OPINIÃO

A expansão da linha de metro do Porto

16 | 01 | 2018   23.28H
Eduardo Vítor Rodrigues (Presidente da Câmara de V. N. Gaia)

É inequívoca a importância que os transportes públicos assumem no dia-a-dia das populações, facilitando a mobilidade, racionalizando recursos e despoluindo as cidades. Por isso, e pela atualidade desta temática, hoje dedicarei este artigo ao alargamento do Metro do Porto.

Recentemente foram celebrados os contratos para as obras de alargamento da linha amarela, entre Santo Ovídio e Vila d'Este, em Gaia, e a construção de uma nova linha, a rosa, que vai fazer a ligação entre São Bento, Cordoaria/Hospital de Santo António, Galiza/Centro Materno-Infantil e Casa da Música/Rotunda da Boavista, no Porto.

São mais 5,7 quilómetros de linha e sete estações, estimando-se que transporte mais de 33 mil passageiros por dia. No caso de Vila Nova de Gaia, cidade com mais de 300 mil habitantes servida por uma única linha, sempre assumi o compromisso do alargamento da rede e conseguimos, todos juntos, assegurar, para já, a linha amarela até Manuel Leão, Hospital Santos Silva e Urbanização de Vila d’Este. São mais 2,5 quilómetros de um transporte acessível a todos e com um impacto considerável no quotidiano de cada um, tornando a nossa cidade cada vez mais competitiva no contexto metropolitano e nacional.

Finalmente, e depois de tantos anos, foi possível repor em cima da mesa a expansão do Metro do Porto. Como presidente de câmara sempre assumi como obrigação encontrar as melhores soluções com os recursos que estão à disposição. Assim, em 2022 teremos uma nova realidade que irá resolver problemas de mobilidade que afetam milhares de pessoas diariamente, mas, para já, a assinatura dos contratos para a elaboração dos projetos de expansão da linha amarela e da nova linha rosa foi mais um momento histórico para Gaia, para a Área Metropolitana, para a região e para o país.

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