crueldade, então só pode ser ainda mais cruel!
    FIM À TAUROMAQUIA! | 14.06.2008 | 20.08H
  • LUCÍLIA FERREIRA, trata-se de uma comparação de grandeza entre os problemas, feita muito bem pelo autor do texto. Uma unha encravada é um aborrecimento e todos somos contra unhas encravadas. É ou não é? Se tivermos um unha encravada, então estamos todos de acordo que devemos tratar dela. As touradas é o mesmo. É claro que um dia mais tarde, daqui a umas décadas, talvez, é possível que as touradas terminem ou se tranformem. Mas são as pessoas que vão determinar isso, e não você. Segundo, imagine agora que ao mesmo tempo que é afectada pela unha encravada, se corta num dedo e está a escorrer sangue, o qual parece não querer parar. A pergunta é simples: quem é que você mandaria calar e ir dar uma volta à próxima esquina? Aquele que lhe estivesse a dizer para tratar com urgência da unha; ou aquele que lhe estivesse a dizer para tratar com urgência do corte? A escolha é sua, claro, mas, do ponto de vista de muita gente que não é estúpida nem vai em lengalengas coloridas de activistas coloridos, parece que o mais acertado seria afastar o ser que tanto está preocupado com a nossa unha. As touradas são unhas encravadas. A violência dos desenhos animados, filmes americanos, jogos de vídeo, jogos de televisão, etc, são sangue a escorrer continuamente dos nossos filhos e até dos nossos adultos, levando-os a situações de agressividade e alienação das quais algumas já teve a oportunidade de presenciar, nas imagens que passaram sobre a violência nas escolas, por exemplo. Ainda acha que devemos estar aqui, num jornal por onde passam milhares de pessoas, a falar de ter ou não ter sentido tratar das nossas unhas? Questões de manicure são mais leves, é certo, e sempre parece que nos estamos a dedicar a uma causa, o que muitas vezes sossega a nossa própria indolência, mas... tenhamos tento. Não insultem a inteligência das pessoas, principalmente daquelas que, pelas mais variadas razões, aqui não têm voz. Olhe, veja isto que hoje voltaram a deitar-lhe por cima: http://ca.youtube.com/watch?v=H-StOehmtG8
    QQQ | 14.06.2008 | 20.05H
  • Mais uma vez ,o Sr. João César das Neves usa o argumento de que as crianças vêem desenhos animados violentos.Acaso isto serve para justificar as touradas? Que triste argumento! Pessoas que "se babam" divertindo-se com o sofrimento de animais, são doentes. Na minha opinião, deveriam ter tratamento compulsivo, pois são um perigo para a sociedade! Em pleno séc.XXI,é inaceitável que ainda existam pessoas, que defendam estas barbaridades. Tenham vergonha!
    Lucília Ferreira | 14.06.2008 | 18.07H
  • E apesar de tudo isso que faz, MARIA MARTINS, que é louvável, e muito bem, mas... foi capaz de se mostrar tão mesquinha com o raio de uma palavra mal escrita? Uma coisa não condiz com a outra. Se calhar é porque ao ripostar ao que aqui lê está a ripostar a pessoas que imagina, e não a pessoas reais. A única possibilidade aqui é essa, bem sabemos. Mas então, entenda também que é muito fácil pelo seu discurso inicail tomá-la por mais uma dessas desmioladas pertencentes aos grupos animais-sim/gente-não que para aí há, apesar de, ao que parece, não o ser. Há, contudo, um aspecto da sua escrita que se torna um tanto ridículo, vindo de uma pessoa esclarecida: a entrada em modo de domínio, como se aquilo que vai dizer fosse a última palavra sobre as coisas e de uma utilidade imensa para a humanidade. Se fosse de facto um pouco mais consciente do local onde está, poderia, por exemplo, deixar-se dessas nuances terceiro-mundistas e, uma vez mais, focar-se no essencial em vez de no acessório. Este é um reply de desculpas, já que se dedica a todas essas boas causas, e não se trata de uma dessas desmioladas que referi.
    QQQ | 14.06.2008 | 17.08H
  • mas está parvo? As glândulas pituitárias andam desenfreadas? O que é que lhe aconteceu homem doutor para achar que dragon ball e escravatura são coisas equiparáveis? Apanhou escarlatina? Acha que espetar um boi para divertimento está no mesmo plano que ser informado? Quer dedicar-se ao surrealismo escolha um espaço mais próprio. Se me esforçar por seguir a sua lógica posso sugerir-lhe que escreva em unhas de gel. Sei lá.
    Rita S. | 14.06.2008 | 16.46H
  • A tourada, como espectáculo triste e degradante que é, devia ser de uma vez por todas excluida da programação da RTP. Não chamem àquilo desporto ou espectáculo. Pena é que não fiquem mais toureiros nos cornos do touro.
    Rosa Luxemburgo | 14.06.2008 | 16.45H
  • Temos de começar por algum lado! Não é por haver violência nos outros programas que ver (ou praticar) touradas é uma coisa boa! Em vez de criticar uma decisão tão justa da parte do Tribunal, pessoas como João César Neves deviam ser activas e protestar contra a violência, junto dos canais de tv. Ou será que este senhor é daqueles que fala, fala e actuar está quieto? FIM À TORTURA!
    Liliana | 14.06.2008 | 15.35H
  • Isto promete tornar-se divertido. :D Imagine que sou madrinha de um miúdo moçambicano num programa de apadrinhamento à distância. Imagine que dou sangue de 6 em 6 meses e tenho cartão de dadora. Imagine que mesmo perto de casa ajudo a angariar, com discrição, apoios para uma família que precisa de ajuda e imagine que, agora me diz que além disto, não me posso dar ao luxo de procurar acabar com o sofrimento que provocam as touradas, porque há pessoas encostadas a dizer que há coisas que ainda estão mal. O que é chato nisto, é que quem faz as coisas bem, não as faz para se gabar nem usa um cartão ao peito a dizer o que faz. Mas o que é verdade, é que as pessoas que conheço que se preocupam com os animais são as que mais fazem pelo bem das outras pessoas. Para fechar, e já que o informo da minha vida, deixo uma nota pessoal: O seu discurso está para a ironia como um arroto para um suspiro.
    Maria Martins | 14.06.2008 | 15.13H
  • Ó MARIA MARTINS, peço-lhe imensa desculpba pelo lapso de português! Acredite, é uma vergonha, imperdoável, eu diria que é um problema gravíssimo, inadmissível, condizente com a gente estúpida que neste país defende a continuação da existência da tourada, ou melhor, se me focar ainda mais no assunto e deixar de ver tudo o resto que anda à minha volta, é uma questão terrívelmente destabilizadora da comunicação entre pessoas e, sendo assim, um quase crime! Também tem toda a razão, MARIA MARTINS. No entanto, toda essa mesquinhez era esperável, pois ela é a mesma que se nota no grupo dos animais-sim/gente-não. O acessório e fundamental estão algures invertidos nos vossos cérebros. Vocês lutam pelo que não é essencial no momento, mas não lutam pelo que é essencial no momento. São um simples gesto, como um cartaz publicitário qualquer. O sumo, contudo, é pouco para a energia dispendida. Há nos vossos raciocínios uma fraca eficiência. Montanhas de parar ratos! :))) Só que o mundo já vos conhece.
    QQQ | 14.06.2008 | 14.54H
  • QQQ, gostei sobretudo do facto de, por via das dúvidas, escolher usar o s e o c em 'reconsciliação’. Demonstra prudência, não fosse errar e ser acusado de não saber escrever. Já o que envolve o 'reconsciliação', é estúpido. E por isso é acusado de não saber organizar as ideias para desenvolver uma tomada de posição coerente ou mesmo verdadeiramente provocadora, como pretendia. Imagine que, o meu problema não é com os touros. Não preciso de me conciliar com eles. O meu problema é com tortureiros e enforcados (há alturas em que também tenho dúvidas no português). E não quero conciliar-me com eles. Coisa que, se não sabia, ao menos desconfiava. Diga lá que não? ;)
    Maria Martins | 14.06.2008 | 14.38H
  • Eu até proporia que se deixasse de criticar os amigos dos touros e que contribuíssemos todos para a paz definitiva entre as várias opiniões. Assim, propunha que num destes próximos domingos, aberto a todo o público, se concedesse a arena do campo pequeno a todos os activistas do grupo amigos-dos-touros. Assim que lá estivessem todos dentro, abrir-se-iam então as portas aos seus amigos touros. Para uma reconsciliação final e um encontro emotivo entre os touros e os seus amigos...
    QQQ | 14.06.2008 | 14.10H
  • FIM ÀS TOURADAS, peço desculpa pelo meu último comentário o ter ferido. Na realidade, apesar de não ser o que eu faria, compreendo que haja pessoas diferentes de mim e mais como você que, por exemplo, ao cairem uma criança e um gatinho à água, se atira com toda a determinação para ir primeiro salvar o gatinho. Claro, a lógica tem um certo sentido. A criança é um ser inteligente e, por isso, pode arranjar mais rapidamente recursos de se safar por ela própria. O gatinho, por outro lado, é um ser menos inteligente, não pode falar, e, por isso, o perigo que corre é bem maior. Tem toda a razão FIM ÀS TOURADAS. Aliás, penso que já toda a gente percebeu a vossa lógica. Passe bem.
    QQQ | 14.06.2008 | 14.04H
  • Ao QQQ.. Sabe, felizmente o ser humano tem a capacidade de se preocupar e manifestar por várias situações, não apenas por uma.. os defensores dos animais preocupam-se também por tudo isso, não podem é ser os mesmos a fazer tudo... daí que, se se sente incomodado com todas essas situações que mencionou, porque não inicia um movimento? Porque não une esforços no sentido de tentar pôr fim ao mal? Há quem o faça pelos animais, há quem o faça pela natureza.. pode muito bem começar a fazê-lo pelas bombas ou pelas doenças respiratórias e, se assim for, todos estaremos cá para o/a ajudar! Parece-me que, por não haver (segundo diz) manifestações pelas "bombas" e outras, não impede que as haja para outras situações, p.ex. touradas.. ou impede? No meio disto, quem anda distraído/a é você não somos nós.. como se costuma dizer.. falar é fácil n é?!
    FIM ÀS TOURADAS! | 14.06.2008 | 11.44H
  • Gostaria de deixar aqui a minha opinião, mas vou-me ficar pelo comentário do Drº João César das Neves que nos deixou aqui um texto claro como água.
    anónimo | 14.06.2008 | 11.16H
  • Waw! Há assim tantos activistas em portugal? pfff, não sabia e nem sequer desconfiava que houvesse tanta gente prota a lutar por causas nobres. É que nunca se vê uma manifestação quando se faz uma invasão ilegal que aniquila milhares e milhares de seres humanos. Nunca se fala nem se vê qualquer manifestação quando se vêm bombas a destruír o líbano, por exemplo. Nunca se viu sequer uma manifestação destes activistas quando sobre nós, nos nossos céus, são despejadas partículas para semear nuvens, provocando doenças respiratórias em grande escala. Nunca se vêm manifestações contra o facto de haver cada vez mais gente necessitada a ter que escolher a sua comida daquela que é deitada pelos hiper e supermercados para o lixo... Se calhar estes activistas andam distraídos a olhar para os seus umbigos, ou adormecidos, sabe-se lá... Ou então é tudo a brincar...
    QQQ | 14.06.2008 | 10.20H
  • O_o...enfim...Sr. César das Neves, nos telejornais, toda a violência é apresentada como catastrófica, trágica, indesejada...já nas touradas, o toureiro é apresentado como um heroí, uma pessoa de bem, honrada e desejada (o sonho de qualquer criança com uma infancia normal...). Em alguns dos desenhos animados e poucos filmes da tarde sim, há violência gratuita e por vezes apresentada como heróica, mas caro Das Neves, será que lhe vou ter de explicar a si que tudo isso é ficção, que não se passa nada daquilo na realidade e que são coisas feias? É que a uma criança eu explico facilmente, e sei (de experiência propria) que qualquer criança sem problemas e que não esteja exposta a um ambiente (real, fora da televisão) violento, assimila bem essa informação e aceita tudo aquilo como mera ficção que não deve ser levada a sério, agora ao Sr, com barba branca e tudo, eu a si não sei bem como fazer para lhe explicar isso...já uma tourada, como havemos de explicar a uma criança que, apesar de o toureiro estar a receber um enorme aplauso de uma multidão que está feliz pela sua prestação, não é correcto fazer mal de maneira alguma aos animais, e em particular aos touros?? Como é que se explica a uma criança que dar um pontapé a um cão ou um gato no meio da rua, está errado e não é de modo algum uma diversão?? Que o amigo que apedrejou o cão do vizinho, não é um herói como o toureiro??...Por fim, os seus argumentos não introduzem nada de novo na discussão (muito menos de relevante), e são sem dúvida os argumentos mais recorrentes de quem se opõe a esta decisão do tribunal. Na verdade, quando duas pessoas estão a conversar e concordam em tudo, é porque apenas uma está a pensar, e a outra vai repetir a mesma lenga-lenga nas suas palavras para parecer inteligente, trazendo apenas "spam" desinteressante para uma qualquer discussão, como foi o seu caso nesta discussão sobre a decisão do Tribunal de Lisboa...Sugiro que da proxima vez que pretender opinar num jornal (mesmo que se trate de um jornal grátis, isso só aumenta a sua responsabilidade), refine a sua opinião e traga ideias novas, reflectidas por si mesmo, porque este seu artigo era totalmente desnecessário...
    Anarchovsky | 14.06.2008 | 02.42H
  • Sou a autora do tal comentário que faz a comparação entre a violência das touradas e as atrocidades cometidas pela Santa Inquisição sobre os Cristãos Novos ou os espectáculos de gladiadores na Roma Antiga, que parece ter suscitado estas palavras ao Professor César das Neves. Não me recordo, não me recordo mesmo nada, de ter feito a apologia de qualquer outro tipo de violência. Tenho mesmo a certeza absoluta de o não ter feito, razão pela qual venho, mais uma vez, defender o meu ponto de vista. Meu caro Professor, isto é tão básico que até me custa dizê-lo, mas suponhamos que eu digo, por exemplo, que não recomendo às crianças a ingestão de sumos gaseíficados. Será que o Professor parte do princípio que foi dito que as crianças não deveriam respirar porque o ar também é composto por gases?
    Maria João Brito de Sousa | 13.06.2008 | 23.16H
  • Caro Sr. Professor, parece dar-nos razão ao comparar as touradas a alguns desenhos animados; i.e, violentos, têm morte, crime e jorra de sangue.. são precisamente as características de uma tourada. E nada faz quanto a isso já que acha tão mal? Será que pensa: "Bem, já que há desenhos animados violentos, também pode haver touradas" Será que todos devemos pensar.. "Bem, já que há terrorismo, também podemos matar-nos uns aos outros" Ou melhor.. "Bem, só deveria haver defensores dos direitos dos animais se não houvesse desenhos animados violentos! É isto que pensa? Desculpe dizer-lhe.. mas a tolice não é das leis, é de ideias como as suas.
    Grupo anti-touradas de Santarém | 13.06.2008 | 22.34H
  • Violencia bacoca e irresponsável, para mais vinda de um professor universitário, é apelidar de " tolices " leis emanadas da Assembleia da Republica e decisões proferidas pelos Tribunais
    ACF | 13.06.2008 | 22.19H
  • Outra vez a mesma conversa? Que falta de imaginação. Parece que agora pegaram num "argumento" e levam-no para todo o lado. Se nos estamos todos a repetir então vou repetir o que já disse anteriormente: Num filme os actores não sofrem mesmo, apesar de parecer, já nas Touradas, o ser a quem é infligido sofrimento não é um actor, o sangue que lhe escorre na pele é real, as emoções que demonstra são verdadeiras. Apesar disto, concordo que toda a violência pode influenciar uma criança, não só a real. Se o senhor João César das Neves está tão preocupado com o futuro das crianças portuguesas, acho que deveria fazer alguma coisa quanto a isso, não repetir o mesmo que a outra senhora disse (provavelmente também copiado de uma outra pessoa). Mas isto não é só falta falta de imaginação, é falta de inteligencia. Já estamos todos à espera de coisas destas vindas de defensores de touradas. Touros SIM, touradas NÃO
    Vera Correia | 13.06.2008 | 21.32H
  • Caro professor. Essa sua ideia primitiva e banal é a razão para como vocês diz, de alguns aspectos terem mudado para pior. Se os seus filhos vêm actualmente esses programas cabe-lhe a si, caso não concorde, em protestar. Eu pessoalmente, não concordo de todo com esse tipos de desenhos animados e acho que as televisões deviam ser proibidas de adquirir e transmitir tais programas. Pode ser que um dia as mães de Portugal se juntem para acabar com essa pouca-vergonha. Quanto aos telejornais, sim, são por vezes violentos, mas isso deve-se a questões sensacionalistas de jornalistas que tal como o senhor têm liberdade de expressão a mais e preocupam-se mais em vender do que informar. Em relação ao cancelamento da transmissão da tourada, gostaria de o ver a si a responder a sua filha de 4 anos, porque é que a “vaquinhas” está a sangrar? Provavelmente você dirá, porque faz parte da nossa cultura. E a si lhe respondo, são pessoas como o senhor que atrasam os tempos e os tornam mais violentos. Quem é capaz de respeitar o sofrimento animal, mais depressa ajuda do seu vizinho humano, sabia disso? Apenas espero que os seus vizinhos não sejam aficionados por touradas. Boa Tarde
    anónimo | 13.06.2008 | 21.27H
  • penso que o mais importante ja foi dito. lutaremos e ganharemos porque, por mais devagar que seja, o mundo evolui, e mentes ridiculas como esta vão deixar de existir. é incrivel como em Portugal qualquer amostra de gente tem voz para falar ao povo, mas só para dizer barbaridades. e é incrivel que todos os defensores da tauromaquia usem argumentos ridiculos sem pes nem cabeça. mas para defender uma barbaridade dessas, so com esses argumentos ;)
    Liliana | 13.06.2008 | 21.21H
  • 13.06.2008 | 19.59Hcomentário reprovado
  • Enfim mais um texto quase copy-paste do da sua colega Isabel. Tudo argumentos inválidos sem o mínimo fundamento lógico! Uma vergonha! Antigamente quando não havia televisão com desenhos animados, filmes e jogos de computadores violentos, havia escravatura, inquisição, tribunais parciais e injustiças flagrantes de todos os géneros. Como daqui se depreende não é a televisão que torna as pessoas violentas, embora haja quem aponte os telejornais e outros programas de ficção como causadores má influência nas pessoas. A diferença entre os programas violentos na televisão e as touradas é que os programas violentos são ficção "s. f., acto ou efeito de fingir; criação da imaginação etc", tirando os desportos de combate que estão inseridos noutra categoria porque ambas as partes sabem que estão num jogo e os telejornais em que a violência é apresentada como sendo uma coisa má e nada glorificável, ao contrário das touradas! As touradas vão acabar!
    veggiesxarexcool | 13.06.2008 | 18.27H
  • Para complementar o comentário anterior é que claro que me refiro ao um Partido Político de defesa dos Direitos dos Animais. Vejam este link do Partido de Defesa Animal da Holanda e que consegiu eleger 2 deputada(o)s para o parlamento. http://www.partyfortheanimals.info/content/view/35 3
    José Barros Lima | 13.06.2008 | 17.02H
  • Afinal está excelente iniciativa da Associação Animal, que é de louvar, e cujo tribunal deu razão, só veio demonstrar a necessidade da criação de Partido Político, a semelhança do que acontece na Holanda, que até elegeu 2 deputados para o Parlamento, na Espanha, na Inglaterra e em outros países.
    José Barros Lima | 13.06.2008 | 16.52H
  • Um texto cheio de hipocrisia, mas vindo deste senhor não admira. Contiunua o lobby a favor das touradas do que o destak parece ser testa de ferro. É sem sobra de dúvida um texto porcaria. E que reflecte o atraso civilizacional deste homem. Como disse Hugo Chavéz. Por que não te calas.
    Luis Nobre | 13.06.2008 | 16.35H
  • Que enorme oportunidade de estar calado perdeu este senhor amante de espectaculos brutais, violentos e crueis
    Nuno Mendes | 13.06.2008 | 16.28H
  • Muito triste a opinião deste Homem não sei o quê das Neves! Qurem ver que ele é mesmo a prova viva da existência do abominável homem-das-neves!?
    José Fernandes | 13.06.2008 | 16.22H
  • O que vale neste país é que qualquer pseudo-intitulado-qualquer-coisa pode escrever artigos de opinião muito pouco originais e desinteressantes. Valha-nos o povo que é paciente e prefere não ligar às repetitivas bacoradas de meia-duzia de gente muito ignorante que se repete e se desgasta. Evolua Sr. "não há almoços grátis", ilumine-se ou prefira ficar calado.
    Hugo P. | 13.06.2008 | 16.11H
  • Mais um jornalista que resolveu escrever uma opinião polémica e mediocre para atrair comentários. Mais um a trabalhar para a posteridade. Dou-lhe uma notícia em primeira mão, que não veio da Lusa: como a Isabel e o João César, basta levantar o tapete e saiem às centenas e, fora alguns comentários escritos aqui na net e rapidamente esquecidos, ninguém se lembrará deles. Mas toda a gente se lembra que houve muita gente a lutar pelos Direitos Humanos e que há muita gente a continuar a lutar por eles e pelos Direitos dos Animais. E o chamar a atenção que eles desejam, não é o pôr-se em bicos dos pés como os senhores, é fazer com que a lei mude. E a história vai dar-nos razão, como aliás se vê ´que está a acontecer nas legislações dos outros países. Há jornalistas para aí com opiniões muito mais discretas e mais sensatas do que a sua. Que se preocupam em informar e em formar e que já exprimiram muitas vezes as suas opiniões quanto às touradas e outras violências contra os animais. Desses sim, se lembrará o mundo.
    Alguém Atento | 12.06.2008 | 22.35H
  • ainda bem q há colunistas neste jornal,merecedoras da msm. a nossa sociedade foi barbara, mas evoluímos, acabaram a escravatura, os gladiadores e vencem os direitos dos animais. esperemos q toda a programação seja revista de modo a q as crianças possam ter uma boa formação, ainda p cima na RTP q é paga c os meus impostos...
    farta desta gente! | 12.06.2008 | 18.08H
  • li os comentários à notícia intitulada "Protesto chega ao fim e Galp aumenta preços" e há lá uma sugestão interessante. Convido-os a irem até lá.
    Carlos-Abrantes | 12.06.2008 | 17.18H
  • Já chega de tristes desfiles do jet-set onde a besta do homem massacra o touro. É uma festa digna do homem das cavernas e não dos dias de hoje! E sinceramente tenho pena que os media teimem em procurar divulgar este triste e hediondo espectáculo e publicitar este martírio.
    Anti-tourada | 12.06.2008 | 17.00H
  • Para qualquer decisão há sempre uma crítica possível. Mas esta decisão é, na sua essência correcta, e motivada por um raciocínio justo e nobre. A tourada é um espectáculo que se baseia no sofrimento de um animal. Parece-me nítido que encerra em si uma noção nefasta: a de que é legítimo fazer sofrer (seja o que fôr) para nos divertirmos - por muito que os nossos avós já o fizessem. Isto é de facto capaz de deturpar a boa formação de uma criança. Não é como um filme de ficção, nem como o telejornal em que a miséria é tida como miséria, e não como um espectáculo louvado.
    Rui FIGHTBULL | 12.06.2008 | 16.18H
  • TOURADAS------- Como amante da Festa Brava penso, que tudo que anda à volta dos toiros faz parte dos mitos do passado. Por exemplo o culto de Mitra, Cnossos Creta. O desenraizamento do homem dos campos e a sua migação para as grandes cidades do litoral fizeram dele um puritano hipócrita. Os toiros são criados no campo com o fim de serem lidados na praça a pé ou a cavalo e depois, no caso da lide a cavalo, serem pegados por um grupo de forcados amadores. O sangue do toiro faz parte da festa mostrando a sua bravura e o vigor; o toureiro ou o cavaleiro representam o homem e a sua sua valentia em confronto com o animal. Para terminar, não liguem a televisão, pois antes de ela chegar já havia corridas de toiros e não será pelos horários que as pessoas deixarão ver as corridas. Alem disso penso que nas paças a entrada é para todos que tenham bilhete. SAL MARINHO - GAIA
    SAL MARINHO | 12.06.2008 | 15.10H
  • Muito bem Gabriel de Lisboa. Concordo inteiramente. Como explicar que hoje em dia ainda há quem compre um bilhete para ver maltratar um animal ?!! E explicar que esse espectáculo é tão interessante que a televisão que nós pagamos o pretende transmitir em horário nobre? Ridículo não é? Claro que há muita miséria, muita tragédia e muita violência por esse Mundo fora. Mas não são espectáculo e ninguém compra bilhete para assistir!! E todos pensamos que se deve fazer o possível para que essas situações não existam. E devemos fazê-lo! Tal como acabar com as touradas. E é fácil. Basta não ir. E já não só pelo touro mas, principalmente, pela dignidade das pessoas civilizadas.
    Maria Manuela - Lisboa | 12.06.2008 | 15.07H
  • Alecrim, alecrim aos molhos, por causa de ti choram os meus olhos...de rir!
    ah pois é | 12.06.2008 | 14.45H
  • Talvez este Fátimista convicto tenha saudades dos tempos idos, em que nos circos romanos se assistia a idênticos espectáculos
    Alecrim | 12.06.2008 | 13.44H
  • Muito bem dito.As criancas de hoje sao umas pobres inocentes.Se ha tourada na 1 os paizinhos que passem para a 2 nao vao as criancas ficar traumatizadas.
    Paula | 12.06.2008 | 13.33H
  • Aos meus filhos, digo-lhes sempre que posso, que o que se passa nos filmes é mentira, que são actores a representar, nos desenhos animados já não vale a pena dizer nada, pois como qualquer criança, tem o discernimento (pelos vistos existem pelo menos um adulto que não o tem) para saber que aquilo não passa disso mesmo ... Desenhos animados. No computador ( haaa que máquina infernal ) ... acedem ao que eu deixo, pois também não os deixo ver numa qualquer banca, as revistas que muito bem entendem ( é esse o meu dever ). As notícias são as que temos ... Agora na rede pública de televisão, paga por mim e por todos os que pagam os impostos, assistir a um espectáculo, em que o clímax é atingido, quando um homem vestido de calças de Lycra cor de rosa, espeta uns ferros num pobre touro de cornos serrados é no mínimo uma negação de toda a nossa evolução, desde os tempos da pré-história. Concordo com a decisão da Juíza
    Gabriel - Lisboa | 12.06.2008 | 13.23H
  • Caro Prof. Cesar das Neves, mais uma vez esteve muito bem nos seus argumentos. Tal como naquela leitura que fez sobre o 11 de Setembro. Infelizmente, há cada vez menos pensadores em Portugal e os poucos que, a exemplo do meu amigo, recorre à reflexão antes de opinar são, não raras vezes, incompreendidos. Que fazer? Calar e pensar pela cabeça dos outros? Não! Decididamente! Mas vamos ao que importe: o editorial da Isabel sobre a proibição da transmissão da tourada por parte da RTP é o artigo mais comentado no Destak. E até mete dó ler os disparates que lá se escreve. Já perdi a paciência para explicar que a Terra já não está no centro do Universo e que gira à volta do Sol. Mas cá vai: antes de se proibirem as touradas antes das 22h30, que tal analisar o que é servido diariamente às nossas crianças antes desse horário? De resto, este Tribunal, com esta lei, veio passar um atestado de incapacidade aos pais deste País. E, já agora, para reflectir: o meu filhote de cinco anos fica muito mais impressionado com um ser humano em condições lastimáveis a comer restos de comida numa das ruas de Lisboa do que um touro numa arena. Sendo assim, daqui a uns dias vai aparecer um juíz a proibir as crianças de passar em certas zonas da cidade devido à violência do que por lá se vê. É isso? Sejamos razoáveis,,,
    FM-Madeira | 12.06.2008 | 13.21H
  • ao anti-católico: parece-me que o palhaço aqui é você, primeiro pk não explica porque acusa o homem de palhaço, se por ser catolico ou se por não concordar com o artigo, mas é óbvio que a sua intenção é outra! não é. sr anti catolico palhaço??
    efe | 12.06.2008 | 12.49H
  • A violencia faz parte da vida. Sempre foi assim e assim continuará a ser. O que mudam são as respostas das pessoas e das instituições a diferentes formas de violencia. Na maioria dos Estados modernos, existe criminalização e regulação de modo a condenar a violencia a um nível nunca antes experimentado, incluindo a violência por parte do próprio Estado ou os seus agentes.
    anónimo | 12.06.2008 | 12.37H
  • Este gajo é um palhaço...
    Anti-católico | 12.06.2008 | 12.24H
  • Sim, há muita violência, mas essa das tripas dos extra terrestres meteu piada.
    Alvaro Campos | 12.06.2008 | 11.05H
  • Pelo menos começa-se por algum lado, pela ignorância dos nossos.
    O PATRÃO | 12.06.2008 | 11.00H
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