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ESTRANHO QUOTIDIANO

O iluminado

18 | 10 | 2012   20.56H
J.L. Pio Abreu

Quem não sabia, ficou agora a saber: o senhor ministro considera-se uma dádiva aos portugueses. Ele dispôs-se a tratar das nossas finanças porque entende que é a altura de nos pagar aquilo que despendemos para fazer dele o génio que é. Não sei quanto custa a formação de um economista, mas imaginemos se todos os médicos, cuja formação deve ser bem mais cara, se dispusessem a ser ministros para nos tratar da saúde.Isso só não acontece porque os portugueses são saudáveis. 

Têm uma baixa mortalidade infantil, uma esperança de vida razoável e uma saúde mental bem provada pela paciência com que aturam ministros como este. Mas têm um problema de finanças. Pediram dinheiro emprestado, talvez para pagar a formação do senhor ministro e de outros como ele.E então, lá temos o senhor ministro a pagar o que nos deve, aplicando a receita que os seus magníficos e dispendiosos mestres lhe ensinaram: austeridade e mais austeridade. 

Desde que o seu colega alemão o apontou como o melhor ministro do mundo, e que pensa que tem o melhor povo do mundo, deve sentir-se iluminado. Mas nós já tínhamos visto que ele não é daqui. Voz de sintetizador, soltando disparates quando não fala economês, obstinado nas convicções, imperturbável perante os efeitos que produz, mais parece um alienígena. Espero que a formação do senhor ministro tenha sido feita por conta da dívida. Se, por acaso, os meus impostos também contribuíram, dou-os a fundo perdido.

© Destak

35 comentários

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  • O Dias Loureiro, o Valentim, Loureiro, o Oliveira e Costa, o Vale e Azevedo .Mas pagou o Pinóquio com o dinheiro dos finórios, que nele votaram.
    Oh Finório | 25.10.2012 | 18.58Hver comentário denunciado
  • De facto, o nível destes escritores de artigos por encomenda bateu no fundo... não saberão sequer que a maioria das bolsas que são atribuídas aos portugueses é com cerca de 80% de dinheiro do fundo social europeu, ou seja, outra vez dinheiro dos alemães, franceses, dinamarqueses, etc? Ó gentinha em bicos de pés de Portugal, reduzam-se à vossa insignificância e aproveitem para estudar.
    OUTRO ILUMINADO | 23.10.2012 | 09.21Hver comentário denunciado
  • Mais uma doutora de canudo comprado com a massinha da bolsa de estudo. Por mim, acabavam as bolsas todas. Lá está, prefiro os burros trabalhadores que os intelectuais de penico. Tantos doutores que temos e muitos deles economistas e para que servem? Só para mamar na vaca. O problema é que a vaca está seca. Pelo que dizem, até o nosso Nobel, Egas Moniz, fez merda com as suas teorias e experiências, ao ponto de quererem retirar-lhe o prémio. Será o Gaspar um novo Egas Moniz que nos quer matar com as suas lobocotomias financeiras!? Coincidência ou não, o Egas Moniz também era figura grada do antigo regime, o da penúria.
    Pós- doutor | 23.10.2012 | 08.43Hver comentário denunciado
  • Sabe senhor doutor, eu e o mais leigo dos portugueses sabe que se Portugal contraiu divida não foi com certeza para pagar bolsas de estudo até como sua excelência deve saber, não são pagas directamente pelo Estado. Creio que o ministro das finanças quis dizer que como muitos outros doutores (como o senhor aliás), após um longo percurso académico, como muitos outros licenciados, mestres, doutorados etc..... anónimos querem que a sua graduação e formação contribua para a nossa sociedade seja mais desenvolvida, claro que para isso é necessário que hajam lugares (mas isso seria outra discussão... ) Mas é interessante ver que tirando o seu vocabulário mais "elaborado" faz exactamente a mesma analise que um qualquer outro "doutor" com a 4ª classe..... simplório, redutor e nada construtivo..... De treinadores de bancada como você está o pais CHEIO.......
    LUCIA-LIMA | 22.10.2012 | 19.07Hver comentário denunciado
  • Iluminada é o César das Neves que afirmou a um jornal que "Portugal em democracia nunca combaterá o déficit". O que quererá ele significar com isto? Saudosismo da ditadura? Monarquia à vista? Poder à Igreja? Seja o que for, estou seguro que não será nada de bom. Alegra-me o facto de vozes de burro não chegarem ao céu. Ainda um dia hei-de ver este como patriarca de qualquer coisa ou até bispo ou cardeal. Eu também não gosto desta forma de governar e destes políticos, mas daí até à ditadura vai muito. O regime democrático ainda é a melhor forma de governar um povo. Temos é que criar leis simples e exequíveis que punam severamente quem deste regime abusar, incluindo a prisão perpétua ou até a pena de morte. Só assim estes políticos ganhariam juízo. O problema está nas leis e não no regime. Há por aí políticos, velhos e novos, a quem eu gostaria de aplicar a pena máxima ou capital, começando logo pelo Soares, passando pelo Cavaco e acabando no Coelho. Abaixo com eles!
    NINI | 22.10.2012 | 16.59Hver comentário denunciado
  • Israelitas usam armas eléctricas contra civis num barco que levava apoio para os palestinianos há anos fechados em Gaza?: http://www.presstv.ir/detail/2012/10/21/268007/gaz abound-boat-activists-tasered/
    NÃO INFORMAM? | 21.10.2012 | 21.19Hver comentário denunciado
  • Sim, não pagar é outra das soluções. O Dias Loureiro, o Valentim, Loureiro, o Oliveira e Costa, o Vale e Azevedo e os outros, tantos e tantos, também roubaram e não pagaram. Há uma coisa de que eu não tenho dúvida: é que com esta política destrutiva os credores terão que perdoar 50% da dívida ou até a totalidade (vide Grécia). Acima de tudo, sou a favor da saída do Euro, apesar de, antes, ter concordado com a adesão. Mas muita coisa mudou que nos impede de permanecer. Sou dos que não tenho medo nenhum das ameças de falta de dinheiro para salários. Isso é uma farsa. Se nós produzimos e pagamos impostos, logo o dinheiro existirá.
    Finório | 21.10.2012 | 20.01Hver comentário denunciado
  • Já cheira mal esse peixe ó FINÓRIO. Ainda não percebeste? A única saída vai ser não ser gente como tu a decidir mais o que fazer, mas sim a população é que vai decidir. Para já, é somente começar a imitar a Islândia. Nem é preciso pensar (como os poortugueses gosta) basta imitar...
    Islândia referenda Constituição escrita pelo povo | 21.10.2012 | 19.22Hver comentário denunciado
  • Pois é. Somos um país de idêntica dimensão territorial da Suiça e potencialmente mais rico. Então, porque é que eles prosperam e nós não? A diferença está nos homens que nos gvernam e nas diferentes políticas adoptadas. Temos um mar que, uma vez explorado, valeria mais que toda a riqueza Suiça. A Suiça, a exemplo do que está a fazer a Holanda e o Luxemburgo, soube atrair capitais. Por que raio não fazemos nós o mesmo e transformamos este país em zona franca e offshores? É preciso fazer algo mais do que conduzir o povo à miséria com tantos e tão pesados impostos. Historicamente, sempre que tomámos este tipo de medidas, caímos no charco. Sempre conseguimos encontrar saídas, mas todas elas fora do nosso espaço. Está na hora de nos reinventarmos e de sabermos aproveitar que temos. Os Israelitas transformaram um deserto em terra rica e fértil. Os americanos transformaram um deserto em império, Las Vegas. Macau e Hong Kong são o que são. E nós, teremos de viver eternamente condenados à miséria?
    Finório | 21.10.2012 | 18.22Hver comentário denunciado
  • Faltou dizer ao Sr. João Miguel uma coisa importante:no número excessivo de funcionários públicos estão incluídos as despesas com militares agora descontentes, que representam 2% das despesas do produto, enquanto na UE são de apenas 1%.Também a maioria das suas casernas deviam ser devolvidas à sociedade civil para fins mais condizentes de País falido sim, mas honrado.
    Tropa de Elite | 21.10.2012 | 15.43Hver comentário denunciado
  • Na verdade há " Zés Burros" muito mais iluminados que os holofotes do Gaspar e seus subprodutos. Nós éramos muito mais felizes enquanto éramos burros do que agora com estas novas gerações de doutores. Daqui a dias, em vez de pastéis de doutores, nem palha haverá para os burros comerem.
    Sósia | 21.10.2012 | 14.56Hver comentário denunciado
  • Todos os doutorados e mestres deviam sem dúvida colocar as suas teses disponíveis na Internet para toa a gente ver. É que é mesmo uma vergonha o que se passa em muitos casos. Há doutoramentos magníficos, mas já são pouco nessa imensidão de banalidades que para aí deixaram proliferar, enquanto as pessoas andavam distraídas... ou também a participarem na festa a quererem ser "doutores" a todo o custo. Exija-se que as teses de doutoramento de quem cumpre funções de Estado passem a ser de acesso público.
    TESES PÚBLICAS | 21.10.2012 | 12.00Hver comentário denunciado
  • Há por aí muitos iluminados. Vão até ao estrangeiro com bolsas de estudo chorudas e voltam com um canudo de doutoramento, após umas prolongadas férias.. Os exemplos proliferam: Manuel Pinho, Isabel Alçada, Gaspar, Álvaro... Mas de que valem esses títulos? Que trabalhos ou teses fizeram eles cuja aplicação prática seja comprovada? Infelizmente, em Portugal, nos restantes países da Europa e nos States há canudos à venda para todos os gostos e preços. São uma autêntica vergonha esses pseudo-doutoramentos! E acontecem aos milhares. Conheço vários que nunca fizeram qualquer estudo e prepararam teses que mais não são do que cópias, de cópias de cópias. Aliás, toda a gente sabe que já existem empresas e particulares a fabricar teses em série, a partir de 250 euros. Ao que isto chegou! Pois o iluminado do Gaspar deverá ser mais um desses. Já vi teses sobre as gorduras dos polícias, sobre o tamanho do pénis, sobre o apetite sexual, sobre as coisas mais caricatas que se possa imaginar. Porque não teses sobre os políticos e a governação!? Enumerem-me as teses desses doutores que por aí proliferam que tenham contribuído para algo de positivo para as pessoas e para o país. Por mim, continuo a preferir um burro com capacidade de trabalho do que o doutor com uma tese debaixo do braço.
    Finório | 21.10.2012 | 11.32Hver comentário denunciado
  • Ó João Miguel, o teu comentário faz todo o sentido e é realista mas acho, mesmo não sendo economista, que há mais soluções. Primeiro tens razão quando afirmas que há func. publicos em excesso, é verdade, há em excesso e mal preparados, mas simplesmente não se podem despedir assim de um momento para o outro, é preciso criar as condições para uma reforma antecipada, acordos de despedimento, transferência para outros locais, eventualmente no privado, enfim, não pode ser por dá cá essa palha. Segundo, está provado que Portugal paga juros estupidos e que estes aumentos de impostos são para os suportar, ainda hoje é noticia que estamos a pagar juros de dinheiro que ainda não utilizamos...é possivel !? Acrediro que sim porque esta europa de união não tem nada, tem sim uma guerra de interesses financeiros inter-estaduais e inter-bancários, e aí é que os nossos governantes se deviam impor, como faz a Espanha que está a fazer a europa mudar as regras financeiras e vai conseguir dinheiro muito mais barato do que nós. Assim como o conseguem os bancos, têm dinheiro (nosso) a um juro baixo e depois compram divida nacional a juro alto, como é possivel um banco ter dinheiro mais barato do que um estado junto do BCE que é um banco com capital dos bancos centrais nacionais? Como é possivel nós, através do Banco Portugal, financiarmos o BCE e depois este emprestarnos o dinheiro mais caro do que empresta aos bancos privados? Ridiculo. Por fim, dizer que não temos nenhuma riqueza como a Suiça ou petroleo é meia verdade, ter temos só não são aproveitadas, falo do clima (o mais ameno da europa) para o turismo e para eventos desportivos que atraem milhões, o mar que é subaproveitado tanto em pescas como na aquacultura, desportos, aproveitamento enegético, ponto estratégico de passagem e reparação de navios, enfim, tudo o que dele se pode tirar. O nosso país gasta biliões ao ano em petroleo quando poderiamos ter eletricidade "made" em Portugal, produzida com a força do mar, pelo sol ou pelo vento. Os carros poderiam ser elétricos, com a nossa eletricidade, o problema é coragem em tirar a mina à EDP. Custos? Zero para o estado, só lucro, eu mesmo não me importo de produzir por minha conta a eletricidade que consumo (em casa e no carro) desde que pague só uma taxa ao estado e não esteja a alimentar lucros chorudos de empresas privadas. Como vês há alternativas é preciso é que os governantes não cortem as pernas a quem quer investir e garanta que não vai mudar as regras a meio do jogo, como está fazendo...e que deixe de uma vez por todas de alimentar os "vicios" dos interesses privados instalados das PPP`s e afins, que rasgue, literalmente, os acordos, tem poder para isso, somos uma nação e os governantes têm a obrigação, e o dever, de defender os nossos interesses em vez de nos sugarem.
    zé burro | 20.10.2012 | 09.57Hver comentário denunciado
  • "juízes e promotores públicos com 22 por 100 mil habitantes" é "com mias de 30 por 100 mil habitantes" - Errare humanum est
    João Miguel Castro | 20.10.2012 | 06.06Hver comentário denunciado
  • Num país como Portugal, com premissas constitucionais abrilistas de base comunista em pleno século XXI e sindicatos como aqueles liderados por Bettencourt Picanço e Ana Avoila, este ou qualquer outro ministro das finanças, não teria margem para reduzir despesa pública por via do corte do número de funcionários redundantes/excedentários (que implicam sempre três encargos penosos para o Estado: remunerações inflacionadas para postos inúteis na idade activa, custos de operação com postos desnecessários (por serem totalmente inúteis ou substituíveis por sistemas não-humanos mais baratos e eficientes), e pensões generosas vitalícias). O que resta a um ministro como variável passível de ser alterada na equação orçamental da República insolvente e sob resgate financeiro internacional, com juros para pagar e prazos para cumprir? A receita, ou seja os impostos. Quem não consegue entender este dilema, obviamente vai sempre achar que existiriam outras soluções menos penosas, não sabem dizer é quais seriam essas soluções. Gaspar explicou logo no início do seu trabalho como ministro das finanças que ou aumentava a carga fiscal, ou teria de ser criada legislação para efectivar a desblindagem necessária que permitisse o despedimento imediato de 100 mil funcionários inúteis/redundantes/excedentários da administração pública, o que seria difícil de concretizar pelos motivos acima referidos. O número de funcionários da administração pública por 1000 habitantes é dos mais elevados da Europa (70,8 em Portugal para 62,4 de média europeia em 2005 - atente-se que em 2011 o panorama nacional era ainda mais desfavorável! O sistema judicial é o segundo mais lento da UE, ficando só atrás do da Itália que tem as máfias que todos conhecemos. Temos uma das mais elevadas taxas de juízes e promotores públicos com 22 por 100 mil habitantes - número colossal, folha de remunerações colossal, pensões colossais, ineficiência colossal que no campo das empresas é o suficiente para as tornar menos competitivas internacionalmente e muitas vezes as levar à beira da insolvência por custas e atrasos processuais), e o nosso PIB per capita um dos mais reduzidos (não somos um petro-Estado, não somos uma atractiva praça financeira global e nem temos a indústria exportadora (farmacêutica, alimentar, relojoeira, maquinaria, etc.) da Suíça). Com dados destes, este seria o dilema e o pesadelo de qualquer governante.
    João Miguel Castro | 20.10.2012 | 06.02Hver comentário denunciado
  • "nasci no mundo e nele cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este. Lembrem-se de mim como aquele que é desperto (iluminado)." Citação de Siddhartha Gautama, mais conhecido por Buda, do qual Gaspar é descendente em linha direta. Até as próprias linhas com que regem as suas vidas são iguais, senão vejamos: Ele (Buda)é reconhecido pelos adeptos como um mestre iluminado que compartilhou suas ideias para ajudar os seres sencientes (que sentem e têm sensações) a alcançar o fim do sofrimento..., ora digam lá se o Gaspar não quer que digam o mesmo dele? Quem sai aos seus...
    zé burro | 19.10.2012 | 18.23Hver comentário denunciado
  • Não é que neste País fazer contas é pecado? É ser obtuso, é ser cinzento iluminado!.As ciências exactas ou de base matemática foram ridicularizadas durante anos, em detrimento das humanidades.O resultado foi uma inflação da demagogia política e dos cartões de crédito. Resumindo : primeiro os juros e depois as pessoas.Mas continuo a dizer,a culpa é dos bancos,porque ficamos inimputáveis!
    Bisturi | 19.10.2012 | 17.43Hver comentário denunciado
  • Segundo o jornal Público de hoje: "O número de smartphones aumentou. Portugueses não deixam de comprar tecnologia em tempo de crise"... (http://www.publico.pt/Tecnologia/de-2011-para-201 2-os-h-1568057)
    SR MINISTRO, TEM MARGEM... | 19.10.2012 | 16.50Hver comentário denunciado
  • Caro 15h08, sabe muito bem que não são os carros o problema, mas sim os salários da FP (e equiparados) e a respectiva produtividade. Só essa "brincadeira" são mais de 60% da despesa do Estado e ainda por cima com os resultados que se conhecem. Mas as pessoas só lêem os títulos do Correio da Manhã ...
    anónimo | 19.10.2012 | 16.27Hver comentário denunciado
  • Graças a Deus que a inteligência está a passar de ser mais bela ainda do que a lamúria poética. Enquanto houver em Portugal uns cromos a acharem natural comprarem mais veículos de alta cilindrada com o dinheiros do povo e o povo a não se queixar desses, senhor ministro das finanças só posso pedir-lhe: corte mais ainda! E um aplauso para a forma tranquila como transmite a sua mensagem, que bem revela um lufada de ar fresco numa multidão de alucinados que sempre comunica aos gritos uns com os outros.
    AINDA DÁ PARA CORTAR MAIS | 19.10.2012 | 15.08Hver comentário denunciado
  • É por estes iluminados que o nosso País está assim! Na minha análise ... acho um robot tipo ... formatado com uma cassete ... onde o poder Estado torna-se e é essencialmente coercivo...pela imposição da lei e pelas artimanhas da ideologia. De forma mais subtil, portanto. E uma imbricada cumplicidade...a neutralização do poder dos cidadãos ... e interesses económico-financeiros que serve e a justificam. Em apoteose de efeitos, proclamam a “inevitabilidade” sem qualquer hipótese de remissão... Foi a mensagem das leituras ao minuto com que fomos assolados nos últimos tempos... Como romper este cerco? de impostos que sufoca qualquer cidadão? É uma inversão de prioridades e de “focus” ... Há muitas famílias com falta de dinheiro para por os filhos a estudar ... pois é investir na Educação é uma forma de liberdade e progressão de uma país ... mas o que está acontecer? O contrário ... e de forma subtilmente de desplante sai-se com esta?! Iluminado Versus a metáfora de Franz Kafka tem semelhanças ... esbulho e o caixeiro viajante ... amordaçando um povo, retirando-lhe a esperança ... pondo de lado a Liberdade, igualdade e Fraternidade... É sempre bom esperarmos ver a Luz ao fundo do túnel ... senão morcegos ... Por falar no amargo ... um des...kafka...inado, com adoçante ! Pode ser ... que as luzes iluminem estas mentes ...para sair da caverna escura...e deixarem o exemplo desumanista ... e que o ensino seja para todos a igualdade de oportunidades ... já que ele se gabou dessa mesma oportunidade que não corte mais as "pernas" ás pessoas ... Haja uma viragem de 360º das teimosias e obstinações que dominam o seu sempre a direito!
    Marluz | 19.10.2012 | 14.03Hver comentário denunciado
  • O sr. Ministro é mesmo TÓTÓ (como parece). Ficou MUITO CARO AO PAÍS, porquê? Como? Por lhe pagarem a instrução primária? O secundário? Que eu (e os outros) saibamos, não passou disso. Sr. Ministro, tenha juizo e vá dar uma curva, mas antes diga-me, pf., porque lhe chamam O VITINHO PANTOMINEIRO????. Faça-me lá esse favor.
    fernandes barata | 19.10.2012 | 12.51Hver comentário denunciado
  • Este jornal é dos amigos dos banqueiros e por isso é natural que seja utilizado para passar propaganda barata, e insultuosa, o que seria desnecessário mas revela bem o nível do cromo que nela embarca, contra quem está a começar de por os banqueiros no seu lugar. Olha as taxas todas a descerem. Qualquer dia até nos hão-de pedir por favor para os ajudarmos, e vão-nos pagar bem para isso, pois é o que merecem. Mas claro, estão assustados, e por isso usam estes outros "iluminados" para assinartem opiniões como a deste artigo. É puro veneno, disfarçado de água límpida, desde a primeira frase dá bem para o perceber.
    veneno a favor da banca | 19.10.2012 | 11.59Hver comentário denunciado
  • Alienigena? Eu diria que é o homem é um psicopata! Ou um sociopata! Mas como não sou especialista ... E por aí vamos, de erro em erro, até ao próximo resgate. Agora já se diz que "está o médico a caminho".
    anónimo | 19.10.2012 | 09.31Hver comentário denunciado
  • Caro JLPA . . . ! Até é natural . . . ! Ele sentir-se "iluminado" . . . ! Com tanta "malguinha" . . . ! E "velinha" . . . ! Não há "santo" . . . ! Que não . . . ! Fique "alumiado" . . . ! ! !
    alexandre barreira | 19.10.2012 | 06.55Hver comentário denunciado
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