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OPINIÃO

Já visitou a Bienal de Gaia?

09 | 07 | 2019   17.15H
Eduardo Vítor Rodrigues (Presidente da Câmara de V. N. Gaia)

Começou em Abril, mas se não teve oportunidade de visitar a III Bienal Internacional de Arte Gaia, não se esqueça que ainda vai a tempo, até 20 de julho, de se juntar às 7 mil pessoas que já passaram pela Quinta da Fiação, em Lever – ou por um dos pólos desta Bienal. Um espaço de verdadeira arqueologia industrial que marca, aqui, uma presença que não é meramente de descentralização, mas também de valorização desta antiga fábrica e de perpetuação de um objetivo que se traduzirá na criação de um pólo de atividades culturais que para aqui queremos. Um espaço que nos ajuda a reviver um tempo que foi muito importante nestas terras, não só de Gaia mas também de Gondomar, então muito interdependentes.

Organizada pela Artistas de Gaia – Cooperativa Cultural, a Bienal de Gaia é uma oportunidade única para apreciar mais de 2 mil obras de arte criadas por cerca de quinhentos consagrados artistas de 14 nacionalidades, tudo isto não só na Quinta da Fiação, mas também na Casa Museu Teixeira Lopes – Galerias Diogo de Macedo, no Mosteiro de Grijó e em oito pólos em outras tantas cidades (Alfandega da Fé, Gondomar, Viana do Castelo, Seia, Estremoz, Braga, Monção e Vigo).

Se tudo isto não fosse motivo bastante para a visitar, acresce que esta é uma Bienal de causas, que se preocupa com as questões sociais, em que os artistas foram desafiados a despertar as consciências através da arte.

Mais ainda, o artista homenageado desta edição é Zulmiro de Carvalho, escultor natural de Gondomar, aqui destacado numa exposição antológica. Um homem simples e de grandíssima qualidade, que nos inspira ao mostrar que é possível ser grande como é e, ao mesmo tempo, ser humilde.

Vemos a cultura como elemento estruturante da educação, da marca desta cidade, e a Bienal de Arte de Gaia é já um momento indissociável desta premissa.

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