OPINIÃO

Gaia consolida crescimento e solidez financeira

09 | 10 | 2018   22.53H
Eduardo Vítor Rodrigues (Presidente da Câmara de V. N. Gaia)

O Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2017, publicado pela OCC, revela uma conjugação de crescimento económico do concelho de Gaia e de solidez financeira da Câmara Municipal sem igual nos últimos 12 anos. A recuperação do bom nome da autarquia foi um dos maiores desafios do mandato 2014-2017, que o anuário comprova, com contas que representam o fim de um ciclo de endividamento excessivo e de desequilíbrio financeiro que se arrastou até 2013.

Os indicadores de redução de dívida – menos 16,2% face a 2016, a segunda melhor prestação entre todos os municípios, e 20% face a 2014 – e de juros pagos (o melhor valor em 12 anos) são o reflexo de um trabalho de gestão rigorosa que permitiu, em apenas quatro anos, e de forma única no país, a normalização das condições financeiras da câmara.

O crescimento de receita proveniente de impostos e taxas, intimamente associado ao crescimento económico, ao aumento consolidado das exportações e a uma descida do desemprego, permitiu gerar receitas de derrama e IMT muito significativas. Também a receita do IMI cresceu, apesar da redução que temos aplicado nesta taxa desde 2014, que poupou mais de 20 milhões de euros às famílias gaienses, sujeitas à taxa máxima deste imposto entre 2006 e 2013.

A solidez da Câmara de Gaia é facilmente comprovável pelo melhor EBIDTA de sempre – 43.430 milhões de euros, uma subida de 4 milhões relativamente a 2016 e superior a 8 milhões face a 2014. Também o resultado operacional, situado em 35,9% em 2017, colocou Gaia no top 20 dos municípios neste indicador. Finalmente, a independência financeira do município, agora situada nos 70%, aumentou 16,1% face ao ano anterior, números que colocam Gaia na 24.ª posição do ranking dos municípios com maior independência financeira.

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