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EDITORIAL

Casamento homossexual: uma lei para 860 pessoas

05 | 11 | 2009   08.10H
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt

Obras públicas, trabalho e casamento entre homossexuais. Foram assim enunciadas as prioridades do XVIII Governo Constitucional.

À boca pequena, vai-se dizendo que o PS queria decidir a questão antes da visita papal ou que preferia tomar a decisão longe de eleições. Achei tudo extraordinário. Conclusões e questões decorrentes:

As más notícias

1. O Governo considera que mais importante do que a Educação, é legislar o casamento entre homossexuais, um assunto que dirá respeito a cerca de 860 pessoas, extrapolando dos números das uniões gays em Espanha. Tendo em conta que tudo depende da Educação, do desenvolvimento do País ao combate ao desemprego, acho que merece reflexão. Será que se esqueceram que os indicadores deixam claro que o insucesso e o abandono escolar são os mais altos da Europa? Que os resultados dos nossos alunos em avaliações, como por exemplo o PISA, ainda estão muito longe do desejado?

2. O Governo considera que legislar o casamento entre homossexuais é mais urgente do que atender à saúde dos portugueses. Isto quando o SNS corre sérios riscos, e uma grande percentagem dos portugueses continua sem médico de família, etc., etc. e etc. ... Interessante, no mínimo.

3. O Governo considera que esta legislação «entra» à frente dos problemas da Justiça, num país onde o processo Casa Pia está há quase uma década na barra dos tribunais e os portugueses dão mais crédito à comunicação social (e aos candidatos autárquicos condenados) do que às decisões dos juízes? É estranho. E a lista podia continuar infindável.

As boas notícias

Há um conjunto de cidadãos que devem estar felizes com a decisão de acelerar esta lei. Refiro-me aos que vivem em uniões de facto hetrosexuais ou homossexuais, e que o Governo anterior quase obrigou a casarem. A legislação que Cavaco vetou era, na prática, uma «segunda via» do casamento, um remendo para o PS se autojustificar junto dos eleitores homossexuais. Agora, pelo menos, as intenções são às claras, e as opções mantém-se.

© Destak

86 comentários

  • Isabel, és uma puta.
    Esta puta é ignorante | 09.05.2010 | 14.41Hdenunciar comentário
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  • A senhora desculpe,... mas onde e' que andou na escola? (se e' que andou...) nao vejo nenhuma referencia aos seus estudos. Deve ter sido na irmandade do divino espirito santo de orelha. Mas, dada a baixeza dos argumentos, a falta de logica e de visao, bem como a reduzida capacidade de analise posso sugerir-lhe algumas boas Universidades, Colegios ou Institutos onde andei, onde podera' aprofundar o assunto que ousou pronunciar-se. Tenho pena que tamanha ignorancia esteja assim desta forma descarada nas paginas da internet. Veja se cuida primeiro de se preparar e so' depois mandar estas fantuchadas sem qualquer nexo para os meios de comunicacao. Nao faca as pesoas perder tempo precioso com babuseiras sem qualquer fundamento. Cresca e va' para a escola aprender alguma coisa por favor. Leia com atencao os apropriados comentarios que lhe fazem e tenha vergonha por favor.
    nuno miller | 13.01.2010 | 23.29Hver comentário denunciado
  • 860? Ela fez as contas de cabeça? Garanto-lhe que as estatísticas rondam à volta de 1% da população, o que embora seja uma minoria, são por si só diversos milhares e não apenas 860. Só por aí se nota o desdém que tem pelos homossexuais, o que independentemente da sua posição quanto à decisão sobre os casamentos, revela uma mente muito fechada para uma jornalista. Houve quem dissesse que o PJ estava a fazer ameaças veladas. É mentira, e quem o sugere não deve saber ler. O que o PJ claramente disse foi que da mesma forma que a sra. Stillwell acha por bem que a maioria interfira nos direitos da minoria, se por ventura ela acharia bem que os homossexuais (uma maioria, por comparação) se opusessem aos direitos desta (uma única pessoa). É claro, isso não teria nada de mais democrático do que teria quando se quiseram opôr aos direitos dos pretos, das mulheres, etc...
    Fred | 09.01.2010 | 10.22Hdenunciar comentário
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  • Inacreditável, sobretudo as referências a prioridades políticas...
    Alexandre | 17.11.2009 | 04.59Hdenunciar comentário
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  • http://www.youtube.com/watch?v=YnVzeGPrmiw&feature =popular Cara Isabel Stilwell
    Remeto-a para esta pequena gema de ironia. Ninguém falou melhor do que esta pequena cantiga (quase cantiguinha) sobre a actual legislação estúpida, cruel e homofóbica acerca do casamento gay
    antónio santos | 13.11.2009 | 01.46Hdenunciar comentário
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  • Relativamente à questão moral da homossexualidade há que ter em perspectiva a história da humanidade. No que diz respeito ao comportamento sexual, a moralidade tem variado entre extremos opostos ao longo de épocas e culturas. Era norma entre guerreiros samurais do japão incentivar o comportamento homossexual nos jovens guerreiros. Na Grécia antiga, berço da civilização ocidental, a homossexualidade era vista como um tipo de amor mais puro e elevado do que a heterossexualidade meramente reprodutiva. A civilização romana também adoptou a moralidade grega e sobreviveram inúmeros monumetos, palácios, esculturas e outras formas de arte dedicadas ao amor homossexual.
    Na civilização ocidental, a moralidade anti-homossexual é relativamente recente e tem menos tempo de existência do que os povos que aceitavam e incentivavam o comportamente homossexual. Mais concretamente, a moralidade anti-homossexual tem as suas raízes na cultura judaico-cristã e teve o seu máximo durante a época vitoriana.
    Pessoalmente creio que é apenas por comodidade ou ignorância que alguém pode considerar que a moralidade constitui argumento para diminuir ou restringir o direito ao amor homossexual. Historicamente, a moralidade humana é consideravelmente a favor da homossexualidade. Quer pela sua aceitação nas mais diversas culturas humanas, quer pela sua duração ao longo das épocas históricas. É fácil para os detractores da homossexualidade citarem exemplos de moralidade baseados em algumas centenas de anos esquecendo os milhares de anos de história humana. Actualmente vivemos uma época de ressurgimento da aceitação homossexual e quer queiramos quer não, a tentência tem sido, em cada vez mais países em todo o mundo, como é o caso do nosso país, de uma moralidade que mais uma vez aceita a homossexualidade. A continuar no mesmo sentido, o mundo ocidental caminha para uma total aceitação moral e legal da homossexualidade. O que diriam os detractores da homossexualidade se, no futuro, numa sociedade que maioritariamente aceita a homossexualidade, se restringissem os direitos aos heterossexuais? Que diriam essas pessoas se apenas lhes fosse permitido manter contacto sexual com o sexo oposto unicamente com o intuito da reprodução?
    Há que ter muito cuidado ao invocar as questões morais porque estas são extremamente volúveis e nunca são geradoras de consenso.
    Humberto Reis | 12.11.2009 | 11.52Hdenunciar comentário
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  • Gostaria de responder ao comentador(a) Silva. E respondo porque, apesar de entender que não há comparação possível entre um pedófilo ou serial killer com um homossexual , também entendo que esta confusão esteja patente na mente de algumas pessoas. Tentarei dar uma resposta objectiva, não porque a comparação não seja ofensiva mas porque quero crer que a questão foi colocada honestamente.
    Um serial killer ou um pedófilo representam uma séria ameaça para o resto das pessoas. Devem, portanto ser separados do resto da sociedade. É por esse motivo que pedófilos e serial killers são punidos pelos seus comportamentos.
    Um indivíduo homossexual não representa qualquer perigo para os restantes indivíduos. Desconheço qualquer efeito negativo que um homossexual possa ter sobre qualquer outra pessoa. Um homossexual não força a sua sexualidade sobre ninguém, nem a sexualidade pode ser ensinada. Um homossexual trabalha, paga impostos e é um indivíduo activo na sociedade como qualquer outro. Em relação à questão de quem define o que é uma doença do foro psiquiátrico, é a comunidade internacional de medicina psiquiátrica que faz a definição. E esta comunidade, que inclui pessoas de todos os sexos, credos, raças e orientação sexual, está perfeitamente de acordo que a homossexualidade não é nem comportamernto desviante nem desiquilibrio psicológico. É um comportamento natural que indicam os estudos existe entre uma enorme lista de animais (aves, peixes, répteis e mamíferos). A homossexualidade é um comportamento com raizes na evolução natural dos seres vivos e existe desde muito antes de ter surgido o Homo sapiens no planeta Terra.
    Humberto Reis | 12.11.2009 | 10.59Hdenunciar comentário
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  • A homossexualidade pode não ser uma escolha, não sei, não o sou nem nunca senti tendências nesse campo mas...será a pedofilia uma escolha?
    Será o serial killer uma escolha ou opção pessoal?
    Porquê então lhes limitamos a acção, as vontades e a liberdade de fazer o que querem?
    Porque são doentes?
    Quem faz ou fez essa separação entre o que é ser uma doença do foro psiquiátrico ou não?
    Terá sido algum homossexual?
    Desculpem mas a pergunta faz todo o sentido.
    Silva | 11.11.2009 | 12.06Hdenunciar comentário
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  • A agressividade é patente.
    Deveria ser reconhecido por todos o que na verdade significa ser homosexual e a sua visão algo diferente da sociedade e do mundo.
    Claro que isto não quer dizer que devam ser descriminados e devem ter os mesmos direitos do cidadão comum mas, isso não implica o casamento.
    Há outras formas de resolver o assunto sem distorcer ainda mais uma sociedade já tão necessitada de valores.
    A questão dos filhos essa é melhor nem falar pois acho que já chega de crianças com valores distorcidos e problemáticas e que ninguém se iluda acerca dos amores verdadeiros entre pessoas do mesmo sexo.
    Têm os mesmos problemas que as pessoas de sexos opostos têm com a agravante de serem mais radicais e agressivos quando as divergências surgem o que, pode acontecer a qualquer momento.
    Há um mito em todo o mundo que as relações entre pessoas do mesmo sexo são mais puras e os sentimentos mais profundos.
    Grande treta, desculpem.
    São dessa forma enquanto têm a necessidade de se proteger mutuamente das, reais, agressões e descriminações externas quando existem mas, tão pronto elas cessem...não são mais do que duas pessoas com os mesmos problemas que todos os outros com a já mencionada agravante de os viverem com mais intensidade e radicalismo.
    Quanto ao resto...
    Por favor...
    Então este país não tem assuntos muito mais importantes e mais urgentes para resolver do que questões destas????
    A realidade é que se perdermos tempo com estes assuntos e não tratarmos dos outros, não vai haver casamentos nem vida para ninguém.
    Essa é a nossa realidade.
    Homossexuais?
    Querem viver em comum?
    Que o façam e que se crie um estatuto como o da união de facto para resolver o problema e lhes dar os direitos iguais aos de um casal normal mas, por favor, deixem de uma vez por todas de distorcer a nossa já tão mal tratada realidade e vida.
    Silva | 11.11.2009 | 11.55Hdenunciar comentário
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  • A HOMOSSEXUALIDADE NÃO É UMA ESCOLHA.
    silvio | 10.11.2009 | 19.33Hdenunciar comentário
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  • OS HOMOSSEXUAIS NÃO OPTAM, MAS NASCEM COMO OS HETEROSSEXUAIS.
    silvio | 10.11.2009 | 19.30Hdenunciar comentário
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  • LÁ VEM ESTA GENTE COM A BISSEXUALIDADE. EU TAMBÉM TIVE UM NAMORADO QUE SE DIZIA BISSEXUAL, MAS SÓ PROCURAVA HOMENS E AINDA POR CIMA ERA CASADO, ASSIM QUE DESCOBRI ,DESPACHEIO-O LOGO. FALTA DE RESPEITO PELAS MULHERES.
    silvio | 10.11.2009 | 17.47Hdenunciar comentário
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  • 10.11.2009 | 16.53Hcomentário reprovado
  • OLHEM!
    DEIXAMO-NOS DE HIPOCRISIA.
    SÃO MAIS QUE ÁS MÃES.
    PODEM SER VOSSOS MARIDOS, FILHOS,PRIMOS, AMIGOS,PAIS,ETC.
    QUE AGORA COM OS CASAMENTOS GAY, PODEM SAIR DO ARMÁRIO.
    AGUENTEM-SE.
    silvio | 10.11.2009 | 16.27Hdenunciar comentário
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  • NEM QUE FOSSE PARA 2 PESSOAS.
    silvio | 10.11.2009 | 16.22Hdenunciar comentário
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  • 860 pessoas? Minha sra tenha juizo. São muitos mais, embora nem todos queira casar, mas se quiserem podem, e quando um deles morrer o outro tem os seus bens assegurados e não a familia que durante toda a vida os escorraçou. Tenha isso em consideração. O casamento não é uma meta para se ter filhos, mas sim para celebrar o amor.
    Fernanda | 10.11.2009 | 13.49Hdenunciar comentário
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  • Há uma coisa que é a Moral (que pelos vistos para muitos não devia existir) mas que quer dizer que há coisas que fazemos ou dizemos, que chocam outras pessoas, quer queiramos ou não. Também ninguém escolhe ser moralista. Há coisas que me chocam, embora eu preferisse que não chocassem. Se queremos respeitar todos, sem excepção, não podemos fazer tudo o que nos apetece,temos que respeitar a sensibilidade de todos. É por isso que defendo o referendo.
    Fernando Miranda | 10.11.2009 | 13.45Hdenunciar comentário
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  • A lógica do Sílvio é espantosa: "Como se pode ser contra o casamento dos homossexuais se estes em nada interferem na vida pessoal dos heterossexuais". Segundo essa ordem de ideias, qual o problema de andarmos nús no meio da rua. Será que isso interfere na vida pessoal dos outros?
    Fernando Miranda | 10.11.2009 | 13.34Hdenunciar comentário
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  • Minha querida, até ler este editorial (só estou a ler hoje 10/11) a senhora baixou consideravelmente na minha consideração, mas isso a si não lhe deve causar nenhum incómodo... Estou a escrever para fazer uma menção (podia fazer tantas, desde a discriminação óbvia ao falso puritanismo, etc. etc. etc.) à questão dos "sem médicos"...Já pensou que entre estes "sem médico" que tanto defende poderão estar milhares (sim, milhares, porque não se trata de centenas de jovens e adultos que sofrem a estupidez desta sociedade, mas sim de milhares) de LGBT que tanto necessitam de uma consulta regular, de apoio, clínico-psicológico... Ou também acha que "eles" não vão ao médico como qualquer comum mortal?? Perceba que esta é uma questão fundamental, e que assim como V. exa. faz tudo o que lhe dá na real gana (como casar com quem quiser) também "eles" e "elas" o gostariam de fazer... Eduque-se!!! Ou então deixe de escrever, a bem de uma sociedade mais equalitária!
    Maria irritada | 10.11.2009 | 12.47H
  • Exma. Senhora,
    é com muita preocupação que leio o seu editorial num dos diários de maior divulgação no país. Prezo o direito à opinião e à diferença, mas considero que a sua manifestação deve ser feita com responsabilidade e verdade.Como editora tem uma responsabilidade acrescida, a de divulgar a opinião sustentada em factos (a comunidade LGBT não é constituída por 860 pessoas e esta lei inscreve-se numa questão de direito constitucional, que diz respeito a todos), e a obrigação de evitar falsos pressupostos (a prioridade de um assunto não pressupões a inexistência de outro). A Educação que defende começa em si, na mensagem que passa a quem a lê. Educar para a discriminação não é só grave, como vai contra todos os esforços que têm sido feitos a nível europeu, comunidade a que, quer queira, quer não, pertencemos.
    Este editorial também deveria merecer a sua reflexão.
    rita ribas | 10.11.2009 | 11.27Hdenunciar comentário
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  • E a vós todos k tentam incriminar os outros,saibai que o pecado cairá em vossas cabeças,porque ao falar assim do irmão,pecais contra o Espírito Santo.
    pedro lopes | 09.11.2009 | 01.47Hdenunciar comentário
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  • ó silvio vai-te tratar,,bem precisas,,,e não invoques o Santo Nome de Deus em vão...!!!
    paulo sousa | 09.11.2009 | 01.44Hdenunciar comentário
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  • MEU CARO A SEXUALIDADE NÃO É UMA OPÇÃO.
    silvio | 08.11.2009 | 23.06Hdenunciar comentário
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  • Pela voracidade, ferocidade, falta de inteligência e insistência, afinal parece que estamos não somente perante uma opção sexual (homossexual), mas de uma possível perturbação sexual com sintomas de poder transformar-se numa praga, se lhe dessem possibilidades, não acham?
    SINGAPURA | 08.11.2009 | 17.48Hdenunciar comentário
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  • PARA OS MENOS ESCLARECIDOS.
    NÃO TENHAM MEDO QUE OS VOSSOS FILHINHOS VEJAM 2 PESSOAS DO MESMO SEXO A SE ACARICIAREM NA RUA, POIS A SEXUALIDADE NÃO SE CONTAGIA, POIS SE ASSIM FOSSEMOS ERAMOS TODOS HETEROSSEXUAIS.
    CRESÇAM.
    silvio | 08.11.2009 | 16.53Hdenunciar comentário
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  • COMO SE PODE SER CONTRA OS CASAMENTOS HOMOSSEXUAIS SE ESTES EM NADA INTERFEREM NA VIDA PESSOAL DOS HETEROSSEXUAIS. OU SERÁ?
    NÃO VÃO SER CONVIDADOS.
    silvio | 08.11.2009 | 16.45Hdenunciar comentário
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  • DEUS APROVA O AMOR E A FELICIDADE E REPROVA A FRUSTAÇÃO, ANGUSTIA E A TRISTEZA.
    silvio | 08.11.2009 | 16.42Hdenunciar comentário
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  • Cara Jornalista; Opinião é opinião, e esta deveria ter sido guardada só para si. Eu desde 1996 que ouço em reuniões de uma juventude partidária falar sobre este tipo de assunto, desde 1996, nada foi feito, Não acha que se torna um problema e grave quando um governo discrimina uma minoria ou maioria (não sabemos) ? Pois eu acho que é por este tipo de pensamentos e opiniões de gentes bem confortáveis que faz com que nada mude,
    Temos que começar abrir os olhos, os gays são pessoas activas na sociedade, contribuem para o governo, pagam impostos como toda a gente e ainda são discriminados? Tem o mesmo direito em casar como eu quer seja no registo como no religioso, ( ou Deus também vai fechar a porta? ) Já está na hora de deixar esses pensamentos mesquinhos e evoluir, temos muita coisa para resolver neste pais, mas isso sempre tivemos!
    Cristina | 08.11.2009 | 14.50Hdenunciar comentário
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  • Já agora vamos referendar os divorcios dos heterossexuais que juraram para toda a vida, união e fidelidade.
    QUE HIPOCRISIA.
    oye | 08.11.2009 | 14.43Hdenunciar comentário
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  • Fantástico: com ameaças de morte veladas à senhora Stilwell e tudo, no post do JP... para intimidar, wawwww! Com toda a razão alguém diz que esta gente se transforma em tiranos perigosos mas disfarçados de cuecas cor-de-rosa. Achei piada à imagem, mas depois do post de JP passei a não achar piada nenhuma, porque é verdade. Por mim, já não tenho dúvidas, passarei a exigir do governo um referendo para o assunto. E ponto final.
    . | 08.11.2009 | 09.21Hdenunciar comentário
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  • DEUS NÃO CASTIGA, O QUE NOS CASTIGA SÃO AS NOSSAS ACÇÕES.
    silvio | 08.11.2009 | 09.06Hdenunciar comentário
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  • DEFENDEM COISAS QUE NA PRATICA NÃO EXECUTAM.
    CHAMA-SE HIPOCRISIA.
    TIREM A IGREJA DAS VOSSAS CABEÇAS.AMEM DEUS.O DEUS QUE AS IGREJAS DEFENDEM NÃO É O DEUS VERDADEIRO DA VIDA.
    LIVREM -SE DAS RELIGIÕES.
    DEUS AGRADEÇE.
    silvio | 08.11.2009 | 08.47Hdenunciar comentário
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  • Cara Isabel Stilwell,
    Por favor não ligue a tudo o que lhe dizem, sobretudo se for negativo. Isso é natural para quem se expõe, e a Isabel sabe. Faz favor de ficar por cá e de não voltar (de vez) para a sua muito linda Irlanda (que eu tanto gostei de conhecer, nas duas semanas que há um ano a meio lá passei). Como eu, muito mais gente gosta de ler o que escreve. Pelo que escreve e como escreve, conhecendo tão bem a realidade portuguesa, creio que a Irlanda terá perdido uma Isabel ... a favor de Portugal. Repito: continue por cá e se se ausentar, por favor ... volte!
    AB | 08.11.2009 | 08.03Hdenunciar comentário
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  • Cara Isabel, foi com surpresa que li o seu artigo e o sentimento de tristeza e desilusão com que fiquei no fim deveu-se não só à opinião demagógica e discriminatória emitida, mas sobretudo por vir de alguém que respeito e que sempre demonstrou uma posição de maior justiça social e preocupação com o bem estar da nossa nação. Se admito esse tipo de comentários de outros colonistas do Destak (JCN) de sim não o admito. Como editora tem o dever de emitir a sua opinião é certo, mas a ideia que tinha de si ficou deturpada e a motivação de continuar todas as manhãs a descer a escadaria da estação de forma a recolher um Destak ficou seriamente comprometida. Um governo não é monofuncional, nunca na história de deixou de legislar sobre os mais diversos assuntos e não é por isso que a atenção se desvia das prioridades. Penso que o desemprego, a saúde e a educação são deveras assuntos prioritários e preocupantes, mas diga-me, até que ponto, uma hora no parlamento, que vai permitir que eu e o meu namorado possamos iniciar uma vida em conjunto com todos os direitos e deveres, possamos pedir um empréstimo para aquisição de casa com facilidade, possamos ser admitidos como conjugues num seguro de saúde, que permita termos estabilidade familiar e assim garantirmos a segurança dos nossos filhos, a certeza do nosso lar e o apoio mutuo protegido para o resto da nossa vida pode de forma alguma afectar seriamente esses assuntos ou qualquer outros que possam surgir? E desde quando alargar direitos pode ser encarado como um desperdicio de tempo? E a questão do número? Todas as vidas têm o mesmo valor e nem que fosse só um casal, esse casal teria o mesmo direito quando toda a lógica está do lado dele. A senhora é só uma, se eu mais uns quantos marmanjos acharmos que a senhora não merece usufruir de um qualquer direito, por exemplo, o direito à vida, podemos esperá-la à porta da redacção do Destak e de forma pouco piedosa pormos término à sua existência? Claro que não! Vivemos em sociedade e a felicidade deve caber a todos, os direitos devem proteger todos. Não tenha medo de mudar, não tenha medo de melhorar a vida de alguém, seja 1,2, 860 ou 10 milhões. Espero que mesmo não mudando de opinião, reflicta no que eu e muitos outros leitores expressamos nesta página ou de outras formas. Para sair do buraco demagógico onde se meteu tem duas possibilidades: Assumir que tem uma opinião negativa dos homossexuais e acha que eles não merecem os mesmos direitos dos outros, ou pedir desculpa, não aos homossexuais, mas a todos os leitores pela opinião infundada. Pode continuar a ser contra o casamento, mas argumente como deve ser! Os melhores cumprimentos
    JP | 07.11.2009 | 21.41Hdenunciar comentário
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  • OYE, a mim parece que é porque os homossexuais se mostram anti-democráticos, um bocado lentos no entendimento das coisas, e ainda com tendência a desviarem-se para o tipo de "tirano de cuecas-às-bolinhas". Mas não sei, é só o que me parece...
    @^@ | 07.11.2009 | 21.35Hdenunciar comentário
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  • Então se o casamento homossexual não tem importância ao ponto de ser prioridade, porque mexe com tanta gente?
    Expliquem-me.
    oye | 07.11.2009 | 18.08Hdenunciar comentário
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  • E os G@YS repetem-se, repetem-se, repetem-se, r e p e t e m - s e... c o m o a s g a l i n h a s a o s c i l a r c o m o b i c o p o u s a d o n u m a l i n h a ?
    VIRO-DISCO-E-TOCO-MESMO | 07.11.2009 | 17.41Hver comentário denunciado
  • COMO SE PODE SER CONTRA OS CASAMENTOS HOMOSSEXUAIS SE ESTES EM NADA INTERFEREM NA VIDA PESSOAL DOS HETEROSSEXUAIS. OU SERÁ?
    silvio | 07.11.2009 | 16.14Hdenunciar comentário
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  • Que escodem os homofóbicos?
    AHAHAH | 07.11.2009 | 15.32Hdenunciar comentário
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  • O que escondem os homofóbicos??
    AHAHAH | 07.11.2009 | 15.30Hdenunciar comentário
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  • 0s 94ys sã0 9en7e 7ã0 es7r4nh4 que 47é c0meç4 4 me7er dó. H0m0sexu4is à beir4 de um 474que de nerv0s...
    0VN1-49 | 07.11.2009 | 13.09Hver comentário denunciado
  • Pelo comentário de MIGUEL MANSO fica-se ainda a saber que os GAYS são MAUS! Ou melhor, os G@YS são M@US, como escrevem abaixo com imensa piada!
    M@UZINHOS | 07.11.2009 | 12.56Hver comentário denunciado
  • O que escondem os homofóbicos???
    AHAHAH | 07.11.2009 | 11.26Hdenunciar comentário
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  • NÃO ME DIGA QUE OS HOMOSSEXUAIS NÃO TÊM O DIREITO DE TER 1 HORA NA ASSSEMBLEIA DA REPUBLICA.
    NUNES | 07.11.2009 | 10.03Hdenunciar comentário
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  • Para os homofóbicos. Os casamentos gay,vão ser uma realidade por isso vão-se habituando e assumam a sua própria sexualidade que ainda está no armario derivado a perconceitos educativos e religiosos.Enfim tratem-se.
    AHAHAH | 07.11.2009 | 09.59Hdenunciar comentário
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  • COMO SE PODE SER CONTRA OS CASAMENTOS HOMSSEXUAIS SE ESTES EM NADA INTERFEREM NA VIDA DOS PESSOAL DOS HETEROSSEXUAIS, OU SERÁ?
    silvio | 07.11.2009 | 09.50Hdenunciar comentário
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  • ISABEL STILWELL, 860 PESSOAS, NEM QUE FOSSEM 2, OS HOMOSSEXUAIS PAGAM IMPOSTOS E TÊM O DIREITO AO CASAMENTO, INDEPENDENTEMENTE DA OPINIÃO PUBLICA, ATÉ PORQUE SÃO ELES QUE VÃO CASAR NÃO É? QUANTO Á PRIORIDADE, DESDE QUE TENHO MEMÓRIA, PORTUGAL SEMPRE TEVE PROBLEMAS E TERÁ, PORTANTO O CASAMENTO NUNCA SERIA APROVADO.
    A LEI DESCUTE-SE NUMA HORA NA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA, COMO VÊ AINDA FICA MUITO TEMPO PARA OUTROS ASSUNTOS.
    OU A SUA CRITICA AOS CASAMENTOS GAY SERAM DE ORDEM RELIGIOSA?
    NUNES | 07.11.2009 | 09.42Hdenunciar comentário
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  • Obrigado cara Sra Isabel Stilwell! Fiquei assim a saber que é por causa de o Governo querer resolver já a questão dos casamentos homossexuais que a Educação vai piorar, o SNS vai pelo cano abaixo, e o processo Casa Pia vai continuar em suspenso. Obrigado pela qualidade da informação que me transmitiu! Ah, e gostei também quando relativiza as coisas dizendo que o assunto só interessa a 860 pessoas. Sendo assim, deixarei de ler o Destak e tudo aquilo em que você escreva, afinal no Destak pouca gente trabalha, por isso, que interessam umas parcas dezenas de pessoas? E você também é só uma, a sua liberdade de expressão só a si lhe interessa. Mais valia que acabassem com ela, sempre podia ser que os indicadores dos testes PISA nas áreas de leitura melhorassem. :)
    Romeu Monteiro | 07.11.2009 | 00.05Hdenunciar comentário
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  • Bem, se a casta donzela que escreveu este artigo fosse contra a opinião do seu mano (Peter Stilwell, que talvez tenha ido para padre para não dar nas vistas, pois assim está sempre rodeado de homens - não era o primeiro!?!?) é que eu ficava admirado!!! Ainda gostava de saber em que é que prejudico a sociedade por me querer casar com um homem, ou ela nunca se quis casar? Em vez de escrever artigos cheios de preconceitos era melhor que fosse ajudar quem precisa, de preferência bem longe daqui. Olhe, volte para a sua originária Irlanda e vá ver um jogo do tão tradicional hurling e peça ao Dónal Óg Cusack que lhe explique umas coisas sobre homens.
    Miguel Manso | 06.11.2009 | 23.57Hver comentário denunciado
  • Estes G@YS não dizem mesmo um@ p@r@ @ c@ix@. Vê-se que nem sequer entendem muito bem o que @s pesso@s dizem. O que eles @dor@m é invent@r cois@s como est@ de us@r o @ em vez d@s letr@s norm@is, p@r@ p@recerem diferentes e interess@ntes. Por isso @qui deixo um@ prend@ p@r@ os p@cóvios se divertirem @ ler. G@ys p@r@ @s g@yol@s.
    ENOL@G@Y | 06.11.2009 | 17.14Hver comentário denunciado
  • Cara Isabel,
    Grande desilusão ao ler este seu artigo. De uma ponta à outra, é pura demagogia e preconceito.
    Não, ninguém é ou alguma vez será obrigado a casar, mas é uma opção que deve estar acessível a tod@s @s Portugues@s, sem excepção, e só assim se levará à prática aquilo que diz a nossa constituição, artigo 13º.
    Maria | 06.11.2009 | 17.01Hdenunciar comentário
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  • A notícia mais estúpida dos últimos anos... Esta Isabel Stilwell devia apanhar a gripe A e morrer de caganeira... há, pois é, os gays também sabem falar em "bom português"!
    Bruno Pires | 06.11.2009 | 16.56Hver comentário denunciado
  • Sim senhora, passámos de 1 milhão de homossexuais e bissexuais (segundo uma sondagem do Expresso em Portugal que indica ser 9,9% da população) para 860 pessoas. Cara Isabel, quer perder a sua credibilidade de vez? Está prestes a conseguir. Não manche o seu trabalho e reputação assim. A sério.
    RS | 06.11.2009 | 10.41Hdenunciar comentário
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  • Senhora Isabel Stilwell, entristece-me ler o seu artigo. Entristece-me a grave demonstração de ignorância quando afirma que esta é uma lei para 860 pessoas. Entristece-me a desnecessária demagogia populista quando afirma que existem questões mais importantes que devem ser tratadas primeiro. Entristece-me que a sua atitude seja o espelho de uma mentalidade preconceituosa. E sobretudo entristece-me viver num país onde opiniões como a que expressou têm tempo de antena.
    Humberto Reis | 06.11.2009 | 01.58Hdenunciar comentário
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  • Eu chorei, JORGE SANTOS, quando li a sua frase "...vendo os seus direitos básicos serem ESPEZINHADOS diariamente". Depois assoei-me e a coisa passou, vá lá...
    SANTA PACIÊNCIA | 05.11.2009 | 23.48Hver comentário denunciado
  • Ainda vou ver o Pinto da Costa a divorciar e a casar outra vez.
    O que não sei é com quem? Parece que é com alguém do Show Bicha.
    Será o Valentim Loureiro ou o Sócrates?
    Observador | 05.11.2009 | 23.25Hver comentário denunciado
  • O Sr.Primeiro-Ministro está a cair na conversa da sua namorada Câncio. Não quer referendo porquê? porque sabe que perde. Só não perdeu no aborto porque não calhou. Casamento de homossexuais? NÃO, NUNCA, JAMAIS.
    Kim | 05.11.2009 | 22.53Hver comentário denunciado
  • Pelos argumentos que utilizam, cada vez mais parece que os homossexuais revelam também fortes tendências anti-democráticas. É só tendências esquisitas, pelo que parece...
    LIMPA VIDROS | 05.11.2009 | 22.52Hver comentário denunciado
  • JORGE SANTOS, você para além de parecer "caneleiro" (como alguém com humor diz abaixo) ainda se torna mesmo mesmo mesmo, mas mesmo mesmo, mesmo mesmo aborrecido de ler... b f f f f f
    BFFF | 05.11.2009 | 22.45Hver comentário denunciado
  • Não é uma maria alice...acho eu de que...
    Anta | 05.11.2009 | 22.44Hver comentário denunciado
  • Creio que o (bicho Homem) é o único animal que se usa entre si...Portanto tenho de os tratar como pessoal apartte e doente...Já admito melhor o mesmo entre mulheres pela sua sensibilidade e preconceito Social...se se der por aí a todos...
    Vaginária | 05.11.2009 | 22.43Hdenunciar comentário
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  • Quem é esta senhora e porque razão lhe estão a dar tanta importância?
    Maria Alice | 05.11.2009 | 22.42Hdenunciar comentário
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  • Cara Isabel Stilwell,
    Sou leitor assíduo do jornal Destak e da sua coluna editorial, com a qual simpatizo. No entanto, a coluna de quinta-feira, dia 5 de Novembro de 2009, revelou-se deveras lamentável.
    Começa logo pelo título: “Casamento homossexual: uma lei para 860 pessoas”. Sei que teve em conta o número de casamentos homossexuais praticados em Espanha desde a sua aprovação em 2005 para extrapolar para a realidade portuguesa. Devo primeiro que tudo esclarecê-la que esta lei não diz respeito apenas àqueles que querem ou irão efectivamente casar após aprovação da lei. O que está em causa nesta legislação é a liberdade de escolha que todos os cidadãos homossexuais portugueses poderão fazer daí em diante, optando livremente por casar ou não casar. Esta é portanto uma lei que diz respeito a muito mais que 860 pessoas!
    A coluna continua enumerando tópicos que, na sua opinião, são prioritários relativamente ao casamento homossexual, nomeadamente a Educação, saúde e Justiça.
    Ora, legislar nesta temática é educar, não só os jovens alunos mas toda a população, educar contra a discriminação e preconceito.
    No que diz respeito à saúde, e se a memória não me atraiçoa, julgo ter lido por várias vezes os seus conselhos para darmos valor aos pequenos detalhes da vida, almejando a felicidade, porque ao sermos mais felizes somos também mais produtivos e saudáveis. Pois bem, a impossibilidade de duas pessoas que se amam manifestarem a sua união perante a sociedade é do que mais angustiante, degradante e triste pode haver.
    E sim, este é um tema gritante do estado da nossa Justiça. Estas pessoas (homossexuais naturalmente, uma vez que as heterossexuais a nada estão impedidas) são severamente injustiçadas, vendo os seus direitos básicos serem espezinhados diariamente. Caso duvide, leia o artigo 13º (Princípio da igualdade) da VII revisão constitucional (de 2005) da Constituição da República Portuguesa: “Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual”. Desta forma, legalizar o casamento homossexual é um passo maior para sanar a nossa Justiça!
    É compreensível que quem não se depara com esta situação na primeira pessoa possa achar que esta não deve ser uma prioridade, nem agora, nem nunca, mas, em suma, a sua opinião é o reflexo do preconceito generalizado e enraizado na sociedade portuguesa, de que os homossexuais são cidadãos de segunda, uma minoria que ao contrário de muitas outras, nem deve ter quem lute pelos seus direitos.
    Jorge Santos | 05.11.2009 | 22.31Hdenunciar comentário
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  • Bem, até há bem pouco tempo lutava-se para que o casamento de casal fosse alterado pelo ajuntamento; depois veio a moda dos (caneleiros) se poderem apresentar em público de mãos dadas, agora querem casamentos Homem com Homem enquanto os primeiros querem a possibilidade de divórcio livre...Vá lá entender-se estas paridas ideias do poste vinte e cinco de Abril...?!
    Vaginária | 05.11.2009 | 21.27Hver comentário denunciado
  • só gente pequenina e de cabeça parada é que compara alhos com bugalhos.
    cresça, senhora doutora. e meta-se na sua vida!
    josé | 05.11.2009 | 21.12Hdenunciar comentário
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  • Vão mas é trabalhar.
    VANC | 05.11.2009 | 18.49Hver comentário denunciado
  • O momento que a nação atravessa é crítico. O tempo precioso dos políticos não deve ser "gasto" com questões menores. A questão dos casamentos gay é OBVIAMENTE uma questão menor. Pelo que peca por dois motivos: primeiro, pelo abuso não-democrático relativamente ao que a população portuguesa acha; segundo, por tentar "roubar" aos nossos representantes o tempo de pensar sobre o que realmente é fundamental para o país. Deduz-se daqui que o lobby homossexual mostra tendências não só contrárias à democracia como também de grande irresponsabilidade social, pois parece que se está nas tintas para as questões fundamentais da nação ao ponto de tentar-se colocar à frente delas na lista de prioridades.
    GAYOLA | 05.11.2009 | 18.35Hver comentário denunciado
  • Alguém discutiu publicamente as uniões de facto, alguém perguntou aos portugueses se eram a favor? Não! Então não sejam hipócritas e legislem da mesma forma o casamento gay, um referendo é transformas isto num circo. Andar a discutir assuntos que não interessam pois isto não passa de uma discussão de preconceitos, pois gays sempre vao existir e não devem ter direitos iguais a todos os outros? Qual é a duvida? Basta uma lei. Há assuntos que sim devem ser debatidos pelas pessoas e uma delas é a avaliação de profs e escolas...
    Acho lamentável que decidir se pessoas casam ou não seja algo tão relevante, e depois andamos a ver gestores e políticos metidos em mais vigarice e ninguém faz nada por isso... Abram os olhos.
    Vicente | 05.11.2009 | 17.59Hdenunciar comentário
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  • e que tal referendar-se os referendos? SIM ou NÃO aos referendos?
    bora lá | 05.11.2009 | 17.29Hdenunciar comentário
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  • Pois é, eu acho que o Governo está a encarar as prioridades como eu encaro a arrumação da minha casa ... pelas coisas pequeninas, as que dão menos trabalho. É, é uma forma de fazer as coisas, quando não se quer ter muito trabalho. Referendar o casamento homossexual? Acho muito bem. Se se aproveitar a ocasião e se se referendar o casamento "hetrosexual".
    Dakota | 05.11.2009 | 17.25Hdenunciar comentário
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  • Não obstante as opiniões fracamente argumentadas pelas pessoas que já comentaram este editorial, penso que o que importa é analisar o comentário da Dr.ª Isabel Stilwell. Fiquei deveras desiludido com este editorial uma vez que vem colocar numa balança algo que não pode ser pesado. Temos por um lado direitos a uma parte da população (que não retira quaisquer direitos/benefícios à restante parte) e temos que visa harmonizar o acesso a uma instituição civil que é o casamento. Não obstante todos os argumentos religiosos (que têm a sua validade dentro da igreja) o que se discute é o casamento enquanto acordo civil (é por isso que as pessoas quando se casam assinam um papel - contrato). Para além deste ponto temos na Constituição Portuguesa (documento máximo que rege e dirige todas as leis abaixo, incluindo o Código Civil). Este é um tema. Outro totalmente diferente (que também tem toda a legitimidade) é o estado da nação na sua multiplicidade de áreas (educação, saúde, corrupção, etc.) que a Dr.ª Stilwell tão bem referenciou. Eu sou português e concordo com todos os pontos referidos no editorial. Não posso é concordar com a deturpação do raciocínio e tenho que concordar que este comentário (não lhe retirando a sua legitimidade) revela uma inconformação face à realidade social (que desde que me conheço como pessoa que sempre existiu) mas roça ao mesmo tempo tendências homofóbicas. Espero que a Dr.A Stilwell possa clarificar a sua opinião de forma a que se compreenda realmente o tema (ou temas) sobre o qual emite opinião.
    H. | 05.11.2009 | 16.23Hdenunciar comentário
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  • QUEM TEM MEDO DO REFERENDO? Afinal a opinião dos portugueses só interessa quando convém?! E a seguir, para toda a gente ter os direitos todos, o que virá: a adopção de crianças por e para todos aprovada na véspera das férias de Verão da Assembleia? Ou no dia de um jogo da Selecção nacional?!
    JS | 05.11.2009 | 15.26Hdenunciar comentário
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  • Exactamente, ó RUI. Aqui o que queremos é precisamente isso: "podes ser gay, mas cá casamentos é que não". Ainda há dúvidas? Se as têm, peçam um referendo, como alguém a baixo propõe, mas não brinquem com a nossa democracia. Acham-nos discriminadores? Não, pois não? Somos dos países mais tolerantes com gays, como diz. Então não façam tudo para que o deixemos de ser, para vosso próprio bem. Curtam a vida como quiserem mas não comecem a querer ser ditadoreszinhos de cuecas cor-de-rosa.
    figueiredom | 05.11.2009 | 15.15Hver comentário denunciado
  • PORTUGUESA evoluída afectada por que a tratem por TU pois considera isso uma falta de educação... :))) gostei deste nó intelectual!
    +RISO | 05.11.2009 | 15.07Hver comentário denunciado
  • Mas olhe que para muitos até deve ser urgente. Eu explico: p.ex.: 860 dum lado mais 860 do outro ( em par perfazem 1720), face à situação, não terão razão para terem pressa ?
    alexandre barreira | 05.11.2009 | 14.55Hdenunciar comentário
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  • OLÁ, O MEU NOME É SÓCRATES E SOU PRIMEIRO MINISTRO EU PODIA FAZER UM REFERNDO SOBRE OS CASAMENTOS GAYS? PODIA, MAS NÃO ERA A MESMA COISA
    anónimo | 05.11.2009 | 14.36Hver comentário denunciado
  • FAÇAM REFERNDO E VÃO VER O QUE OS PORTUGUESES PENSAM DISSO
    anónimo | 05.11.2009 | 14.26Hver comentário denunciado
  • É engraçado ver pessoas falar de prioridades como maneira de disfarçar o quão homofóbicas são. O governo não é monofuncional. O governo não tem que fazer uma coisa de cada vez. Uma dica: quando quiser disfarçar uma posição (neste caso homofobia) não escreva o artigo todo com traços que lhe identificam essa posição. Eu sou do conjunto de cidadãos "hetrosexuais" mas fico contente pela decisão. É um sinal de compreensão e de evolução da sociedade.
    cardoso | 05.11.2009 | 13.53Hdenunciar comentário
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  • Cara Isabel Stilwell, não se são 2, 860, ou 860.000. Trata-se de resolver uma questão de igualdade de direitos. O nosso país é dos mais tolerantes em relação à homossexualidade, segundo algumas organizações gay. Lisboa é vista como um dos melhores locais para férias gay. Será que nós somos daqueles povos para quem "podes ser gay, mas cá casamentos é que não"? Não me parece que sejamos. somos e seremos tolerantes. Misturar a Educação e a Saude com esta questão é de uma demagogia populista. será que os problemas simples e baratos de se resolver só se podem resolver depois dos grandes? se assim for, nada avança,porque a saúde e a educação, por força destas classes, nunca avançarão.
    Rui | 05.11.2009 | 13.14Hdenunciar comentário
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  • Raciocínio do "coitadinho"? Demência?
    O nexo não é com certeza o seu forte...
    Há tantas coisas que precisam ser mudadas em Portugal...
    Dentro da sua lógica e do seu raciocínio, digo-lhe que tenho tanto respeito por uma pessoa que tem o quadro do menino com a lágrima no canto do olho, como por quem tem um Picasso, é uma questão de igualdade de tratamento, percebe?
    E para terminar, não me trate por "TU" que eu não o conheço e considero esse tratamento de uma grande falta de educação.
    Portuguesa | 05.11.2009 | 12.08Hdenunciar comentário
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  • Quem manda nas prioridades do nosso país são os PORTUGUESES e não as prioridade de OUTROS. Quando a prioridade em Portugal forem os homossexuais legislaremos sobre os homossexuais.
    ALMEIDITA | 05.11.2009 | 11.31Hver comentário denunciado
  • PORTUGUESA, vais insistir na demência? Voltar eternamente a resvalar com o raciocínio nessa do 'coitadinho'? Por que não compras para tua casa aquele quadro do menino com a lágrima ao canto do olho? Cresce, criatura, estás cega ou quê?
    ALMEIDITA | 05.11.2009 | 11.28Hver comentário denunciado
  • Realmente somos dos países mais atrasados na Educação. Se a Isabel tivesse tido outro tipo de educação não escreveria textos como este. Tenho pena que se continue a alimentar a mente pequenina...
    860 pessoas? Andou a contar os homossexuais em Portugal?
    Já agora, as minorias não devem ter direitos como os outros? Eu penso que sim
    Portuguesa | 05.11.2009 | 11.18Hdenunciar comentário
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  • A lei dos homossexuais é uma prioridade americana e não portuguesa. Os homossexuais que deixem de descriminar as pessoas 'normais' porque estas não descriminam os homossexuais. A fazer: ontem à noite um senhor deslocava-se sozinho pelas ruas a queixar-se do coração, arrastando-se encostado a um muro no centro da cidade, debaixo de chuva miúda. Algumas pessoas tentavam falar com ele mas ele estava tão assustado que parecia ir a qualquer momento cair para o lado. No entanto, aos pouco tentava caminha na direcção de sua casa. Por fim conseguiu a custo explicar a uma senhora o que se passava: "venho do IPO e lá não arranjaram uma ambulância para me transportar a casa", disse ele. A senhora ficou de lhos abertos ao ouvir estas palavras e dos meus olhos soltaram-se lágrimas de raiva. O homem já tinha feito pelo seu próprio pé mais de 3 quilómetros ao anoitecer. VERGONHA MONUMENTAL! Homossexuais? Que é isso? Isso existe?
    PQPARIU | 05.11.2009 | 11.08Hver comentário denunciado
  • 05.11.2009 | 10.47Hcomentário reprovado
  • Cara Isabel Stilwell, pelo que entendi da sua parte uma alteração legislativa que diz respeito aos direitos das pessoas e a uma harmonização do espírito da nossa Constituição, que é a eliminação de todas as discriminações em função da orientação sexual não é prioridade. Pois pelo que entendi esta também não é a unica prioridade do governo, prioridade do governo é tratar dos assuntos como este, como o da saude e outros tantos como sendo todos prioritarios. Cara Isabel, não pretenda colocar o assunto da saude como um disfarce à sua rejeição dos direitos de igualdade para todos.
    P. Cardoso | 05.11.2009 | 10.32Hver comentário denunciado
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