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EDITORIAL

Um caso acabado de má-educação

21 | 05 | 2009   07.56H
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt

Confesso que fiquei chocada, mesmo chocada, com a gravação das «aulas» da professora de Espinho. A forma como fala de sexualidade é grosseira, primária e descabida, mas o pior, de longe, são as ameaças, a prepotência e a forma trágico-cómica como usa os seus galardões para humilhar a mãe de uma aluna. Mas vamos por partes. Ameaça, primeiro, descobrir a virgindade da aluna, ou a falta dela, o que é no mínimo insólito, e diz que o fará recorrendo a informadores, os amigos do filho. Tudo com intuitos moralistas, de impedir que andem para aí aos linguados uns aos outros. Extraordinário. Ameaça, depois, quem se atreva a estar contra ela. Por uma razão clara de entender: é ela que classifica os testes, daí poder, quando bem entender e independentemente de o aluno ter respondido correctamente às perguntas da matéria que lecciona, fazer a «ficha» aos alunos. Fabuloso.

De seguida, ameaça e insulta uma mãe. O que seria sempre inadmissível, mas ainda mais repugnante se torna quando os argumentos que utiliza são a sua suposta baixa escolaridade. Tanto mais baixa quanto comparada ao seu extenso currículo.

E aqui está, na minha modesta opinião, a chave de tudo: acredita sinceramente que os tais 4 + 2 + não sei quantos, não só lhe permitem tudo como obrigam a que o comum dos mortais se vergue à sua passagem. Uma interpretação do conceito de saber que não vem, certamente, nos livros de História.

Mas é exactamente o facto de ter estudado tantos anos para este resultado que me assusta. Como é que é possível que o ensino, nomeadamente o universitário, esteja atento apenas ao desempenho académico, sobretudo quando se escolhe uma profissão como a de professor?

Porque é suposto que a Educação seja o contrário da Má-Educação, e tudo isto se resume basicamente a um caso de má-educação, no sentido mais literal da expressão.

Nota - A posição da Fenprof é assustadora. O corporativismo é a maior injustiça para milhares de excelentes professores.

© Destak

38 comentários

  • Eu ouço algumas vezes, as conversas da Drª Isabel com o Dr. Eduardo na Antena 1. E fico chocada com a estupidez desta senhora, por vezes parece não ter mais de 4 anos de idade... O próprio Dr. Eduardo parece-me ficar envergonhado por fazer um programa deste nivel com esta mulher...
    Será que só o grau académico e o país Sócratico dos amigos fazem desta mulher uma comentadora de rádio?
    Tenha vergonha do que por vezes diz e depois comente os outros casos que por aí acontecem.
    cccccc | 19.06.2009 | 15.05Hver comentário denunciado
  • Eu não avaliava os professores, avaliava sim o seu perfil psicológico e social. Está mais que comprovado que nem todos os professores são bons profissionais. Há os dedicados e aqueles que estão saturados ou lá foram parar de pára-quedas! Sempre quis dar aulas na minha área de formação mas nunca tive a oportunidade... lamento que haja tanta falta de respeito, educação e instrução em pessoas que supostamente deveriam ter uma mente desenvolvida. No meu tempo (e tenho 30 anos) havia bons e maus professores mas uma coisa é certa, nunca apanhei professores "desviados" do bom-senso, eram rígidos e correctos mesmo sendo maus profissionais. É uma questão de ética. Alunos problemáticos sempre houve e cabe ao professor tomar uma atitude correcta.
    Se bem que no meu tempo, levar um açoite no rabo, uma reguada na mão, ou pôr no canto da sala de aula sozinho era aceitável (e nunca fez mal a ninguém), os professores de hoje nem levantar a voz quase podem pois levam com um processo disciplinar em cima.
    Faça-se a selecção dos bons profissionais e dêem-lhes mais margem de manobra no que diz respeito à educação da juventude, pois esta passa mais tempo na escola do que com os pais.
    MARTINS | 26.05.2009 | 13.30Hver comentário denunciado
  • Concordo com as afirmações deste editorial!

    Não é por ser licenciado que me sinto superior aos outros que não têm tantas habilitações académicas ou inferior aos que até são mestres ou doutores!

    Na verdade, apenas dá um certo jeito ao contactar com bancos e certas empresas revelar que se é Dr., Eng., etc.! Isso dá!
    ... | 26.05.2009 | 11.52Hver comentário denunciado
  • Dra. Isabel Stilwell: Sugiro-lhe que visite algumas escolas com alunos problemáticos, particularmente as que recebem alunos de bairros problemáticos e verifique o que os professores têm de fazer e de dizer para ministrar alguns conhecimentos. Gravações aleatórias do que tais professores proferem nas aulas comparadas dariam para pôr o País em estado de sítio. E tente a Sra, Doutora dirigir-se delicadamente a tais alunos; o mínimo que pode lhe contecer é ser insultada e se mover algum músculo como reacção até pode ser que leve ums bofetadas. Pensar-se que as aulas de hoje correm com as mesmas disciplinas das aulas do antes do 25 de Abril é pura tolice.
    Manuel Silva | 26.05.2009 | 01.37Hver comentário denunciado
  • MENOS INDIGNADA: Ah, já passaram a eliminar comentários por eles serem somente MACHISTAS! E se forem FEMINISTAS, eliminam? Waw! Democracia, liberdade de expressão, lembram-se? Tanto blá blá, tanta conversinha barata. Falem-nos de novo nesses princípios e vão ver o que nos rirmos deles nas vossas caras!
    INDIGNADO | 24.05.2009 | 11.49Hver comentário denunciado
  • Sabe DALIA PEREIRA, mais vale a "superficialidade e a emotividade primária" do que a incompetência escondida. Deve ser por isso que é preciso "serenidade na educação" ...
    Markus - Amadora | 22.05.2009 | 14.13Hver comentário denunciado
  • Isabel
    Este foi o último editorial que li seu. Fiquei chocada, sim, foi com a sua superficialidade e emotividade primária. Não esperava de si que viesse para a arena provocar o sangue do touro para gaudio da plebe quando, aquilo de que se precisa é de serenidade na educação. Informou-se? Conhece de facto a opinião da Fenprof a esse respeito? Vê-se que não.
    Dália Pereira | 22.05.2009 | 13.17Hver comentário denunciado
  • Retiraram o comentário do CHARLES?? Muito bem, assim está melhor. Ele que vá comentar para um lugar só com homens!
    menos indignada | 22.05.2009 | 09.56Hver comentário denunciado
  • Este é sem dúvida mais um acaso acabado de má-educação da comunicação social. Mas afinal isso ainda nos surpreende? Dá para rir.
    RIR | 22.05.2009 | 00.34Hver comentário denunciado
  • Cara Doutora Maria Isabel Stilwell!
    Como deve ter tido uma educação "Vitoriana" deve estar feliz por este incidente não tenha sido resolvido dentro da Escola, pois sempre deu um furo redactorial com a gravação e tudo para o jornal que dirige. Na Escola aí sim, seria o local onde o assunto devia de ser tratado. Se ouve queixa da parte da lesada ao Conselho Directivo este como forma de prova devia ter apreendido todas as gravações. Como eram proibidas gravações dentro da escola deveria, até ser apurado um inquérito, por a aluna com um castigo e como fez e muito bem suspender a professora em causa. Todos sabem que uma adolescente de 12 anos não é imputável! Mas se ela em estado de brincadeira partisse vidros ou danificasse objectos seriam responsáveis os seus progenitores. Será que tudo o que se parte nas escolas somos nós todos os portugueses a pagar? Dá a entender que sim.
    Ainda bem que teve a Educação Vitoriana nota-se nos seus artigos muitas vezes a pender para um dos lados.
    Um bem-haja
    SALMARINO | 21.05.2009 | 21.26Hver comentário denunciado
  • "Eu, quando me tratam por 'doutor' costumo dizer: oh minha senhora, se eu fosse doutor estava a dar consultas..."
    Eu não costumo ir às consultas do doutor mas do médico...
    li | 21.05.2009 | 21.09Hver comentário denunciado
  • REtiraram o comentário de CHARLES? Numa sociedade 'livre' e de 'livre expressão'? Dexsculpem, mas não venham com mais tretas. Quem o fez é tão prepotente quanto a senhora professora desta notícia. Não há diferençla absolutamente nehuma, a não ser na superfície. Que vergonha. Deviam fechar o jornal.
    VERGONHOSO | 21.05.2009 | 19.18Hver comentário denunciado
  • 21.05.2009 | 19.00Hcomentário reprovado
  • Em Portugal, só há uma pessoa bem educada e que sabe comer, é o JFK. Quanto á professora, ela pode ter muita formação academica, mas não tem educação, nem formação moral. Esta senhora não é digna de continuar na escola. Eu, se fosse Director dessa escola, não a aceitava nem para limpar os WC.
    Salazar | 21.05.2009 | 18.33Hver comentário denunciado
  • Oh JFK não se trata de pôr paninhos quentes!!! Trata-se de dar o real valor a esta história! È claro que instrução e educação são compativeis, mas na actualidade um papel carimbado por uma qq univ, parece valer todas as regalias sociais!! E depois a mesma sociedade, acha que a instrução e a educação são uma obrigação da escola (lá estão os pais, ou associações a tirar a água do capote!!). Esta discussão do "good king, bad king!" é estéril e inútil, para já porque esta estrela de prof, já está suspensa, e vamos lá ver, com este apontamento no curriculo, se ela tem hipoteses de voltar a leccionar!!!! E essa ideia que os professores se protegem ou são protegidos, o destino desta persona non grata, vai revelar se assim é!!!
    Quanto a convencer a VICT SAMO, não percebi bem, mas acho que não deves ter lido na totalidade, o que ela escreveu (...) lá pelo meio, defende o apuramento de responsabilidades, mas precisamente pq é prof, conhece bem o outro lado, que a populaça, que atira pedras deste lado ignora!! Vai lá que vocês quando discutem, fazem um par muito giro:)))))
    LUCIA-LIMA | 21.05.2009 | 18.12Hver comentário denunciado
  • Esta professora de História, além de manifestamente mal educada e desequilibrada, é muito pouco profissional. Ela deveria ser expulsa da escola e do sistema de ensino.
    Júlia | 21.05.2009 | 17.58Hver comentário denunciado
  • Oh LUCIA, educação e instrução não são incompatíveis, mulher! Não temos que fazer uma opção entre uma coisa e outra!
    Há pessoas instruídas e educadas, como é óbvio! Só que a instrução vem da escola e a educação de casa. Quem não tinha educação em casa, bem pode ter tirado cursos na Sorbonne...
    Olha para o Presidente da Republica, por exemplo.
    Tem lá os seus graus académicos, mas hás-de reparar na forma como ele come. Mastiga como mastigavam os pais e avós dele; de bocarra aberta como o verdadeiro boçal que é!
    Num país que tem um PR que, ao mastigar, mostra o bolo alimentar...
    Além disso, todos sabemos que o povo português é mal educado! É só veres o uso do 'faz favor', 'com licença' e 'obrigado', que raia a inexistência, em Portugal. Isto é um povo de rústicos e de bimbos e essa malta, quando trepa, é do mais prepotente que há!
    Olha lá rapariga, já perceste que os únicos que põem panos quentes nas barbaridades da professora, são professores ou seus familiares, não já??? Isto diz-te alguma coisa???? Se disser, explica à SAMO que eu não quero que ela se zangue comigo... : ))
    JFK | 21.05.2009 | 17.37Hver comentário denunciado
  • Na boa! Isto já está a passar as marcas do razoável! Não vou repetir o que já disse sobre este caso, apenas vou pegar nas últimas palavras da senhora cronista. Parece que acabou de descobrir a "pólvora" , quando conclui que no ensino universitário, apenas contam as notas e que ter um curso superior não é sinónimo de ser 'bem educado'. Então parece que os meus avós tinham razão, quando diziam que antigamente eles não eram instruidos, mas eram educados, por oposição, hoje aposta-se na instrução, (ena pá como, é baril ter um filho com grau de doutor ou pos-doc), ignorando-se por completo a educação!
    Caso alguém ainda tenha dúvidas, é só ver o caso desta sra.dra!!!!!!!
    LUCIA-LIMA | 21.05.2009 | 16.32Hver comentário denunciado
  • isto e uma vergonha essa mulher k se diz ser tao culta se tivesse sido um dos meus filhos eu tinha feito pior nem professora lhe posso chamar quanto mais doutora .edo td o meu apoio as maes das alunas .
    ana nunes | 21.05.2009 | 16.20Hver comentário denunciado
  • Estou totalmente de acordo com todo o artigo da Sª ISABEL STILWELL. Só acrencento o seguinte, eu, fico totalmente desapontado com as instituições portugueses, se a aluna for punida por ter gravado e dar a conhecer ao país, aquela professora indigna. Quanto á FENPROF, já há muito tempo que sabemos que para eles falar em ensino ou melhorar a escola´, é não ser avaliado, ter as regalias e chorudos vencimentos, superiores aos professores dos países da U.E..
    Fonseca | 21.05.2009 | 15.15Hver comentário denunciado
  • Isabel Stilwell, Infelizmente é muito comum os " Doutores" usarem os seus galardoes para terem benesses, ameaçarem, coagirem as pessoas que não o são..em todos os sectores do nosso Pais. Relativamente aos testes tambem é " normal " os professores vingarem de certos alunos , ja no meu tempo , ha 30 anos, era assim. Se conhecesse a realidade do Pais ficaria chocada todos os dias. É esta parolice que tem de acabar no nosso Pais. Se calhar nunca sentiu na pele porque tem um canudo. E isto não é democracia. E os exemplos vêm de cima.
    ana | 21.05.2009 | 15.07Hver comentário denunciado
  • No meu tempo de ensino secundário já existiam (e vão para aí uns trinta e tal anos) professores bem prepotentes e com uma língua que valha-nos Deus, mas nada se sabia.... Pior, mas muito pior do que este caso, que também não concordo!
    Ls | 21.05.2009 | 14.02Hver comentário denunciado
  • Concordo em pleno com a autora! Em pleno! Da primeira à última linha! Disse-o ontem!
    Como concordo com alguns colegas do fórum que dizem que os tiques de 'afirmação' da senhora não são coisa única em Portugal. O que mais há, e eu já o disse à bem pouco a uma besta que me interpelou agressivamente, são tipos que só porque tiraram uma licenciatura, acham-se cultos, respeitáveis e capazes de achincalhar quem não a tenha... coitados! Mas que há disso aos pontapés, ui se há!
    Basta ver a forma terceiro-mundista como as pessoas se tratam em Portugal, com a mania do 'doutor para cá doutor para lá'.
    Eu, quando me tratam por 'doutor' costumo dizer: oh minha senhora, se eu fosse doutor estava a dar consultas...
    JFK | 21.05.2009 | 13.29Hver comentário denunciado
  • Por que razão nunca falam disto, têm medo? De quem? (só nos países da NATO é que isto existe):
    http://www.youtube.com/watch?v=iEpze71Makw
    WEBSTART | 21.05.2009 | 12.52Hver comentário denunciado
  • Sal marino: eu acho que tem razão - isto é um assunto interno da escola e deveria ser resolvido assim. O problema é que não há de facto equidade professor-aluno em Portugal. Em nenhum nível de ensino. E quando um aluno se queixa está à partida em desvantagem.
    Anonimo | 21.05.2009 | 12.30Hver comentário denunciado
  • Caro amigo Desconhecido!
    Com 12 ou 13 anos são capazes de muito mais. Esteja mais atento à sua maneira de ser (Feminina) e pode ver o veneno que já têm. Por isso só depois do inquérito, que devia ter sido feito de imediato. Pois as gravações eram prova de desobediência não deviam ter saído da escola. Deviam ser apreendias como facto de prova. Portanto só quando tudo terminar é que eu acredito. Já foi assim com o caso do Reino Unido.
    Um bem-haja
    SALMARINO | 21.05.2009 | 12.06Hver comentário denunciado
  • Ainda há pessoas que acreditam ser possível alguém (já não digo um aluno de 12 ou 13 anos) sair duma aula e ir queixar-se do professor ao conselho directivo/executivo.
    Anonimo | 21.05.2009 | 11.26Hver comentário denunciado
  • Cara Doutora Maria Isabel Stillwell!
    Para manifestar a presumível má fé da aluna, pensava que havia mais gravações, nem se dignou a abandonar a sala e dirigir-se aos membros do Conselho Directivo e informa-los do facto. Deixava lá o gravador e resolvia o caso. Estamos num caso, já público e ainda ninguém sabe porque a aluna tendo a porta sem chave não abandonou a sala e veio apresentar queixa do acontecido. Naquele momento tudo ficaria esclarecido, portas adentro e não vinha para os tablóides como no Reino Unido o petiz de 13 anos que era o pai de de um filho de uma adolescente de 15. Cara Doutora muitas coisas estão mal, porque os media espremem a notícia até ao tutano.
    Um bem-haja
    SALMARINO | 21.05.2009 | 11.05Hver comentário denunciado
  • ESTE COMENTÁRIO É UM " Remake 2"!
    Daqui SAL MARINHO!
    Para a Senhora Doutora Maria Isabel Stilwell
    Ainda não percebi! A professora, e acho presumivelmente bem, está suspensa. As aluna que sem autorização, portanto com má fé, que gravaram a aula ou parte da aula. Porque dentro daquelas quatro paredes estava a ser dada uma aula de História não sofreram nada até ao caso seja, presumivelmente resolvido. Gravações muitas vezes não chegam como forma de prova. Quando foram gravadas? Como sabiam que aquele assunto seria tratado naquela aula para ser gravado? Quantas vezes foram tratados assuntos desses ou foi pontualmente? Pelo que me parece quem autoriza gravações e escutas são entidades Policiais. Porque não se dirigiram as visadas a pedirem ao Conselho Directivo para efectuarem a gravação como prova. O conteúdo da gravação foi analisado antes de sair para os jornais. Estamos a difamar presumivelmente uma professora sem saber o que foi dito sobre o facto e com que termos. Pois há linguagem diversa para dizer as situações. Termino mas parece-me que estamos num País de presumíveis Analfabetos Passivos em que certas palavras não fazem parte do léxico português ou são Tabu! Que sejam castigados e suspensos todos os infractores, só assim estamos num verdadeiro Estado de Direito.
    Um bem-haja
    SALMARINO | 21.05.2009 | 10.44Hver comentário denunciado
  • Apenas fica a questão no ar isabel (desculpe tratá-la assim). Será que isto é apenas a ponta do iceberg de uma sociedade "comandada" por gente deste calíbre em todos os sectores da sociedade? Torna-se quase iremediavelmente perigoso caso, estes casos, se mantenham impunes e imunes sem que algo ou alguém lhes levante o véu da sua imbecilidade. Neste caso em especial só vem destruir a própria imagem dos professores que (quero acreditar nisso) não pactuam nem exercem na sua esmagadora maioria, com esta grande falta de Educação a todos os níveis. A punição desta professora devería ser severa e servir de exemplo para todos.
    Dino | 21.05.2009 | 10.31Hver comentário denunciado
  • Totalmente de acordo com este editorial, exepto na parte de ficar chocado. Sempre houve professores cretinos e de certeza que todos se lembram de situações comparáveis numa sala de aula. A diferença é que cada vez mais as pessoas têm a coragem de expôr estas situações.
    luís | 21.05.2009 | 10.27Hver comentário denunciado
  • CHARLES já reparei que não passa de mais um machista que só diz é merda e rala como diz aí. Você é daqueles que senta o traseiro no sofá o dia todo a coçá-los enquanto a sua escrava, não é mulher é escrava, trabalha para si, e depois quando abre a boca é para dizer que todo o mal da Humanidade foi provocado pelas mulheres. Se gosta tanto de homens a mandar, então faça o seguinte acabe com as mulheres todas e trate de povoar o mundo só com homens, e sem excepção à sua cama! Porque se gostas de homens a mandar em tudo também deve gostar deles na cama!! Mentalidade subdesenvolvida. Fui.
    Indignada | 21.05.2009 | 10.21Hver comentário denunciado
  • eu penso que a senhora só estava no mau período do mês....
    apolo | 21.05.2009 | 10.12Hver comentário denunciado
  • Totalmente de acordo com a Drª Isabel. Não sei se a srª professora foi provocada para aquela situação ou não mas como profissional deveria saber o lugar dela, e não descer ao nível das crianças. Como já tinha dito antes, não é por as alunas já saberem tudo sobre sexo que a professora possa ter aquele tipo de comportamento na sala.
    Já vi aqui comentários machistas, também é coisa que nunca há-de desaparecer infelizmente!
    bastet | 21.05.2009 | 10.05Hver comentário denunciado
  • Waw CHARLES, fantástico. Sou completamente anti-machismos, mas sinto-me no dever quase científico de concordar em grande parte consigo, por aquilo que nos revela a maioria das mulheres de hoje. Mas há também aqui, no caso de alguns destes professores, uma mistura de "loucura" devido ao constante stress em que os têm mantido (só neste país conheço pessoas, várias, de boas familias, que desistiram de dar aulas no secundário devido precisamente às monstruosas pressões a que os tentavam sujeitar diariamente) e, para além disso, uma falta de educação de base, que facilmente trasnforma os seres minúsculos em ditadores e humilhadores. Veja o caso dos Americanos e o que eles fizeram durante estes últimos anos, país onde a educação de base é fraca, por um lado, e, por outro, se tem a sensação de ser "dono" do mundo. Esta senhora professora acaba por actuar precisamente como actua Israel com os palestinianos, outro exemplo, etc. É tudo uma questão de "cegueira" que nessas pessoas se instala assim que se vêm com algum poder nas mãos. Mas no fundo nem é culpa delas, as universidades para que entraram para fazerem os seus cursos receberam-nas precisamente com as mesmas técnicas de humilhação e exposição de fraquezas vergonhosa, em frente a toda a gente, os turistas, aterrorizados com o que viam, tiraram fotografias aos espectáculos onde essa senhora foi provavelmente mantida de cócoras durante imenso tempo, onde foi obrigada a repetir o que um ou dois praxadores lhe gritavam, onde foi obrigada a marchar em grupo para ser por esses praxadores exibida ao público de uma cidade, etc., etc., etc. E, o que é mais impressionante ainda, onde provavelmente as mães dos meninos que agora são alunos estiveram a bater palmas. Eu não entendo a indignação, a sério, nem sequer da dona Isabel. A senhora já alguma vez aqui neste jornal deu a sua opinião sobre a vergonhosa praxe que se pratica nas universidades e agora até por institutos e qualquer dia pelo próprio secundário? Ficamos somente indignados com os efeitos, mas antes batemos palmas às causas? E de onde vem a responsabilidade da sociedade portuguesa neste assunto? O português é ainda um castigador, um ditador, etc., observe-se bem. Ainda não conseguiu passar dessa fase. A questão é profunda, é de educação de base e princípios éticos de um povo. A senhora professora é somente o lado visível do resto das pessoas que andam por aí. Que por ventura se tornou visível pela loucura das pressões a que se sujeitam os professores do ensino secundário.
    MANUFLYNT | 21.05.2009 | 09.40Hver comentário denunciado
  • Este CHARLES ou é gay, ou tem fobia a mulheres ou é o JFK disfarçado. Ou é tudo junto...
    dasse | 21.05.2009 | 09.39Hver comentário denunciado
  • Ah! Finalmente percebeu que o grande mal da educação deste país é ter universidades que funcionam da mesma forma desde o século XIX!
    Anonimo | 21.05.2009 | 09.10Hver comentário denunciado
  • 21.05.2009 | 08.44Hcomentário reprovado
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