OPINIÃO

Evoluções ambientais

31 | 05 | 2017   21.38H
Duarte Cordeiro (Vice-Presidente da Câmara de Lisboa)

A forma como a cidade de Lisboa se organiza em termos de recolha de resíduos tem evoluído e algumas das transformações começam agora a ser visíveis.

A área da recolha de resíduos tem beneficiado de um investimento significativo por parte do Município, com o objetivo de conjugar o progresso dos nossos níveis ambientais de recolha seletiva, definidos no Plano Municipal de Resíduos, com a melhoria da perceção de limpeza da cidade, apesar dos novos desafios, em particular o crescimento do turismo.

Contratámos 250 novos colaboradores e adquirimos 100 novas viaturas; estão a ser instaladas 600 papeleiras de grandes dimensões – em particular nas zonas de maior pressão comercial – e 120 ilhas de contentores enterrados, que asseguram comodidade, resiliência e eficiência ao serviço, além de incluírem sensores de enchimento que nos alertam quando se encontram cheios.

Nos bairros históricos, tem-se vindo a reformar o modelo de recolha por sacos, com a instalação de contentores comunitários que permitem mais conforto e salubridade a quem ali vive – já instalámos na Bica e em breve iniciaremos no Bairro Alto – e alterámos a hora de recolha do papel no Chiado, seguindo-se possivelmente a Baixa, para resolver um problema crónico.

O nosso serviço de recolha de lixo volumoso tem vindo a recuperar eficácia, respondendo de forma cada vez mais célere, permitindo a marcação e recolha sem atrasos.

Muito em breve lançaremos a nova aplicação móvel do site “Na minha rua”, de forma a tornar mais simples a identificação de uma ocorrência por parte dos munícipes.

Ao todo, nos últimos quatro anos, realizámos um investimento superior a 26 milhões de euros na higiene urbana, apostando na melhoria efetiva da qualidade de vida dos lisboetas.

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