Antidepressivo faça você mesmo
A crise está a bater-nos à porta como o lobo mau a dizer que sopra e sopra e a nossa casa vai abaixo. Por muito que tivéssemos a certeza de que a construção resistiria a todos os ventos, a verdade é que agora treme dos alicerces ao telhado.
Não admira que os especialistas em saúde mental garantam que as depressões, as crises de pânico e a ansiedade estão a aumentar. O que fazer? Se os sintomas forem graves não hesite em procurar ajuda profissional, de um médico ou de um terapeuta. Não é vergonha nenhuma. Mas caso se sinta apenas «em baixo», aceite as sugestões da revista Health (www.health.com). Pus-me a lê-_-las e decidi partilhar algumas delas consigo.
Adeus à culpa. Não vale a pena afogar-se em «ses». A vida é como é, e a culpa só rouba energia. Precisa é de ser pró-activo, paciente e persistente. Encontrar saídas demora tempo. Aceite que não está em forma, e não exija de mais de si mesmo.
Fale sobre o que sente. Não tente disfarçar a sua tristeza e desânimo. Escolha alguém com quem sente empatia e descreva--lhe aquilo por que está a passar. Acredite que quando der voz aos seus problemas eles lhe vão parecer menores.
Faça exercício físico. O exercício queima toxinas, liberta adrenalina e deixa-o a sentir-se mais vivo e capaz de superar obstáculos.
Adie decisões importantes. A depressão afecta a nossa maneira de ver o mundo. Não é boa altura para opções radicais. Adie-as até melhorar.
Crie rotinas. Quando estamos em baixo não apetece obedecer a horários. É um erro, porque as rotinas ajudam-nos a cumprir objectivos, e quando o fazemos sentimo-nos melhor connosco próprios. Mantenha-as.
Evite drogas e álcool. É uma tentação afogar as mágoas e esquecer, mas a ressaca é ainda mais dura, e os problemas continuam lá, só que ainda mais graves.
Invista nas relações humanas. Não lhe apetece ir a uma discoteca? Compreende-se, mas vá a um jantar de família, combine almoçar com amigos. Discuta com eles este artigo, mas não se isole.





6 comentários
Por isso arautos da desgraça, vão estudar história e verão que há milhares de anos que se diz “ A continuar assim, não sei onde isto vai parar” e ainda andamos por cá. Por isso, podemos e devemos rejeitar este estado em que nos colocámos e enquanto sociedade civil ser criteriosos na análise das noticias que recebemos e se imprensa escrita, rádios e televisões insistem em serem papagaios de grupos de interesse, façam como eu, não consumam a dita “informação de referência” e procurem juntar as pontas soltas que existem fora dela. Dá trabalho, ficamos mais bem informados, para além do gozo de ver os barómetros aflitos a inventarem audiências….
Portanto o Sr. Moura devia ter pensado melhor e ao pormenor no espectáculo nestes aspectos e no 1º pelo menos acompanhar os Ídolos estive a ver uma viagem aos Açores são 460,00 € uma pessoa só… se for em comitiva e muito mais barato visto que o voo e charter não foi pensado esta mal aqui fica o meu desagrado pela organização.