EDITORIAL

Quando o "bullying" é feito por mulheres

11 | 05 | 2009   08.44H
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt

Já estamos habituados a ouvir falar de bullying no recreio, embora a definição por este nome seja uma importação recente. A realidade, essa, é antiga, e todos temos memória de um torturador que nos fazia a vida negra, a nós ou a um dos outros meninos da escola, fosse o gordo, o dos óculos ou aquele que, por alguma razão, era mais fágil.

Mas, supostamente, o fenómeno terminava no dia em que se saía do liceu, e se havia relatos de chefes que continuavam a maltratrar os empregados, era tabu falar de torturadores no feminino. Ao estereótipo das mulheres rivais, sobrepunha-se o das mulheres solidárias.

Ontem, um estudo do Workplace Bullying Institute (WBI), divulgado pelo New York Times, vem colocar a questão em pratos limpos, e confirmar aquilo que eu e o leitor já sabíamos há muito tempo.

Do total de gente que pratica bullying no local de trabalho, exercendo violência psicológica ou verbal sobre uma vítima, 40% são mulheres. Gritam, intrigam e destroem o trabalho das suas colegas ou subordinadas. Mais, enquanto eles implicam tanto com homens e mulheres, elas preferem invariavelmente torturar as mulheres, que em geral tendem a reagir mais passivamente aos maus tratos.

Num mundo profissional onde apenas 15% chega a lugares de topo, algumas mulheres vêem as outras como rivais a abater, dizem os especialistas.

Segundo o WBI, a situação piorou com a crise e a ameaça do desemprego. Diz a sondagem que 37% das trabalhadoras têm sido alvo de bullying, que pode assumir a forma de constantes «bocas» depreciativas, de preferência em frente de um superior, de gestos que minem a auto-estima, ou do isolamento da vítima, até que esta acabe por «meter baixa».

O bullying no feminino é, habitualmente, pela calada, o que torna ainda mais difícil denunciá-lo. Mas se é vítima, desenhe a estratégia de defesa, se necessário com a ajuda de um especialista. É que, se «é preciso comer muita papa Maizena» para lhe fazer frente, não pode continuar de braços cruzados.

Lembre-se sempre que, por detrás de um torturtador, está sempre um cobarde.

© Destak

64 comentários

  • Ah, esqueci de mencionar/complementar: muitos homens também praticam o Bullying contra mulheres... Que eles consideram estranhas... Pois geralmente, eles andam com as feias mesmo. rsrs..
    Camila | 11.08.2009 | 21.49Hver comentário denunciado
  • Sou do Brasil. Incrível como a repercussão deste tema "Bullying" é imenso em todo o planeta! Eu fui vítima e sou ainda. Acreditem: não sou gorda, não sou baixinha, não tenho nenhuma deficiência física, nada de defeitos sob os quais levam alguns praticantes do bullying a "pegar no pé", ou seja, manifestar escárnio perante às vítimas. Não que eu digo que estes são motivos para se praticar o escárnio mas, são motivos que levam os agressores a insultarem outros cidadãos. No entanto, sofro de bullying por eu ser EU MESMA. Tenho meu próprio estilo. Sou uma pessoa que se manifesta como pensa e tenho meus próprios gostos. Visto-me como bem quero. Não me rotulo, já que não sigo a "modinha". Mesmo assim, sou excluída perante os outros alunos, mesmo sem ter intimidade com ninguém, e vice-versa. Talvez porque exista, acima de tudo e sempre, a ignorância dentro da cabeça humana. O ser humano é ignorante em muitos sentidos. É com primor que trato o assunto Bullying e todo o seu contexto. Algo que me interessa muito, já que o perfil das vítimas é triste. O poder maligno que isto causa na sociedade é uma praga. E, se eu pudesse ajudar em algo para estas pessoas assim como eu, vítimas do bullying maldito... Como me disseram que não tenho motivos para ser vítima de escárnios, comentários maldosos e de ser excluída perante os outros alunos... Inclusive também acho que ninguém, NINGUÉM tem motivos para ser tratado feito lixo... Já me disseram que, muitas vezes o bullying é praticado pelos agressores que têm inveja alheia. E já notei mesmo isso... São uns horrores os que me deixam para baixo... Sou mais eu do que eles, com certeza. Algo que não conseguia sentir e acreditar uns meses atrás. Hoje, sou mais eu sem medo. No entanto, fico triste por sofrer de bullying, é entediante. Nunca há motivos para ninguém.. Devemos respeitar ao próximo como a nós mesmo. Percebi que muitos não se respeitam e são os grandes agressores. Mas, como me diziam: um dia, eu serei o chefe e eles, meus empregados... Quem sabe?!
    Camila | 11.08.2009 | 21.45Hver comentário denunciado
  • Somos todas administrativas mas destaco-me pela formação superior que adquiri recentemente. Não sou carne, nem peixe. Aliás, tenho que ser menos do que elas e se calhar tenho que lhes pedir desculpa pela minha formação. Unem-se, sob o comando de uma delas no sentido de me hostilizarem e me amesquinharem. Tenho deixado, calada e muito sofrida. Um dia percebi que não tinha que lhes fazer a vontade e comecei a tentar trocar-lhes as voltas. Sou sempre simpática e submissa. Adoptei este comportamento para que não virem o bico ao prego e digam que fazem isto ou aquilo porque “sou horrorosa”.
    Meteram-me numa guerra e não vou sair disto doente. Já estava a ficar quando me apercebi que estava a ser vítima de “bullyng”. Tenho que ter muita calma e não me deixar abater. Penso que é atitude que tenho que ter se quero sair disto com vida.
    Isabel Silva | 20.07.2009 | 16.11Hver comentário denunciado
  • Bullying é um ato,ato "cometido",agido por jovens inocentes através de pequenos detalhes que todos nós cometemos s vezes veja só:
    Apelidos Intimidar
    Roubos Excluir
    Empurrar Descriminar
    Chutar Isolar
    Chingar Fazer sofrer
    Destruir pertences Aterrorizar
    Humilhar Isolar
    E muitos outros atos nada gentis com colegas de escola as vezes por inveja de algo(pertence,nota,beleza,etc).O bullying é um tipo de desigualdade entre alunos também que deixa um "ar" de angústia na escola e na relação entre todos.São todas atitudes sem noção,pois ocorrem sem motivação evidente,ou seja por pequenas bobeira s alunos sem juízo cometem esse erro.O bullying causa até trauma,entre os estudantes jovens que praticam bullying tornan-se adultos violentos e excluidos da sociedade pois ninguém quer,ter um "ser" desse como parente,amigo(a),vizinho(a),namorado(a),etc.
    A palavra bullying na língua,inglesa significa "valentão".Muitos valentões acabam praticando o bullying com pessoas mais timidas,que ja costumam ficar isoladas e a com o bullying uma pessoa tímida,pode sofrer até de depressão,ansiedade.estresse,dores,perda de auto-estima,abuso de drogas e alcool e outros prblemas muito sérios.
    Para tentar resumir isso,o bullying é um ato de adolescente sem noção que provavelmente não recebe,educação adequada,não se esqueça que o bullying não é uma briguinha qualquer,o bullying é uma violencia entre adolescentes,vizinhos,amigos,jovem,quem pratica levará isso para a vida toda e nunca ninguém gostará de você se você praticar o bullying por isso tenha mais juízo e censo de humor,se você se sente bem de não praticar bullying seu companheiro,amigo,colega conhecido agradece muito!
    Quanto mais você ser educado melhor para todos.O bullying é ato que não deve ter em nenhum lugar do Brasil,ou do mundo porque é um ato totalmente sem noção cometido por adolescentes"burros"que invés de fazer algo que vale a pena e que sejá bom para o futuro comete este grande erro de praticarbullying.
    ana | 20.06.2009 | 01.21Hver comentário denunciado
  • È ESTRANHO! QUANDO OUVIMOS FALAR QUE ACONTECEU NA FAMILIA DE OUTRA PESSOA, FICAMOS SEM ACREDITAR QUE É POSSIVEL QUE ALGUEM DÊ TANTO VALOR A COMENTARIOS ALHEIOS...ATÉ QUE SEM PEDIR LICENÇA ISSO ACONTEÇA COM SUA FILHA DE APENAS 14 ANOS DE IDADE! E VOCÊ FICA A IMAGINAR COMO PODE ISSO!
    MARCIA | 19.05.2009 | 01.50Hver comentário denunciado
  • Só hoje, tive oportunidade de ler esta crónica.
    Vos digo: se o Mundo fosse só mulheres, vos garanto q nos daríamos todas bem - a inveja, ciúme, competição é suscitada pela simples existência do macho; por outro lado, se o mundo fosse só de homens, .... bem, acho q já não existia Mundo (tal a a agressividade, competitividade intrínseca que só existe no macho).
    Agora, digam-me: são as mulheres más? Não, claro q não. São os homens que as fazem más. Não estou a dizer que as mulheres são boas e os homens são maus. Somos como somos, que é q se há-de fazer? É A VIDA. Agora, pf, Isabel, sendo mulher, deixe-se disso .. dizer mal do seu próprio género. Por aqui se vê. Quis agradar a quem?
    O. Maia | 18.05.2009 | 18.26Hver comentário denunciado
  • è por estas e outras que eu defendo que os lugares de chefia deveriam estar ao alcance apenas de... Homens
    Xico Esperto | 15.05.2009 | 12.28Hver comentário denunciado
  • http://www.acessoaomercadodetrabalho.com/
    Jribeiro | 15.05.2009 | 08.39Hver comentário denunciado
  • SUSANA, confesso-lhe que não tive especial prazer! Hèlas...
    Mas a menina mereceu o esforço porque tem excelentes intervenções que só nos enriquecem! Bem haja!
    JFK | 14.05.2009 | 13.45Hver comentário denunciado
  • JFK...obrigada por ter respondido:-))
    Susana | 14.05.2009 | 13.42Hver comentário denunciado
  • Muitas considerações, contestações e aprovações me merecem os textos das nossas estimadas meninas que prestigiam aqui o fórum!! Mas por evidente falta de espaço e tempo vou apenas responder à SUSANA no que diz respeito ao dominio que tenho sobre a minha filha!
    Sim, eu domino a minha filha! Sim, posso-lhe garantir que ela, em relação à Igreja Católica, será uma feroz contestatária! Sim, posso-lhe garantir que ela JAMAIS vai viver sob as ordens ou na dependência de um gajo qualquer! Sim, GARANTO-LHE que porrada de um gajo, só leva a primeira! Sim, posso-lhe garantir que ela não vai ser uma galdeirona ou drogada! Há muitas coisas que eu lhe posso garantir porque, ao contrário da maioria dos pais, eu sei o que estou a fazer! Ou pensa que eu sou daqueles que são dominados pelos filhos??? Ah, ah. Não, quem manda sou eu, minha cara! Ou acha que sou daqueles que se limitam a criar os filhos como quem cria cães, "e seja o que Deuze quiser"? Sabe, eu não sou daqueles que pensam que as coisas acontecem por obra e graça do espirito santo, do bes ou do bpi!...
    NÃO, EU estou a EDUCAR, a FORMAR a minha filha com um objectivo preciso - a sua integridade como individuo, consciente da sua cidadania e a da sua responsabilidade social.
    Sim, domino a minha filha, mas não a domino como a um cavalo, não receie! Ou como muitos homens dominam as mulheres, não tema! ...
    Domino-a como um pai DEVE dominar os seus filhos! Sabe, estou absolutamente certo que não são muitas as crianças portuguesas com o nível de liberdade de pensamento e de acção da minha filha! Mas HÁ balizas!
    A Igreja Católica é uma associação de malfeitores e uma instituição tétrica, obscena! E garanto-lhe que a minha filha vai ser ateia, SIM! Que vai desprezar a Igreja Católica, garanto-lho! Quem dá os valores e a formação da MINHA filha, sou EU, não é o Papa, a escola, os setôres, ou a virgem santissima, sou EU! Sabe porquê, porque eu tenho valores melhores que qualquer instituição religiosa, até porque sou coerente!! Não sou daqueles pais que dizem "faz o que eu digo, não faças o que eu faço"!! NÃO, cara SUSANA! NÃO! EU dou o exemplo!! Quem lhe diz o que é Bem ou Mal, sou EU! Quem manda na minha filha, sou EU, não são gajos que nem filhos têm! (e a mãe, claro, subentende-se)
    Que a minha filha vai ser melhor cidadã que 90% dos filhos de pais católicos, também não duvido! Que será melhor mãe, profissional, colega, etc, não duvido! Que terá melhor e maior responsabilidade social e humana, SEM DUVIDA! Que será mais equilibrada e com mais auto-estima, DE LONGE! Que será mais bem realizada como pessoa, como Mulher, como profissional, ponho as mãos no fogo!
    A SUSANA, ou o Papa, podem duvidar mas eu, que sei quem sou e sei quem ela é, não duvido...
    O tempo o dirá!
    Mas essa de que só debaixo da sombra dessa corja padreca é que se formam individuos, É PARA RIR! Ainda por cima Mulheres...isto vindo de uma instituição que as trata como porcas parideiras, só pode ser mesmo para rir!
    Desculpe a acidez SUSANA, compreenderá que não é destinada a si, mas é que eu e as ditaduras, somos massa que não liga!
    JFK | 14.05.2009 | 11.51Hver comentário denunciado
  • VITÓRIA, subscrevo as suas questões. Parece-me sensato que ao invés de juizos de valor e verdades dadas por garantidas questionemos o sentido que queremos tomar..e questionemos as decisões que foram tomadas...reavaliemos. Que consigamos dar a cada mulher a oportunidade de escolher o quer fazer e de se realizar no mundo de acordo com os seus valores, sem que com isso comprometa a sua autonomia financeira (por exemplo). O seu testemunho é valioso e corresponde à vivência que assisto de muitas mulheres que optaram por cuidar incondicionalmente das suas familias. Esses cuidadores são para mim os verdadeiros herois...sem protagonismos fazem-no no respeito pela vontade dos que amam, sem segundos interesses...nem por vezes o reconhecimento do seu próprio sofrimento.
    JFK...houve aqui algo que disse que me chamou a atenção. Dizer que a sua filha "JAMAIS" isto ou aquilo ...é interessante. Parece-me que quer que a sua filha recuse uma forma de poder e dominação através de uma outra forma tendencialmente de poder e dominação (de pai para filha). Qual é a sua preocupação como pai? que a sua filha corresponda aos seus ideais construidos (e realizar-se com a criação de "alguém à sua imagem"- uma ideia bastante paternalista e católica) ou...ajudar a sua filha a ser fiel ao que é, realizar-se sendo ela própria, ser feliz (ainda que isso implique discordar de si)?
    Susana | 13.05.2009 | 19.39Hver comentário denunciado
  • Comovente.
    l | 13.05.2009 | 19.20Hver comentário denunciado
  • SUSANA!
    Mais uma vez é um prazer lê-la!
    Quanta razão e quanto bom-senso em tanto do que diz!
    Sei bem do que fala na última parte do seu comentário: a minha MÃE sofreu muitos anos de uma doença do foro reumatológico. Um síndrome primo do Lupus, que nos últimos anos degenerou para um Lupus Eritmatosus Sistémico. Os órgãos mais atacados foram o cérebro e os pulmões. Entrou a dada altura em agitação nocturna e sabe bem o que isso significa ... Nunca nos passou pela cabeça colocá-la num lar. Mesmo quando tinha que ser internada, se não fosse obrigatório o hospital, estava sempre, sempre acompanhada. Este último processo durou quatro anos, em que esteve acamada! Nunca fez uma escara, aprendi tudo, tudo no que concerne a tratar dum doente acamado: como dar banho, como lavar a cabeça, como posicionar, como massajar todo o corpo e em particular as zonas de pressão ... assim que uma fralda ficava suja era de imediato retirada, a Mãe lavada e massajada.
    As vezes que foi internada e em que os médicos nos desenganavam, mas ela conseguia reagir e eles ficavam boqueabertos! Mas eu sei qual foi o segredo para ela vencer durante tanto tempo: sentir-se sempre muito amada, muito acarinhada, muito mimada! Até que o organismo colapsou, o coração não resistiu.
    Sempre achei que era de uma violência desumana ter que estar a trabalhar e a assistir a minha mãe! Se me fosse dado optar não hesitaria, mas não nos era nem é dada opção. Contudo, ela permaneceu na sua casa.
    Dum dos comentários que abaixo deixei retirei um pedaço que aqui vou colocar, porque o seu texto convocou-o.
    A dada altura os movimentos feministas surgiram e inicia-se uma das maiores revoluções dos costumes na História da Humanidade…. Como todas as revoluções, com os seus excessos, como é normal! Querer afirmar mulheres e homens como seres iguais foi e é para mim um erro pois que são efectivamente diferentes! Defender igualdade de oportunidades foi e continua a ser um belíssimo princípio civilizacional. Mas os resultados da praxis revelaram uma enorme falácia, em muitos aspectos. Será que essa praxis levou à criação duma vida efectivamente mais feliz, enquanto geradora de felicidade também para os que nos rodeiam? Será que a opressão acabou? Será que a emancipação financeira é efectivamente sinónimo de emancipação existencial? Será que querer sobrepor a condição feminina à condição masculina, seja lá isso o que cada um quiser por bem entender, é razoável?....
    Sei que as mulheres chegam à exaustão para conciliarem a vida profissional com a familiar; sei que continuam a ser vítimas de violência doméstica e já só falo da física; sei que as crianças estão cada vez mais entregues a si mesmas, física e emocionalmente; sei que os idosos são abandonados e muitas vezes maltratados; sei que grande parte das pessoas se sentem sós, insatisfeitas e infelizes …..
    Sei que era suposto não ser assim! ...
    VITÓRIA DE SAMOTRÁCIA | 13.05.2009 | 19.02Hver comentário denunciado
  • Sim senhor, muito bons cometários das meninas, o grande problema do "bullying" é que é muito dificil de provar, uma nodoa negra é fácil, é fisico, está lá, quando os homens agridem deixam marcas fisicas, agora quando as mulheres agridem não deixa marcas fisicas, mas sim deixam marcas na alma, mas que doem na mesma ou mais...até porque as pessoas suicidam.se por causa de depressões e não com pernas partidas, se calhar sofre.se mais com a alma do que com o fisico! agora como se prova em tribunal a dor na alma? o sofrimento de um boato? de calunias? de falsidades? ninguém é processado por boatos...só por provas fisicas...aparentemente o homem agride mais, porque se podem provar fisicamente as agressões...mas a Martins tem razão "Há boas e más pessoas em todo o lado independentemente do sexo"
    Charles | 13.05.2009 | 18.20Hver comentário denunciado
  • Bem, aqui está uma discussão acesa.
    Partilho convosco uma perspectiva. A ONU criou a UNIFEM. A unifem foi criada no reconhecimento que o papel da mulher desempenha no desenvolvimento de determinada sociedade. Porque se percebeu que a qualificação da mulher era determinante na evolução social, na medida em que esta se encontra em contacto estreito com as crianças (que representam o futuro da sociedade)
    MARIA OLIVEIRA, concordo com os principios que estão na base do que defende. O mesmo para si, WONDERLAND.
    O que penso que esteve na origem de uma "suposta emancipação" da mulher foi pura e simplesmente o não reconhecimento do seu papel no cuidar, da casa, dos filhos. O CUIDAR não é reconhecido socialmente como uma actividade importante. Dêm-me algum crédito nesta ideia, porque além de mãe, sou enfermeira (susana a puxar dos galões ..eheheh). Há 13 anos que estudo o cuidar e a sua evolução social. A prova do que estou a dizer são os comentários aqui expostos. O cuidar é visto como algo para o qual não é necessário qualificação e associado à ideia de uma quase "boa vida". Curiosamente, é interessante perceber o número cada vez maior de idosos institucionalizados (sim, porque historicamente o cuidar das mulheres não se limitava às crianças). Talvez cada um de nós deva pensar também em como gostaria de morrer. Mas falar de morte é dificil. A nossa vida não é só o passado e o presente...mas também tem futuro. Talvez também tenhamos que pensar sobre o que é uma sociedade evoluida...uma sociedade de alto desenvolvimento tecnológico? ou, por outro lado, uma sociedade que se organiza de forma a proteger os mais vulneráveis, respeitando os seus valores até ao fim?
    O trabalho de cuidar em casa nunca foi remunerado e, uma mulher que fizesse essa opção ficaria automaticamente dependente do marido e com poucas garantias no fim de vida. Era de facto urgente mudar este estado de coisas, mas não (a meu ver) à custa de uma negação de feminilidade e do papel feminino tradicional para quem o queira manter.
    JFK...a propósito do conceito de "mulheres de armas", não sei se já explorou a mitologia, nomeadamente o "mito das amazonas". Sabe o que é que as amazonas faziam ao seu seio direito? Já alguma vez partilhou a vivência de uma mulher com cancro da mama? Sabe que sentidos e simbologia são atribuidos pela mulher à doença e que estão na base de muito do seu sofrimento?
    É também interessante constatar que se uma familia colocar os filhos ou idosos em instituições sociais..o estado comparticipa (e a ideia é aumentar). Porém, se eu decidir ficar em casa a tomar conta dos meus filhos ou dos meus pais...o estado não comparticipa! Não é engraçado?
    Acompanhei doentes em fase terminal durante 8 anos. Sabiam que, se um familiar quiser acompanhar o seu ente querido em fase terminal em casa (por escolha deste) não tem garantias de continuidade de emprego e de rendimentos? Pensem nisto.
    Susana | 13.05.2009 | 17.35Hver comentário denunciado
  • Fui vítima de "bullyng" ou assédio moral , como lhe queiram chamar.
    Sou professora e a coordenadora da escola , uma "senhora respeitável" de 50 anos e esposa de um Sr. Doutor que ia para a escola de chinelas nos pés e carrapito na cabeça fez-me a vida negra durante um ano lectivo inteiro.
    Gritava-me, sem razão, à frente das crianças e saiu-se com o seguinte comentário:-"Sai daí, "coisinha"que não tens jeito nenhum para fazer isso e vais atrapalhar tudo!"
    Saliento que isto foi dito num sábado em que eu fui trabalhar sem ser remunerada.
    A dita "senhora" chegou a dizer-me que os pais dos meus alunos se queixavam de mim.Eu achei estranho, mas não tinha forma de confirmar...até que chegou o final do ano lectivo e todos os encarregados de educação me pediram para ficar com a turma no ano seguinte.
    Como era cobarde, dizia mal de mim quando eu não estava.Chegou a dizer que eu era louca e perigosa e que ainda matava alguma criança...
    Tantas voltas deu que convenceu a presidente da Associação de Pais a escrever uma carta contra mim.Quando confrontada por mim, a dita senhora, ficou surpreendidíssima por saber que os encarregados de educação afinal estavam a meu favor e que a carta tinha várias mentiras.Afirmou então que não tinha sido ela a escrever a carta.Não é muito difícil adivinhar que foi a verdadeira autora daquela carta, pois não?
    Marta Lopes | 13.05.2009 | 17.27Hver comentário denunciado
  • Não me consigo conter de responder a algumas personagens: CHARLES, "O QUE FAZEM AS MULHERES PARA OS HOMENS SEREM TÃO VIOLENTOS?" eu respondo-lhe. Educam-nos erradamente enquanto mãezinhas, continuam a permitir comportamentos gerados pelas mãezinhas enquanto esposas e tudo se torna um ciclo vicioso! Homem e mulher para mim têm as mesmas responsabilidades e deveres para consigo e para com a sociedade. E digo-lhe mais ainda, detesto que me vejam como vítima e tenho tanta ou quanta capacidade física como um homem!
    VITÓRIA DE SAMOTRÁCIA e MARIA OLIVEIRA, trabalho só com 1 mulher e 12 homens e acredite que ambas estamos sempre caladas e eles... cuidado com a língua e cuidado quando se vira as costas. Deixem-se de sexismos, somos todos humanos e reagimos de uma forma ou de outra de modos idênticos. Há boas e más pessoas em todo o lado independentemente do sexo.
    MARIA OLIVEIRA mais uma coisa, a emancipação foi algo benéfico no sentido em que as mulherzinhas passaram de meras donas de casa comodistas a trabalhadoras activas! Faz bem ao corpo e à mente! No entanto ainda na zona rural falta fazer a emancipação do homem. Elas trabalham e eles vão para as tabernas todo o dia!
    E termino com mais uma opinião: o único ponto negativo entre as mulheres é a nível estético mas, se reparamos bem oa homens também têm esse problema... ai se têm! E nem me mencionem o factor dinheiro. Se uma mulher se casa com um homem por ter guita, o inverso também acontece, ò se acontece!
    Tenho dito!
    martins | 13.05.2009 | 15.01Hver comentário denunciado
  • Não, que eu sou um porcalhão mas... decente!!!!
    A MARIA OLIVEIRA é menina para fazer jogo sujo, mesmo dentro de um tanque de lama. Eu sou badalhoco mas jogo limpo!
    Agora tu e a LAURA a fazerem meiguices no Spa do Ritz... isso aí já alinhava... Quem diz no Spa do Ritz di num motel... :))))))
    Cheers miúdas!
    JFK | 13.05.2009 | 13.42Hver comentário denunciado
  • Pois se calhar o melhor, é ires ler os comentários iniciais!
    E já agora que o tema é luta livre, como tu disseste, se isto fosse discutido ao vivo, dentro de uma banheira cheia de lama, com a LAURA e a MARIA e outras mais..... claro, que estarias a assistir na 1ª fila, se calhar ainda achavas mais piada:)
    LUCIA-LIMA | 13.05.2009 | 13.29Hver comentário denunciado
  • LUCIA-LIMA, já eu acho que a LAURA está certa e a MARIAOLIVEIRA COMPLETAMENTE ERRADA! É a democracia, é assim...
    Nunca me chegaste a dizer quanto é que calças... : ))))
    JFK | 13.05.2009 | 13.23Hver comentário denunciado
  • Sempre ouvi dizer JFK que para fazer uma guerra, é preciso, dois...... Não acho que a MARIA OLIVEIRA esteja completamente errada, ou que a LAURA esteja totalmente certa. That's my point
    LUCIA-LIMA | 13.05.2009 | 12.07Hver comentário denunciado
  • Oh LUCIA-LIMA, não ponhas água na fervura, malher! Repara no tema da crónica e na postura da MARIA OLIVEIRA e vê se achas coincidências...
    eheehehehehehheheheehhe
    JFK | 13.05.2009 | 12.04Hver comentário denunciado
  • Caras LAURA e MARIA OLIVEIRA!
    Depois dos vossos comentários não posso deixar de me impressionar com eles. Eu sinceramente não percebo essa necessidade de se sobrepôr a ideia de que uma mulher para se sentir realizada, precisa de ter um emprego, ou então de ser casada, ou de ter filhos! Cada mulher instruída ou não, sabe perfeitamente o que quer para a sua vida, seja lá o que isso for. Se ela achar que é mais feliz, sendo uma perfeita fada do lar, pois que assim seja, haverá outras que preferem apostar na carreira e até há umas malucas que conseguem fazer as duas coisas, a duras penas é verdade! Custa-me muito ver que as mulheres são as primeiras a apontar o dedo ás outras, munindo-se de razões que ecoam no vazio. Qual é o mal dos paradigmas milenares se nós somos animais sociais e consequentemente culturais, o que seria de nós se não nos ensinassem/educassem?? Contudo cada geração tem os seus paradigmas próprios sejam eles vanguardistas ou não? E no final de contas quem é que tem o papel decisivo?
    LUCIA-LIMA | 13.05.2009 | 11.58Hver comentário denunciado
  • Oh MARIA OLIVEIRA, andou a menina a tirar um curso para isso... Olhe lá a linguagem e a atitude, que aqui a malta ainda pensa que a menina é das barracas, afinal...
    Ser brejeira comigo está certo que eu sou calmeirão e ponho-me a jeito, mas ser malcriada para a LAURA só demonstra a falência dos seus argumentos. Demonstra mais coisas mas enfim... Olhe, vá-se confessar que o padre perdoa-lhe!...
    JFK | 13.05.2009 | 11.47Hver comentário denunciado
  • Ladre, LAURA, ladre, que o JFK faz-lhe companhia. É que como diz o povo: os cães ladram e a caravana passa. Seja feliz sua atrasada emocional
    Maria Oliveira | 13.05.2009 | 11.39Hver comentário denunciado
  • MARIA OLIVEIRA é pena que muitas mulheres que são inteligentes fiquem presas aos ditos papeis sociais impostos há milenios (NÃO PELA NATUREZA) natural é os homens e as mulheres se relacionarem e natural é a forma como fazem filhos, agora a forma como se relacionam e a forma como criam os filhos é cultural. Não me parece que seja eu a estar presa a paradigmas acho que é mais vc que esta configurada a paradigmas milenares.
    laura | 13.05.2009 | 11.01Hver comentário denunciado
  • Oh LAURA, com pessoas como a MARIA OLIVEIRA, não dá para 'falar', não se esforce! Quando uma pessoa escreve "Se quiser mais, podemos comparar os nossos graus académicos e veremos qual de nós é mais ignorante.", mais vale desligar. Isto é a mentalidadezinha tacanha do "tenho um curso, logo sou culto", pobres diabos! Tirar um curso para...ficar em casa, ainda por cima. Cursos para freguês ver e para alardear, não é nem pela busca de conhecimento nem para participar na sociedade emprestando o seu conhecimento e capacidade. Quando se usa determinado tipo de argumentos, eu passo...
    Estimada VITÓRIA DE SAMOTRÁCIA, a minha principal objecção a determinadas posturas "femininas" nem é tanto por dificuldade em as entender. É recusa mesmo... : )
    É que eu fui criado com outro tipo de exemplos no feminino... Há bastos exemplos na minha familia de Mulheres, não de conas de sabão! As mulheres da minha familia, de várias gerações, são do género que antes se designava por "mulheres de armas". Um termo que já pouco se ouve, pelo menos entre a classe-média...
    JFK | 13.05.2009 | 10.58Hver comentário denunciado
  • Boa, INBEJOSA!
    VITÓRIA DE SAMOTRÁCIA | 13.05.2009 | 10.07Hver comentário denunciado
  • Ahahahahahah!
    inBejosa | 13.05.2009 | 10.00Hver comentário denunciado
  • Viva LÚCIA LIMA!
    Já soltei! Que maravilhoso desafio logo pela manhã!
    Bem-feita, bem-feita, bem-feita, que não têm sentido de humor, nunca riram até às lágrimas e sobretudo nunca riram delas próprias!
    Continuo todavia a concordar só em parte consigo! Não acho que seja um "fado" a mulher trazer consigo o embrião da inveja!
    Conheço e tenho o privilégio de ter e de ser amiga de mulheres maravilhosas que de inveja não têm NADA!
    O fado já o vejo no facto de no percurso da vida todas termos de lidar com as "porcas faxistas" das invejosas! ehehehehe! (Apeteceu-me recuar no tempo e chamar-lhes assim!)
    Beijinho!
    VITÓRIA DE SAMOTRÁCIA | 13.05.2009 | 09.50Hver comentário denunciado
  • Olá VICTÓRIA DE SAMOTRÁCIA! Já lá vai o tempo em que trocámos uma ideia pela última vez!
    Quanto a este assunto bem, eu até percebo que quisesse deixar o seu testemunho, provavelmente, falando na pele de quem já sofreu o que é trabalhar em território feminino! Pois eu também, já passei por isso e não é nada fácil, é um facto! Mas não acho que estejamos em discordância, repare a inveja feminina, tem origem em quê? Claro, que é fruto da insegurança e dos 'memes' com que nos educaram que nos obrigam a pensar que temos de ter o controlo absoluto do mundo na nossa mão. Nós somos quase, que forçadas, a 'abater a concorrência', para corresponder ás tais expectativas. Eu realmente acho que a inveja, é algo que nós transportamos, quanto mais não seja como um instrumento para objectivar e a partir daqui, cada pessoa utilizará este alvo de uma forma construtiva ou destrutiva. Apesar deste 'fado da inveja' existem casos perfeitamente válidos, que anulam completamente esta herança pesada, basta pensarmos em irmandades, o altruísmo para conseguir um bem maior!! Pode sempre argumentar que são casos perfeitamente pontuais, mas eu digo que é um bom exemplo da complexidade feminina, somos boas quando queremos ser boas mas somos melhores ainda quando queremos ser más!!!!!!!
    (E quando acabar de ler esta deixa, por favor solte uma valente gargalhada, já que as 'cabras odiosas' não têm essa capacidade!!!)
    LUCIA-LIMA | 13.05.2009 | 09.31Hver comentário denunciado
  • Abraço, amigo POSEIDON! :))
    VITÓRIA DE SAMOTRÁCIA | 13.05.2009 | 09.23Hver comentário denunciado
  • MARIA OLIVEIRA!
    Percebo-a tão bem!
    JFK, que é homem, muito pragmático e sem capacidade para compreender a maldade de algumas mulheres para com as outras, tomou-a ao pé da letra, parece-me a mim, sem querer substituir-me ao próprio! É que os homens, porque são efectivamente diferentes das mulheres, têm alguma dificuldade em entender estas misérias de grande parte dos membros deste universo feminino! (Espero que não me interprete mal, carissimo JFK! ) Além disso, aqueles que vestem calças, se se deparam com esse tipo de comportamento das "chefas", o que é raro, pois elas preferem as mulheres, pôem-nas em sentido, normalmente!
    Vou-lhe contar a história de um amigo meu que abraçava com uma dedicação, boa disposição e altruísmo notáveis, uma determinada profissão. A dada altura a chefia mudou e a nova "chefa" dele tornou-se tão altiva, inacessível e importante (defesas) que um dia ele passou-se, virou-se para ela e disse-lhe: _ Olha lá, eras uma mosquinha morta e agora tás armada em parva, é? Pois fica sabendo que tu precisas desta merda para viver mas eu não preciso desta merda para nada! (sic) Ela agiu disciplinarmente contra ele? É o ages!
    São normalmente umas cobardes.
    VITÓRIA DE SAMOTRÁCIA | 13.05.2009 | 09.15Hver comentário denunciado
  • No início deste fórum escrevi parcamente sobre o tema. Considero um tema de extrema importância e actualidade, como se pode verificar por alguns dos posts aqui deixados.
    Acho bem que abramos os olhos, homens e mulheres, particularmente pais e mães!
    LÚCIA LIMA, como é seu timbre, escreveu e analisou quase na perfeição a problemática! Digo quase na perfeição, porque pareceu-me entender das suas palavras que a inveja é característica intrínseca, quase genética, melhor dito, inscrita no código genético evolutivo do género feminino. E aqui permito-me discordar. A Mulher não é necessariamente invejosa, embora muitíssimas o sejam. A mulher é fundamentalmente insegura. Nalgumas delas essa insegurança, misturada com um mal-estar pessoal paulatinamente instalado, transformou-se em inveja. Poderíamos dissertar até às cavernas sobre essa insegurança, mas nunca mais saíamos daqui.
    Tem-se vivido, de há algumas décadas para cá, na era da aparência, da pouca substância do show on, do individualismo, da competição atropelo, do hedonismo exacerbado, do protagonismo vácuo, da manipulação, …! O ser feminino tem sido usado e abusado (porque assim o permite), na exaltação e manutenção destes valores. A coisa pública aderiu e a deixou-se dominar pelos mesmos! As pessoas deixaram de ser seres e passaram a ser números, estatísticas! O vazio é tão grande, que se levantam mais alto as vozes em defesa dos animais do que em defesa de crianças, de mulheres e homens que sofrem! O que é preciso é ter protagonismo, seja de que jeito for.
    O mundo do trabalho, não foge a estas realidades. Competência e a sua afirmação são uma ameaça…the show must go on! Quem quiser esclarecimento, quem interrogue não gratuitamente, quem tiver sentido crítico é um incómodo a “arrumar”. Aqui entram as intrigas, as invejas, as frustrações, as mentiras, as mesquinhices, para votarem ao ostracismo esses seres incómodos. E nisto de facto as mulheres são experts: levam na cara dos maridos ou companheiros e em vez de lhes partirem as trombas, no trabalho alguém há-de pagar; não têm allure, porque isso não se compra e no trabalho quem o tiver há-de pagar; sabem pouco e em vez de perguntarem para ficarem a saber mais, fazem de conta que são barras com pés de barro; nunca fizeram uma viagem sózinhas, nunca souberam tratar do próprio carro, têm uma auto-estima da caca e minam qual toupeiras para dar cabo da vida das “outras”…. Se nunca conseguiram afirmar-se substantivamente e no contexto laboral conseguem chegar a um lugar de chefia, tornam-se chefas e não conseguem ser líderes; como são extremamente inseguras, embora até possam pôr uma cara de pau, há que eliminar as putativas ameaças! Rodeiam-se de bajuladores, ouvem as intrigas, têm medo de falhar e como não se podem permitir a humildade, porque entendem ser sinal de fraqueza, há que arrasar com aquelas que fantasiaram ser uma ameaça, mesmo que as mesmas não tenham qualquer intenção de lhes “tirar o lugar”; evitam o diálogo directo e servem-se do telefone sem testemunhas para intimidar ou do trabalho das peões de brega, lambe-botas, subservientes, que colocaram nas chefias intermédias, para lixar, quem deviam aproveitar a bem do trabalho colectivo! Muitas vezes sai-lhes o tiro pela culatra, mas os alvos já estão tão desgastados, exaustos que apenas ficam com esse trunfo! Enfim, envenenam o terreno, quando o deviam arar e semear!
    Ah, nunca delas sai uma gargalhada, bem arrancada cá de dentro!
    Chama-se a isto a meritocracia !!!!!!!!
    VITÓRIA DE SAMOTRÁCIA | 13.05.2009 | 03.12Hver comentário denunciado
  • Olhe, LAURA, cure-se. Foi você que leu "coisas" no meu comentário inicial, não eu no seu. Obviamente que reconheço o direito a homens e mulheres, casados, solteiros, sozinhos, acompanhados, por homems ou por mulheres, a optar por criarem os seus filhos, pelo menos até à idade de ir para a escola, e além dos filhos, mesmo a dedicarem-se ao conjuge. Em que é que isso impede as pessoas de serem cultas, informadas, activas e participativas na sociedade e assim a desenvolverem-se como seres humanos já é uma coisa que tem de ser você a explicar-me, porque eu não vejo a minima correlação. Já agora, se conhecer muitos casos de homens que queiram ficar em casa e as suas companheiras trabalhar fora, desafio-a a deixar aqui o relato. Terem o direito é uma coisa, outra são os papeis sociais que desde há milénios são POR NATUREZA assumidos por homens e por mulheres. As pessoas podem e devem ter esse direito, a questão é que é a própria natureza humana que torna esses casos raríssimos. Eu vivo muito bem com o meu papel de mulher e admiro imenso estar acompanhada de um homem que se sente muito bem no seu papel de homem, de companheiro, de profissional e de pai. E desde o inicio que eu aqui não defendi mais nada: que as mulheres tenham TAMBÉM o direito a quererem ser mulheres, esposas, mães, sem serem menosprezadas por isso. As mulheres têm o direito a escolher, e não está escrito em lado nenhum que uma mulher de familia é menos do que qq executiva, percebe?
    Você, LAURA, é o exemplo acabado da sociedade portuguesa: vai atrás dos paradigmas das sociedades mais evoluidas, mas em vez se se colocar a par da vanguarda do pensamento nesses países, contenta-se em se arrastar no pó deles e repetir como um papagaio aquilo que eles já deixaram de defender há muito tempo.
    Maria Oliveira | 12.05.2009 | 22.27H
  • MARIA OLIVEIRA onde é que vc viu no meu comentario a ideia de que o casamento para mim é a do homem tirano e que faz da mulher criada. E o que é que o casamento tem haver com o meu comentario, nada. E não entendo essa de que as mulheres que vc chama de modernas e emancipadas não podem ser amadas no casamento ou fora dele. O meu comentario não tem nada haver com isso, o que eu disse é que as mulheres não poderão crescer como pessoas e como seres humanos, se limitarem a ver o seu papel limitado a um casamento (seja ele com um homem tirano ou com um homem maravilhoso)ou á maternidade. Ser mulher ou ser homem vai muito mais alem do que ser esposa ou esposo de alguem, ser mãe ou ser pai. Acho que com isto tambem lhe respondi aos tais paises nordicos muito avançados, eu até acho bastante positivo que mães ou pais (homens casados) tenham essa opção, baseada em relações de apoio entre entre esposos. Mas já reparou que essa sorte de participar do crescimento efectivo dos filhos, é sempre dada na sua visão ás mulheres e sempre casadas. Eu pergunto-lhe as mães solteiras não têm esse direito, e as divorciadas e já agora os pais, os homens casados também não o direito de assistir ao crecimento dos filhos e ficarem em casa a cuidar dos filhos??
    Laura | 12.05.2009 | 20.52Hver comentário denunciado
  • 12.05.2009 | 11.20Hcomentário reprovado
  • Obrigada POSSEIDON:)
    Como eu disse anteriormente, esta crónica parece-me um eufemismo de algo muito antigo!
    Mas o Mar Oceano pela sua antiguidade deve saber disso!!!:))
    LUCIA-LIMA | 12.05.2009 | 10.36Hver comentário denunciado
  • É SÓ LER!
    “O Império da Vergonha” – um fabuloso ensaio sobre a “refeudalização do mundo”,
    http://www.asa.pt/produtos/produto.php?id_produto=427010
    E meditar ao nível Global, mas como um fenómeno social independente.
    ANONIMO | 11.05.2009 | 22.29Hver comentário denunciado
  • Senhora dona Isabel, será que poderia tentar explicar aos seus leitores a razão por que a água que se bebe nas grandes cidades do país começa a ser cada vez de mais fraca qualidade, e de isso parecer coincidir com a lenta 'privatização' do sector? Seria um assunto importantíssimo, dado que as pessoas começam a sentir medo de até de beber água das torneiras. Se há cinco ou seis anos a água era muito boa, o que explicará a água estar assim agora?
    SPINACH | 11.05.2009 | 21.37H
  • Não faça é como a LAURA, MARIA OLIVEIRA, que parece ser uma mulher toda independente mas que ao chegar aqui só cospe insultos. Ao menos a MARIA OLIVEIRA escreve algo de jeito.
    SINAL+ | 11.05.2009 | 21.19Hver comentário denunciado
  • Não posso concordar mais com o JFK, eu como mulher até me sinto ofendida para não dizer realmente triste de ainda existirem mulheres como vc MARIA OLIVEIRA e digo-lhe até mais se fosse homem fugiria a sete pes de mulheres que pensam como vc, sabe o que mulherzinhas como vc contribuem para o mundo nada, mas de verdade lhe digo fique em casa, faça bastante renda e beba muito cha de preferencia daqueles que que contribuem para o aumento da actividade dos neuronios, e não faça muitos comentarios em jornais limite-se á renda é uma actividade bastante adequada para si. E por favor peço-lhe se tiver filhas ou netas afaste-se para o bem dessas inocentes crianças, vc é tão má como os pedofilos, viola -lhes a alma. Faça renda, muita renda e não pense que é coisa demasiada para si.
    Laura | 11.05.2009 | 20.30Hver comentário denunciado
  • A ler com urgência: “O Império da Vergonha” – um fabuloso ensaio sobre a “refeudalização do mundo”, pelos cosmocratas. E quem são estes cosmocratas que refeudalizaram o mundo? Ziegler explica: são os senhores que, a pouco e pouco, tudo privatizam, inclusivé a própria água (por enquanto ainda não o ar), que depois os povos terão de lhes pagar.
    LERBEM | 11.05.2009 | 20.11Hver comentário denunciado
  • KFK, seria ofensivo se uma mulher assumisse o papel de cuidar da casa e fazer renda seria ofensivo? Está um pouco atrasado de ideias, desculpe dizer-lhe. Dependência? Eu chamar-lhe-ia cooperação e distribuição de tarefas familiares, em prol das pessoas que de que mais se gosta (se for caso disso). Quantas mulheres modernas desejariam poder fazer isso...
    WONDERLAND | 11.05.2009 | 19.07Hver comentário denunciado
  • Quanto a mim, das mulheres só posso dizer bem, são a melhor coisa do mundo, não precebo como pode haver homens a dizer mal das mulheres. Também sei que elas juntas, para elas próprias, são pior que um saco cheio de gatos bravos, mas isso é lá com elas.
    Adelino | 11.05.2009 | 18.32Hver comentário denunciado
  • Realmente eu fico estupido ao ver alguns comentarios aqui deixados, até parece que os locais de trabalho, escolas ou outro sitio qualquer maioritariamente frequentado por homens é melhor e tem melhor ambiente que maioritariamente de mulheres. Não me façam rir, eu sou homem e sei perfeitamente como funcionam as coisas entre homens. Infelizmente tive de frequentar um colegio só de rapazes durante algum tempo e os maus tratos e o dito bullyng entre rapazes é frequente, a submissao dos mais novos pelos mais velhos é constante e muitas vezes de forma violenta. Eu sou homem e contra mim falo, mas prefiro mil vezes trabalhar e estar rodeado de mulheres que de homens. E quanto ás mulheres se lixarem umas ás outras , não é bem asssim, isso é o que os homens gostam de dizer, os homens dizem muita mentira e atropelam-se uns aos outros para chegarem ao poder. Façam-me um favor, dê valor a si mesmas, vcs são os seres mais maravilhosos que existem.
    EDUARDO | 11.05.2009 | 18.17Hver comentário denunciado
  • Daqui POSSEIDON!
    LÚCIA-LIMA ao seu melhor! Confirmando o que por outras palavras eu já disse anteriormente. Falta a VITÓRIA SAMO TRÁCIA para dizer algo de sua justiça. A Mulher foi o Ser Primordial a Grande Deusa, como se deixou ultrapassar Patriarcalmente. Ao ressurgir na sua máxima força de fertilidade e eficácia faz frente a si própria, pois não quer repartir aquilo que já foi seu.
    Vieste do Mar Oceano e não queres perder os privilégios que trouxeste contigo!»»»
    POSSEIDON | 11.05.2009 | 17.59Hver comentário denunciado
  • A questão é muito grave e está a ser cada vez mais frequente.
    Não é uma questão de sexo. É uma questão primeiramente de violentadores (psicológica e fisicamente) contra vítimas indefesas. E acontece a nível profissional, em empresas privadas e agora cada vez mais na Função Pública. Como na Função Pública as piores mulheres é que chegam a chefes, com raríssimas excepções. E homens quase não há. Antes havia equilibrio. Agora devia haver quotas para homens. Onde agora há só mulheres e antes havia alguns homens, é uma desgraça. E as vítimas são precisamente as outras mulheres. Sabe-se isto por conversa e experiência. Bullying ou Assédio Moral, que é muitíssimo mais grave e difícil de provar, tal como o Assédio Sexual. A lei não pune como devia, como crime grave e os advogados e sindicatos tentam defender por outras situações mais vulgares, mesmo sabendo que é BullYiing, o que não é o melhor para a vítima.
    Sei de pessoas que ficaram com a vida profissional e pessoal destruída. O novo Código do Trabalho e o nov estatuto do funcionário Público também ajuda. É a melhor forma de despedir sem custos para o empregador. E então na função pública está em moda. Copia quase sempre o pior, salvo raras excepções. Ou como é que se colocou centenas de funcionários na mobilidade (há dois anos sem emprego) para meter os amigos e dar prémios a alguns dos que ficaram. Ema geral os piores e que até têm que andar nas novas oportunidades (escrevendo a sua autobiografia) para fazer o 9º e o 12º. O serviço ganha, o formador idem e em poucas horas têm o diploma. E os licenciados, com o 5º (=9º) ou 7º(=12) foram para a mobilidade especial. E o Ministério da Agricultura foi o mais bem comportado. E este ano já se fala em meter gente, que nunca deixou de meter aliás. Os anúncios nos jornais o comprovam, para além dos muitos amigos que já entraram.
    Justiça precisa-se | 11.05.2009 | 17.19Hver comentário denunciado
  • Oh MARIA OLIVEIRA, se estavam tão bem a "governar a sua casa, cuidar dos seus filhos e passar a tarde a fazer renda e a lanchar com as amigas!" porque é que não continuam?
    E já agora, quantas é que tinham essa vida idilica? Se calhar as mesmas que há hoje...Conheço quem viva essa vida aindaa hoje, como sempre haverá, aliás!
    Que preço pagavam por essa vida de dependência? Permita-me que lhe diga que isso não é alternativa! Viver na dependência de alguém não é alternativa para pessoas inteiras (íntegras)!
    Só de pensar que alguém possa querer isso para uma filha, por exemplo, até me revolta as entranhas! Pensar que o destino da minha filha era esse, seria passar-lhe um atestado de menoridade que me recuso a fazer!
    Não leva a mal, mas essa ideia JÁ ERA!
    Uma das coisas que eu ensino à minha filha sobre o legado da Igreja Católica na sociedade, é a subalternização do papel da mulher que, ESTOU CERTO, ela jamais vai aceitar! Reduzir o papel de uma mulher (uma pessoa, portanto) a cuidar da casa e fazer renda seria ofensivo, MARIA OLIVEIRA, caso eu fosse mulher!
    JFK | 11.05.2009 | 16.31Hver comentário denunciado
  • Excelente comentário LUCIA-LIMA.
    POP-LIMÃO | 11.05.2009 | 15.49Hver comentário denunciado
  • «O "bullying" é feito por mulheres, para o evitar ler e comentar:
    POETÁRIO = SÍTIO DOS POETAS E DA POESIA
    http://zuluechopaparomio.blogspot.com/
    Mais resultados de zuluechopaparomio.blogspot.com »
    Um bem-haja
    Zé Ernesto Gaia | 11.05.2009 | 15.06Hver comentário denunciado
  • A questão é muito mais antiga e profunda! A verdade é que no mundo de mulheres, a tendência é para fazer emergir o lado negro da própria. Muito antes de se imaginar que as mulheres tinham capacidades laborais, como se admite na actualidade, já os nossos antepassados femininos, tinham pensado e transmitido ás gerações seguintes a "Arte de fazer Guerra". É verdade! Basta pensarmos que o pior defeito, que de um modo geral atinge o género feminino, é a inveja. Num mundo onde a competição predomina, qual é o nosso rival directo? Claro, que esta guerra é estritamente intra-sexual e não há volta dar ao assunto. Não há nada que faça temer mais do que ser substituida, por outra que supere de alguma maneira, seja através, da beleza, juventude, inteligência, competência e outros atributos temíveis para nós. Nesta guerra de "queenas leonessas", onde ganha quem ruge mais alto, é quase impossivel não recorrer á arte que qq mulher domina, que é o amesquinhamento! Este confronto não se restringe ao campo profissional, também é um apanágio no campo amoroso, familiar e por ai fora. Sim, porque as nossas avós, tias, mães, madrinhas e até as que nós pensamos que são nossas amigas também recorrem a esta 'nobre arte'!
    Não é uma questão de querer branquear o assunto mas se isto é algo que nos é intrinseco, talvez seja para permitir a nossa sobrevivência num mundo onde tem de se mostrar competências a todos os níveis. Evidente que é sempre bom sermos civilizadas dentro do que é possivel mas de vez em quando não faz mal a ninguém, pôr o galinheiro em ordem, nem que para isso seja preciso, rebolar no chão, arrancar uns cabelos, faz parte!!!
    Para finalizar, não é o facto de sermos invejosas que nos faz fracas, mas sim a falta de discernimento para percebermos que quando a inveja não nos ajuda a melhorar, só nos atrapalha!
    LUCIA-LIMA | 11.05.2009 | 14.51Hver comentário denunciado
  • Caro JFK, discordo completamente consigo: nada houve de pior para as mulheres que a suposta emancipação, que mais não foi do que "ideia de uma maluca que não gostava de usar soutien". Felizes eram as mulheres quando governavam a sua casa, cuidavam dos seus filhos e passavam a tarde a fazer renda e a lanchar com as amigas! Quem me dera, quem me dera!
    O que conseguimos com a emancipação foi tornar os homens inseguros (porque já não são o pilar da familia) e mulheres frustradas.
    Maria Oliveira | 11.05.2009 | 14.09Hver comentário denunciado
  • Subscrevo 100% o artigo. O melhor ambiente de trabalho é aquele em que são 80% homens e 20% mulheres, e se tiver que trabalhar só com homens ou só com mulheres, todas as vezes do mundo só com homens! Falo por experiência e contra mim falo, mas nunca vi homens, colegas ou chefes, dados à intriguiçe como as mulheres. E em última análise, até o machismo os faz serem mais cavalheiros!
    Maria Oliveira | 11.05.2009 | 14.05Hver comentário denunciado
  • Corrigindo o endereço do curso bullying
    http://www.eadvirtual.com.br
    Ronaldo Santos | 11.05.2009 | 13.20Hver comentário denunciado
  • O Instituto EADVIRTUAL lança este mês um curso totalmente a distância sobre o bullying.
    Veja informações em http://www.eadvirtua.com.br
    Ronaldo Santos | 11.05.2009 | 13.18Hver comentário denunciado
  • Pois é, mas se for eu a dizer mal das mulheres, cai-me tudo em cima!...
    Só as mulheres é que podem dizer mal do género feminino. Se for um homem a dizê-lo, é machista!...
    Já o disse aqui, a mulher nunca teve tantas condições para ser feliz, na história da humanidade. Mas a felicidade e o bem estar não são objectivos de vida das mulheres!... Assim que o alcançam arranjam logo maneira de estragar tudo!
    JFK | 11.05.2009 | 13.15Hver comentário denunciado
  • Não anda a corda sem o caldeirão, o JFK não está presente mas está o seu representante, CHARLES.
    FUI | 11.05.2009 | 12.34Hver comentário denunciado
  • Muito bem, CHARLES!
    SINAL+ | 11.05.2009 | 12.20Hver comentário denunciado
  • Vá lá... já não é só homens contra mulheres, também é mulheres contra mulheres. E também admite que por detrás de um torturador existe um cobarde, e isso, vá lá, é um passo em frente na percepção do mundo actual, pois mostra-nos, aos leitores, que afinal já conseguirá catalogar de forma decente quem nos últimos anos tem levado a cabo estas guerras inumanas, com os seus campos de concentração e gosto pela tortura, assim como pelo massacre de populações indefesas inteiras. Lamentável é ter sido necessário mais um "estudo" estatístico para nos dizer o que é óbvio e assim nos fazer pensar...
    INDIFERENTE | 11.05.2009 | 10.30Hver comentário denunciado
  • Sabe porque se fala disto Dona Isabel? sabe ? é porque Há vitimas femininas, porque se não houvesse, ninguém se importaria, se fossem apenas homens a sofrer 'WHO CARES'...era bom agora um estudo mais aprofundado para a violência doméstica, o porquê dos homens serem tão violentos com as mulheres ao ponto de as matarem, Fernanda Freitas escreveu um livro à tempos sobre violência domestica mas quando lhe perguntaram "falou com algum homem porque razão fez aquilo?" ela disse "Não, achei que não fazia sentido saber as razões dessa acções", mas a questão que ninguém quer fazer é: O QUE FAZEM AS MULHERES PARA OS HOMENS SEREM TÃO VIOLENTOS?, porque as mulheres perante a sociedade tem de ser sempre as vitimas, as virgens, as imaculadamente santas porque só assim mantem os direitos, o status quo e só assim conseguem ultrapassar e pisar os homens, este é um assunto que a OPRAH nunca vai falar, no seu programa todo o mal do mundo é provocado pelos homens....
    Charles | 11.05.2009 | 10.29Hver comentário denunciado
  • Que grande novidade!
    Já aqui há tempos aqui escrevi que trabalhar num ambiente com muito mulherio, é do pior que há!
    Há algumas profissões que padecem particularmente deste mal...
    Uma chefe ressabiada e que emprenhe pelos ouvidos de outras frustadas, ressabiadas, frequentemente invejosas, lambe-botas e incompetentes é capaz de fazer a vida de uma pessoa num verdadeiro INFERNO!!!!!!!
    VITÓRIA DE SAMOTRÁCIA | 11.05.2009 | 10.29Hver comentário denunciado
  • Afinal quem trata mal as mulheres? não são os homens. São elas próprias.
    Violeta | 11.05.2009 | 09.49Hver comentário denunciado
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