A parva da Geração Parva
Acho parvo o refrão da música dos Deolinda que diz «Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar». Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.
Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida.
Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional.
É claro que os jovens tiveram azar no momento em que chegaram à idade do primeiro emprego. Mas o que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles? A verdade é que a crise afecta-nos a todos e não foi inventada «para os tramar», como egocentricamente podem julgar, por isso deixem lá o papel de vítimas, que não leva a lado nenhum.
Só falta imaginarem que os recibos verdes e os contratos a termo foram criados especificamente para os escravizar, e não resultam do caos económico com que as empresas se debatem e de leis de trabalho que se viraram contra os trabalhadores.
Empolgados com o novo ‘hino’, agora propõem manifestar-se na rua, com o propósito de ‘dizer basta’. Parecem não perceber que só há uma maneira de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução. Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela.





2100 comentários
a srª sabe ao quantos navios tem portugal ?
sabe que os dois submarinos apesar de, fazerem falta, cada um custou 500 milhões.
Sabe o que foi a l.o.mar em portugal .
Sabe em que estado tão as contas publicas actualmente?
Sabe quanto saiu do seu bolso para todas as reformas em portugal? Tudo aconteceu em menos de 20 anos.
Sabe que nem todas as reformas surtiram os efeitos que se desejaria e muito do investimento foi perdido. Inclusivé fundos europeus muito mas muiiito mal aplicados ! A fundo perdido ! Eu acho que somos o país do fundo perdido
são cinco milhões de postugueses que emigraram e os numeros vão aumentar...
Prepare-se para o vem ai que é um governo de esquerda.
Se o ps e o psd cds continuarem com estas politícas corremos o risco de perder a nossa independência ... já começa-mos aperder e só vai piorar... vai ser lindo então quando vier a crise do petróleo mas a sério e a doer. Se não fizer-mos investimentos agora nas renováveis e no sector enrgético e parar todo o investimento estaremos pior daqui a vinte anos.
Deviamos ter um programa nuclear a nível energético para nos poder-mos auto- sustentar.
Acho estas gerações mais antigas muito atrasadas em relação aos investimentos que fazem.
Eu se tirasse um curso superior iria para um secto seguro e que renda em portugal
que são muito poucos e isso tem implicações politicas e socias gravissimas .
Uma das coisas que não me agradam de todo é a nossa terciorização sectorial.
Devia haver um mecanismo de harmonia com os tres sectores, isso no nosso país é um vislumbre, não há.
E acho que é por isso que temos um buraco enorme na banca.
Investimentos em massa sem retorno.
Se os estudantes usam o dinhiro dos impostos para depois não realizarem nada a situação vai piorar muito mais .
Acho mesmo que temos a mão de obra mais inflacçionada da europa em relação aquilo que produzem e tendo em conta que uma boa parte está por conta do estádo. São estadistas lol
A máquina de estádo é a principal entidade que regula estes sectores e tem o dever de harmonizar todos estes sectores devem dar direitos de igualdade aos individuos no acesso ao ensino coisa que não acontece agora todos os anos mudamos de livros mesmo não transitando isto parece-me um autêntico desperdício de recursos ( loobie declaraádooo) a isabel alçada vendia livrinhos pós meninos pelo menos produzia.
O azar não faz parte das ciencias mas só em portugal... e não percebo porque o licenciado não vai trabalhar em portugal nas obras ou porque não os facilitam mais no acesso ao nocturno sendo trabalhador estudante apesar de ficar caríssimo .
Porque pago uma coisa quando nem sequer tenho acesso a ela ?
Local Nas próximas eleições vamos mostrar o que não queremos mais!
Criado por Sara Silva
Mais informação Vamos deixar de passar o país das mãos do PS para o PSD e do PSD para o PS!Vamos dar uma nova política ao país,vamos votar PCP!Vamos mostrar que não nos abstemos de dar uma oportunidade a uma nova política em Portugal!Sem olhar a partidos,mas sim a novas soluções,porque das velhas e gastas soluções estamos fartos,vamos mostrar que ainda os conseguimos surpreender!Façam circular!
Caramba, vocês parecem que querem dar razão ao refrão dos Deolinda. Não sabem ler? O que a senhora está a dizer é que acha parvo o refrão que diz que é preciso estudar para ser escravo. Muito pior é a canção original que diz que somos uns parvos acomodados a viver em casa dos pais, a andar de carro, a sermos explorados sem pretestar. Ela só rebate isto do estudar para ser escravo, dizendo que não, que quando se aprende nunca se é escravo, porque se tem cabeça para se pensar livremente e porque se é capaz de aproveitar os desafios da vida. E recusa a mensagem, perigosa convenhamos, de que estudar é perigoso, e que é melhor não estudar se queres emprego, porque, caramba, a verdade é que muitos dos nossos colegas se safaram bem e têm, felizmente, bons empregos. A estatística diz até que é a maioria, e um jornalista não pode passar por cima desses dados.
Ela não diz que está tudo bem, sejamos justos. Diz que tivémos um azar do caraças em chegar agora ao mercado de trabalho, diz que a crise afecta toda a gente, os que têm curso e os que não têm , e que é uma crise filha da mãe que nos veio lixar a todos. Recusa é que a gente se faça de vitimas, como se tudo isto só tivesse por objectivo tramar-nos: e os nossos pais que trabalharam uma vida inteira e estão no desemprego? E diz mal dos recibos verdes, dos conttratos a termo e de todas essas coisas que nos lixam a vida, só que lembra que lixam a vida de toda a gente, e acha que a explicação está nas leis de trabalho e no caos da economia - não desculpa quem nos meteu neste buraco. Só que como diz aqui e bem um dos comentadores, apela à acção, a mexermo-nos para sair da crise. E lembra-nos, e bem acho eu, que a sociedade pagou os nossos cursos com os seus impostos, por isso está interessada em que sejamos capazes de por os nossos conhecimentos a favor de encontrar uma saida para tudo isto, que é, fazer parte da solução. Escrever para aqui um chorrilho de insultos, sempre iguais - que a tipa tem cunhas, tem nome e coisa e tal, como se ninguém tivesse mérito excepto a malta que ainda agora aqui chegou - é abaixo de cão. De facto, a continuar assim, justificam bem que nem sequer aprendemos na faculdade a escrever um comentário com pés e cabeça.
FRANCISCO TAVARES| 19.02.2011 | 14.19H
EMILZO | 15.03.2011 | 07.30H
MUITO BEM! | 21.03.2011 | 11.27H
Todo o conceito de Modernidade está assente em vários pressupostos, e um deles é certamente que as gerações futuras vivem mais e melhor que as anteriores. Parvo é pensar que tal poderia ser mudado sem sequer uma voz discordante por parte dos jovens portugueses.
Parvo é ver que no call-center em que eu trabalho, cerca e 50% dos funcionários são licenciados e necessitam de um segundo emprego.
Parvo é ter de cumprir horários fixos, pertencer a uma hierarquia na empresa, ter uma chefia directa, descontar perto de 1/3 do ordenado, e não ter quaisquer benefícios sociais que os demais consideram como "normais". Viva os recibos verdes, principalmente os falsos, que são a grande maioria, sendo que os meus preferidos são os que são passados pelo próprio Estado. Considero o artigo escrito pela Directora deste respeitável jornal, como infeliz no mínimo. Estando à frente de um jornal, esperava-se pelo menos de um pouco de mais isenção por um lado, e maior compreensão dos fenómenos sociais que aborda. Talvez tenha sido uma boa oportunidade de ficar "calada", acontece a todos, mas por favor, para a próxima reflicta um pouco melhor antes de escrever. Consulte o site do INE, fale com Sociólogos(estamos muitos no desemprego , temos tempo), vá ao terreno e conheça a realidade.
aramba, vocês parecem que querem dar razão ao refrão dos Deolinda. Não sabem ler? O que a senhora está a dizer é que acha parvo o refrão que diz que é preciso estudar para ser escravo. Muito pior é a canção original que diz que somos uns parvos acomodados a viver em casa dos pais, a andar de carro, a sermos explorados sem pretestar. Ela só rebate isto do estudar para ser escravo, dizendo que não, que quando se aprende nunca se é escravo, porque se tem cabeça para se pensar livremente e porque se é capaz de aproveitar os desafios da vida. E recusa a mensagem, perigosa convenhamos, de que estudar é perigoso, e que é melhor não estudar se queres emprego, porque, caramba, a verdade é que muitos dos nossos colegas se safaram bem e têm, felizmente, bons empregos. A estatística diz até que é a maioria, e um jornalista não pode passar por cima desses dados.
Ela não diz que está tudo bem, sejamos justos. Diz que tivémos um azar do caraças em chegar agora ao mercado de trabalho, diz que a crise afecta toda a gente, os que têm curso e os que não têm , e que é uma crise filha da mãe que nos veio lixar a todos. Recusa é que a gente se faça de vitimas, como se tudo isto só tivesse por objectivo tramar-nos: e os nossos pais que trabalharam uma vida inteira e estão no desemprego? E diz mal dos recibos verdes, dos conttratos a termo e de todas essas coisas que nos lixam a vida, só que lembra que lixam a vida de toda a gente, e acha que a explicação está nas leis de trabalho e no caos da economia - não desculpa quem nos meteu neste buraco. Só que como diz aqui e bem um dos comentadores, apela à acção, a mexermo-nos para sair da crise. E lembra-nos, e bem acho eu, que a sociedade pagou os nossos cursos com os seus impostos, por isso está interessada em que sejamos capazes de por os nossos conhecimentos a favor de encontrar uma saida para tudo isto, que é, fazer parte da solução. Escrever para aqui um chorrilho de insultos, sempre iguais - que a tipa tem cunhas, tem nome e coisa e tal, como se ninguém tivesse mérito excepto a malta que ainda agora aqui chegou - é abaixo de cão. De facto, a continuar assim, justificam bem que nem sequer aprendemos na faculdade a escrever um comentário com pés e cabeça.
francisco tavares | 19.02.2011 | 14.19H
EMILZO | 15.03.2011 | 07.30Hver comentário denunciado
Passados mais de 10 anos, assisto a que os cursos com poucas saídas profissionais há uns anos continuam a ter um enorme número de alunos inscritos. Se a responsabilidade de tal decisão não é daqueles que se candidatam e dos pais... e não é por falta de referência ao assunto todos os anos na imprensa onde vez após se referem os problemas do desemprego entre os jovens recém-licenciados. Infelizmente, o hábito de ver diariamente as notícias ou de ler um jornal (generalista) parece ter desaparecido para muitos dos que pertencem às gerações mais jovens. Pior ainda, mais do que nunca muitos dos que terminam um curso superior não são capazes de compreender um texto que seja mais complexo, o que limita a produtividade e diminui a capacidade de competir com outros jovens no mercado de trabalho europeu ou mesmo global, mas já lá vamos.
O problema de fundo é o facto de continuar a existir um autismo face à realidade laboral em que estamos. Se todos os que estão a pensar em ingressar numa faculdade olhassem para os índices de empregabilidade do curso e para a reputação da universidade a que se querem candidatar, talvez o cenário actual fosse diferente. Talvez se todos aqueles que se manifestam tivessem optado por um curso superior de engenharia informática não estaríamos nesta situação e teriam todo emprego cá... ou na Alemanha. Mas o facilitismo ou o sonho romântico de enveredar pelo curso de que se gosta sem a mínima preocupação com a realidade acaba por levar a melhor, especialmente se existir o devaneio de pensar que a sociedade deve alguma coisa a alguém. Talvez me deva a mim e a todos aqueles que cada mês descontam valores impensáveis para um Estado que pouco dá e para uma reforma que nunca teremos. É preciso assumir definitivamente que se queremos um trabalho bem pago e progressão profissional futura, é necessário: 1) possuir as habilitações e habilidades adequadas para as necessidades do mercado e reciclá-las com regularmente e 2) esquecer a variável geográfica e pensar que o mercado laboral já não é Portugal, mas sim o Mundo. Para evoluir é preciso fazer sacrifícios, apostando numa formação contínua que nos permita desempenhar funções com a flexibilidade que o mercado laboral nos exige, e isso poucos estão disponíveis para fazer, especialmente se não for no bairro onde vive.
Até pode ser uma geração à rasca, se tirarmos os inúmeros iphones que vi na manifestação, as voltas com os carros dos pais ou as playstations. Mas se calhar à rasca, esteve a geração do meu pai, entre momentos de fome na infância e a Guerra do Ultramar quando eram pouco mais que jovens.
aramba, vocês parecem que querem dar razão ao refrão dos Deolinda. Não sabem ler? O que a senhora está a dizer é que acha parvo o refrão que diz que é preciso estudar para ser escravo. Muito pior é a canção original que diz que somos uns parvos acomodados a viver em casa dos pais, a andar de carro, a sermos explorados sem pretestar. Ela só rebate isto do estudar para ser escravo, dizendo que não, que quando se aprende nunca se é escravo, porque se tem cabeça para se pensar livremente e porque se é capaz de aproveitar os desafios da vida. E recusa a mensagem, perigosa convenhamos, de que estudar é perigoso, e que é melhor não estudar se queres emprego, porque, caramba, a verdade é que muitos dos nossos colegas se safaram bem e têm, felizmente, bons empregos. A estatística diz até que é a maioria, e um jornalista não pode passar por cima desses dados.
Ela não diz que está tudo bem, sejamos justos. Diz que tivémos um azar do caraças em chegar agora ao mercado de trabalho, diz que a crise afecta toda a gente, os que têm curso e os que não têm , e que é uma crise filha da mãe que nos veio lixar a todos. Recusa é que a gente se faça de vitimas, como se tudo isto só tivesse por objectivo tramar-nos: e os nossos pais que trabalharam uma vida inteira e estão no desemprego? E diz mal dos recibos verdes, dos conttratos a termo e de todas essas coisas que nos lixam a vida, só que lembra que lixam a vida de toda a gente, e acha que a explicação está nas leis de trabalho e no caos da economia - não desculpa quem nos meteu neste buraco. Só que como diz aqui e bem um dos comentadores, apela à acção, a mexermo-nos para sair da crise. E lembra-nos, e bem acho eu, que a sociedade pagou os nossos cursos com os seus impostos, por isso está interessada em que sejamos capazes de por os nossos conhecimentos a favor de encontrar uma saida para tudo isto, que é, fazer parte da solução. Escrever para aqui um chorrilho de insultos, sempre iguais - que a tipa tem cunhas, tem nome e coisa e tal, como se ninguém tivesse mérito excepto a malta que ainda agora aqui chegou - é abaixo de cão. De facto, a continuar assim, justificam bem que nem sequer aprendemos na faculdade a escrever um comentário com pés e cabeça.
francisco tavares | 19.02.2011 | 14.19H
Toda a vida trabalhei, paguei as reformas dos instalados e os estudos inúteis destes totós.
Mas eu não vou ter reforma.
Que parva que sou! Só paguei para os outros!
Mudou alguma coisa?
Enquanto não se mexerem e fizerem pela vida,nada vai mudar. Mas claro, para isso e' preciso ter ideias na cabeça e ao menos saber escrever.
Bem , só quero dizer à Srª que escreveu este artigo, que apenas tenho 30 anos de serviço e mais 20 para exercer uma vez que comecei a trabalhar aos 18. "Que parva que eu sou", porque não lutei devidamente pelo futuro da minha prole. A Srª mostra frieza, intolerância e alguma ignorância da realidade. Como podem os jovens fazer alguma coisa pelo país se não lhes dão sequer oportunidade de trabalho?
O desemprego, custa mas é verdade os culpados somos nós, quantos dos desempregados sao de origem fabril que não sabem mais do que aquela função e aquando são despedidos não conseguem mais nada porque aquela funçao não existe, e não possuem outra formação a culpa é de quem? Minha, do Socrates? Quanto Licenciados têm curso que nem sequer sabem explicar o que são quantos têm curso que já estavam péssimos e mesmo assim foram! A culpa é minha?
Eu desisti de estudar aos 14 anos mas nunca desisti de ser algume por mais que estivesse no país errado, no curso errado, onde fosse! Mas a responsabilidade também é minha.
Quanto ao Paulo dizer que alguém é parv, quer seja ou não, só o torna num!
2º apontamento: estes erros ortográficos grotescos que por aqui se lêem são apenas a ponta do iceberg do que por aí vem, fruto do in(digno) trabalho do Ministério da Educação. A culpa não é destes jovens nem dos seus professores. A culpa é desta entidade abstrata chamada estatística, números para mostrarmos lá fora. Doutora Isabel, se acha que os jovens escrevem mal, seja proactiva, empreendedora, ajude o seu país e dê-lhes umas explicações. Não vale a pena lamentar-se que são parvos, tem de fazer parte da solução, certo? ;)
Evidentemente como em todo o lado existem jovens parvos, mas parece-me descabido incluir a maioria nesse grupo. Até porque, minha querida, a educação vem dos pais dos mesmos jovens. Portanto, s quiser criticar a nova geração começe pelos educadores. Incluindo os professores, claro, que passam mais tempo a queixar-se dos alunos do que preocupados a leccionar boas e interessantes aulas.
Por fim, sim, há poucas condições no nosso pais, especialmente agora nesta crise, por isso os que realmente estão interessados em ter um futuro melhor saem do pais. Como eu fiz. Estou a tirar um curso, reconhecido, na melhor faculdade do pais, na especialidade. Sempre procurei oportunidades, mas encontro-as mais aliciantes cá fora, com a vantagem que pratico sempre um lingua diferente e com melhores condições de trabalho.
Assim acho que faz todo o sentido a música dos deolinda.
Mais uma frustrada que se acha Doutora...coitados dos que são assim..desses também tenho mutia pena.
Revoltante. O pior tipo de ignorância não é de quem não sabe é de quem não quer saber.
Pena que a Sr.ª Directora, à boleia da sua capacidade argumentativa, não aplique o seu génio (duplo sentido...) à compreensão do fenómeno sociológico que permeia esta situação: estas pessoas estão de facto a procurar a saída e uma solução, porque o mui nobre exercício político (a arte de servir os outros?) não o é capaz.
Como diz outra letra dos Deolinda (de quem não serei decerto o maior dos fãs...), vão vocês que eu já lá vou ter; assim será esta "inteligentsia", que depois vira o bico ao prego em grandes análises e comentários antropo-sociológicos.
Para vocês, tal como no Egipto, GAME OVER!
Desejo que tenham o mesmo fim que o "Global"!
Quanto a si, Sra. Isabel, fiquei esclarecido sobre a sua incompetência, não por não ter direito à sua opinião, mas sim porque nunca terá perfil nem sensibilidade para liderar nenhum jornal, mesmo uma porcaria como o que lidera actualmente.
O país pobre que temos está alicerçado apenas e somente no medo que pessoas como tu sentem em que isto dê uma volta de 180º.
No dia em que este país deixar de ser pobre e a crise de valores cessar por completo, o mérito afastará a neblina densa que cobre este país, e tu e outros que tais, passaram a ser apenas uma pequena lembrança do cócó que eu fiz..... Porque a ditadura dos abastados é o bicho que corrói os alicerces deste muy vil país, ouso assinar, "El Punidor" P.s.- Se dúvidas remanescerem em tua mente muy superior e letrada, pega no último comentário denunciado do Fábio, junta-lhe uma pitada de sal e faz arroz. P.s. 2 - Doce Isabel, Stilwell para os amigos «genealls», a culpa não é tua, a culpa é nossa por te estarmos a dar tamanha atenção. Aí reside a nossa profunda parvoíce....
É obvio que esta Senhora nao sabe nada daquilo que fala. Achei particularmente engraçado o seguinte excerto "Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida", lamento informa-la que no meu curso não existe nenhum tipo de cadeira que nos ensine a lidar com a precariedade nem com a falta de condições. Lamento também informa-la que na realidade os licenciados não ganham duas vezes mais que outros, com escolaridade inferior. É por estas e por outras que as pessoas abandonam este país! É uma vergonha o que aqui se lê!
Não acho que "os jovens tiveram azar no momento em que chegaram à idade do primeiro emprego"...acho uma visão limitada, simplista. As condições de trabalho hoje em dia (não só para os jovens), são muito frágeis. São frágeis, porque os vínculos são poucos, e porque os poucos que existem são quebradiços. Isso tem um enorme impacto naquilo que cada um pode contruir ou fazer da sua vida. Os que foram no passado para o Ultramar - como a Isabel S. diz - cantariam o quê? Então não cantaram? Eu ainda os oiço cantar? Porque não podemos cantar nós, sem lamúrias? Porque não podemos nós mostrar o descontentamento sem que isso seja entendido como uma "queixinha"? (Acho esta uma visão muito, mesmo muito limitativa). Eu cá, cantarei. Agradeço o que vou conseguindo construir, ao que retiro de gerações passadas, ao que não retiro - agradeço também - eu cá, apesar de fazer o que gosto a nível de trabalho, acho que tenho razões para cantar. De forma genuína.
Onde é que foi parar a liberdade de expressão? É só quando vos convém?!? A minha geração é parva, mas os estúpidos e incompetentes não somos nós.
Há espertos que confundem ironia com incongruência, e que pensam que todos os que estão profundamente e irremediávelmente desgostosos e desapontados com toda a velhacaria e desonestidade que pôs está terra de chapéu na mão a pedir, são invejosos.E é por isso que os jovens têm um futuro cinzento escuro aqui ! e é por isso que entendo que áparte cursos da treta que se tirem, há uma geração que foi enganada.
Todas as gerações têm desafios diferentes que enfrentar, e partir é uma das formas de o fazer! muitos já o fizeram antes, e esta é uma forma de ser Português. Portugal são as nossas gentes ! a nossa terra qualquer dia já não é nossa!! digo isto com um pesar maior do que qualquer um possa supor!
Não, não sou invejosa, e já agora, não vivo de subsídios, nem nunca vivi, não gastei o dinheiro dos meus pais a tirar um curso da "farinha Amparo" e que não é da treta, e também eu pago os meus impostos, que são vergonhosamente desproporcionais aos beneficios que um estado de direito devia proporcionar há muito, muito tempo!
Portugal bateu no fundo, e a geração que se segue não tem capacidade para nada! Não vai ser com esta gentinha que se pode dar a volta a isto.
Maria, tenha vergonha e deixe-se de amarguras.
Se os que lhes deram de tudo chegarem a velhos, não contem com eles a não ser para lhes herdarem as coisas!
Vocês são parvos, egoístas ou apenas invejosos?
Já agora, devolva o que descontei para lhe pagar o curseco que tirou. Não tinha de me sacrificar com impostos draconianos para quem não sabe nem quer fazer nada,
A vaca ainda não está morta apesar dos inumeros vampiros que dela se alimentam.
Ainda bem que há doutores e engenheiros e enfermeiras a cuidar dela; Quando forem velhos, e já não puderem trabalhar ela assegurará para que nada lhes falte.Claro!
Afinal esta républica está nas mãos de gente séria que cuida dos que trabalham, estudam e não gastam o dinheiro dos pais!!
A culpa é de quem? Alguém lhes apontou uma pistola para os obrigar a tirar certos cursos? E ainda se queixam que os enganaram? Tadinhos, com esses cursos esperavam um alto cargo logo à porta da faculdade? Além de parvos são burros e provam-no em tudo o que dizem.
Vão.
Portugal não precisa de fracos que não lutam por nada.
Boa viagem.
Interessante o comentário!Sim senhor!
Eu cá acho que ainda devia haver mais universidades dessas dos cursos das tretas!!Ainda há muitos amiguinhos (coitadinhos)que não têm os bolsos cheios à conta dos sonhos de quem é jovem !!!
Claro que a culpa é dos jovens.....nesta república, só cai nas esparrelas quem quer!
É assim não é?Tá certo.
Também é verdade que só fica aqui quem quer, não é?escravos? importem-nos!! ....
o que nos vai valer são os médicos, os engenheiros e as enfermeiras.......afinal, eles é que são os espertos.....
E todos os comentários censurados.
Estranho, muito estranho.
O que estará realmente por trás disto?
Pois é...
Exemplo perfeito da "geração mais qualificada de sempre"...em ignorância!
Agora queixam-se que não há empregos em "Engenharia da psicologia da batata"!
Cambada de mimados.
A Srª Stillwell começa por dizer que não aprendemos "nada". Aprendemos, sim. Aprendemos a aceitar qualquer emprego, a viver com baixas remunerações, a aceitar um código de trabalho que como diz "se virou contra os trabalhadores", a SOBREVIVER. Acha que isso é pouco?! E já agora não foi a sua geração que deixou que as leis laborais chegassem a este ponto?
Gostei também quando a Srª Stilwell diz que a maioria dos licenciados ganha «duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional». Deve ter feito esta amostragem a partir dos jovens que pertence à chamada classe A, uma minoria...Já agora gostava de saber qual é a média? Eu estou no mercado de trabalho há cerca de dez anos e nunca ganhei mais de 600 euros. Acha que isso é suficiente para pagar casa, transportes, alimentação e ter um projecto de vida que inclua, por exemplo, filhos?
Também gostei quando diz que "só há uma forma de dizer basta: passando activamente a ser parte da solução". Sim, queremos ter direito ao trabalho e à sua JUSTA remuneração, o problema é que a oferta é desadequada à procura e vice-versa. Será que à minha geração, a geração à rasca, também é culpada por isso? Ou propõe que nos barriquemos numa empresa qualquer ou organismo público até que nos dêem um emprego à altura?
E fazer comporações com a Guerra do Ultramar ainda é mais inapropriado. Ou Srª Stilwell combateu em África? O meu pai que esteve na Guerra, é o primeiro a dizer que nunca viu tempos tão difíceis como agora se vivem. Agora as Guerras são outras...
Srª Stillwell acorde, vivemos num estado social em falência e à beira da anarquia, onde novos e "velhos" estão a ser fortemente prejudicados. Ou será que esta paz podre ainda não atingiu o seu reinado?
Há coisas fantásticas, não há?
ANÓNIMO | 04.03.2011 | 22.41HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
Lá porque queriam ser doutores a todo o custo, as empresas tem de os aturar? De que servem "doutorzecos" que nem escrever sabem?
Sem mais,
Gonçalo
Eu sei, e vocês também ...
É por isso que propunha atingirmos vite vite o comentário 2011, para a querida abandonar o Destak. Ainda tem essa força dentro de si, Tia? Como disse uma vez um poeta Norte Americano, cujo nome desta vez não direi para a obrigar a querida a pesquisar, «todo o verdadeiro guerreiro tem sempre ainda dentro de si uma batalha para travar»; E a sua "é a demissão".... Só assim, Tia, aquilo que fizer em vida poderá ecoar ainda pela eternidade, caso contrário será apenas recordada como .... mais uma Tia (...)
Que bem que revejo as ideias dos nossos governantes nestas palavras da sra.Stilwell...
- Coelhinho, o que está a fazer aí, tão concentrado?
- Estou a redigir a minha tese de doutoramento - disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
- Hummmm... e qual é o tema da sua tese?
- Ah, é uma teoria para provar que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas. A raposa ficou indignada: -Ora!!! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os predadores dos coelhos!
- Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental. O coelho e a raposa entram na toca.Poucos instantes depois ouvem-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois silêncio.
Em seguida, o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma os trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido. Meia hora depois passa um lobo (agora um jovem com ainda melhor curriculum vitae mais ainda assim sem tachos). Ao ver o apetitoso coelhinho, tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido.
No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho a trabalhar naquela concentração toda. O lobo resolve então saber do que se trata, antes de devorar o coelhinho:
- Olá, jovem coelhinho! O que o faz trabalhar tão arduamente?
- Minha tese de doutoramento, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusivé dos lobos.
O lobo não se conteve e foi uma farfalha de risos com a petulância do coelho.
- Ah, ah, ah, ah!!! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isso é um despropósito; nós os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos.
-Aliás, chega de conversa...
- Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me à minha toca?
O lobo não consegue acreditar na sua boa sorte. Ambos desaparecem toca adentro.
Alguns instantes depois ouve-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e ... silêncio.
Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos. Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme leão (que aqui personifica os grandes magnatas e tachistas deste país), satisfeito, bem alimentado, a palitar os dentes. MORAL DA HISTÓRIA: 1. Não importa quão absurdo é o tema dos meus comentários;
2. Não importa que os meus argumentos não tenham o mínimo fundamento científico;
3. Não importa que as minhas experiências nunca cheguem a provar a minha teoria;
4. Não importa nem mesmo se as minhas ideias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos.
5. O que importa é QUEM É O MEU PADRINHO... «Porque, como disse um dia o grande Inácio Dantas, uma verdade enfraquece quando tenta esconder uma única mentira, e uma mentira fica mais poderosa quanto mais verdades tenta esconder.» Despeço-me com amizade e com um singelo: "E assim vai o mundo (o português óbvio)!!!!!"
É que se se derem ao trabalho de espreitar os comentários do dito "artigo", percebem que a maioria foi censurada ou denunciada. A minha geração já não pode confiar em ninguém! Os pulhas anteriores julgaram que conseguiriam acabar com o país antes que nós dessemos por falta dele. Confiantes na parvoíce que nos pregaram, continuaram a agir sem pensar. E cá está a MERDA que nos deixaram. Isabel: vá-se esconder!
A maioria dos jovens licenciados têm um problema que não é o deles, mas sim de que tem dinheiro neste pais e não o investe! Veja-se o caso da fuga de "cérebros" para o estrangeiro, ou acham que os alemães querem vir recrutar a Portugal porquê? Só tem uma resposta, somos bons e temos competências! Resta saber se quem tem dinheiro para investir não para ganhar dinheiro mas para gerar riqueza o faz!
Ai é que está realmente o grande problema do meu pais!!!
...quem fala assim não é parvo, uma sugestão á Dr.ª Isabel: Veja o outro lado das estatísticas! Aquelas que mostram que a sua geração, motivada por uma ambição desmedida, esteve na origem de um sistema de ensino, crescentemente privatizado, onde se formam "graduados" numa proporção completamente desajustada às exigências do mercado do trabalho para que pessoas como o seu cônjuge possam ver engordar as suas contas bancárias.
....as estatísticas que mostram que a precariedade dos empregos é usada de forma abusiva por grandes magnatas que aproveitando-se das "leis do mercado" fazem dos licenciados mais uma forma de mão de obra barata (ou gratuita como é o caso dos estágios não remunerados) com remunerações muito abaixo das do canalizador, padeiro, empreiteiro da construção civil... (sem desprimor para os últimos).
É esta a geração de desempregados com canudo, que vai ter que sustentar a segurança social daqueles que lutaram no ultramar e também daqueles que esbanjaram as oportunidades de crescimento que os civicamente literados do norte da Europa, que souberam crescer economicamente no pós guerra lhes proporcionaram. Mas com certeza isto não a preocupa, pois a sua reforma esta assegurada desde o momento do matrimónio.
Um bem haja pelo contributo para mais uma peça de jornalismo miser... de excelência, quero eu dizer!
Quem continua a achar que o problema está na "forma", é porque, provavelmente não acredita no seu mérito.
when you´re a stranger
faces look ugly
when you´re alone.»; E de facto esta pequena estrofe ilustra bem aquilo que a tua geração pensa e a forma como age com a nossa. De facto nós para ti somos estranhos, no geral, somos estranhos porque lá está (...) Somos estranhos porque «votre excellence» é deveras superior a nosotros, pelo que a denominada estranheza, vulgo raça superior (da qual a querida faz parte), não pode nunca deixar de esmagar os vermes deste país (os jovens licenciados sem tacho/cunha ou de boas famílias - esta última categoria é a mista, LOL). É por isso que, e porque um poeta tem sempre que ser um fingidor, não posso deixar de te glorificar, porque te adoro, porque és a minha musa inspiradora, porque te amo, amo-te à luz da Lei da Atracção Universal, amo-te porque sempre que leio as tuas "finas" barbaridades, algo de gravitacional me impele à critica. Não percebes, deixa-me "equar": F= (Gm1 m2)/r2 onde: F = força gravitacional entre dois objectos m1 = massa do primeiro objecto m2 = massa do segundo objecto r = distância entre os centros de massa dos objectos G = constante universal da gravitação Assim, dedico-te este poema, tu mereces, afinal minha querida, a querida é uma pessoa Geneall: Money, get away Get a good job with more pay And your O.K. Money, it's a gas Grab that cash with both hands And make a stash New car, caviar, four star daydream Think I'll buy me a football team Money get back I'm all right Jack Keep your hands off my stack Money, it's a hit Don't give me that Do goody good bullshit I'm in the hi-fidelity First class traveling set And I think I need a Lear jet (Sax and guitar solos) Money, it's a crime Share it fairly But don't take a slice of my pie Money, so they say Is the root of all evil Today But if you ask for a rise It's no surprise that they're Giving none away Away Away Away Away... "Hu Huh! I was in the right!" "Yes, absolutely in the right!" "I certainly was in the right!" "You was definitely in the right. That geezer was cruising for a bruising!" "Yeah!" "Why does anyone do anything?" "I don't know, I was really drunk at the time!" "I was just telling him, he couldn't get into number 2. He was asking Why he wasn't coming up on freely, after I was yelling and Screaming and telling him why he wasn't coming up on freely. It came as a heavy blow, but we sorted the matter out Vês fofinha, o tempo vai passando, e já naquela altura os Pink Floyd conseguiam definir pessoas sequiosas do vil metal, como tu, ou como estes referem no poema em apreço, tudo OK desde que não se coma uma fatia da tua torta... Ciao "Bella"
A senhora está "instalada" (até ver) sendo 'lacaia do poder tirano', eu estou desempregado, não porque não tenha estudado para ser um bom profissional mas porque sou simplesmente 'estúpido'.
Como sei que V. Exa. ( um Ser superior) não irá ler este meu comentário como não leu algum aqui publicado, por ser um 'Ser' superior, escrevo a minha opinião neste espaço, apenas para apelar a todos os 'azarados' (palavra sua) que 'estupidamente' (palavra minha) se encontram na mesma situação que eu, que um dia quando tudo isto mudar, porque vai mudar, não se esqueçam das imensas "STILWELL'S" que ainda povoam esta Nação. Esta Senhora foi 'promovida ao seu mais alto nível de incompetência' ( O princípio de Peter) e pouco haverá a fazer. Esta Senhora foi 'promovida' e 'destacada' para o Destak, que é o sítio onde causa menos danos, queiram por favor dar-lhe apenas a importância relativa. Um bem haja a todos.
É por causa de ignorantes deste tipo que Portugal está a afundar!!
Ainda bem que nem de borla eu leio o destak.
Por falar nisso...quantos estagiários trabalham aí??? e que esreve com CP? Não será a recibos verdes??? Esta diarreia de texto nem deveria ter sido publicada..por respeito a esta geração (à) rasca.
Não é demitir a tiazeca...é mesmo acabar com este jornal (e os outros) que só poluem as cidades todos os dias! E subir o desemprego pra sentirem na pele o que nós sentimos.
Dia 12 tou lá e já ando a dizer BASTA há muito tempo!
Neste país onde há mais QUEM TRABALHE (felizmente) do que os que VIVEM À NOSSA CUSTA ... ... não deveria ter tido a coragem de escrever o que escreveu. Por "acaso" foi no DESTAK ... está tudo dito.
Um dos seus comentadores referiu a sua geração e com toda a razão. Foi a mesma geração que nos tramou, que se aproveitou de fundos e subsídios, de oportunismos e subterfúgios. Eles agora vêm à luzes da ribalta e estampam-se nos media pelas razões erradas: os seus impérios de corrupção estão a cair, arrastando a economia atrás deles.
Talvez a Isabel se tivesse saído melhor se escrevesse sobre o que impede a participação dos jovens na sociedade política e económica. Sem dúvida temos muito para dar, mas é preciso que nos deixem dar. O sistema não foi criado por nós, apenas herdamo-lo.
Os jovens são é parvos por acreditar que este país é livre e democrático. O seu artigo apenas veio contribuir para este facto, imputando a responsabilidade APENAS nos jovens. Se não escreveu sobre o lado político da questão, então não devia ter escrito o artigo que escereveu, de todo!
Sim, somos vítimas. Vítimas de más decisões da sua geração.
E já que refere números, a proporção de jovens na sociedade é menor do que pensa. Por favor, faça investigação antes de escrever. Compreendo que não o faça para os seus romances para que eles saiam mais originais e sejam uma fuga à (sua) realidade. Pois bem, mas a vida sobre a qual escreveu no seu artigo não é de romance. É bem real e você escolheu o seu papel. Pena que tenha sido de vilã.
Não se espantem, pois na realidade este é o desporto favorito, e não o golfe, praticado por quem tem os bolsos recheados de creminho verdito do bom (vulgo euros). Reza a lenda, que emana das profundezas da mais longínqua floresta, que estes Tios/as adoram censurar aqueles que têm mais talento que estes, e só suportam ser ultrapassados por alguém mais jovem cumprido que esteja o mais importante dos requisitos: 1- Que pertençam as denominadas famílias de bem;
2- Ou que não se sabendo de onde descendes, que ao menos o teu nome (algo nunca antes visto num país realmente desenvolvido), apareça por obra e graça do Espírito Santo no portal mitológico do Geneall Plus. A ti, minha musa, minha Dulcinea del Toboso da modernidade, dedico esta pequena parte de um texto que outrora escrevi: If the doors of perception were cleansed everything would appear to man as it is, infinite" (...) ("Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito" )- traduzo porque não deves saber inglês, fofinha!!!!!!!! William Blake Na vida muitas são as vezes em que mal preparados, por falta de atenção, ou até por negligência damos por nós (devido às inúmeras preocupações com que nos assalta o quotidiano), a dar o flanco e com isso vemo-nos a ficar esquecidos e somos repentinamente engolidos pelo denominado fenómeno da mediania dos tempos. De facto, a sociedade em que vivemos, persiste no mesmo erro ou seja: "Levar ao colo determinadas realidades de facto", que sem provas dadas apenas consubstanciam a pequenês da nossa vil e decadente sociedade portuguesa. Todos os dias nos deparamos com o enaltecimento do que é supérfluo, do que é banal e toldados pelo erro que nos é incutido por uma comunicação social cada vez mais parcial, por vezes esquecemos o maior dogma universal: "Não é por querermos fazer dos outros parvos, e por estes se deixarem andar, que significa que não consigamos olhar mais além!!!!!" Percebeu querida, percebeu.... Really?... Não posso!!!!!!!! "A censura é o bicho que corrói os tachos e as cunhas deste país" Por isso continua, muy bela princesa, continua sem cessar, que pode ser que algum "jovem" te roube (se rouba fofinha é por que é com violência - vide diferença entre roubo e furto no código penal) o lugar de Destak que de forma impune desempenhas nesta muy vil e decadente sociedade portuguesa.
Devo desde já dizer que é a primeira vez que deixo/expresso a minha opinião por este meio e apenas o faço porque não posso, de modo algum, deixar de me sentir profundamente chocada com semelhante demonstração de alheamento da realidade portuguesa que é o texto que agora comento e da autoria da Exma. Senhora Isabel Stilwell.
Não consigo compreender como é que uma pessoa que é directora de um jornal tenha tão pouco conhecimento do que se passa neste país, para mais quando pensamos qual a função que o jornalismo deveria ter: informar a população. Um jornal, salvo melhor opinião, deverá apresentar factos. Usar um jornal para expor opiniões da mesma forma que o faria no café é, no mínimo, uma clara e profunda falta de profissionalismo.
Quanto o teor do artigo em questão, tenho apenas a dizer o seguinte: a situação que os jovens que estão a tentar entrar no mercado de trabalho neste momento estão a viver não acontece, como quer fazer crer a autora do mesmo, desde que começou a actual crise em que o estado se encontra.
De facto, e falando da realidade que me é directamente conhecida, a obrigatoriedade de um jovem, depois que termina a sua formação superior, a se submeter a um estágio sem qualquer tipo de regulamentação quanto, por exemplo, à remuneração que lhe deve ser concedida já é muito antiga. Dou o seguinte exemplo: quando eu, depois de ter terminado a licenciatura em direito, comecei a procurar um local para estagiar, a grande maioria dos hipotéticos patronos não queria pagar um cêntimo que fosse pelo meu trabalho. Só a muito custo, encontrei um local em que apenas os três primeiros meses eram não remunerados e depois passava para € 250,00, €400,00 e €850,00, isto a recibos verdes (o que significa que sobre estes valores ainda tinha de pagar imposto). Mais, ainda durante o período em que não recebia nada, para poder me inscrever para o estágio tive de pagar uma inscrição, que se não me falha a memória foi de € 600,00. Conclusão: para poder começar a trabalhar (de graça), tive de pagar…
Como é evidente, tive conhecimento de alguns (poucos) colegas de faculdade terem encontrado melhores condições, uns (menos ainda) conseguiram por mérito, mas a grande maioria porque o tio era Senhor Fulano X ou o Pai Deputado Y.
E isto, infelizmente, é assim desde que o mundo é mundo.
Como é evidente, a situação económico-financeira actual vai agravar as condições (ou falta delas) que são oferecidas aos nossos jovens, mas isso não significa que estes mesmos jovens não tenham razão em reivindicar aquilo que todos nós temos direito: uma vida condigna e o justo pagamento pelo nosso trabalho.
Quanto ao parágrafo referente aos recibos verdes e aos contratos a termo, sinceramente nem me vou dar ao trabalho de comentar, pois a demonstração de ignorância é tal que me levaria um dia inteiro para tentar explicar convenientemente as implicações do mesmo. O seu a seu dono, e realmente Direito não é a área de conhecimento da Exma. Senhora Isabel. Contudo, se V/Exa. estiver interessada em aprender qualquer coisa de útil, não hesite em contactar-me.
Por último, e porque já me alonguei em demasia, não percebo o porquê de tantos comentário censurados! Afinal de contas, todos eles são opiniões, tão ou mais validas do que a sua.
Deste modo, despeço-me permitindo-me ainda uma observação: a próxima vez que quiser comentar/opinar sobre uma realidade que claramente não conhece, saia do seu gabinete e/ou do seu casarão em Sintra e venha observar a realidade. Só uma pessoa inteligente e esclarecida é que opina sobre de forma fundamentada, o que sinceramente e salvo o devido respeito, não me parece ter sido o seu caso.
Com os melhores cumprimentos, Lídia Cristina Perdigão
Que parvo sou eu pois nao me deixam estudar.
Exª Srª Isabel. vá trabalhar a recibos verdes e a receber o ordenado mínimo e mantenha o discurso.
A saída minha senhora não está em quem se dá ao trabalho de apostar na educação. A saída(pacífica) está no poder instaurado que são os que têm os meios para atingir os fins. Mas as "grandes famílias" não querem saber. Estão quentinhos à lareira a beber um bom vinho,a mamar caviar e rirem-se de nós e de si que nos damos ao trabalho de debater o "egocentrismo da juventude". Até ao dia em que o balão expluda e comecem a chover cocktails molotov. Receio que esse dia chegue
Estamos num país em que a formação é extremamente importante para que a gerações vindouras possam criar valor neste país. A análise que retiro desta frase do seu artigo é que preferia que o estado não investisse na qualificação dos jovens, e que os pais em vez de pagar os estudos pudessem os seus filhos a trabalhar sabe-se lá em quê e com que formação. Mas recordo-lhe que muitos dos alunos universitários também trabalham para pagar os estudos. Eu estou a terminar uma licenciatura, e para que isso fosse possivél tive que trabalhar. "Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida."
Além de muitos acharem o contrário somos um geração cívica, e os desafios existentes são muito escassos e os que existem são desafios bastante promissores de estágios em grandes empresas em que espremem os nossos conhecimentos para poderem desenvolver a empresa e no final do estágio muitas das vezes nem obrigado dizem. Se chama a isso um desafio, eu prefiro chamar escravatura. "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela."
Para podermos aplicar o que aprendemos necessitamos de oportunidades para que isso aconteça. Nenhum jovem pode por em prática os seus conhecimentos se ninguém lhe der oportunidade. Não nos pode pedir para fazer uma omelete sem instrumentos para a cozinhar. Vejo o seu comentário, como os comentários de lideres europeus e americanos ao Egipto. Falam muito, mas não conhecem nem estão por dentro da realidade, não conhecem os verdadeiros motivos das acções. Cara Isabel, só quem é monge é que conhece verdadeiramente a túnica. Eu lanço-lhe o desafio de reunir num auditório ou anfiteatro 100 ou 200 jovens licenciados desempregados e começe a discutir a temática do desemprego, e à medida de vai ouvindo os jovens coloque-se no lugar deles. Garanto-lhe que depois de falar com esses jovens perceberá o que realmente os afecta, só assim terá moral para comentar o desemprego jovem. O que os jovens precisam é de alguém que os apoie e que lhes dê oportunidades de valor e não comentários redutíveis e sem qualquer fundamento.
Exacto, nem me darei ao trabalho.
Obrigado pela Atenção
O artigo pertende defender a NOSSA geracao, apenas o diz de uma maneira diferente e talvez a q nao e mais facil de compreender.
Penso q o q se esta a tentar dizer e que nao basta dizer BASTA! e perciso tentar arranjar uma outra solucao, é preciso ser activo neste problema q nos envolve a todos e tentar fazer algo ( e sei q muita gente o faz) q nao seja apenas "dar cabecadas" sempre na mesma parede... temos e de aprender a contorna-la da melhor maneira.
Obrigado
família, escola ou comunidade, explorando os mundos possíveis do trabalho e da
formação, que vão construindo a sua trajectória vocacional implicando expectativas,
sonhos e aspirações profissionais. Apesar da proclamada igualdade de oportunidades no
discurso social explícito, parece importante não ignorar que nem todos os adolescentes e
jovens têm as mesmas possibilidades de acesso às oportunidades sociais de formação e
profissão de níveis mais elevados, sendo, em muitos casos, um privilégio que resulta de
ter nascido num determinado contexto sociocultural, ou de pertencer a uma família com
uma determinada configuração e estatuto socioeconómico e cultural. Assim, por
exemplo, adolescentes e jovens provenientes de contextos socioeconómicos e culturais
menos favorecidos, cujas famílias manifestam necessidades básicas de sobrevivência,
estão impedidos de alargar o seu tempo de formação para entrarem muito cedo no
mundo do trabalho (abandonando antecipada ou precocemente o sistema de formação),
porque, para além dos constrangimentos económicos familiares salientados, as
expectativas dos níveis de formação e profissão veiculadas na família e na comunidade
vão no sentido da reprodução e perpetuação dos deficit’s do grupo social de pertença
(Gonçalves & Coimbra, 2000).
Várias investigações foram realizadas, a partir dos anos 80, sobre o impacte dos
pais na construção de aspirações e expectativas profissionais, algumas já referenciadas
anteriormente na revisão investigação de Schulenberg, Vondraceck e Crouter (1984).
Wall, Covel e MacIntyre (1999) constataram que o suporte emocional,
acompanhado pelos meios instrumentais para o efectivarem, garantido pelos pais em
actividades de formação e de exploração vocacional, tinha uma influência positiva, quer
nos rapazes quer nas raparigas, na construção de expectativas e aspirações profissionais
elevadas, mobilizando-os a investirem num percurso de formação mais longo. Contudo,
encontraram diferenças de género: enquanto que as raparigas, para além da influência
Revisão da Investigação – 64
da família, reconheciam como positivas as influências dos pares e dos professores, nos
rapazes apenas a variável preditiva da construção das suas aspirações e expectativas era
a influência da família.
Paa e MacWhirter (2000) concluíram que os adolescentes do Ensino Secundário
experienciavam uma maior influência nas expectativas profissionais da figura parental
do mesmo sexo. As raparigas expressavam, de forma mais acentuada do que os rapazes,
que a figura materna proporcionava um feedback mais consistente do que o pai
envolvendo-se, com mais frequência, em momentos de apoio e comunicação acerca dos
projectos vocacionais (O’Brien, 1996; O’Brien et al., 2000; Rainey & Borders, 1997).
Os rapazes reportavam que a figura do pai era a de maior influência na construção de
expectativas profissionais seguida da figura materna. Contudo, quer os rapazes quer as
raparigas reconheciam que os pais são mais importantes do que os pares e os
professores na construção das expectativas e aspirações profissionais (Galambos &
Silbereisen, 1987; Paa e MacWhirter, 2000).
Os resultados de um estudo realizado com uma amostra de adolescentes e jovens
portugueses (Gonçalves, 1997) revelam um impacte diferenciado na construção de
expectativas profissionais e de formação em função do nível socio-económico e cultural
da família de origem. Os adolescentes provenientes de contextos familiares de nível
socioeconómico e cultural médio manifestam expectativas mais elevadas em relação à
construção de projectos de formação e de profissão e sentem-se mais apoiados pelos
seus pais do que os de níveis mais baixos e elevados. Nos níveis elevado e baixo, por
razões de natureza bem diversa, predomina a convencionalidade/conformidade ligada à
reprodução do estilo de vida dominante ou à escassez de oportunidades para contrariar o
determinismo da origem socio-económica.
O significado destas diferenças pode ser explicado pelo facto de o grupo de nível
socio-económico médio, na cultura portuguesa, ser o de maior mobilidade social,
assumindo um papel decisivo nas grandes transformações sociais e políticas. Por isso,
surge como o grupo mais dinâmico, mais competitivo e com expectativas elevadas
quanto ao seu protagonismo no mundo da cultura e profissional. Estas mensagens são
transmitidas implícita ou explicitamente no contexto familiar e coexistem com os
dispositivos necessários em termos de apoios afectivos e instrumentais para garantirem
Revisão da Investigação – 65
projectos de formação e de profissão que possam proporcionar o sucesso pessoal e
familiar.
Quanto ao nível socio-económico alto tende a ser, normalmente, um grupo mais
cristalizado e acomodado onde, em muitos casos, os apoios instrumentais se sobrepõem
aos emocionais. Estas famílias tendem a ser contextos favoráveis à emergência de
sujeitos com estatutos de identidade vocacional outorgada, favoráveis ao cumprimento
do projecto vocacional da família, ou então, sujeitos em difusão.
Os sujeitos de nível socio-económico baixo têm expectativas reduzidas
relativamente ao seu projecto de vida (formação, profissão), porque as mensagens
veiculadas na sua família de origem e nos seus contextos de vida mais próximos vão
nesse sentido e porque os constrangimentos económicos e sociais os empurram
inevitavelmente para a primeira oportunidade de trabalho que lhes garante a si e aos
seus a sobrevivência. Ter ou não ter expectativas elevadas em termos profissionais e de
formação, em muitas situações, é um privilégio que resulta de pertencer a uma família
com um determinado nível socio-económico e cultural (Gonçalves, 1997; Hoffman,
Goldsmith & Hofacker, 1992).
Concluindo, os resultados das várias investigações sobre a influência da família,
nomeadamente os pais, na construção de expectativas e aspirações profissionais dos
adolescentes salientam o impacte de um conjunto de variáveis familiares como o nível
socioeconómico e cultural dos pais, o género destes, o emprego materno ou salário do
pai. Contudo, a variável mais salientada na investigação, e que parece ter maior
impacte, refere-se à qualidade do suporte e apoio que as figuras significativas garantem
ou não aos seus filhos nos vários momentos do seus desenvolvimento em que são
confrontados com tomadas de decisão vocacionais (Whiston & Keller, 2004).
No que concerne à influência da família na construção da identidade vocacional
dos adolescentes, apresenta-se um estudo, realizado por Sankey e Young (1996), onde
os autores tentam avaliar a potencial relação entre os estatutos de identidade vocacional
e as narrativas da influência parental, evocadas pelos jovens, no seu desenvolvimento
vocacional.
Sankey e Young (1996), partindo da categorização das narrativas de Gergen e
Gergen (1986) e da metodologia adoptada no estudo de Young, Friesen e Borycki
(1994), identificam no seu estudo apenas uma estrutura narrativa progressiva de três
tipos: com avaliação negativa, com avaliação positiva e avaliação com um momento
dramático de retorno. A explicação, apresentada pelos autores da investigação, de se
terem encontrado somente três tipos de narrativas progressivas e de não se registarem
narrativas regressivas, atribuem-na ao facto de todos os participantes estarem a
participar num programa de intervenção no momento das entrevistas e, provavelmente,
estarem envolvidos e sensibilizados para o processo da escolha vocacional; outra
explicação possível poderá estar relacionada com a dimensão da amostra, que apenas
era constituída por onze sujeitos. Resumidamente, os resultados encontrados são os
seguintes:
Revisão da Investigação – 76
a)
b)
c)
há uma relação positiva entre a narrativa progressiva com avaliação negativa da
influência parental com o estatuto de identidade realizada (6 sujeitos) e o estatuto de
moratória (dois sujeitos);
há uma relação positiva entre a estrutura narrativa progressiva com um momento
dramático de retorno e o estatuto de moratória (um sujeito);
e uma relação positiva entre a narrativa progressiva com avaliação positiva da
influência parental com o estatuto de identidade de difusão ( dois sujeitos).
Os resultados da narrativa progressiva, com avaliação negativa e com momento
dramático de retorno como histórias representativas dos estatutos de identidade
realizada e de moratória, são coerentes com a teoria psicossocial de Erikson (1968),
com a sua operacionalização nos estatutos de identidade de Marcia (1966) e com outros
resultados da investigação. Marcia (1966), por exemplo, sugere que a construção da
identidade realizada implica um certo questionamento dos valores e dos objectivos
parentais. No entanto, alguns investigadores sublinham que, para que se construa uma
identidade realizada, tem que garantir-se um contexto securizante, em que o apoio
parental deve ser doseado com espaços de autonomia e exploração (Grotevant &
Cooper, 1986; 1988). É preciso garantir um equilíbrio entre os ganhos em autonomia,
por parte do adolescente, com uma vinculação segura aos pais (Campbell, Adams &
Dobson 1984; Soares & Campos, 1988).
Sublinhe-se, ainda, que existe uma forte relação entre as actividades de
exploração e os estatutos de identidade realizada e de moratória (Blustein, Devenis &
Kidney, 1989), sendo, normalmente, estas experiências de exploração, sentidas pelos
adolescentes como momentos de conflito e de questionamento entre o seu ponto de vista
no confronto com o das figuras significativas. Quando os jovens estão numa situação de
escolha de alternativas vocacionais, normalmente questionam os valores e os objectivos
dos outros significativos, para assumirem e construírem um projecto de que eles
próprios são os principais protagonistas (Sankey & Young, 1996).
No entanto, a relação entre a narrativa progressiva com avaliação positiva e o
estatuto de identidade de difusão não seria um resultado esperado. De acordo com a
teoria, seria mais consentâneo um estatuto de identidade outorgada (foreclosure), até
porque estes jovens apresentam uma narrativa com investimentos, ainda que na ausência
Revisão da Investigação – 77
de momentos de exploração, assumindo os valores e os projectos dos pais sem
questionamentos e conflitos. Ora, segundo a teoria de Marcia (1966), confirmada por
investigações posteriores (Blustein & Philips, 1990; Campbell et al., 1984), o estatuto
da difusão de identidade caracteriza-se por uma quase ausência de exploração e de
investimentos vocacionais. Esta discrepância de resultados pode ser explicada pelos
contributos apresentados por Vondraceck (1992), que afirma que os sujeitos podem não
estar no mesmo estatuto nas diversas dimensões e áreas de construção da identidade. Ou
seja, em determinados momentos do desenvolvimento, um indivíduo pode globalmente
situar-se num estatuto de identidade de difusão e nas dimensões da identidade
vocacional, situar-se num estatuto de identidade outorgada, como parece acontecer neste
estudo. Estes resultados ainda podem ser explicados à luz desta constatação “são
observados poucos tipos puros de estatutos de difusão, numa população de adolescentes
saudáveis” (Vondraceck, Schulenberg, Skorikov, Gillespie & Wahleim, 1995).
Concluindo, os resultados desta investigação são inconclusivos, porque a a
dimensão da amostra é reduzida (onze sujeitos). No entanto, tem a virtualidade de
apresentar uma nova metodologia de investigação, para estudos futuros sobre a
percepção da influência parental e sua relação com os estatutos de identidade, através
das narrativas vocacionais de adolescentes e jovens. A abordagem narrativa proporciona
alguns contributos para a intervenção, porque, pela exploração das narrativas de vida o
psicólogo não só promove a compreensão da experiência actual do cliente como
também cria condições para a sua transformação, pela emergência de narrativas
alternativas e pela criação de condições, para que o sujeito seja o autor principal da sua
história. Porque é através das histórias narradas que o adolescente constrói significados
para a sua experiência e pode identificar os temas dominantes da sua vida no passado e
no presente, os conflitos, as pessoas que intervêm na sua narrativa (pais, pares e pessoas
significativas) e o grau de autonomia que tem assumido como protagonista principal
dessas histórias (Cochran, 1997).
A teoria da acção, considerada como uma epistemologia alternativa por Richard
Young e colegas (Young & Valach, 1996; 2000; 2004; Young, Valach & Collin, 1996;
2002), no domínio da Psicologia Vocacional, deu origem a uma metodologia de
intervenção e investigação, denominado por “qualitative action-project method”
(Valach & Young, 2004), para perceber a influência do projecto familiar nos projectos
vocacionais de adolescentes e jovens (Valach & Young, 2004; Young et al., 2001;
Young et al., 2003).
Esta teoria, também denominada por teoria da acção em contexto, teve a sua
origem na metáfora contextualista de Pepper (1942). Essencialmente, esta abordagem
postula que a acção humana é intencional e dirigida por objectivos, sendo esta a
primeira unidade molar de análise que implica sofisticados e complexos caminhos de
organização das acções através do tempo, em ordem a atingir certos objectivos.
Dennefor (1999) define a acção humana como subjectivamente significativa e
intencionalmente dirigida. A acção é a forma a que as pessoas recorrem para organizar e
conferir significado e sentido às suas próprias vidas.
A teoria da acção tem sido proposta como radicalmente contextualista, porque
não é uma mera questão que se circunscreva ao bem-estar do indivíduo nem da
sociedade, mas surge como fruto de uma inter-relação recíproca e mútua. Pela acção, o
sujeito e a sociedade desenvolvem-se e realizam-se. Esta realização recíproca é
essencial para se compreender como o significado, objectivos e intencionalidade da
acção são construídos socialmente e para perceber como as acções individuais estão
imbricadas em outras acções extra-pessoais (Young, 2001/02).
Por isso, a teoria da acção também é vista como uma abordagem social
construcionista, porque a acção só se torna possível na interacção com os outros; ou
seja, o significado da acção humana (que implica objectivos e intencionalidade) é
socialmente construído. Assim, a acção nunca é exclusivamente solipsista (pessoalista)
mas implica assumir dimensões dos outros mediante a interacção; ou seja, é
pessoal/social, interpessoal. Shotter (1993) afirma que os sujeitos ao envolverem-se na
interacção social emerge uma “third thing” que imprime à acção humana uma dimensão
Revisão da Investigação – 79
única que não é meramente uma acção individual nem social, mas construída no
confronto do sujeito com o mundo (Valach & Young, 2004; Young, Valach & Collin,
1996).
Nesta abordagem, a acção é a chave de compreensão do funcionamento humano.
Contudo a acção mais que individual é uma acção social, porque ela é construída
socialmente e impregnada nas redes sociais de pertença, viabilizando projectos
possíveis nos limites das oportunidades e constrangimentos da comunidade de pertença
(Gonçalves & Coimbra, 2000)
Segundo Young e colegas, existem três dimensões da teoria da acção que são
imprescindíveis para a conceptualização e construção de uma metodologia de
investigação a desenvolver com as famílias: os sistemas de acção, os níveis de
organização da acção e as perspectivas de acção (Valach, Young & Lynam, 2002;
Young, Valach & Collin, 1996; 2002). Em primeiro lugar, as acções desenvolvidas nas
famílias são representadas por sistemas de acções, não são acções isoladas, mas são um
conjunto de acções inter-relacionadas que podem ser organizadas em paralelo, superordenadas
ou subordinadas em sistemas. Os sistemas de acção familiar organizam-se em
projectos familiares a médio prazo nos vários domínios do existir: saúde, educação,
profissão, lazer, que são desenvolvidos em acções individuais e conjuntas, em ordem ao
desenvolvimento da carreira, que aponta para objectivos familiares a longo prazo.
Cada um dos quatro sistemas hierárquicos da acção: acção individual, acção
conjunta, projecto e carreira estão organizados em objectivos, momentos funcionais e
elementos e cada um destes constructos pode ser observado e analisado a partir da
perspectiva do comportamento manifesto, processos internos e significado social. A
diferença entre os constructos: acção, projecto e carreira é a dimensão da
temporalidade, da complexidade da acção organizada de forma retrospectiva e
prospectiva (Young, 2001/02). Por exemplo, uma conversa entre pais e filhos sobre a
escolha vocacional pode ser um acontecimento isolado, reduzindo-se a uma mera acção
pontual; contudo, passará a constituir-se como um projecto se pais e filhos organizam
várias acções intencionais, durante um período de tempo suficientemente longo, em
ordem a transformar-se numa carreira de formação/profissão para os filhos, que por sua
vez se integra nos variados projectos familiares.
Revisão da Investigação – 80
A acção desenvolvida na família proporciona um excelente exemplo da
impregnação social da acção humana: quando conjuntamente se assumem decisões,
quando se escolhe entre várias alternativas, quando se planeiam objectivos familiares,
quando se partilham experiências de sucesso ou insucesso familiar. Estas acções são
construídas conjuntamente com o contributo de cada elemento da família, mas não é o
somatório de cada elemento da família isoladamente, mas cada elemento é o “mapa
mundi” da interacção familiar (Minuchin, 1974), através da “third thing” que emerge na
interacção (Shotter, 1993).
O projecto é um constructo que faz parte de uma hierarquia que comporta acção
individual, acção conjunta, projecto e carreira, representando cada nível uma
complexidade crescente de objectivos, processos e comportamentos que vão sendo
realizados ao longo do tempo. Assim, o projecto torna-se possível porque existe um
conjunto de acções intencionalizadas que são orientadas para um objectivo comum,
socialmente construído, retrospectiva e prospectivamente. A carreira torna-se possível,
porque existem projectos (Young, 2001/02).
Os projectos estão interligados entre si. Os projectos relacionados com a família
não são projectos construídos no vazio, mas contextualizados nos contornos sócioculturais
e históricos, permitindo ao adolescente construir estes projectos e não outros.
Por isso, os projectos familiares nem são exclusivamente individuais (embora, cada
elemento da família contribua para o projecto da família e nela construa os seus
projectos pessoais, sem deixarem de ser familiares), nem exclusivamente familiares,
porque estão impregnados socialmente (Young, Paseluikho & Valach, 1997). A
dimensão social dos projectos pessoais e familiares é decisiva na perspectiva da teoria
da acção.
Assim, o projecto de desenvolvimento vocacional é conceptualizado como algo
que tem uma base generativa no seio da família, como parte integrante da parentificação
e dos processos desenvolvimentais que ocorrem na família, na sua abertura ao contexto
envolvente. Embora o contexto familiar, nomeadamente os pais, tenha uma relevância
primordial na construção deste projecto, há a inevitável influência dos recursos
exteriores à família (os contextos partilhados pelos adolescentes e pelos pais). Por
exemplo, a informação que os filhos transportam para o diálogo com os pais, sobre o
sistema de formação e a organização do trabalho, pode ser proveniente dos professores,
Revisão da Investigação – 81
do director de turma, do psicólogo da escola, da comunicação social e dos pares. Estes
projectos são construídos e reconstruídos através de acções conjuntas, que ocorrem
retrospectivamente e prospectivamente, com os pais e os outros, podendo ser
transformados ou consolidados, em função da exploração das oportunidades disponíveis
e apetecíveis a que realisticamente se pode aceder.
Embora exista abundante literatura, mencionada ao longo deste capítulo, que
sustenta e confirma uma rela
Apesar das vozes que aqui se levantam concordo inteiramente consigo. Eu própria me sinto parva todos os dias.
Parva porque andei a estudar 4 anos o curso que queria e que felizmente os meus pais conseguiram pagar, porque sejamos sinceros, isto do estudo para todos soa-me assim a uma grande treta...
Parva porque depois da licenciatura estudei durante mais 2 anos para obter o meu grau de Mestre porque concerteza com mais formação teria mais oportunidades de carreira.
Parva quando percebi que o mestrado afinal não me leva a lado nenhum e já o tive de retirar do meu cv várias vezes. Parva porque tenho 26 anos, nunca tive um contracto, nem estou perto de o ter. Parva porque apesar de ter conseguido encontrar trabalho, não na minha área claro, (parva que eu sou), trabalho a recibos verdes e se por acaso fico doente, são menos dias que recebo.
Parva por ter 26 anos e de vez em quando ter de pedir dinheiro aos meus pais, porque não chega no final do mês.
E parva porque as vezes penso que estou mal quando há pessoas aí desempregadas há mais de 1 ano.
Que parva que sou senhora Isabel...Espero que não se ofenda com tanta parvoíce!
Agora com sua licença tenho de ir ver se tenho dinheiro para encher o depósito e deslocar-me ao meu local de trabalho que por acaso é bem longe e não há transportes para esses lados... mas o que é que se podia esperar de uma parva??
Os jovens não necessitam de saber escrever (correctamente), pois a maioria das pessoas da idade desta sra o sabem, no entanto levam este País para o caminho que verificamos e deparamos!!!
PARVOS NÃO SÃO OS QUE VÊEM, MAS SIM OS QUE NÃO QUEREM VER!!!
A verdade é essa; se estivéssemos bem empregados provavelmente esta situação diria-nos muito pouco. É estranha esta condição humana de poder bem com o mal dos outros.
Espero que isto passe no lápis azul.
Gostava de saber como é que esta Srª, NA PRATICA, está a ser afectada pela crise. Se calhar demora menos 15 minutos a fazer o IC19 já que o fluxo de carros diminui à medida que os preços da gasolina aumentam!
Com 33 anos, não estou à RASCA, mas entendo que muitos e estejam e sou solidaria com eles, qq que seja a forma legal que usem para se manifestarem.
Estou profundamente indingada com este "artigo de opinião" e no dia 12 lá estarei com esta e com a minha geração. De certeza que vamos ser muitos.
Normalmente nestas empresas no departamento estão entre efectivos e a contrato 2 ou três pessoas mas depois à 3 ou 4 estagiários que vão trabalhar sem receber algo. Entretanto recebo um telefonema de uma empresa da zona de Camarate a perguntar se eu estou disposta a ir trabalhar por 50 euros por mês.
Entretanto tirei o mestrado.
No CV não o posso mencionar pois fico com habilitações a mais. Noutra empresa fizeram-me um contrato de 6 meses quando se aperceberam que tinha um mestrado mandaram-me embora antes do tempo. Que nome podemos dar a esta situação toda? não será exploração ou escravatura?
Não é aqui que arranjam emprego.
És sem dúvida uma das "parvas" da nossa geração que em poucas palavras demonstrou a força de vontade! Força e que consigas arranjar algo melhor :)
Normalmente nestas empresas no departamento estão entre efectivos e a contrato 2 ou três pessoas mas depois à 3 ou 4 estagiários que vão trabalhar sem receber algo. Entretanto recebo um telefonema de uma empresa da zona de Camarate a perguntar se eu estou disposta a ir trabalhar por 50 euros por mês.
Entretanto tirei o mestrado.
No CV não o posso mencionar pois fico com habilitações a mais.
Noutra empresa fizeram-me um contrato de 6 meses quando se aperceberam que tinha um mestrado mandaram-me embora antes do tempo. Que nome podemos dar a esta situação toda? não será exploração ou escravatura?
Aqui está a geração mais qualificada de sempre.
Deixa-me rir.
A vítima, que estava a acompanhar o rescaldo de um jogo de futebol na Antena 1, dormitou por uns minutos e, quando acordou, deu consigo a ouvir o programa da jornalista Isabel Stilwell e do psicólogo Eduardo Sá. “Parecia que tinha regressado ao jardim-de-infância”, esclareceu mais tarde, “estavam duas crianças a falar com vozinhas muito meigas e a fazer piadas mais básicas do que as d’Os Malucos do Riso”. Mais tarde, já recomposto, o homem passeava pela cidade quando lhe ofereceram um exemplar do “Destak” e, ao folheá-lo, leu sem querer o editorial e caiu redondo no chão." in http://www.oindesmentivel.com/seccoes/portugal-sec coes/programa-de-isabel-stilwell-eduardo-sa-provoc a-queda-de-tensao-arterial-ouvinte-da-antena-1
Mas porque raio não são capazes de olhar em frente com tanto que dizem que estudaram?
A seguir deve reclamar da herança que lhe deixaram...
Que geração tão parasita |
A seguir deve reclamar da herança que lhe deixaram...
"a geração mais qualificada da história de Portugal" faz coisas destas.
Quanto aos pais que foram para a guerra do ultramar, dizem que foi uma experiência e tanto. Óbvio que nem sempre foi fácil, pois está claro. Mas nunca lhes faltou comida na mesa. E nos dias de hoje é a vida militar que dá emprego a muitas pessoas da Geração Parva!!!
Crise? Corrupção? Nah. Isso não existe. É desculpa dos parvos e preguiçosos como eu para não levantarem os rabos do sofá!
Também se esquece que não foi a nossa geração que permitiu os recibos verdes como hoje são. Também foi a vossa geração que hipotecou o nosso futuro quer com má gestão na produção de licenciados (demasiados doutores), quer no endividamento público e privado e ainda, a uma escala global, ao uso irresponsável dos recursos naturais. A vossa geração não pensou no futuro, não pensou na nossa nem na que virá a seguir à nossa. Ainda fala que somos egocêntricos? A vossa geração é a que diz: "Já não vou estar cá para ver". O vosso único interesse é garantir as vossas reformas. Não vos interessa o nosso futuro e o futuro dos nossos filhos. Não lave as suas mãos. Somos sim, a geração parva, à rasca e, pior, traída!
Temos sim razão e o dever de nos manifestar. Manifestar o desagrado pela situação que estamos a herdar de vocês.
Agradeço desde já pelo seu post hilariante! Já vi que continua inspirado (ou deverei dizer obstipado???) Ui!!! Ainda para mais domina essa língua estrangeira, que certamente lhe abrirá portas em qualquer empresa, designada por verborreia! “estamux nu exam de portuguex” Que poético!!! Mais uma vez PARABÉNS!! Felizmente, só tenho de ler o que escreveu e não ouvir sair da sua boca o lixo que o seu cérebro da era da pedra conseguiu articular. Quanto a levar no focinho! Se estivéssemos frente a frente acredite que não seria no focinho que lhe iria “dar”, mas antes onde o seu cérebro parece estar alojado, i.e., (se não souber o significado, consulte um dicionário!) o seu ANÚS, e não, não se trata do seu aniversário!!!! As suas ofensas caem em saco vazio sabe porquê?? Porque a sua credibilidade é paralela à sua burrice. Já dizia o velho ditado “Burro velho não aprende línguas”, você representa na perfeição essa máxima. Só mesmo uma nano mente é que chegaria à brilhante conclusão que o português bem escrito serve apenas para exames de português!!! LOLOL GROW UP!!! Com recurso a cábulas é provável que com sorte conseguisse uma nota positiva num exame de português, sim!! Dou-lhe essa prova de confiança!! É óbvio que não pertence a esta geração, mas antes à geração jurássica. Spielberg talvez lhe arranjasse um posto de trabalho enquanto detector fecal. Para sua informação, não estou, nem nunca estive na “porcaria”, mas folgo em saber que já saiu dela. Agora já só lhe falta um banhinho! Sim já que o mau cheiro acompanha-o. Mais um tiro ao lado, nunca lambi ´”traseiros”,(rabos, meu caro, têm os que são da sua estirpe). Concordo consigo, o dinheiro é o que realmente interessa. “A política e a prostituição são os únicos empregos que não exigem experiência anterior.” Como não lhe reconheço competência para político (apesar de reunir pelo menos 2 requisitos; ganância e burrice), resta-me a 1ª opção! Agora percebo o porquê da sua fixação por “traseiros, lambidelas e dinheiro”, trata-se de um defeito profissional.
Ps – Antes intelectual do que analfabeto funcional! Aproveite o RVCC pode ser que assim consiga obter habilitações ao nível do 5.º ano. carpe diem! :) Devido à censura tive de mudar de nome! Assinado:
VCosta
Infelizmente, esta senhora vive uma realidade e uma vida que são alheios à maioria dos portugueses!
Ocupa cargos sem ter competência, sempre com a ajuda da família. Isto porque a sua licenciatura não é muito dada a oferta de empregos neste país, já que falamos de Comunicação Social. Já se imaginou na pele de uma pessoa licenciada com a sua licenciatura nos dias de hoje? Já no seu tempo os jornalistas eram todos arranjados através de tachos. Hoje, isso está à vista de todos. Basta olhar para os nomes que surgem das TVS, JORNAIS E RÁDIOS! O seu caso é um exemplo disso mesmo! Penso nisso! E pense nas restantes também!
Agradeço desde já pelo seu post hilariante! Já vi que continua inspirado (ou deverei dizer obstipado???) Ui!!! Ainda para mais domina essa língua estrangeira, que certamente lhe abrirá portas em qualquer empresa, designada por verborreia! “estamux nu exam de portuguex” Que poético!!! Mais uma vez PARABÉNS!! Felizmente, só tenho de ler o que escreveu e não ouvir sair da sua boca o lixo que o seu cérebro da era da pedra conseguiu articular. Quanto a levar no focinho! Se estivéssemos frente a frente acredite que não seria no focinho que lhe iria “dar”, mas antes onde o seu cérebro parece estar alojado, i.e., (se não souber o significado, consulte um dicionário!) o seu ANÚS, e não, não se trata do seu aniversário!!!! As suas ofensas caem em saco vazio sabe porquê?? Porque a sua credibilidade é paralela à sua burrice. Já dizia o velho ditado “Burro velho não aprende línguas”, você representa na perfeição essa máxima. Só mesmo uma nano mente é que chegaria à brilhante conclusão que o português bem escrito serve apenas para exames de português!!! LOLOL GROW UP!!! Com recurso a cábulas é provável que com sorte conseguisse uma nota positiva num exame de português, sim!! Dou-lhe essa prova de confiança!! É óbvio que não pertence a esta geração, mas antes à geração jurássica. Spielberg talvez lhe arranjasse um posto de trabalho enquanto detector fecal. Para sua informação, não estou, nem nunca estive na “porcaria”, mas folgo em saber que já saiu dela. Agora já só lhe falta um banhinho! Sim já que o mau cheiro acompanha-o. Mais um tiro ao lado, nunca lambi ´”traseiros”,(rabos, meu caro, têm os que são da sua estirpe). Concordo consigo, o dinheiro é o que realmente interessa. “A política e a prostituição são os únicos empregos que não exigem experiência anterior.” Como não lhe reconheço competência para político (apesar de reunir pelo menos 2 requisitos; ganância e burrice), resta-me a 1ª opção! Agora percebo o porquê da sua fixação por “traseiros, lambidelas e dinheiro”, trata-se de um defeito profissional.
Ps – Antes intelectual do que analfabeto funcional! Aproveite o RVCC pode ser que assim consiga obter habilitações ao nível do 5.º ano. carpe diem! :)
O seu cargo de luxo não lhe deve proporcionar contacto com o 'proletariado'. Mas se resolver, eventualmente, voltar a fazer afirmações deste género, deveria ter contacto com o mundo real, para dar um pouco de credibilidade às suas TRISTES e INFELIZES afirmações.
Agradeço desde já pelo seu post hilariante! Já vi que continua inspirado (ou deverei dizer obstipado???) Ui!!! Ainda para mais domina essa língua estrangeira, que certamente lhe abrirá portas em qualquer empresa, designada por verborreia! “estamux nu exam de portuguex” Que poético!!! Mais uma vez PARABÉNS!! Felizmente, só tenho de ler o que escreveu e não ouvir sair da sua boca o lixo que o seu cérebro da era da pedra conseguiu articular. Quanto a levar no focinho! Se estivéssemos frente a frente acredite que não seria no focinho que lhe iria “dar”, mas antes onde o seu cérebro parece estar alojado, i.e., (se não souber o significado, consulte um dicionário!) o seu ANÚS, e não, não se trata do seu aniversário!!!! As suas ofensas caem em saco vazio sabe porquê?? Porque a sua credibilidade é paralela à sua burrice. Já dizia o velho ditado “Burro velho não aprende línguas”, você representa na perfeição essa máxima. Só mesmo uma nano mente é que chegaria à brilhante conclusão que o português bem escrito serve apenas para exames de português!!! LOLOL GROW UP!!! Com recurso a cábulas é provável que com sorte conseguisse uma nota positiva num exame de português, sim!! Dou-lhe essa prova de confiança!! É óbvio que não pertence a esta geração, mas antes à geração jurássica. Spilberg talvez lhe arranjasse um posto de trabalho enquanto detector fecal. Para sua informação, não estou, nem nunca estive na “porcaria”, mas folgo em saber que já saiu dela. Agora já só lhe falta um banhinho! Sim já que o mau cheiro acompanha-o. Mais um tiro ao lado, nunca lambi ´”traseiros”,(rabos, meu caro, têm os que são da sua estirpe). Concordo consigo, o dinheiro é o que realmente interessa. “A política e a prostituição são os únicos empregos que não exigem experiência anterior.” Como não lhe reconheço competência para político (apesar de reunir pelo menos 2 requisitos; ganância e burrice), resta-me a 1ª opção! Agora percebo o porquê da sua fixação por “traseiros, lambidelas e dinheiro”, trata-se de um defeito profissional.
Ps – Antes intelectual do que analfabeto funcional! Aproveite o RVCC pode ser que assim consiga obter habilitações ao nível do 5.º ano. carpe diem! :)
mas o seu txt é demasiado simplista e "parvo" pq nem percebe a ironia da letra.
vamos todos fazer melhor e a isabel e sua equipa por fazer melhor jornalismo neste jornal, pq afinal até deve ser licenciada :)
cumpts a todos
Permite-me desde já começar a tratar-te por tu. A leviandade e à vontade com que chamas parva a toda uma geração - da qual faço parte - significa du...as coisas: há uma grande confiança entre nós e tu própria, embora a data de nascimento diga o contrário, és uma grande parva.
Já fui rasca mas agora sou parvo.
Sou parvo porque a tua geração deu-me aulas desde os 6 anos até ao ensino superior.
Sou parvo porque a tua geração lidera este país para o abismo.
Sou parvo porque a tua geração, em tempo de “vacas gordas”, conseguiu usar incorrectamente os fundos e apoios da União Europeia.
Sou parvo porque não tenho cunhas.
Sou parvo porque cresci com a tua geração a dizer-me que para ter um bom futuro era preciso ter um curso superior.
Sou parvo porque o mercado de trabalho está sobrelotado de incompetentes, ultrapassados e desmotivados trabalhadores da tua geração, cuja única preocupação é não perder o emprego.
Sou parvo porque acreditei na mudança e fui vencido por um país onde a tua geração sente arrepios cada vez que ouve este termo.
Sou parvo porque acreditei que o mérito era um valor reconhecido.
Sou parvo porque venho de uma família onde ninguém trabalha numa Fundação ou Instituto Público. Isabel, tenho que reconhecer que tens razão: sou parvo.
Ainda assim, aqui entre nós, apesar de ser parvo, eu não sou Director Geral de um jornal que vive dos investimentos publicitários, direccionados para um target que eu acabei de chamar parvo. Será que as marcas que escolhem os Destak para fazer campanhas também são parvas?
http://www.oindesmentivel.com/seccoes/portugal-sec coes/programa-de-isabel-stilwell-eduardo-sa-provoc a-queda-de-tensao-arterial-ouvinte-da-antena-1
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http://albanoassuncao.tumblr.com/post/1053977769
Bem me parecia que o problema desta geração eram as heranças. Queriam ser todos filhos de rico para não terem de começar por baixo na carreira.
Outra geração "Direitos Adquiridos e os outros que se lixem"!
Cara autora, se é que se assim se lhe pode chamar, pense que uma visão tão generalista da realidade a abstrai completamente dos casos particulares.
Com 23 anos de idade, também eu sou escritor, publicado desde os 21, sendo que lhe darei uma opinião nesse âmbito. A sua escrita não é de todo interessante ou sequer relevante aos níveis artístico, cientifico, humorístico, cultural ou até mesmo meramente opinativo. Pode-se dizer até, que é vulgar, simplista, mesmo ainda, pseudo-pensada, até porque nem sequer é uma ideia que se possa considerar inovadora ou original da “autora”. Repare como passei agora a coloca-la entre aspas, assim como coloco em causa a sua capacidade de dactilografia. Não me vou dedicar, muito, à repetição de testemunho livre. Como muitas pessoas que aqui tentaram expressar livre opinião, sendo censuradas, também eu tenho a experiencia de trabalhar em “empregos” a tempo parcial desde os 14 anos, coincidindo com o final do ensino obrigatório, sem idade legal todavia, acontece. Também eu o fiz para desafogar os meus pais de despesas com as minhas actividades recreativas e extra curriculares. Assim, como me incluo no grupo dos licenciados que não tem emprego em Portugal, incluo-me no grupo de jovens que lutam diariamente pela vida.
Mas não julgue que me queixo, não, de todo. A minha licenciatura em Enfermagem está a dar frutos, sou produtivo, tenho um emprego na área para a qual estudei e acredite que ganho bem mais que “o dobro do salário mínimo”. Ganho na verdade cerca de quatro vezes esse valor. No entanto, para ter tudo o que tenho, tive de abandonar tudo o que tinha.
Como muitos na minha geração, uso do excelente nível de inglês que adquiri por anos de ensino público de qualidade duvidosa e incontáveis horas a ver filmes de origem estrangeira para ser um profissional registado em dois países: Portugal e Reino Unido. Por vezes penso, que Portugal precisa mesmo de uma geração pró-activa. Não concordando em nenhum ponto com a “autora” digo apenas que diariamente são reconhecidos no estrangeiro os jovens portugueses pelo seu empenho, dedicação, conhecimento cientifico e aptidão no processo de adaptação social a novas culturas. Devemos sair, então.
Sim, a geração parva é melhor que a geração “Sifão”. Em qualquer aspecto, a comparação é que assusta os “Velhos do Restelo”.
E leia bem, a parecença sonora com “Cifrão” é implícita e pretendida. Depois de “chuparem” incontáveis milhões de Escudos no tempo do Sr. Prof. Cavaco em todo o tipo de subsídios, apoios, bónus, promoções e progressões de carreira que desafiavam a imaginação, desde o industrial agrícola ao bacharel de professor do primeiro ciclo do ensino obrigatório, toda uma geração se dedicou ao aperfeiçoamento da “Cunha”, agora “sugam” incontáveis milhões de Euros em medidas para conter uma crise que criaram.
Não admito que corruptos, inúteis, viciados, desfasados, falhados, desocupados, mentecaptos, reduzidos, insensíveis sociais, idiotas em geral e toda uma estirpe de “Isabeis Stilwell” que ainda se agarram com unhas e dentes ao saudosismo de uma geração que só gastou, me venham manda trabalhar para os sustentar… Eu já trabalho e é para mim. Se querem reforma: gastem menos, não me venham pedir mais.
E quanto aos meus pais, que amo e respeito, irei ajuda-los em tudo o que puder, pois é a eles que devo tudo e não há “geração deles”. Orgulhosamente Geração Parva. Antes isso que ter entre os 40 e os 60 anos e ser Geração Liberdade Irresponsável ou também conhecidos por “Os cotas que C(F)oderam tudo e não deixaram nada!”
Beijinhos ;)
Infelizmente os licenciados não ganham mais 80% que os não licenciados
Ai ai, antes de se publicar qualquer coisa... ainda que no nosso jornal... devemos primeiro verificar e estudar sobre o que publicamos.
Agora, dizem que se não têm emprego de administrador, a culpa é dos mesmos que lhes deram tudo até agora.
Esta geração não vai deixar os velhos morrerem sozinhos: vai matá-los para lhes ficar com as coisas!
Contra a geração parasita | 27.02.2011 | 16.52Hver comentário denunciado
O mercado de trabalho, alavancado pelo fortissima crise financeira mundial, está como todos sabemos. No entanto, existem profissões que são altamente deficitárias em mão de obra. Hoje em dia existe o conceito de que todos temos que ser licenciados, quanto mais não seja por ascenção social. Só que de facto não temos, e se olharmos para o lado, existem profissões com que os paises mais desenvolvidos se debatem pela falta de mão de obra. Por de alguma forma, todos pensarmos que bom bom, é sermos licenciados por Harvard, ou pelo MIT, mesmo que o resultado final da cadeia seja o desemprego, desemprego esse já ser do conhecimento de todos como a maior probabilidade. E porque não apostar em profissões técnicas. Li há bem pouco tempo, o drama actualmente existente nos EUA pela falta de mão de obra especializada como seja de electricistas, canalizadores, taqueiros, pedreiros, etc. Profissões denominadas de “Downgrade” face a um licenciado, mas para as quais a procura é enorme e que ganham quanto querem. Não sou amigo da Isabel Stillwell, não tenho o prazer de ser seu amigo, nem tenho qualquer discurso encomendado, mas quando vejo as belas peças escritas pelos ditos licenciados, entendemos porque o País está como está, e muito facilmente também entendemos porque estão no Desemprego. Os numeros são o que são, os licenciados apesar das dificuldades, mesmo assim têm mais facilidade em encontrar emprego (agora imaginem o drama de quem não é), e quando em situação de desemprego, têm maior facilidade em retornar ao mercado de trabalho. Vivemos num mundo perfeito? Não longe disso, mas quando tiverem a oportunidade não a desperdicem, e ponham a “andar” quem nos conduziu a esta situação. Referem que a Isabel enquanto Directora tem licenciados a recibos verdes, a quem paga pouco. E quanto ganham os estagiários de Direito? E os de Arquitectura, etc, etc. Não quero com isto dizer que estou de acordo, de todo. Provavelmente a Isabel apenas conseguiu ter verbas para pagar o que pagou, e a alternativa seria não contratar ninguém nem pagar coisa nenhuma. Já se deram conta que vivemos num País que tem 3 jornais desportivos diários, que têm maior tiragem que a Imprensa Generalista (Excluindo os Gratuitos). Não culpem a Isabel por pôr a mão na ferida. Apenas foram relatados factos, simples e crús. Se não estão bem com estes Status, façam alguma coisa por isso, mas apontem baterias ao alvo certo, que não é concerteza a Isabel Stillwell
Já por várias situações pensei que andar na faculdade foi tempo perdido. Podemos até vir a ser todos licnciados, mas apenas uma pequena fatia será bem sucedida, por ter amigos ou uma oportunidade de ouro, que aparece com as mesmas proporções que alguém a ganhar o o Euromilhões.
Não vou criticar (muito) a Sra. Stillwell (bem calma), só que não se deve criticar o mundo que não se conhece. Já os políticos fazem o mesmo joguete com as massas. Tudo junto, e bem espremido, consegue dar sumo para umas gerações de sanguesugas.
uanto a um comentário mais abaixo, sobre os combustíveis e os carros... Sim, concordo que se devia taxar mais os carros de gama alta. Devia existir uma classe de IVA para o Luxo. Mas as pessoas têm que se deslocar, e lembro-me, em Lisboa, a hora de ponta no metro, que era impossivel viver assim muito tempo, e há aínda muita gente que assim vive (talvez, os que têm a sorte de conseguir morar na cidade). O resto, os que moram fora, só têm mesmo é oportunidade de trabalho nas grandes cidades, pelo que terão que se deslocar até lá. Muitos carros? Sim, carros demais! Mas é a unica possibilidade da maioria, que se sacrifica com 500€, depois de impostos, ainda ter que gastar uns 200 em transporte (combustivel, seguros, manutenções, inspecções, desgaste, portagens, etc). Comparamos estes (maioria) com os que têm grandes carros, grandes vidas, grandes fortunas e salários... Essas elites, podem dar-se ao luxo de não terem que se deslocar... pois o mundo vai até eles. Taxem os automóveis, taxem as gandes fortunas, mas não taxem mais aquilo que é essencial para quem necessita e faz mover o país, produzindo a riqueza deste, e não a riqueza pessoal.
Agora, dizem que se não têm emprego de administrador, a culpa é dos mesmos que lhes deram tudo até agora.
Esta geração não vai deixar os velhos morrerem sozinhos: vai matá-los para lhes ficar com as coisas!
Agora, dizem que se não têm emprego de administrador, a culpa é dos mesmos que lhes deram tudo até agora.
Esta geração não vai deixar os velhos morrerem sozinhos: vai matá-los para lhes ficar com as coisas!
MATIAS | 26.02.2011 | 15.47HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
E Re-denunciado!
- Como é que alguem com tamanha pobreza de mentalidade tem um cargo de elevada importância num jornal?
- E se desdenha tanto os licenciados e eu acha tão indespensáveis e ""parvos, porque é que se licenciou?? (ou o seu jornalismo não requer licenciatura??). É que sendo licenciada é, então, tão "parva como todos nós"... pelo editorial que escreveu, é notoriamente mais "parva"! Sabe o que lhe digo minha cara? O que precede a pobreza económia de um país é a pobreza mental e amoral de pessoas como a senhora... que tendo algum relativo poder de expressão vai atacar quem não tem culpa de nada! Deviam era acabar com o seu contrato, passarem-na a recibos verdes e darem-lhe 600 euros mensais pelo seu trabalho de jornalista... e depois culparem-na pelo estado do país!
Artigo claro, não há como não lhe dar razão!
ABEL MATOS SANTOS | 26.02.2011 | 14.40H Engraçado os posts estão a ser todos denunciados pela Sra. ou pela sua corja...
Porque é que este acima, na frente não tem essa possibilidade?
ESTAMOS A VIVER A CENSURA PÚBLICAMENTE E AOS OLHOS DE TODOS...
Por fim e não querendo repetir tudo o que já foi comentado, com o qual concordo em grande parte, pergunto-lhe como apelidar a sua geração, a tal que nunca foi "habituada" a pagar os devidos impostos, a fazer os devidos descontos para a segurança social ... Geração "esperta", fica-lhe bem ? A propósito, por ventura as suas filhas não serão "parvas" ao ponto de participar na "parva" da manifestação, serão ? Ou parvas são que, a "esperta" da mãe, lhes atalhou a difícil batalha da estabilidade profissional, com resquícios de esperteza da geração anterior ? Por último, deixe-me que lhe pergunte, quantos pombos matou na guerra do Ultramar ? Quantos dos seus lá ficaram ? Saberá mesmo do que fala ? Advirá sua esperteza da falta de "esperteza" de seus pais, que em bom tempo não lhe aplicaram os açoites e as bofetadas, hoje "parvamente" proibidas , mas outrora perfeitamente aceites e prescritas? Para a próxima semana pense lá melhor ó Isabel. E beba o café com calma, escreva depois. Que as duas coisas ao mesmo tempo, em si, parecem dar mau resultado. Não sejamos então vítimas e voltemos ao trabalho!
2. BC, não conheço Isabel Stilwell e não faço intenções de conhecer. Não conhecendo não posso afirmar que seja o problema. Vejo por exemplo que já editou um conjunto de livros. Só esse facto já contribuiu para alimentar alguma parte da economia (papel, impressão, distribuidores, impostos). O facto de não concordar com o editorial não me dá o direito de ser cego. Ou seja já fez muito mais que alguns que aqui escrevem e muito mais que outros meninos bem que nascem em boas familias mas não produzem nada. Em relação aos tachos recordo-me que a Magazine que editava foi durante anos a revista mais lida do país e o destak dos jornais mais lidos. Algum mérito tem que ter. E certamente que nos devia pedir desculpa para tentar salvar a boa imagem que tinha
Decerto que os licenciados há 20 ou 30 anos não teriam o mínimo problema em conseguir emprego, mas agora um licenciado tem que se sujeitar por vezes a estágios não remunerados (a pessoa que inventou isto deveria ser esfolada viva), para depois só ter uma alínea a mais no currículo que a maioria das vezes de nada serve.
Já se dão ao luxo de pedir 1 ou 2 anos de experiência na área para se candidatar a um estágio, sim, um estágio.
O que me revolta é o facto de certas pessoas que fazem parte da geração que contribuiu activamente para o estado em que se encontra agora o país, desconsiderar completamente estes problemas pois na altura deles não tiveram um cheirinho deles sequer.
É verdade que a maioria deles tiveram que pagar as despesas da sua licenciatura sozinhos, mas também muitos de nós e não corriam o risco de depois não ter trabalho.
De que nos serve ter pais que paguem os nossos estudos se depois não podemos fazer o mesmo com os nossos filhos?
Se todos tivessem contribuído com o que lhes devia, o país não estaria assim. Fugir aos impostos, uso excessivo de cunhas para trabalhos que não estavam qualificados, reformas de ouro antecipadas, etc etc
Se não tivessem apregoado aos céus que só com licenciatura ou mestrado conseguiríamos trabalhos decentes, não teríamos caído na armadilha. Não nos custa trabalhar, custa-nos é ter formação muito melhor que muita gente que já está fixa e nem sequer termos oportunidades de mostrar o que valemos. Custa-nos estar em estágios que trabalhamos mais do dobro que os que já lá estão fixos e nós vamos embora e eles ficam, pois para o meu lugar virá outro estagiário a custo zero fazer o trabalho que os outros todos que lá estavam não fazem.
Quem fez isto tudo? Quem é que provocou esta precariedade? Quem é que pensou apenas no seu umbigo e não pensou no futuro? A parva da geração à rasca?
Já ajudavam imenso se não desconsiderassem os nossos problemas, nos deixassem continuar a lutar por aquilo que merecemos e limpar os erros que a geração anterior nos deixou.
não prometam o que não podem...simples quanto isto..
geração parva? tudo parte da educação...quem nos educou?
geração parva? a mesma que deve procurar soluções para os erros de uma outra geração? querem o que afinal?
eu sou parvo...não sou referencia para ninguém ...eu sou parvo...
Estudam para serem mais capazes, ou mais queixinhas?
Fiz também um mestrado e doutoramento, para não perder a pratica. Quando se acabou, descobri que não há empregos no curso que tirei. A culpa e' dos que me pagaram os estudos, dos colegas dos meus pais que tem emprego e ninguém os demite para me dar o lugar! Vou para a neve esquecer isto tudo. Eles tem de me arranjar solução.
Estes meninos querem começar por cima.
MATIAS | 26.02.2011 | 15.47HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
A geração "à rasca" somos todos nós, mais velhos e mais novos. Todos queremos fazer parte da solução mas o problema é que não há lugar para tanta gente dar o seu contributo ao país, e grande parte das ofertas de emprego dever-se-iam chamar "ofertas de precariedade". Acha que a revolta deve-se a quê? Porque sim? Claro que é porque queremos trabalhar e queremos construir vidas. Queremos aplicar o que aprendemos. Mas como, se não temos a oportunidade de mostrar o nosso valor? E claro que sabemos o que é que está mal. E vamos fazer o quê? Vamos continuar simplesmente a procurar emprego, ouvir as noticias que vão surgindo e calar, esperar que melhores tempos cheguem, conformarmo-nos com as condições em que trabalhamos e pôr as culpas na "crise"? Chega de conformismos e chega de pessoas que brincam aos políticos e deputados e se esquecem das pessoas que votaram neles. Queremos lutar por Portugal, e não nos estamos a fazer de vítimas. Estamos finalmente a abrir os olhos e a reagir.
Considero que este artigo que escreveu é uma nódoa no seu currículo, e tenho pena de gente que não vê mais além do seu umbigo.
Portugal encostou-se ao '25 de Abril', esqueceu que, em Tempo de CRISE surge sempre uma REVOLUÇÃO no seu Apogeu...
FORA o Desaforo! FORA a Incompetência!!
EXIGIMOS RESPEITO!!!!
Eu concordo plenamente com o que foi escrito. De facto o refrão da música dos Deolinda é parvo. Aliás, toda a música é uma tentativa de comercialização da vitimização.
Aquela página e os cerca de 1500 comentários são um retrato fiel daquilo que se passa no nosso país. O que suscitou mais revolta foi o facto de Isabel Stilwell ter afirmado que "80% dos licenciados ganham mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional". Agora reparem nas contradições dos comentários: PARTE 1 - CUNHAS: [quote]A senhora só pode estar a falar dos seus filhos, quando diz que ganham acima da média.... de certeza que a cunha da mãezinha lhes serviu para subir na vida.[/quote] [quote]Lamentável, quem sempre viveu de cunhas, venha desta forma criticar, quem não nasceu com elas. Afinal a Sra. Directora trabalha para o seu primo, antes disso trabalhou para o seu marido no DN, ou seja nunca saiu e foi a procura de trabalho por si própria, esteve sempre encostada a alguém para ter um emprego... De lamentar, é que critique quem não tem onde se encostar ou que nunca se encostou, a Sra. é um dos exemplos do que está mal neste país, as cunhas....[/quote] [quote]Ora bem, talvez essa maioria que fala tenha sido baseada nos licenciados que entram para o Estado e para as Associções e empresas por CUNHAS [/quote] Concordo com tudo, mas... [quote]E gostei de saber que a sua filha teve de ir terminar o curso para Londres (luxúria ou ignorância? faça cuidado Isabel...)[/quote] Então não é óbvio que a filha foi terminar o curso para Londres por luxúria? Se a mãe mete uma cunha para lhe arranjar emprego, porque não exercer a mesma influência para a filha acabar o curso em Portugal, com uma boa média? É tudo uma questão de credibilidade. Como já sabe que em Portugal os familiares de pessoas influentes são sempre suspeitos de favorecimentos, provavelmente a filha de Isabel Stilwell terá tomado esta decisão para se colocar acima de qualquer suspeita. No meu ponto de vista esta é uma atitude bonita e sensata. Outros casos similares:
O futebolista Falcão do Futebol Clube do Porto é filho do melhor jogador Colombiano de todos os tempos, Radamel García, e têm ambos o mesmo nome. Então porque é que lhe chamámos Falcão? Simplesmente porque ele não se quis "encostar" à fama do pai, e para isso adoptou o nome Falcão em homenagem ao craque Brasileiro, um dos seus ídolos de infância.
Um exemplo mais distante é o de Nicholas Cage. Este é o seu nome artístico, que escolheu em homenagem ao herói da Marvel Luke Cage. o seu nome de baptismo é Nicholas Kim Coppola. Familiar não é? É verdade, Nicholas Cage é sobrinho do mundialmente reconhecido realizador Francis Ford Coppola, mas construiu a sua carreira sem se "encostar" ao tio. Tanto alarido com o facto de o Primeiro Ministro, José Sócrates, ter tirado o curso por correspondência na Universidade Independente, tendo obtido a classificação de 18 valores à cadeira de Inglês Técnico com um trabalho de uma página, e agora querem transmitir a ideia que o sistema de ensino em Portugal tem credibilidade? Poupem-me...
Em Portugal até um trolha, com os contactos certos, consegue arranjar forma de o seu filho ser beneficiado. A posição social só interfere em quanto... PARTE 2 - DITADURA [quote]Por causa destas pessoas, parece ter-mos voltado à ditadura, onde só os ricos poderiam tirar cursos! E,
por isso, porque agora esse leque se abriu, cabe a pessoas fascistas tentarem derrubar quem conseguiu tirar um curso e , ups, não é rico!!! Só falta dizer, Srª Isabel: viva a ditadura!!![/quote] [quote]sou Licenciada em Comunicação Social, pela Escola Superior de jornalismo -uma Universidade privada- sim, se calhar sou parva porque EU e os meus PAIS pagámos para eu poder tirar o curso com que sempre sonhei! Era estudante deslocada, não tinha dinheiro para comprar os livros que necessitava, nem para comer uma refeição decente todos os dias, para as deslocações a casa e ainda tive de arrendar um quarto para poder ter um tecto (uma vez que vivia a mais de 100 quilómetros da faculdade); mesmo assim, foi-me negada bolsa de estudo porque consegui arranjar um part-time![/quote] Alguém consegue vislumbrar o que está mal aqui? A pessoa em questão é Licenciada em Comunicação Social (sinónimo de desemprego, assim como Política Social, outro dos cursos referidos. Curiosamente não vi nenhum Médico ou Engenheiro a comentar o artigo). Quem escolhe tirar um curso de Comunicação Social hoje em dia é, desculpem-me o termo, parvo. A não ser que já tenha um tacho a aquecer à sua espera, o que evidentemente não é o caso. E acho muito bem, assim pelo menos não congestionam o mercado de trabalho...
Para além disso tirou o curso numa Universidade Privada e diz que talvez tenha sido parva por ter gasto tanto dinheiro em estudos juntamente com os seus pais. Existe o curso de Comunicação Social em Faculdades Públicas... Se andou numa privada e não tirou proveito disso foi por falta de capacidades.
O coup de grâce é querer uma bolsa de estudos quando ambos os seus pais estão empregados e ainda trabalha em part-time! Eu também não tenho bolsa de estudos, bem pelo contrário.
O meu pai paga-me os estudos, a minha mãe encontra-se de momento desempregada, tenho que recorrer a três meios de transporte para chegar à Faculdade: carro, camioneta e metro, e não tenho nenhum part-time...
Um pouco mais de bom senso por favor...
DEMOCRACIA hoje em dia é andarem uns a pagar para os outros. E muitas vezes são os pobres que pagam aos ricos, têm bolsa de estudos mas conduzem um Lexus desde a sua moradia de 3 andares até à Faculdade... Por falar em bolsas de estudos: [quote]Portanto, eu agora estou a terminar a PORCARIA de um Estágio Profissional no Estado, onde a ARS já deu a informação de que os estagiários NÃO PODERÃO TER AVALIAÇÃO SUPERIOR A 14. E Porque? Porque somente com 14 é que ficamos aptos a concorrer ao Estado num periodo de 2 anos! Assim, ficamos LOGO EXCLUIDOS dos concursos internos (que engraçdo, são praticamente TODOS).[/quote] Este tipo de situações não ocorrem apenas na vida profissional, também ocorrem na vida académica e é uma das coisas que vai mal neste país. Se apenas se apercebeu disso na vida profissional pode-se considerar uma felizarda.
Neste momento encontro-me com média de curso de 13 valores (o que para o curso e instituição que frequento é óptimo) mas tenho plena consciência que tenho capacidades para mais. Sinto muitas vezes que me baixam deliberadamente as notas, só não sabia porquê. Descobri recentemente que todos os alunos com média de 14 valores são automaticamente candidatos a uma bolsa de mérito equivalente a 5 ordenados mínimos nacionais... ____________________ Outras observações: [quote]desses que por aí andam e não sabem "agarrar as novas oportunidades"[/quote] Pode-se ingressar num Curso Superior com um curso das Novas Oportunidades. Ainda este ano foi notícia um aluno que ingressou numa Faculdade Pública com média de 20 valores através das Novas Oportunidades. É ridículo mas é verdade. ____________________ [quote]Não sei que dados estatísticos tem a Sra. Isabel, o que sei é que, possuindo apenas um curso profissional, criei uma empresa e ganho o triplo do que ganham os meus amigos licenciados.[/quote] Se até uma pessoa com a escolaridade obrigatória ganha mais do que 1500€ por mês, isso só vem dar razão à autora do artigo. ____________________ [quote]como uma colega minha que actualmente é Vereadora duma Camara aí num Concelho de Portugal, e não terá sido pelas suas belas naotas que lá chegou, e muito menos pela sua prestação académica ou profissional (que engraçado, a profissional era ZERO).[/quote] Que colega. Que Câmara? Seja parte da solução, exponha essas situações, por um Portugal mais justo! ____________________ [quote]Mensalmente, quando me apresentam contas para pagar, mostro o meu certificado de habilitações e falo sobre Maquiavel, a Utopia de Thomas Moore e sobre o Leviathan de Thomas Hobbes. Ficam todos boquiabertos com a minha cultura mas sabe o que lhe digo? Isto nem me paga as contas nem tão pouco melhora a minha qualidade de vida...[/quote] Isto só vem demonstrar o estado degradado em que se encontra o nosso sistema de Ensino. É-se uma pessoa culta porque se lê muitos livros. Faz-me lembrar um professor meu que sabia o número PI, com todas as casas decimais, de cabeça. Calcular um integral do princípio ao fim para os alunos ficarem realmente a perceber a matéria? Não tinha tempo! "Conheço pessoas que "lêem" muitíssimo, livro a livro, frase a frase, e ainda assim não as consideraria "letradas". Na verdade, são possuidoras de uma massa de "conhecimentos", mas o seu cérebro é incapaz de a organizar e de a registar cabalmente. Falta-lhes a arte de saber distinguir num livro o que lhes convém do que não tem valor, e de o reter para sempre, se possível sem sequer atender ao resto." Adolf Hitler, Mein Kampf
b) numa perspectiva brutalmente simplista: o ser humano sempre coexistiu a trocar bens e serviços. Eu planto alfaces e troco por tomates. e eu faço sapatos e troco por tomates, etc, etc
c) O PROBLEMA DE PORTUGAL É QUE NÃO PRODUZ SUFICIENTE PARA A QUANTIDADE DE DEPENDENTES DO ESTADO - obviamente que estamos nesta situação
d) estou-me marimbando para o editorial mas pelo menos acedeu uma chama António Santos gostei do teu comentário
1. estamos perante um artigo de opiniao
2. a autora refere: Acho parvo o refrão da música dos Deolinda que diz «Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar». Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.
3. será razoavel assumir que a autora acredita que se alguem estudou e afirma ser escravo é porque é parvo.
4. concordo. eu estudei, fiz um curso de 5 anos numa das melhores universidades do país, pública, e depois tirei um mba em duas das melhores universidaes do país. hoje estou sem emprego e na luta. Uma luta muito injusta. Mas estudei e sei que a minha oportunidade está ao virar da esquina.
5. Estudei e recuso-me a ser escravo como afirma a letra dos Deolinda.
6. em relação a manif do dia 12 não acredito que vá alterar grande coisa, mas temos o direito de nos manifestarmos e mostrar a esta classe de politicos que valem pouco.
7. no meio de muitos insultos que aqui vejo, prefiro ver o lado positivo desta troca de ideias. A isabel esticou-se na forma do artigo, embora concorde com a essência - tentem, realmente, ser parte da solução. Algumas das pessoas que comentaram sofrem do sintoma: tenha pena de mim. Ninguém tem toda a razão.... mas este debate foi positivo e espero que contribua para soluções construtivas e espirito de mudança.
Espero bem que pense no que disse, porque acho que, se não tem noção do que fala, é melhor não falar.
Cumprimentos.
E serei eu um parvo pelo facto dos meus pais me pagarem o curso???
BTW adoro a censra!!
Estou a fazer doutoramento e para pagar as propinas e SOBREVIVER trabalho a recibos verdes, mal vejo a familia (apenas ao domingo e quando é possível, morando na casa ao lado). Adoro aprender e gosto de estar em constante formação, mas não o faço apenas pelo conhecimento, mas também pela suposta melhoria das condições de vida que deveria proporcionar. Por isso não lhe admito as ofensas do seu editorial. A sra. é inconsciente e ridicula, não fale do que não sabe.
E a sua não foi?
lembremos uma coisas qual é a geração que provocou a crise existente neste momento em portugal? a sua ou a minha?
a minha geração é parva por se achar escrava depois de tirar uma licenciatura?
não somos coitados, coitadinhos nem parvinhos! somos desesperados porque depois de cinco anos a pagar propinas despesas etc a única coisa que conseguimos é um diploma e o direito a um trabalho precario! e se realmente quisermos ser considerados cérebros emigramos levamos a nossa inteligência, os nossos conhecimentos para outros países porque a sua geração reprova o nosso cérebro, considerando que é vossa geração a única que consegue fazer o futuro e Portugal! senhora isabel a ditadura acabou no ano de 1974. e na altura se bem se lembra tambem a sua geração criava musicas que criticavam o estado de portugal! e ninguem disse alguma vez que a sua geração parva! como hão de os jovens participar no futuro se nignuem nos dá os devido valor, se a sua geração continua a achar que somos a geração da playstachion! pondere, pense, investigue e veja que na sua geração deve ter havido tanta gente como as de agora a quem os pais pagaram a fculdade e olhe que há mais licenciados agora, mas que trabalharam e pagaram os estudos! visto que neste país qualquer dia estudar não é para quem quer, mas sim para quem pode porque 900 euros por ano é dose e se juntarmos mais outras despesas é um roubo e se forem dois filhos ao mesmo tempo que apenas tem uma mãe ou um pai ajudar é impossível, a solução é? ou trabalhar e estudar ou ficar com o 12 ano e continuar a ser escravizado sem ter tentado a a primeira solução! mais como é possível que a liberdade de expressão não seja criticada! se quando os jovens comentam textos como estes exista gente que reprova os comentários de pessoas que tambem dão uso a liberdade de expressão! isto é vergonhoso! nem aos jovens dão a liberdade de falar! NESTE MOMENTO SOMOS ESCRAVOS DE UMA SOCIEDADE QUE CONTROLA PORTUGAL E DESPREZA O NOSSO SABER! (podem reprovar o meu comentário que eu venho postá-lo aqui de novo e se for necessário publico em outras paginas da web e ainda menciono o facto de não existir liberdade de expressão)
Acho uma tremenda falta de respeito e consideração este artigo. A verdade é que usufruiu do seu direito de liberdade de expressão, mas quando o fizer outra vez, não censure os outros e de forma grotesca e grosseira.
E minha senhora… E acredite quando lhe digo que eu gostava de continuar a trabalhar em Portugal e contribuir para melhorar as condições do país... Mas uma vez que não me oferecem condições para TRABALHAR digo “basta” porque não sou parva e não continuar a viver nestas condições! Cumprimentos, Um cérebro que se vai fugir
Mais um comentário meu a ser em breve censurado
Se a opinião não agrada..... APAGA-SE?
Então como planeia a sua vida se não sabe se tem vencimento neste fim do mês?
E... o seguinte::: Quando?
Já sei: tem garantidas umas quantas escadas para lavar!
Não fui ver os Deolinda com muita pena minha, tenho a certeza que terá sido um bom espectáculo e o preço não excederia um dos seus almoços, (ou quem sabe um dos seus anéis). Tenha vergonha na cara sequer que façamos alguma coisa pela minha geração trabalhe, em vez de usar as palavras como forma de esconder aquilo que não faz. Uma pergunta: Quanto é que ganha? Consegue colocar os seus filhos na escola? Pagar agua, luz e gás? Comer, beber e vestir? e a renda? paga renda? ou tem primos em todo o lado? Também sou licenciada desta geração a que chamam parva (e não estudei 3 anos e sou mestrada). Tenho uma Licenciatura ainda do seu tempo, daquelas em que eramos 90mil para 30mil vagas e que batalhavamos com o nosso estudo, para chegar a algum lado. Ganho pouco mais que o ordenado minimo nacional e trabalho 12horas por dia, não posso dar-me ao luxo de esperar que pessoas como a senhora ou da sua estirpe (tenham elas que idade tiverem) façam alguma coisa por este país. E agora para descer ao seu nível posso dizer-lhe uma frase brilhante, que encaixa bem no seu cabelo oxigenado (que não deve ser barato todas as semanas) quem aponta o dedo tem 3 apontados para si.
Eu, que não sabia se devia rir ou ter um colapso mental...só posso agora rir! Então a censura continua... ah.... que triste situação.
Eu...que pensava que a Sra apenas tinha metido uma argolada e estava envergonhada de admitir que desconhecia a real situação dos jovens, sei agora que não sabe, porque não lhe interessa. Não desejo a nenhum dos seus, que passe pelo que passei e pelo que a minha geração passa para arranjar emprego. Trabalho arranja-se bem! então...até estagiei 6 meses de borla deslocada a 200Km de Casa ....Emprego efectivo que dê dignidade ao trabalhador já é um pouco mais complicado,....sim...agora estou a recibos verdes. e sim... já emigrei e já voltei...e não: não me calo.
Eu só vou completar se a Ana me permitir.
Se neste momento me pedissem para cozinhar uma Torta de Amêndoa (ou publicar um artigo para o Destak como a Sra.), eu sem conhecimento de causa (como a publicação da Sra.) concerteza conseguiria fazer uma Torta com mais ou menos bom aspecto (como o texto da Sra.) mas quando o fosse a comer, com todo o respeito, saber-me-ia a m*rda (como o texto da Sra.).
Isto para explicar culinariamente que não devia falar acerca do que não sabe.
Quer saber como? Despeça-se, mude de nome e aspecto, limpe o seu currículo e comece do nosso zero.
Então aí de certeza que mudava de opinião. Não fale das vítimas da sua geração sem se colocar na pele delas.
Uma boa tarde
O que ela não estava à espera era das respostas bem dadas e a de uma quantidade de sapos que a engolir tudo, só lá para 2030, altura em que a juventude de hoje estará a ocupar os cargos que a geração desta deixarão para a reforma e onde temos oportunidade de dar uma lição à malta do reumático que no início do século XXI destruiu este país. Srª Isabel, boa sorte!
Conseguir reunir 6 motivos para aplaudir o artigo redigido pela Sr.ª Isabel Stilwell é de facto notável. Tão notável quanto a sua capacidade de acentuar correctamente todas as palavras que colocou neste post! Muitos parabéns!!
Essa deve ter sido uma das vastas competências que conseguiu reunir para ser bem sucedido na sua vida profissional! São pessoas como você que deveriam trabalhar a recebos verdes, auferindo 500€, sem quaisquer direitos e muitos deveres.
Devia ter vergonha de insinuar que os jovens que lutam diariamente por um emprego, que enviam centenas de CVs e se sujeitam a entrevistas idiotas, quando as vagas estão mais do que preenchidas, por amigos como aqueles que lhe hão de ter arranjado trabalho, são comodistas e que passam os dias agarrados à TV.
Fraco de ESPÍRITO é o senhor! É tão parvo e burro que nem se deu conta que o protesto é pela INEXISTÊNCIA DE TRABALHO!! Se tivesse aprendido a ler e a interpretar textos na escola talvez tivesse evitado expor-se ao ridículo!!
1500 comentários... Se queria tempo de antena conseguiu-o com sucesso, já que no resto não se safa. :)
O "caos económico com que as empresas se debatem e as leis de trabalho que se viraram contra os trabalhadores" são culpa dos jovens ou da geração mais velha que nos conduziu a este buraco sem fundo? Seremos nós os responsáveis por tal "bagunça", desorganização e corrupção em que este nosso pais se tornou?Todos os dias se vêem noticias novas que reflectem isto.São os jovens ou a geração mais velha que acumula salários, reformas, prémios....?
Graças à excelente governação destas gerações, os jovens vêem-se obrigados a abandonar o nosso pais. "Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída." Não precisam esperar mais.Os jovens Portugueses viram-se obrigados a emigrar para ai poderem demonstrar as suas capacidades.E posso garantir que são muito bem vistas e reconhecidas. Das duas uma...Ou Portugal anda a avaliar mal os seus jovens, ou os restantes países Mundiais avaliam-nos mal... Cada um que tire as suas conclusões. Eu já tirei as minhas...
http://ainanas.com/must-see/resposta-isabel-stilwe ll-geracao-parva/#more-10818
Talvez um dia saia para a rua com olhos de ver e compreenda o que nele é escrito...
Estes "senhores doutores e mestrados" que nem escrever sabem, querem o quê? Os comentários aqui publicados mostram bem porque é que muitos não arranjam emprego! E dizem eles que têm mais qualificações?Que medo!
caro amigo. fico contente que esteja feliz coma a situação. o problema é que os milhares de jovens com canudo não podem sequer ir trabalhar para um supermercado porque têm qualificações a mais! neste momento o mercado de trabalho não tem colocação para todos e a culpa é do governo! porque não cria essas condições, porque entope o tecido empresarial com impostos e mais impostos (ler-se pequenas e médias empresas), porque permite que jovens andem anos e anos a estudar e a pagar bastante para estudar para no fim serem parvos. mas não somos parvos passivos!
1. estamos perante um artigo de opiniao
2. a autora refere: Acho parvo o refrão da música dos Deolinda que diz «Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar». Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto. Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.
3. será razoavel assumir que a autora acredita que se alguem estudou e afirma ser escravo é porque é parvo.
4. concordo. eu estudei, fiz um curso de 5 anos numa das melhores universidades do país, pública, e depois tirei um mba em duas das melhores universidaes do país. hoje estou sem emprego e na luta. Uma luta muito injusta. Mas estudei e sei que a minha oportunidade está ao virar da esquina.
5. Estudei e recuso-me a ser escravo como afirma a letra dos Deolinda.
6. em relação a manif do dia 12 não acredito que vá alterar grande coisa, mas temos o direito de nos manifestarmos e mostrar a esta classe de politicos que valem pouco.
7. no meio de muitos insultos que aqui vejo, prefiro ver o lado positivo desta troca de ideias. A isabel esticou-se na forma do artigo, embora concorde com a essência - tentem, realmente, ser parte da solução. Algumas das pessoas que comentaram sofrem do sintoma: tenha pena de mim. Ninguém tem toda a razão.... mas este debate foi positivo e espero que contribua para soluções construtivas e espirito de mudança.
Infelizmente o povo português pensa que é só tirar um curso superior e depois o dinheiro aparece em quantias absurdas. Eu próprio ganhava uma miséria no meu primeiro emprego e fui mudando várias vezes até ter arranjado um emprego satisfatório, mas isto não fica por aqui! Por isso é simples, quem tem uma mentalidade de sucesso vai longe porque procura a solução, quem não tem, culpa sempre factores externos, governo, seg. social, crise, etc. Hoje posso dizer que em tempo de crise estou melhor na vida do que alguma vez estive e vou continuar a progredir... e nem tenho curso superior! Os meus parabéns e continue com o bom trabalho, porque em mentes fechadas não entra nada, mas quem quer aprender e mudar pode sempre!
Artigo claro, não há como não lhe dar razão!
Realmente... a lata desta gente! A quererem manifestar-se...! A desperdiçarem o dinheiro que os seus pais investiram na sua educação e, no caso de muitos o SEU PRÓPRIO DINHEIRO...! A lata desta Geração Rasca, à Rasca e parva, em esperar emprego para aplicar o que aprendeu, em esperar saúde e condições de prosperar no país que os seus pais, avós ( e por aí fora) construiram...!
Sou licenciada, mulher e mãe, contribuinte deste os 18 anos e trabalhadora desde os 16 por prazer e não necessidade. Vi amigos e colegas procurar emprego e condições aceitáveis de vida fora do país que os viu nascer e que já não os ama... Dói!
Sra. Isabel Stllwell, gostaria de saber no que se formou. Gostaria de saber em quem votou. Gostaria de saber em que país vive. Por outro lado... Não quero saber mais nada de si nem de nada em que possa vir a participar no futuro. Os meus parabéns ao Destak pela quantidade de comentários que obteve: espero que o objectivo deste editorial fosse descobrir quantas pessoas frequentam o site e quantas pessoas conseguia ofender. Pelo número de comentários bloqueados é fácil saber que a censura e outros bonitos princípios, estão bem e de saúde.
Fala do Ultramar... com o distanciamento prosaico de quem nada dele sabe.
Gostaria de ver aqui publicada, em resposta aos leitores, mais que um pedido de desculpas, a sua carta de demissão. Cumprimentos
E mais não digo porque se estamos como estamos é porque nos tornamos submissos, e este povo não foi o povo que me deram a conhecer na escola!
Acho muito sinceramente, senhora isabel, que deve tirar a cabeça do buraco, olhar para fora, ver os as noticias, ler todos os comentários, onde existem pessoas que escrevem e sabem o que se passa nesta nossa sociedade. Depois de reflectir de se informar , porque uma pessoa que pesquisa tanto para escrever os livros que escreve com tanto rigor e informação, também deveria se ter informado sobre o quanto ganham os licenciados..... e não dizer tamanho disparate! E se for realmente a pessoa inteligente que eu pensava que era irá pedir desculpas aos "parvos".
Foi revoltada e triste que li, o que a senhora isabel "acha" desta geração em que me incluo.
É verdade que os nossos pais e os nossos avós não tiveram uma vida fácil, e nós fomos habituados em pequenos a imaginar que teríamos um futuro risonho porque eles lutaram por isso.
Com esforço e só Deus sabe com quanto esforço, fui a primeira da minha família a tirar um curso superior, não um "cursozeco" como diziam ai alguns comentários, mas Arquitectura.
Frequentei um dos melhores colégios privados (Colégio Vasco da Gama) e tirei um curso na Universidade Lusiada portanto não gastei o seu precioso dinheiro dos impostos. Sabe o que isto me valeu? um quase ordenado mínimo, sujeita a recibos verdes....e tive sorte, porque quantos e quantos colegas meus acabam o curso trabalham 9 meses de escravos para o estágio, sim é daqui que vem a palavra ESCRAVOS, que trabalham sem ganhar nada e sempre a fazer todas as horas que consigam na tentativa de cair nas boas graças do patrão para que talvez este depois dos 9 meses não os mandem embora e lhes ofereça um contrato, em vez de os substituir por novos "escravos" estagiários a custo zero. A construção no nosso país se é que sabe, está parada consequentemente como faremos projectos? como teremos trabalho? lutar sim mas diga-me lutar para onde? Vamos então para o estrangeiro, dar riqueza e desenvolvimento para outros lados é essa a solução?
Sabe que em média um arquitecto num atelier a recibos verdes ganha menos à hora que as senhoras que limpam a dias? Sem qualquer desmérito o para estas senhoras que trabalham no duro, diga-me então precisava eu de ter gasto o dinheiro dos meus pais, gasto os melhores anos da minha vida sempre trancada em casa a fazer trabalho para conseguir tirar o curso para depois ganhar menos de que alguém que não estudou?
Não me devo então queixar?
"somos mais qualificados" mas nem sabem escrever sem erros, "somos licenciados" em cursos de totós porque não tinham medias para entrar em cursos sérios.! Estes comodistas ainda dizem "a herança que no's deixaram". Pelo que sabem fazer na vida (esperar que lhes caia tudo do céu ) a herança que vão deixar vai ser a miséria!
Antes manifestarmo-nos quando achamos correcto que acomodarmo-nos à vida que vocês, pobres coitados governantes, nos dão! Ao menos nós, dizemos com orgulho que levamos 5 anos a tirar um curso, não foi apenas ao Sábado. E você minha querida Isabel, vá estudar para saber o que é correcto.
Infelizmente vivemos num país mediocre e em que é por pessoas como a senhora que pensam como a Isabel pensa que o Socrates faz o que quer desta porcaria. A senhora se tiver filhos, com certeza que terá bastante cunhas e usufrui delas para colocar os seus filhos em boas empresas e com um emprego bastante estavel. Quando venho artigos como o seu fico mesmo desiludida por viver num país como este em que ninguem acredita nos jovens nem na sua vontade de trabalhar. Todos para a rua no dia 12 de Março para mostrarmos a esta gente que a Geração não é parva, mas sim que a fazem de parva.
Não percebo quando se diz "Tenho Doutoramento/Mestrado e não consigo arranjar emprego", penso que uma pessoa com estas habilitações deveria estar mais concentrado em criar empregos.
E vamos tirar da cabeça que criar uma empresa é só para um grupo restrito de pessoas com capacidades especiais e com muito dinheiro, porque não é e cada vez menos.
E também não me digam que é arriscado, porque já vimos que o que é mesmo arriscado é ficar dependente de uma empresa que a qualquer momento por qualquer razão nos pode dispensar, ao mesmo tempo que contamos que o estado nos garanta a reforma que possivelmente teremos parte do que esperamos daqui a uns anos. Não digo que não devam procurar um emprego, continua a ser a melhor forma de aprendizagem...mas considerem também que há muitas outras formas de multiplicar o dinheiro.Vamos deixar os subsidios e os benefícios para quem, por questão de idade ou limitação fisica ou psicologicamente realmente não se pode virar.
_______________________________________
porque realmente os outros foram parvos em não nascer na mesma familia que ela, nem estarem casados com o mesmo marido que esta senhora tem... pergunto-me como pode esta senhora querer vir defender a desigualdade social, e precariedade, apenas com o argumento de que se os jovens licenciados não conseguem mais e melhor é porque são parvos... COMO?? quando este pais está minado e é um reino de padrinhos e entiados... e se a desigualdade existe é porque tambem convem... não há nada mais agradavel para um rico do que ter a sua volta uma sociedade pobre, pois isso vem-lhes criar ainda mais poderes, e as pessoas falam tanto em dinheiro, boa vida, e igualdade social, mas para as pessoas que já tem boa vida e dinheiro como é o caso das classes altas o poder e controlo torna-se no unico objectivo...
Aqui há tempos criei uma associação com colegas, para exercermos na nossa área. Houve uma boa resposta ...e grande interesse de imensas instituições públicas e privadas (CPCJ, tribunais, IRS, juntas, etc), todos diziam que era um excelente projecto e que estavam muito interessados. Mas de seguida só nos sabiam dizer que não há dinheiro, só faltava dizerem directamente que nos queriam a trabalhar de borla. Isto quando nós criámos uma tabela de preços própria para IPSS e outras do género, com preços bem reduzidos.
Fazer-mo-nos à vida fazemos! Batemos a portas, temos boas ideias. Não há é quem queira dar-lhes e pagar-lhes o devido valor.
Não me importo de receber menos para trabalhar. Não tenho necessidade de um estilo de vida acima da média. Não posso é admitir que me peçam para trabalhar de borla. O trabalho tem sempre de ser remunerado. Voluntariado deveria ser apenas pa...ra quem está ainda a estudar, para quem já trabalha remuneradamente e quer contribuir e para reformados que queiram. Mas quando a Ordem dos Psicólogos quer exigir que para passar a efectivo, o licenciado tenha de lhes pagar por mais um estágio... É mesmo para quem pode e não para quem tem de sobreviver :(
Estamo-nos a tornar num país de chulos. Os empregadores chulam os trabalhadores, e os que podem chulam o estado.
Os recibos verdes não me incomodam e até fazem sentido em alguns casos. o que me incomoda é a forma como são usados por muitas empresas, só para diminuírem custos.
enfim...
Da raiva que senti ao ler este texto passei a ter pena de si.
Vá Sra. Directora, ponha em prática as suas palavras, "passando activamente a ser parte da solução. Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída". Portugal está a espera, que consiga aos 50 anos, alguma por si...
Lol.pwn
Em primeiro lugar quero felicitá-la pelo artigo e dizer-lhe que realmente me pôs a pensar chegando eu à seguinte conclusão: que parvo que sou!
Uma licenciatura e um mestrado, ambos com dupla certificação portuguesa e francesa, estudar 5 línguas diferentes, estar a estagiar noutro país… Parvoíce! Só pode! E cumulo dos cúmulos a minha família é toda parva! Porque os meus pais para poderem sustentar a parvoíce dos três filhos (todos com cursos estupidamente superiores) tiveram de emigrar para África. Se soubesse o que sei hoje tinha feito como a maioria dos meus colegas do Secundário e tinha desistido no 9º ano; trabalhava numa fábrica a ganhar 400€/mês e agora estava em casa a cuidar da manada de filhos e a gastar o subsídio de inserção social em cerveja e tabaco. Correndo o risco de passar por arrogante ganhar 80% mais que eles parece-me justo tendo em conta que estudei quase mais 80% que eles!!!
Além disso, a conjuntura económica não pode ser “pau para toda a obra”! Não se pode justificar que alguém ande dois anos a saltar de estágio em estágio sem receber um tostão! Peço-lhe que faça o seguinte exercício: olhe à volta na redacção do “jornal” onde trabalha e tente perceber como é que os parvos que lá estão a estagiar conseguem viver com a parvoíce que lhes pagam. Se é que lhes pagam! Beijo
Paulo (parvalhão) Barbosa
Este artigo por um lado não me surpreende nada, apenas vem confirmar a mediocridade do jornal em questão.
Cara Isabel Stilwell, eu sou uma das parvas, não por ter nascido com parvidade natural, ou por não conseguir obter desempenho de qualidade. Parva por acreditar no nosso estado, que abre oferta de cursos sem procura e fecha a dos que têm. Parva por ter uma licenciatura que fecha mais portas do que abre. Não fale do que pensa, pense no que fala.
Actualmente as universidades funcionam como estacionamento de desempregados, não como formadores de excelência de profissionais qualificados.
Uma verdade muito dura, que eu acho mesmo muito PARVA
1. Não vou tecer quaisquer comentários sobre a “mui” Ilustre Sr.ª escritora porque não a conheço e não pretendo difamar nem injuriar quem quer que seja, nem lhe dar mais protagonismo do que o que efectivamente tem.
2. Quanto ao artigo "A parva da geração parva" certamente que se esqueceram de redigir algumas linhas no início do mesmo com o seguinte teor: " tudo o que se encontra aqui escrito é pura ficção e qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência e especulação".
3. Só assim se compreenderá que um Jornal publique informação totalmente alheada da realidade.
4. Acresce que, no meu modesto entendimento, até o Sr. 1.º Ministro, deste nosso cantinho à beira mar plantado, consegue estar mais ciente da realidade (inacreditável!), nomeadamente da gravidade da situação de precariedade em que vivem os jovens licenciados à procura de emprego, do que o Jornal aqui em causa.
5. Se não vejamos, o Sr. 1.º Ministro referiu no debate parlamentar do dia 25 de Fevereiro do corrente ano que: ”o desemprego, com especial incidência na "inserção de jovens na vida activa", é o que "mais preocupa os portugueses" de entre as questões sociais. Tendo mesmo anunciado 5 medidas (talvez meras utopias, quem sabe?) para minimizar a situação de escravatura dos jovens, como por exemplo a "interdição dos estágios profissionais não remunerados".
6. Em suma, com supra exposto não pretendi manifestar qualquer apoio ao Governo actualmente em funções, mas, apenas demonstrar que até mesmo a classe política conseguiu vislumbrar um pouco de realidade espelhada na Canção dos Deolinda.
Não querendo ocupar mais o V. precioso tempo e paciência, termino este não muito breve desabafo. Renovo os meus cumprimentos a todos (Leitores, comentadores, escritores….)
P.S: Lamento informá-los que não voltarei a ler o Vosso Jornal, apesar de estar ciente do pesar que este facto V. possa causar, a minha consciência não me permitiria faze-lo, no entanto, prometo não me dedicar ao ócio, no dia 12 também vou para a rua gritar, “Que é já tempo d' embalar a trouxa e zarpar, Tiriririri buririririri, Tiriririri…”
Critiquem tudo
Ou estamos de passagem e quem vier que resolva o mundo? Vamos unir
As próximas gerações
Ou ver passar o tempo sem pensar em ter soluções? Nada nos prende mais
Somos a solução óbvia
Qualquer dia a coisa tem de mudar
Segue-se a extinção Começa de novo
Poupa palavras
Temos as ideias
Só nos falta ter a coragem Vamos fazer
A nossa revolução
Ou deixar que façam do futuro uma ilusão? Mas já vai a meio do processo
E este é o momento No fim do mundo
Que fique um sentimento
Só não fizemos algo mais
Porque não tivemos tempo Mas não muda nada
Mantemos tudo
Façam mais cimeiras para dar um tiro no escuro Há que manter
Dinheiro a correr
E jogos de interesses preservados pelo poder Parem de vez
Menos porquês
Estamos a viver na idade da estupidez?
Vamos fazer a revolução
E dizer não, dizer não.... No fim do mundo
Que fique um sentimento
Só não fizemos algo mais
Porque não tivemos tempo No fim de tudo
Vai sobrar silêncio
Só não fizemos algo mais
Por sermos mais do mesmo
Normalmente nestas empresas no departamento estão entre efectivos e a contrato 2 ou três pessoas mas depois à 3 ou 4 estagiários que vão trabalhar sem receber algo. Entretanto recebo um telefonema de uma empresa da zona de Camarate a perguntar se eu estou disposta a ir trabalhar por 50 euros por mês.
Entretanto tirei o mestrado.
No CV não o posso mencionar pois fico com habilitações a mais.
Noutra empresa fizeram-me um contrato de 6 meses quando se aperceberam que tinha um mestrado mandaram-me embora antes do tempo.
Que nome podemos dar a esta situação? não será exploração ou escravatura?
A sua geração( e por acaso a minha) é que tem os políticos e empresários que criaram as condições para as "coisas" serem como são e eles terem razão no que dizem. Por isso, eles até podem ser da "geração parva" mas os parvos são outros. E daí talvez não, porque são os "espertos"(como a sra.)que lhes chamam parvos e talvez com razão porque se eles não fossem parvos já teriam tomado alguma atitude mais radical.
Não percebo quando se diz "Tenho Doutoramento/Mestrado e não consigo arranjar emprego", penso que uma pessoa com estas habilitações deveria estar mais concentrado em criar empregos.
E vamos tirar da cabeça que criar uma empresa é só para um grupo restrito de pessoas com capacidades especiais e com muito dinheiro, porque não é e cada vez menos.
E também não me digam que é arriscado, porque já vimos que o que é mesmo arriscado é ficar dependente de uma empresa que a qualquer momento por qualquer razão nos pode dispensar, ao mesmo tempo que contamos que o estado nos garanta a reforma que possivelmente teremos parte do que esperamos daqui a uns anos. Não digo que não devam procurar um emprego, continua a ser a melhor forma de aprendizagem...mas considerem também que há muitas outras formas de multiplicar o dinheiro. E Vamos deixar os subsidios e os benefícios para quem, por questão de idade ou limitação fisica ou psicologicamente realmente não se pode virar.
AGORA DIGA-ME QUAL É o PAIS ONDE MORA??????
BUY THA UAI ! QUERO SER SEU AMIGO!!!!
PLASE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Trabalhei 5 anos a recibos verdes paguei os meus impostos e quando me vi desempregda não tive direito a fundo de desemprego como o comum dos mortais afinal qual é a gerão parva a nossa ou a dos meus filhos que qerem lutar por uma vida melhor?
Para uma pessoa tão culta ( ou supostamente ) deveria ter pelo menos atenção a factos históricos...
É lamentável (esqueceu-se que esta geração foi educada pela sua?) que comentários tão disparatados mereçam espaço na imprensa nacional. Reveja também a sua educação - e geração - pf. Cláudia Lucas Chéu - dramaturga e encenadora (33 anos) p.s. A Sra. Dra. deve-nos um pedido público de desculpas.
já levo tres canudos: LICENCIATURA, MESTRADO e DOUTORAMENTO...voltei a Portugal com a nostalgia que nos invade durante os anos que fora passamos a estudar (que idiota fui!!), longe da familia e amigos, e dos pasteis de nata da ajuda, do cafe com leite no bar da esquina. Assim que voltei ao nosso querido portugal.... em má hora... olhe, nem imagina.... tive que bater a varias portas das nossas instituições de ciencia e investigação.... e ninguem estava com vontade de me acolher, com contrato já nem falar...mas com uma bolsa pos-doc...olhe fiquei tão tristinha... mas que PARVA! ainda hole pergunto-me das razões pelas quais os Srs. Prof. Doutores e grande investigadores dessas universidade e institutos que por ai andam e que nós todos pagamos (os meus paizinhos também. Eu não porque não faço IRS) não se demosntraram inetressados no potencial que a minha integração poderia trazer às suas instituições... ai... fiquei tão tristinha.. mas lá fui andando... continuo a não entender as suas razões, mas tenho de confessar que vi muita falta de vontade e acima de tudo comodismo e muita, muita preguiça de quem tem o poder de dinamizar este pais (pelo menos nesta área, que não deixa de ser uma área de desenvolvimento e tecnologia, se se quiser que assim seja)... enfim, depois de 2 anos sem emprego, neste país, e com 3 canudos na mão, lá me "empreguei" como pude, quer dizer lá me embolsei de novo, com uma bolsa pós-doc (que sempre paga melhor que das poucas contratações de tecnico superior que me foram oferecidas) mas não é a minha área de trabalho, mas a parva teve de se sujeitar a isso se não queria continuar á deriva. Actualmente com uma bolsa trabalho como qualquer funcionario, fazendo "ciencia" ou servindo de multifuncões que em outras situações e outros paises por ai fora se pagam de forma bem diferente. Pico o ponto, tarefas obrigatorias, desenvolvo um projecto alheio e não pessoal, faço o que me mandam, com ou sem desempenho cientifico, mas faço o trabalho cientifico ou tecnico que me mandam. Daquilo a que se chama produção cientifica, para as quais deveriam ser usadas as bolsas, faço nada, pois isso pouco interessa á instituição.
Não tenho direito a subsistencia na doença, subsidio de desemprego e ainda por cima devo estar sempre disposta a atender às exigencias do meu orientador de bolsa, ou do patrão, embora a lei não os defina assim. Que queres que te diga, minha querida... Tens TODA a RAZÂO eu devo ser mesmo muito PARVA! e muitos dos meus colegas em situação semelhante também.
Vejo agora os meus amigitos de escola, medianos a mediocres de capacidade tecnica e intelectual, mas que puderam estudar, pagando a peso de ouro na catolica ou em outras demais privadas deste pais de qualidade duvidosa mas de cara bem lavada, e que agora são cronistas em revistas e jornais e sentem-se no direito a dizer bacoradas insultuosas para quem durante toda uma vida se esforçou, estudou e trabalhou. São esses ESPERTOS que agora são os novos directores, assesores, mandatores, porque são ou ainda são filhos do pai, sobrinhos do tio, primo do primo ou amigos daquele amigo la de casa,... estes espertos que vejo agora passeiam ao fim de semana pela Ericeira, tem uma casa no guincho, guiam um BMW e vão almoçar à praça do Marques... que queres que te diga... somos mesmo muito PARVOS, tens toda a razão! A minha unica esperança é a de retirar-me deste nosso lindo país,,, pois não vejo futuro aqui que me valha!
Agora a Dona Srª Drª Isabel já não quer que a geração parva fale?
Mas o que se passa aqui afinal? Repito então novamente, faça-nas um favor e tire esse jornal da entrada das nossas faculdades, e poupe-nos a idiotice matinal de o ler. Pois aqui os parvos, que às vezes até não são assim tão parvos, percebem de onde vêm os rendimentos de um jornal gratuito, é precisamente das páginas e páginas de publicidade (poluição visual tal como o resto do destak) que se bem me lembro dependem do público. Pois digo-lhe, espero que não hajam mais parvos a ler este jornal parvo.
Já li e reli e sinceramente até a entendo, do ponto de vista que acha que realmente os jovens portugueses têm de lutar por aquilo que querem e têm de dizer NÃO quando numa entrevista de emprego nos propõe autenticas barbaridades. E sim, a culpa é NOSSA de quem aceita, pois aceita porque pronto... sabe que se não aceitar haverá uns milhares a seguir a dizer que sim. Entendo o que quer dizer, que somos licenciados e que deveríamos sair da Universidade aptos para dar a volta aos dias de hoje.
Sim, entendo... Mas eu dou-lhe a perspectiva de alguém que por não aceitar condições que não são dignas de ninguém: - Estar num país diferente, o que tem muitas vantagens, mas fora ilusões, a nossa terra é a nossa terra, e um dia há 5 anos atrás quando decidi ir para a Universidade pensei que, sim, queria ir para fora um dia aprender mais, conhecer mais, mas voltar quando quisesse e continuar a fazer a minha vida junto dos meus e junto daquilo que a mim me pertence... Mas não, estou aqui e não tenho a mínima ideia de quando vou poder voltar. Não tenho a mínima perspectiva de ter emprego na minha área... Não tenho previsão de nada. - Estou a pagar um aluguer de casa, em vez de estar a investir numa casa que realmente poderia ser minha, sabe quantos anos da minha vida se atrasam por isso? - Aprendi a minha profissão em Portugal... Sabe o quanto custa estar a fazer coisas que não estão minimamente de acordo com as guidelines portuguesas, o que na minha profissão é muito importante e pura e simplesmente não ser valorizado, porque quer queiramos quer não o emigrante é sempre emigrante. - Estudei e pensei que ia ter opções, mas só me vejo encostada contra a parede, pois como diz a canção que a Srª referiu na sua presente crónica, não quero com 25 anos depender dos meus pais para viver. Porque já muito fizeram eles... E porque eu pura e simplesmente não sou assim... - Sabe o que é mesmo lutando pelas coisas, indo atrás delas, ter a ideia que não há saída?
Sim... eu sei... tantos pessimismos... Mas acredite que as coisas são mesmo assim, para quem hoje em dia começa uma vida do zero. Somos vítimas? SOMOS! Pois só agora é que somos crescidos para ser responsabilizados pelo estado em que se encontra Portugal neste momento.
Somos CAUSADORES? Somos, porque na realidade não adianta um de nós em cada 1000 fazer algo para mudar o que se passa hoje em dia. As pessoas deviam unir-se e lutar para que as coisas mudem.
E por fim, em relação à música, esta explica exactamente a geração que somos hoje em dia. O facto de gostarmos desta música também explica bem o nosso pensamento e acções de hoje em dia. Mas a música ou o "hino" Srª Isabel Stilwell também, já esteve presente na sua geração, naquela em que o 25 de Abril foi interpretado de maneira errada e fez com que as coisas fossem do 8 para o 80. Talvez se se tivesse respeitado mais o 25 de Abril ao longo de todos estes anos e inclusivamente tivesse sido mais respeitado pelos jovens desse tempo, NÓS não estivessemos agora a sofrer as consequências... Todas as gerações têm problemas para ultrapassar, têm os seus obstáculos, têm os seus hinos!
E se um hino UNE OS JOVENS DE HOJE, qual é o problema? Não é isso que a SRª no fundo deseja? Não utilize um hino para falar daquilo que a meu ver a Srª não tem muita ideia...
Não sei se tem filhos ou não... Se tiver e se estes tiverem escolhido, ou ainda virem a escolher profissões que não tenham garantido um sucesso de aceitação no mercado de trabalho de 100% (acho que todos sabemos que actualmente Medicina encarna esta personagem), verá como é a realidade de hoje em dia. Ah e claro! Teremos de excluir também a possibilidade da existência das ditas "Cunhas" porque são também uma garantia de 100% de entrada no mercado de trabalho. E só mais uma coisa, tenho a certeza que a Srª deve ser completamente contra isso, e lá está é uma das razões pelas quais o nosso País está como está, mas se tiver a oportunidade de o fazer vai fazê-lo. Então se nos próximos anos a senhora se vir confrontada com alguma destas situações com os seus filhos, pense naquilo que acabei de escrever. E veja a realidade das coisas.
E quanto a retirar comentários, eles devem dizer muitas verdades....
Peço-lhe, muito sinceramente, para reflectir bem no tema sobre o qual está a escrever, ou então acaba a escrever barbaridades como a que vemos acima e acaba com a sua "carreira".
Para se redimir, escreva um pouco sobre a geração dos direitos adquiridos, e como esta contribuiu para a "parva da Geração Parva".
Por aqui me fico. Cordialmente,
Rui Araújo
Sugerir é fácil. Se acha que devemos (nós, os licenciados) passar a ser parte da solução, sugira alternativas! Não me parece que estejam assim tão ansiosos que ponhamos em prática o que aprendemos. Se acha que a saída é assim tão fácil, proponho ir trabalhar para o jornal do qual vossa excelência é directora. Contratam-me a tempo indeterminado e pagam-me de acordo com os valores reais para licenciados (em ciências da comunicação, no meu caso). E já agora... Nem todos os que são licenciados gastaram o dinheiro dos pais. Muitos trabalharam para pagar a merda das propinas que de ano para ano aumentam! E muitos são obrigados a desistir porque não têm como pagá-las e porque os serviços de acção social das universidades cortam cada vez mais nos subsídios. E, mais uma vez, senhora (pseudo)jornalista, de onde foi tirar a ideia de que os alunos gastaram o dinheiro e não aprenderam nada?
Por tudo isto e muito mais, cara Isabel, pare para olhar para a bela porcaria que aqui escreveu. E já agora, a guerra do Ultramar custou a muita gente e nestes incluo familiares meus. Mas já passou! Águas passadas não movem moinhos. Qualquer que seja o tema, a guerra vem sempre à conversa! Acorde para a vida! Deixe de estar parada no tempo!
Somos sim a Rasca geração a Rasca, somos sim parvos e parvas que se prostituem para ganhar 200€ e ver a vida negra, e isso não só quando somos estagiários, também quando conseguimos um contrato a termo, ou nos prostituímos a passar recibos verdes e a cada dia ficamos mais amarelos de fome e roxos de desespero! A maior parte da "massa" que trabalha, licenciada e em várias vertentes do mercado de trabalho, ganha um salário mínimo, ou até menos. E sempre está na tensão de não ver o seu salário no fim do mês, de não ver o seu emprego no dia a seguir, de não saber como pagar a água/luz/telefone e aluguel. Se a Sra. ver aí mesmo no jornal o qual dirige vai notar isso, vai ver que o salário médio da comunicação é entre 400 e 600 euros, e que vivemos a beira de um ataque de nervos com 30 anos.
A culpa é nossa?! Não, não é... tentamos dentro de Portugal, tentamos exportar, tentamos vender a alma ao diabo, mas nem ele anda querendo negociar com os tais Desbravadores do Mar. O governo é cego, as oportunidades são surdas e pelos vistos a comunicação social É LOUCA! Que pena ver um Portugal alienado assim, com pessoas alienadas na cabeça da "formação de opinião". Hoje consigo perceber o porque dos países colonizados contarem todos com essa medíocre e defasada forma de pensar, agir e trabalhar. Que pena que é assim que descobrimos Portugal!
Mas não podemos generalizar!! continuamos a ter licenciados que não conseguem arranjar emprego e até temos alguns políticos com boas intenções (?)!
Portugal tem que evoluir e consciencializar-se no que realmente é importante e no que eventualmente trará algo de bom.
Quando as coisas correm mal é muito fácil apontar o dedo. Mas no nosso interior o que nós fazemos para mudar? Temos a consciência tranquila?
Ainda não li nenhum comentário que eu tivesse totalmente contra, acho é que deveríamos remar na mesma direcção. Basicamente todos gritam por mudança, mas a pergunta coloca-se - Já mudaram alguma coisa?
CAMBADA DE RESSABIADOS!!! Sim, voces que andam a dizer mal desta Senhora e da sua familia sem razao de ser. Nunca vi tanto insulto, tanta ignorancia e tanto erro junto! Insultos pessoais, factos errados e palavroes (sim, e escrevo sem acentos porque nao os tenho no meu teclado estrangeiro). Como ja muitas pessoas disserem: LAMENTAVEL! Ao que o pais chegou. Sou Portuguesa com vergonha neste momento! Nao do que a Senhora Isabel Stilwell escreveu mas sim da ignorancia e ressabiamento de muitos de voces!
A D. Isabel devia olhar bem em seu redor e pensar no que disse. Os Deolinda cantam e muito bem aquilo que muitos de nós queriam cantar há muito tempo.
Ora vejamos....de que geração é a que leva Portugal à "banca rota"assim como o resto da Europa, de que geração é a que nos diz a nós geração rasca e parva, que não há dinheiro na segurança social! De que geração é a que levou bancos à falência, deixando muita gente sem nada...
Quere-me parecer que a resposta não será GERAÇÃO RASCA, porque será a nossa geração que terá que dar a volta a isto!
Tenho que lhe dizer, porque talvez ainda não saiba, que há muito bom licenciado a receber 500€....é verdade 500€ D.Isabel, já viu bem!!! Quando há por aí muito bom individuo a trabalhar na função publica e em muitas boas empresas que nem o secundário têm feito e estão com reforma dE de 1000€ COMO É POSSIVEL?E ainda nos dizem a nós GERAÇÃO RASCA que quando chegar a "nossa altura"não haverá dinheiro par areformas!! Claro....Há por aí muita gente a receber pensões sem nunca terem descontado para a segurança social!E se descontaram foi meia duzia de anos! SIM QUE EU SEI! Há por aí muita boa pessoa na casa dos 40 60 anos com pensões de invalidez e que afinal NAO TÊM NENHUM PROBLEMA DE SAUDE TÃO GRAVE QUE AS IMPEÇA DE TRABALHAR, baste vê-los com a pensão garantida para os ver frescos que nem uma alface! Ah pois claro fazemonos à vida! Para França para a Suiça ou para Espanha porque cá não arranjavam sequer um estagio renumerado! Os que por cá ficam ou TÊM SORTE e arranjam um BOM EMPREGO, ou então limitam a ganhar entre os 500 e os 800€...SIM QUE EU SEI!Os meus colegas estão a dar formação, emigraram e os que trabalham recebem entr isso!"OLHE DESCULPE MAS DE QUISER CONTINUAR A TRABALHAR CONNOSCO SO LHE PODEMOS PAGAR 500€"disseram isto a uma amiga minha.
Conheço pessoas com 30 anos licenciadas a trabalhar há 5 anos a ganhar 800€....
Conheço licenciados a trabalhar em supermercados, nas limpezas, em lojas....claro pudera é que a geração que nos critica NAO NOS QUER PAGAR!!ACHAM QUE TEMOS QUE TRABLHAR DE GRAÇA!!
Vejamos que um simples rapaz que tira um curso numa universidade privada"as tres pancadas"como se costuma dizer, acaba o curso e nao arranja trabalho, não é que agora ESTA NO QUADRODE UMA CAMARA MUNICIPAL!!!COMO? Querem ver que foi um senhor da geração que tanto nos critica...
E quem fez esta MERDA toda que esta a acontecer no nosso país....ora vejam so se nao foi a GERAÇÃO QUE NOS CRITICA....D. Isabel poupe-nos a este tipo de pensamentos que so lhe ficam mal.
Podemos ser a GERAÇÃO RASCA mas de PARVOS começamos a não ter nada, porque ao menos temos consideração e atitude para dar a volta por cima ao contrário de uma geração de oportunistas e corruptos como a GERAÇÃO QUE NOS CRITICA e que a senhora Dona pensa que são os melhores....
~Vá apanhar ar....
@Ana
Diz-me lá com que dinheiro é criaste a tua que eu vou também criar a minha. Onde foste buscar o dinheiro para comprar software, desprezas fixas (pagar o investimento inicial)? Deves ter um pai rico ou recebeste apoios do estado? Para que saibas uma trabalhador a recibos verdes não tem esse tipo de apoios, apesar de descontar mais que um contratado! Só se for roubar e instalar material pirata e meta estagiários de borla. É ESTE O MODELO QUE DEFENDES? CÁ PARA MIM VIVEM NO MESMO MUNDO QUE A AUTORA DO TEXTO!!
A Srª Isabel Stilwell pode ter tido a melhor das intenções, isso não pretendo questionar, mas já se devia ter arrependido por esta altura. Servir-se do editorial de um jornal com a visibilidade do destak para tentar minimizar a situação a que a insustentabilidade do nosso modelo económico nos trouxe é inclassificável. Não se diz que os portugueses são demasiados acomodados? Tudo indica que desta vez vai ser diferente.
Exma. Senhora Isabel Stilwell, Escrevo-lhe em resposta ao texto que publicou no jornal Destak, com o título ‘A parva da Geração Parva’. Espero que entenda esta resposta como construtiva e não mais um desses hate mails que de certeza tem recebido e deve levar a sua conta de e-mail ao desespero. O meu estilo prima pela educação. Tenho muitos dos últimos romances que escreveu. Mais do que uma vez, suspirei o quanto gostaria de escrever algo assim como fez a Isabel, mas quando me deram a conhecer texto publicado no Destak, não pude deixar de me desiludir. Vamos a apresentações! Tenho 32 anos, estudei em escolas particulares, fiz a minha licenciatura na universidade que frequentam os filhos das boas famílias. Também tenho apelidos sonantes, na minha família todos são licenciados e gosto de pensar que fui bem educada. Sei que tive muita sorte. Tive um avô médico, outro sentou-se em grandes cadeirões de alguns bancos nacionais. Tive muita sorte. Quando me formei, continuei a ter sorte. Fiz um estágio curricular numa instituição onde gostavam muito de mim, queriam contratar-me, mas não tinham como. Trabalhei dez meses de graça. Depois lá conseguiram. Ganhava muito bem, depois mudei e passei a ganhar muito, muito bem, mas sempre vi os meus amigos a ganhar muito mal. Tive muita sorte. Eles não. No meio de tudo pelo que me sinto grata, imagine, esta é já a terceira vez que me encontro desempregada. Nunca estive tanto tempo desempregada. A minha mãe sempre me ensinou a trabalhar por aquilo que queria. Fez um bom trabalho. Gostava de vir a fazer o mesmo pelos meus filhos, um dia. Com catorze anos comecei a fazer serviços de baby-sitting. Primeiro aos tios, depois aos amigos dos tios e por aí fora. Depois, aos dezasseis, comecei a fazer de hospedeira em alguns congressos, aqueles davam trabalho a menores de idade. Desesperei pelos dezoito anos para trabalhar mais e poder engordar as minhas poupanças, mesmo que em casa não me faltasse nada. Os dezoito chegaram e com eles tantos trabalhos que não consigo enumerar. Trabalhei durante toda a minha licenciatura. Então, o desemprego bateu à porta uma, outra e outra vez. Esta última, muito mais longa do que eu contava. Mas não cruzei os braços. Licenciada, com experiência profissional e tendo já usufruído de salários gordos, aproveito a minha ainda cara de miúda e sou orientadora de sala numa sala de espectáculos da capital, vou fazendo algumas traduções (tenho a sorte de ser bilingue) e ainda peguei numa parte das minhas poupanças para dar inicio a um negócio online. Não fiz nenhuma fortuna, mas não perdi dinheiro. Fico contente por não ter perdido e por dar para atestar o depósito do carro (que eu paguei) algumas vezes. Há pouco tempo, numa festa, encontrei a mãe de uma amiga de longa data que me perguntou se me mantinha na situação de desempregada. Expliquei-lhe o que andava a fazer e devolveu-me um suspiro: ‘o que vale é que está sempre a fazer outras coisas!’. Nem nunca tinha pensado que olhavam assim para mim. Ou seja, continuo a esforçar-me o quanto posso. Mando tantos currículos que já lhes perdi a conta. Nem me chamam para uma entrevista. Já me sugeriram que omitisse partes do meu currículo, o que me recuso a fazer. Ao que isto chegou! Ou seja, desde que me lembro de ser gente, não andei a coçar-me. Sempre trabalhei, estudei, formei-me e tive muita sorte. Mas vi os meus amigos a desesperar de azar, lamentei por eles, vi-os desertar, vi-me longe de muitos amigos distribuídos pelo mundo fora, o que eu também devia ter feito. Tenho pena de não ter tido coragem. Nisto, a geração que já foi rasca, agora é parva, nas suas palavras. Tudo porque os Deolinda decidiram cantar uma música com que tantos se identificam. Uma música, no meio de tantas, deu-lhe a si o direito de chamar as novas gerações de ‘parvas’. Lamenta que tenham gasto dos impostos para os quais contribuiu sem que esta geração tenha aprendido coisa alguma. Nas suas palavras, ‘aprender (…) significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida’. Eu estou apta, reconheço e aproveito os desafios… desde que eles existam! Gostava eu de saber qual a sua base estatística, ver esse documento na minha frente que diz que os ‘licenciados (…) ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional’. A média, vi há dias na SIC, era de 800€ líquidos. Eu não vejo a minha geração a ganhar duas vezes isso. E conheço muita gente. Nenhum jovem diz que a crise foi inventada para o tramar. Isso é insultuoso. Os recibos verdes não existem para escravizar ninguém, existem porque quem os inventou não teve cuidado naquilo que estava a fazer. As entidades patronais, aproveitam. Quem tem recibos verdes, quem tem uma empresa, desconta muito mais do quem tem um contrato. No entanto, não tem direito a subsídio de desemprego ou direito a uma baixa, se doentes. Isto, no mínimo, é dar nome ao conceito de injustiça. Há uma geração inteira que se identificou com uma música, mas não a tornou num hino, ao contrário do que afirma. Quantas músicas foram escritas sobre tantas guerras e lamentos? Há um tango argentino, deve ter cerca de 40 anos, em que um amigo escreve a outro que abandonou Buenos Aires para trabalhar em Itália. Escreve-lhe: ‘não voltes’. Também Eça de Queiroz e Fernando Pessoa lamentaram os tempos modernos da altura, a falta de valores e os malandros dos jovens. Em todas as épocas, alguém a quem a sociedade leu e deu ouvidos, escreveu e lamentou os tristes tempos que se viviam. Só não sei se foram insultados de ‘parvos’. É cíclico, não traz nada de novo. Afirma que temos de ser parte da solução o que, penso, passará por levantar mangas e começar a trabalhar. Mas esqueceu-se de um facto: tendo em conta as hierarquias empresariais, é a sua geração que nos dá/devia dar empregos com salários justos. Saber que existe uma vida pessoal e não obrigar a trabalhar doze horas por dia em troca de coisa nenhuma. É a sua geração que devia considerar e cuidar a dedicação dos colaboradores. Agora, se querem atirar-nos areia para os olhos quando sabemos que atrás de um estagiário a custo zero, vem outro, para não haver lugar a contratações, isso sim, quem acreditar que é mito, é parvo. Nos sites de emprego, vejo anúncios insultuosos. Em alguns, solicitam até a viatura própria para depois nos deixar a arder. A minha mãe, que tem uma empresa que nunca lhe deu o que queria, no fim do ano, se as vendas de Natal corressem bem, dividia parte dos lucros com os funcionários. Sem que tivesse qualquer obrigação. A minha mãe, que tem uma empresa que nunca lhe deu o que queria, sempre pagou cada uma das horas extra feitas por cada funcionário. Isto chama-se de consideração. E com isto aprendi coisas que penso que a si lhe faltaram ao escrever o texto do Destak: humildade, empatia, generosidade. O que me leva a perguntar-lhe, como Directora do jornal Destak: quanto ganham os estagiários? Sabe ou alguma vez soube? Enquanto espera que os jovens deste país ‘apliquem o que aprenderam para encontrar a saída’, eles vão desertando, vão sendo infelizes, vão fazendo promessas aos santinhos e esperar por algo igual à sorte que eu tive. Ainda que desempregada, estou muito grata pelas coisas que consegui. Continuo a arregaçar mangas e a ver navios. A minha família não me deixará morrer à fome, mas assim também não conseguirei ser feliz e muito menos realizada. Mas tive muita sorte. Diz que faz muita falta que os jovens desenvolvam para aplicar aquilo que estudaram. Não espere por isso. Eles estão a desertar. Vão aplicar sim, mas noutros países. Quando aspirar à sua reforma, aquela que consiste num sistema baseado em que os jovens descontam para os mais velhos, esqueça. Eles não vão estar no país. Ou não tiveram filhos, porque os salários não permitiram. E assim se envelhece a população. A minha geração estudou para ter uma vida, já nem digo uma boa vida. Alguns deles encontraram uma triste vida e não conseguem ser totalmente independentes, por muito que arregacem as mangas. Por isso se identificam com a música dos Deolinda. Já eu, uma em tantos, tive muita sorte, ainda que desempregada. Não sei até quando. Mas estou grata pelo que fui conseguindo à custa do meu esforço. Espero ser recompensada em breve.
Devemos admitir que a musica é um desabafo social bem em voga face aquilo que vivemos actualmente, mas, para além do que devemos cantar ou não empolgados, o facto é que fora aqueles que tem a sua cunha, uma grande parte dos licenciados ou recém licenciados que já possuem emprego ou que estão em situação de emprego, encontram-se de facto nas seguintes situações:
A: Conseguiram trabalho face a cunhas;
B: Estão a trabalhar a recibos verdes;
C: Encontram-se a desempenhar funções em Call Centers ou semelhantes;
D: Andam a correr desnorteados de norte a sul de entrevista em entrevista.
No caso A; creio que não será necessário dizer muito, apenas que nem todos tivemos efectivamente a sorte de nascer com o cu virado para a lua.
Para os da hipótese B; digamos que são de facto pessoas de coragem e trabalham efectivamente como escravos as vezes para fazer aquilo que os norte americanos indicam como: "To make ends meet" chegar ao fim do mês e ter algum.
Em C; digamos que deve ser o mais usual, não só no caso dos call centers, existirem pessoas sobre qualificadas a desempenharem tarefas mecânicas, em que por vezes para se subir, há que rezar muito. (Não desdenhando quem de facto gosta deste tipo de emprego). Por ultimo, na situação D; de facto, o grande problema é que se nem ganham para se deslocar, lá vão novamente os país financiar as deslocações e até na maior parte das vezes, para o entrevistado ser ultrapassado por não ter experiência suficiente ou por ter demasiados estudos.
Creio ainda que devo indicar, mais uma vez que os licenciados que ganham duas vezes mais e "80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional.", tem por vezes muito a dever a si mesmo pois são pessoas extremamente competentes e esforçadas ou tem o famoso factor C, se não, vão a porta de um call center e questionem a 30 pessoas o seu nível escolar.
Por ultimo, devo dizer que eu, neste momento me encontro desempregado e ando numa procura bastante activa de novo emprego, sendo que é um pouco complicado quando vou a entrevistas onde estão para além de mim vinte ou mais pessoas para uma vaga ou quando me propõem sair da minha área de residência e me indicam valores salariais que pouco mais que para casa, electricidade e agua, convenhamos, não tendo dinheiro para combustível e mantimentos... É algo complicado.
Gostava de saber as dificuldades que esta senhora sentiu ao entrar no mercado de trabalho... sinceramente gostava... e também gostava de saber qual o valor do seu ordenado... porque é muito lindo falar quando não se sabe do que se fala!!
Hoje em dia ser licenciado é um pesadelo, porque para uns temos habilitações a mais e para outros a menos... E se somos a "Geração à Rasca" a culpa é das pessoas com a mentalidade desta senhora. Porque se compara a situação de hoje com a do tempo do Ultramar?? O país supostamente evoluiu e já passou por muito desde essa altura... mas agora vai começar a ver os seus filhos a virarem-lhe as costas! E sabem porquê? Pois eu sei o porque da minha desilusão... dos deputados que só tem regalias e mais regalias (motoristas, carros topo de gama, ajudas de custo para tudo e mais alguma coisa...). E este é apenas um exemplo. Os nossos impostos aumentam e as despesas dos ministérios também... Enfim, nem vale a pena continuar... É este o país que temos e por mais revoltados que estejamos nada podemos fazer, porque mentalidades não se mudam de um dia para o outro e esta senhora é um grande exemplo disso... se não estamos a morrer na guerra então não somos uma geração à rasca....
sou Licenciada em Comunicação Social, pela Escola Superior de jornalismo -uma Universidade privada- sim, se calhar sou parva porque EU e os meus PAIS pagámos para eu poder tirar o curso com que sempre sonhei! Era estudante deslocada, não tinha dinheiro para comprar os livros que necessitava, nem para comer uma refeição decente todos os dias, para as deslocações a casa e ainda tive de arrendar um quarto para poder ter um tecto (uma vez que vivia a mais de 100 quilómetros da faculdade); mesmo assim, foi-me negada bolsa de estudo porque consegui arranjar um part-time! Quanto ao estágio, minha senhora, era em full-time, não remunerado claro, não vão os estagiários pensarem que têm o rei na barriga! Ora, como não me podia dar ao luxo de deixar o meu part-time remunerado, não pude fazer estágio. Posto isto, proponho-lhe o seguinte: contrate-me! Faça-me um contrato sem termo e pague-me segundo a tabela remuneratória que citou no seu artigo! Pode-me contactar pelo e-mail: analopes.jornalista@gmail.com, tenho todo o gosto em lhe enviar o meu CV, onde poderá verificar que só consegui trabalhar na minha área um única vez e estou a travar uma batalha judicial para receber os meus ordenados de 500,00€ (quinhentos euros), SIM minha senhora, leu bem, 500,00€! Mas também pode verificar que sempre trabalhei em áreas distintas, uma vez que não tenho pais ricos, nem amigos que me possam dar a mão, tive de me sujeitar aos trabalhos que me apareciam e nos quais me exigiam a qualidade de um profissional com curso superior por “meia dúzia de Euros”! Por isso, não pode afirmar que não me esforcei para melhorar o meu nível de vida! Sem mais de momento, fico a aguardar uma resposta da sua parte. Atentamente,
Ana Lopes – Jornalista desempregada
"Tadinhos" dos pais desta figura que têm uma filha tão parva que pensa que pode dizer o que quer e que faz tamanha figura de idiota! Não vou tecer comentários do tão dificil é viver no Portugal dos nossos dias porque nós todos que contribuimos para a "maquina" andar todos os dias bem sabemos as dificuldades reais do que custa sobreviver no dia a dia desta mesma "maquina",mas não podia ficar indiferente a esta enorme estupidez.
Todos somos livres de expressar a nossa opinião mas não desta maneira como esta personagem o fez,de quem vive completamente aparte do mundo que o rodeia.
Chega!!!!
todos para a manif chorar mais um bocadinho. vai acrescentar muito. a culpa é da isabel, do seu editorial e das pessoas educadas num clima de não inveja. Portugal o país dos invejosos. Não vai passar da cepa torna. A coisa boa é que em terra de cega e invejosos quem tem olho é rei. Vou continuar a encher os bolsos, com o meu trabalho e melhorar as grandes condições de vida que tenho, frequentando as terras maravilhosas de portugal, à grande. ps para os desgraçadinhos vão passar o resto da vida com o discurso dos tachos, dos ricos, da injustiça... no final da vida vão realizar que se em vez de frequentar manifs e blogues como este tentassem realmente criar algo de novo. tudo mudava. A MUDANÇA ESTÁ DENTRO DE NÓS. agradeço ao Destak pelo lançamento do debate mesmo que não concorde em absoluto com o editorial
Deixo-lhe apenas dois exemplos: No meu 1º estágio tinha uma colega licenciada, que trabalhava na empresa há 1 ano e ganhava 500 euros. Apenas 500 euros! Isto há 4 anos, antes da crise vir em força! Um amigo meu, licenciado, com certificações e formações, está a ganhar 750 euros limpos! 750!! E não consegue arranjar emprego noutro lugar. O PSD quer pôr os jovens desempregados (licenciados ou não) a quem termina o subsídio de desemprego a trabalhar precariamente a ganhar o mesmo valor do dito subsídio+10%. E contratos verbais válidos??? E nós é que somos parvos??? Oh senhora, não fale do que não sabe ou do que não entende...
Só nos podemos encontrar saídas se nos derem oportunidades para tal, ninguém trabalha para aquecer e "um ordenado não é uma esmola"!!!
O problema não é dos jovens, o problema é de TODA a sociedade... e "artigos" como este só demonstram a ignorância que há por aí. E sinceramente, os recibos verdes nem deviam existir, porque se as pessoas trabalham, merecem ter as ditas regalias que a Constituição da República Portuguesa defende. São essas minúsculas coisas que destroem a "fé" num Estado Democrático. Em teoria é tudo muito bonito, mas em prática é tudo um caos... Já dizia uma prof: "manda quem pode, obedece quem deve!"... Factores C e P é o que é. Acho que em vez de andar a criticar os jovens (com licenciatura ou não), devia investir num discurso para que o próprio Estado não deixe escapulir mais génios que fazem sucesso lá fora, por terem sido vistos como...como é que eu hei-de dizer isto de uma forma suave?...hummm...vistos como inúteis. Por isso, meus senhores e minha senhora, agradeço que não recusem a minha opinião desta vez.
Eu já tentei até concorrer para trabalhos fora da minha area... Desculpas que me deram: falta de experiencia, não sou a pessoa mais indicada, etc... Só que sabe,, Sr.ª Isabel, para além de ser licenciada- futura mestre- nunca desisti de tentar trabalhar. Só não consigo porque muitos dos concursos publicos já estão destinados para resolver situações de precariedade (o que acho muito bem) ou algum conhecido e os privados nem sequer me contactam segunda vez... É que além de ser licenciada com pouca experiencia - mas muito trabalhadora (elogios dos meus orientadores)- tenho uma deficiência motora e auditiva e quando vou a entrevistas de empresas privadas, sinto logo um "pé atrás" dos entrevistadores... Para bom entendedor meia palavra basta. Gosto de trabalhar e quero trabalhar... para poder dar o meu contributo á sociedade. Portanto quando a sr.ª comparar a geração anterior (a da guerra do ulturamar os meus pais são dessa geração e estão a 100% do meu lado... Aliás se não fossem eles, como eu sobrevivia, se nem direito ao subsidio de desemprego tenho???) com a nossa geração, pense duas vezes, pois não são situações comparaveis!!! Exactamente por queremos ser parte da solução é que nos manifestamos, tal como muitos da sua geração protestaram com a guerra e contra o regime!! Experimente viver com pouco dinheiro, experimente estar na minha situação, que nem fora da minha area arranjo trabalho (eu não peço emprego - como muitos da sua geração, inclusivé a sr.ª, que estão a uma secretária sem fazer pouco ou nada, só para receber o ordenado no fim do mês, sem mexerem uma palha), depois sim pode opinar contra ou a favor a minha geração!! Até lá, é melhor não dizer nada!! Com os melhores cumprimentos
E realmente para referirem assim tao facilmente Ultramares e 2as gdes guerras entao nao lhes tem o devido respeito sinceramente..
Parem de dizer que temos tudo de mau beijada e que só sabemos refilar.
Ignorantes
So nao sabe quem nao passa por ela realmente... tenha dó E desde quando é que um "jornalista" chama parvos a uma geração inteira?.. temos mais uma Moura Guedes aqui?
apague mas é este editorial só lhe ficava bem
Mais uma facada para a credibilidade e ética dos jornalistas.
A credibilidade já não era muita para o vosso jornal gratuíto. Uma opinião vale o que vale, mas esta permite-me chamar parva à senhora que nos enfia papeis no carro. É parva, e é feia e é mais esperta que todos (uma portuguesice habitual que não a distingue em nada). O que esta senhora merece é o desemprego com a idade dela para ver se voltava a falar nos mesmos propósitos. Entretanto já soube que houve comentários aqui que foram 'moderados'/retirados como deve ser o futuro do meu. Acho que estamos de acordo que a livre expressão tem destas coisas, mas ofender sem querer ser ofendido dá uma nova relevância para quem fala de egocentrismo. Em suma, vá-se catar, emigre e tire o sorriso idiota da cara porque já tem quase 1200 comentários. Só prova que a sua parvoíce confirmou-se de uma só vez. Já agora os seus pais estiveram no Ultramar? Se não sabe indicar soluções que sejam apenas 'temos que apontar para a solução': guarde as suas opiniões para si. Já basta a classe politica para falar demais e não dizer nada. Espero que o vosso jornal cesse de existir, ou então arranjem alguém que saiba da lida com competências para o cargo de director. Especialmente que saiba não ofender os seus leitores / clientes. Suponho que haja mais gente ai na equipa do Dei1trak que tem de contar até 10.000 para aturar a prepotência, até porque certamente têm mais competências aqui que a sra. dondoca.
Estou neste momento numa faculdade privada a tirar um curso, estudei num colégio de bom nome, tudo porque os meus pais tiveram oportunidades e trabalharam para o conseguir. A situação actual de jovens que estão a sair com licenciaturas de diversos cursos é assustador, eu própria estou com medo de quando sair da faculdade. O que vai ser de mim? Onde vou arranjar um emprego com bom salário? Já que andei a estudar durante este tempo todo e andei em sítios onde a formação é da melhor, porque raio terei que ir ganhar 400 euros? Porque raio vejo gente como eu ou que andou em escolas públicas e faculdades públicas e vejo-os a ganharem salários ridículos de 400 a 700 euros. Muito sinceramente, acha que as pessoas têm vontade de estudar quando sabem que vão ganhar o mesmo que uma pessoa que trabalha num call center? (que tem o 9º ou 12º ano) Com o devido respeito pela senhora, e como artista musical que sou, penso que a senhora passou ao lado do real significado da música ou interpretou-o à sua maneira (o caso mais comum). "Eu fico a pensar, que mundo tão parvo, onde para ser escravo é preciso estudar" O mundo é parvo porque eu fiz o 12º ano, tirei a minha licenciatura, vou fazer o meu mestrado, e no final vou ficar a ganhar o mesmo que pessoas que não têm nem metade da formação, ou então não me irão dar emprego porque "tenho demasiadas qualificações" (que exigem obviamente um ordenado de maior importância). Por isso para ser um "escravo" acho que ninguém está para se dar ao trabalho de estudar. Onde fico revoltada quando me dirijo a uma entrevista de trabalho de part-time escolhem pessoas que têm menos formação do que eu porque têm mais experiência profissional (porque desde o 9º ano que estão a trabalhar). Pode-se queixar em relação ao dinheiro dos impostos, em relação ao dinheiro dos pais isso é uma relação onde a senhora não pode opinar, dado que existem dezenas de relações diferentes entre pais e filhos. Haverão os que andam para aí a desperdiçar dinheiro na universidade e não vão a aulas e só andam em festas, haverá sempre isso passa por controlo. Minha senhora ao dizer "deixem lá o papel de vítimas", desceu bastante. Vai-me dizer que isto está exactamente como na sua altura? Os meus pais não andaram 1 ano nem meses desempregrados, os empregos eram assegurados com contratos a longo prazo, nada destas invenções que se criaram. Não há aqui vítimas e digo-lhe que a sua geração foi bem priveligiada, ganham bem e a maioria tem emprego assegurado até ao fim da sua vida. Pense senhora Isabel Stilwell, acha que alguém hoje em dia tem um emprego assegurado? Se quer mostrar uma moeda, não mostre só uma face, mostre as duas. A sorte não acontece a todos. Por isso sim, isto é um mundo parvo, onde eu não estou para estudar e passar horas a fio metida numa biblioteca a estudar e a fazer trabalhos para depois ganhar 600 euros. Quando justamente os meus pais gastaram milhares e milhares de euros para eu receber bem melhor. Com esta música ninguém está a dizer para os jovens não estudarem, pelo contrário, esta música diz para os jovens estudarem e lutarem justamente pelo prémio desse trabalho. Um bom emprego com um bom salário.
Geração 3 Pês: Propósito PPP
geracao3pes.blogspot.com http://www.facebook.com/pages/Gera%C3%A7%C3%A3o-3- P%C3%AAs/105233809555625?sk=wall
@todos os que estao revoltados. A Sra. Stilwell tem razão numa coisa. Basta de palavras, basta de DIZER "basta". Vamos tomar acções, vamos fazer parte da solução para PELO MENOS ESTA revolta. Boicotar todas as publicações do grupo Cofina Media (5 jornais e 11 revistas) e sempre que possivel, fazer com que se saiba PORQUÊ. Vamos fazer parte da solução para ESTE problema.
Gostei tanto da sua reflexão neste editorial que decidi procurar outros que me delitassem de igual ou superior maneira.
Gostei muito deste: http://www.destak.pt/opiniao/61175
.
Constato, com agrado, a sua paixão pelo Ultramar, pela repressão do pensamento humano, pelos ideias fascistas e por tudo aquilo que a mim, pessoalmente, me comove muito. E gostei de saber que a sua filha teve de ir terminar o curso para Londres (luxúria ou ignorância? faça cuidado Isabel...) e que foi avó. As fotos na Lux estavam muito bonitas. Pode partilhar connosco quanto recebeu pela sessão? Certamente mais do que o salário de mais de, pelo menos, 80% das 1200 pessoas que comentaram este seu discurso iluminado. Acredito que não tenha de ter feito muito para a conseguir....
o que me deixa muito feliz por si.
Portanto, eu agora estou a terminar a PORCARIA de um Estágio Profissional no Estado, onde a ARS já deu a informação de que os estagiários NÃO PODERÃO TER AVALIAÇÃO SUPERIOR A 14. E Porque? Porque somente com 14 é que ficamos aptos a concorrer ao Estado num periodo de 2 anos! Assim, ficamos LOGO EXCLUIDOS dos concursos internos (que engraçdo, são praticamente TODOS).
Por isso, dê graças aos anjinhos de manter o seu emprego e de ter jornalecos para onde escrever e receber um dinheirinho para pagar as suas continhas ao final do mês.
Talvez eu vá aplicar o que eu aprendi para encontrar a solução para ete problema deste nosso Portugalinho. Ah não dá, os manda chuvas deste País NÃO SOMOS NÓS!
A senhora só pode estar a falar dos seus filhos, quando diz que ganham acima da média.... de certeza que a cunha da mãezinha lhes serviu para subir na vida.
e parva é a senhora que não tem moral nenhum para escrever um editorial destes.
vá lá com o seu marido que usa chinos acima do tornozelo, calça sapatinho vela azul de sola branca e conduz um X6 e vá comer os seus sconnes ao Garret no Estoril.. enquanto nós licenciados vamos para os nossos trabalhos no Call Center do Bes enganar reformados com os produtos que não valem um chavo e receber todos felizes os nossos 500€ mensais a recibos verdes.
Tenha juizo minha senhora.
Acho que nos devemos remeter ao silêncio e impávida serenidade. Afinal de contas vivemos tempos tão prósperos e justos, que não se percebe tão infundada revolta. Aposto que Isabel dorme descansadamente, todas as noites, sobre um colchão de pregos.
E para aqueles que neste momento, tal como a Sra., estão a pensar que esse esforço dará frutos, proponho que façam um exercício mental:
Se um empregador pode ter de graça quem lhe faça o trabalho (os estagiários) ... porque irá ele pagar para obter os mesmos resultados?
Custa assim tanto perceber a nossa indignação?
Tenho 33 anos, sou licenciada em psicologia, com média de 16 valores no ISPA, trabalho desde os 18 anos (e ganhava na altura 550€ em trabalho temporário), já fiz mta coisa, já exerci, já tive uma empresa que o estado se encarregou de fechar graças a cunhas e subornos e lobbys e agora tenho um emprego onde ganho 700€ para poder pagar a casa e todas as coisas dela inerentes e que não tem nada a ver com os 5 anos do meu curso! Vejo amigos ainda em pior situação que eu e vejo amigos a procurar uma vida melhor no estrangeiro. De rascas passamos a parvos, mas mais parvos são as pessoas da sua geração que não sabem humildemente aprender e valorizar as novas gerações. Eu trabalhei com crianças durante 5 anos e todos os dias aprendia com elas. É por mentalidades como a sua que este país está como está.
Parece-me que nesse dia, se não usar disfarce, algum "parvo" ou alguma "parva", desses que por aí andam e não sabem "agarrar as novas oportunidades", poderão querer explicar-lhe com pormenor "com quantos paus se fazem as canoas" que usam para navegar neste País...
Eu tenho 32 anos e a situação profissional bem resolvida. Vivo à minha custa e não dependo de ninguém. Mas olho para quem tem 22 ou 23 anos, saídos do ensino superior e vejo que as oportunidades de um emprego com dignidade são nulas. É de miúdos que estamos a falar, pensará a senhora, mas estamos a falar de quem há uns 20 anos atrás tinha emprego seguro, se casava, comprava casa e tinha filhos. Esses sim, são filhos dos que lutaram no ultramar ou sofreram com a ditadura.
Como diz o seu nome, numa tradução livre, (Stilwell = ) ainda bem que nem os seus filhos nem ninguém à sua volta se possa considerar "à rasca".
E digo mais, a culpa desta mentalidade é da geração anterior, que se efectivaram nos locais de trabalho e acharam que isso era sinónimo de ter oportunidade de se esforçar menos, de trabalhar menos, e depois já efectivos dificilmente conseguem ser corridos. Como isso foi assim um dia, actualmente ninguém quer efectivar ninguém.
Um outro exemplo da decadência social: no nosso país não se contratam indivíduos com mais de 45 anos! Quando não é até aos 35 anos! Isto é preconceito que devia ser punido por lei! Somos peritos a mostrar as obrigações e os deveres, mas muitos fracos quando chega a hora de mostrar os direitos.
Activamente ser parte da solução? Vá dizer isso ao meu patrão, a ver o que ele lhe responde.
NÃO SE PREOCUPEM PORQUE, SEMPRE QUE TAL VOLTAR A ACONTECE VOLTO A RECOLOCAR O MEU COMENTÁRIO. SUGIRO QUE TODOS FAÇAM O MESMO.
Porque é realmente triste andar anos a estudar e a despender dinheiro, para tirar um curso (tal como eu fiz), para depois passarmos para o mercado de trabalho e todas as portas se fecharem.
Mas como diria a minha avó, fecham-se portas abrem-se janelas, e não arranjando eu trabalho na area em que me licenciei, não tenho que ter problemas em arranjar outro qualquer tipo de trabalho para fazer.Porque mais lamentavel é o facto de sendo eu mãe solteira, e não ganhar mais de 600€, terem cortado o abono ao meu filho, e ver todos dias filas interminaveis no centro de emprego, de jovens que recebem o subsidio de desemprego, e que simplesmente recusam ou se mostram desinteressado pelas propostas que lhes apresentam, apenas porque não pagam tanto, ou ate porque são "demasiado bons" ou "demasiado instruidos" para poderem trabalhar num supermercado, por exemplo.
Eu realmente tambem o sou, mas se não fizer pela minha vida ninguem o faz por mim, e se todos tivessemos um pouco mais de humildade e força de vontade, e se não fossemos um pais tão comudista, não duvido que estivessemos em melhor situação
Isto vindo da directora de um jornal que contrata jovens licenciados a recibos verdes, pagando-lhes 250€ nos primeiros três meses de trabalho (SIM, MUITO INFERIOR AO ORDENADO MÍNIMO), para depois os aumentar para uns excelentes 400 e poucos euros... Falamos, repito, de licenciados! Foi só para ser do contra, mas saiu-lhe o tiro pela culatra. Os jovens licenciados passam mal por culpa de empresas como aquela para a qual trabalha que só pensa em lucro e proveitos próprios. Não pensam no país, não pensam em quem contratam, só pensam no bolso. Felizmente recusei-me a trabalhar para si e para essa empresa. Devíamos recusar todos trabalho nestas condições para ver se não havia, forçosamente, uma subida de ordenado! Tendo você a trabalhar para si pessoas em condições mais do que precárias, não devia ter ficado no seu cantinho no que respeita a este tema? Lá porque nos outros jornais comentam o tema, não é obrigatório fazê-lo aqui.
José Amado | 25.02.2011 | 00.21H
E volto a repetir, para aqueles que bombardeiam os comentários: é melhor não generalizar.
É fácil falar quando as únicas ofertas de emprego são estes fantásticos estágios com a remuneração que nós sabemos... Que claramente não faz parte da sua realidade, mas mesmo assim digo-lhe é exactamente para recebermos o dobro da média que estudamos, porque nós também estudamos o dobro da média portuguesa, começamos a contribuir mais tarde, portanto se não contribuirmos com mais então certamente não vamos mesmo poder reclamar uma reforma... Quando manifestamos e dizemos basta, é exactamente para fazermos parte da solução activa, ou então continuaremos a ser escravos.... Escravos daqueles que estão a desperdiçar a nossa educação, a nossa criatividade, mantendo-nos a todos na mediocridade.
Ah, e só para terminar, o que cantavam aqueles que com a nossa idade tiveram que ir para o Ultramar, cantavam exactamente músicas de intervenção, e o que é que fizeram? Fizeram uma revolução... E ainda não existia no 25 de Abril e sei disto... imagine-se lá....
É fácil falar.... mas às vezes também se perdem boas oportunidade de ficar caladinha....
Costumo gostar bastante dos seus artigos.
Mas hoje não queria acreditar, quando li este (através de um link no Facebook), reli-o vezes sem conta... Fico realmente desapontada por este seu texto revelar que está tão distanciada da dura realidade, que nada tem a ver com a crise "oficial": já vem de trás, há muitos anos. Veja as estatísticas, compare dados, confira gráficos.
O egoísmo resultou num país falido, de mãos atadas, agoniado consigo mesmo.
Somos sim um geração parva porque acreditámos nos conselhos ingénuos dos nossos pais e professores, que encontraram empregos certos após os seus legítimos sacrifícios de juventude. Que bastaria sermos honestos e trabalhadores empenhados para alcançar o sucesso...
A realidade é outra: agora nenhuma qualificação nos dá garantia de nada; todos os dias aceitamos o desafio da incerteza e da precariedade e procuramos dar a volta à vida; apesar dos desânimos e da corrupção desavergonhada, voltamos a erguer-nos e reinventamo-nos; tentamos não vacilar perante as injustiças gritantes no acesso aos empregos disponíveis. O problema não são (só) as dificuldades, é a noção clara e transparente que os anos passam e o futuro está a ficar hipotecado. Não é a idade do primeiro emprego, são as idades dos múltiplos empregos, vasta experiência e sonhos adiados. Consecutivamente.
Todos os dias fazemos por aplicar conhecimentos, mas precisamos que pessoas como a Isabel ataquem as reais causas do problema, que se envolvam também, porque nós, os jovens e os cada vez menos jovens, já por cá andamos a sobreviver activamente há anos. Saia da plateia aquecida e junte-se a nós, não procure apenas nos comentários parvos a razão da sua discórdia. Todos temos, por vezes, momentos parvos. Leia atentamente os comentários de quem aqui deixa testemunhos reais e sérios.
É crucial mostrar que não somos conformistas nem resignados (ao contrário do que tantos conselhos parvos vamos ouvindo desde pequenos)!
Passar a ser parte da solução é também sair do conforto do teclado, do desespero amordaçado e dos desabafos nas conversas de café.
Parvos fomos por não nos termos juntado todos mais cedo, sacudindo o egoísmo que nos tenta enredar tal como aprisionou tantas mentes livres (?) antes!!
Estamos todos a tempo de mudar. Para melhor. Conto consigo, Isabel.
Até que desesperada de ninguém o contratar, acha que se calhar é melhor aceitar oferta de estágio sem com subsidio de alimentação ou sem, até porque os seus pais dizem “deixa lá Isabel, nós ajudamos-te com uma mesada, a vida é mesmo assim”, e convencida lá vai a Isabel trabalhar para uma empresa fazer o que gosta, aprender e a pôr em prática aquilo que aprendeu na faculdade, tudo bem até que os dias vão passando. Chega ao fim o estágio e dizem-lhe que pode ficar mas fica a recibos verdes ou a contratos de 3/6 meses, e a Isabel como não quer continuar dependente dos pais aceita. Continua tudo igual excepto o facto de agora ainda receber algum dinheiro pelo seu trabalho, recebe 600€ consegue ajudar o seus pais com algumas despesas em casa porque se sente na obrigação e assim continua algum tempo. Passam-se 3, 6 meses, e a coisa continua, a Isabel cansada de trabalhar 10 horas por dia decide ir falar com a chefia e dizer que precisa de ser aumentada porque merece etc e tal, e lá consegue um aumento para 750€ mas não fica efectiva, contrato a termo de mais 6/9 meses.
Entretanto o seu namorado (que trabalha também nos mesmos modes, com o mesmo ordenado) pede-a em casamento (ou não necessariamente) e decidem ir viver juntos, fazem contas e percebem que os dois juntos ganham cerca de 1500€. Procuram casa e lá encontram uma casa para arrendar que custa 600€. Agora imagine que dos 1500€ , 200€ dos almoços no trabalho, 200€ gasolina, 600€ renda, sobra-lhe 500€ para pagar contas de casa, supermercado e lazer. E você pensa bem com este horário miserável não tenho tempo para ter lazer por isso pode ser que consigamos poupar algum dinheiro, no entanto depois surge um problema com o carro, um médico, etc e lá se vai a poupança daquele mês. E rapidamente percebe que se quer viver fora de casa dos pais não pode ganhar 750€/mês e isto se tiver namorado, porque se não tiver como conseguir arrendar uma casa pagar as contas e etc?! ESQUEÇA. Se queria tirar um mestrado ou pós-graduação, esqueça porque apenas o banco lhe empresta e se não quer ficar endividada mais vale ficar como está.
Sim, os jovens deviam fazer-se à vida em vez de refilar, e sim, as empresas deviam pensar melhor na consequência para os seus empregados, de manter o peso do dinheiro nos bolsos dos directores e sócios.
Concordo também que só é escravo quem não se desenrasca, embora em algumas áreas isso seja uma verdadeira arte.
Tenho 37 anos, engenheiro e apenas nestes 2 últimos anos consegui ter um ordenado de 1300 Euros, realmente acima da média. Antes disso ganhava 700 Euros brutos por mês. Vivia sozinho com uma renda para pagar de 300 Euros mensais. Como nunca trabalhei à porta de casa, gastava aproximadamente 200 Euros em gasolina. Dos 700 Euros, depois dos descontos e subsídio de alimentação ficavam 630. Tinha que viver (luz, água e alimentação) com 130 Euros mensais…
Apostava na minha profissão, porque sei que se não exercer ninguém me contrata e só conseguiria manter-me com empregos deprimentes, não pelo valor oferecido mas porque sinceramente, não queimei as pestanas que queimei, para viver a vida toda a bater à porta das pessoas a tentar vender serviços. Trabalhava uma média de 10 horas por dia (sem horas extras) e com uma responsabilidade incompatível com o ordenado... Não sobrava espaço para ter outro emprego. Claro que os papás tinham que ajudar, claro que não podia pensar em assentar vida e ter filhos... é a chamada geração adiada.
E a cultura? O espaço para desenvolvimento pessoal? Tudo isso custa tempo e dinheiro e 130 por mês durante anos a fio faz mossa em qualquer um.
Mas eu ainda tive sorte, porque fui tendo esses empregos, tinha um curso "nobre", tirado na melhor universidade do país e que me permitiram agora ganhar mais, mas muitos há que não conseguem. A estatística é uma coisa muito engraçada, cara Stilwell, porque o dobro de nada, é nada, e o dobro de coisa pouca, quase nada também é. Acho sempre piada quando os "berços de ouro" vêm falar da forma como devemos sobrevir às dificuldades, como se soubessem como o fazer, como se o tivessem feito, como se os seus filhos alguma vez tivessem tido a necessidade de o fazer.
Deveria, isso sim, aproveitar a dica de um dos que aqui comentaram, e perguntar-se sobre a honestidade dos nossos políticos e a forma como, por exemplo, o filho do ex-presidente da república assim que sai do curso, recebe um emprego que eu, nem aos 60 anos conseguirei. Mas compreendo, eu é que sou parvo, a escola deve tê-lo preparado bem melhor do que a mim. A culpa só pode ser minha, que não aproveitei para aprender como viver e passei a vida em festas, bebedeiras, e a sacar dos meus pais todo o dinheiro que eles nunca tiveram.
Tenha juízo cara Stilwell.
Antoine de Saint-Exupéry
Depois de ler uma grande quantidade dos comentários aqui apresentados, parece-me estranho que a maioria dos que parece concordar com a jornalista atacando a letra da canção dos Deolinda falha redondamente em perceber esta última. Diria que o essencial é invisível aos olhos, sobretudo os distraídos e desatentos. Os Deolinda nunca dizem que é parvo estudar, o enfoque não está no estudo ou na invalidez do mesmo, está numa sociedade que, infelizmente, não tem sido capaz de respeitar aqueles que hoje estudam e se esforçam acabando por perceber que o seu empenho não é recompensado. Afirmar que a música diz que mais vale não estudar é falhar o alvo, é, de certa forma não usar as competências para ver além da casca. A música é claramente mais profunda que a maioria das análise que dela fazem. Abram os olhos!
Por isso pense, mas pense bem antes de escrever um artigo em qualquer jornal, porque certamente não presta um bom serviço jornalístico. Já agora eu tirei o curso de Comunicação Social, quando poderei enviar o meu Currículo para a Destak? Deste modo comprovaria ou não se eu licenciada há dez anos poderei ou não a estar a ser escravizada...
Só se for você e outros mais que tenham cargos de cunhas.
Eu cá sou licenciado e ganho tanto e em alguns casos menos que alguns que nem têm o 12ºAno.
Felizmente o meu estágio profissional foi remunerado mas na maior parte dos casos que eu conheço, sim porque sei do falo e não do que me contam, trabalham de borla e após estágio até se sujeitam a ordenados mínimos.
Passar bem, ou não
Mostra muito bem que não tem qualquer noção dos problemas que afectam o nosso país, o facto de cada vez haver mais licenciados, douturados e afins no desemprego, isto diz-lhe alguma coisa? Ou é apenas ilusão minha?
Efectivamente uma pessoa com dito "canudo" tem outra saída no mercado trabalho, o problema é que o mercado de trabalho está saturado para estas colocações.
Pense bem antes de ter este tipo de comentários...
Se bem entendo, no seu conceito, eu e muitos dos outros licenciados deste país não somos bem sucedidos porque somos incompetentes! É isso mesmo ou realmente eu andei a perder tempo e dinheiro (o MEU tempo e o MEU dinheiro, pois não me lembro de você ter contribuído de forma alguma para a minha formação) a fazer um curso superior e nem um pobre texto como o seu consigo interpretar? Não me parece. Outra questão que gostava de ver esclarecida é: de que forma a crise a afecta? A mim afecta-me da seguinte maneira: estou a realizar estágio profissional através do IEFP e aufiro o valor de duas vezes o IAS. Faço 40 km por dia entre a minha (leia-se do banco pois ainda não está paga) habitação e o meu local de trabalho (leia-se tronco) para cumprir as 8 horas de trabalho (quando não são 13 horas (o estágio profissional não prevê o pagamento de horas extra). E aceitei fazer este estágio porquê? Porque nada mais lógico do que fazer um estágio profissional no final da licenciatura e porque achei “estar apta a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida” (como a Senhora tão bem diz). Ora, não sei se é do seu conhecimento a inconstitucionalidade dos contratos de Estágio Profissional anteriores a 2011, mas muito resumidamente eu elucido: são 12 meses de trabalho continuo, sem direito a férias, sem direito a baixa médica e, espante-se (ou não), sem direito a subsídio de desemprego quando o contrato de estágio terminar e a empresa optar por me dispensar para dar lugar ao próximo escravo, pois de acordo com a lei, as empresas são obrigadas a contratar apenas um terço dos estagiários que recebem! Não tenho por hábito ler os seus textos porque há tempos li um dos seus artigos e não encontrei o mínimo interesse, pelo contrário, considerei uma escrita bastante pobre e banal. Entretanto li o 2º artigo para ter a certeza que o “defeito” era mesmo do autor (não fosse o autor estar a ter um dia mau aquando da escrita do primeiro artigo que li e eu não gosto de ser injusta). Ora, este é o 3º e último artigo seu que leio porque realmente desta vez aprendi a lição!
E agora a geração parva tem que ENCONTRAR A SAÍDA para o que os PARVOS estragaram!!
Já agora, já ouviu falar na moda dos 500 euros para licenciados?? hummm...Não me parece o dobro da média....
Miguel Rodrigues, tou ctg. Já agora deixo aqui a solução " um enorme navio e meter todas a pessoas como esta jornalista, leva-los para alto mar...e afunda-los"
Minha “CARA” Isabel Stilwell seja modesta e aprenda a ver os problemas reais duma geração que ainda lhe vai safar o “couro” no futuro, ou também tem daquelas aplicações em Bancos particulares, mas que é só para alguns?
Esta crónica tem algumas notas que até deviam ser motivacionais e idealistas mas que simplesmente não podem ser postas em prática na estrutura nacional. O que irrita tanta gente é o tom de desdém, quem o aplica e... enfim, isto não passa de um desafabozeco infundando de quem não sabe do que está a falar. Quando eu quero dizer tretas destas uso o meu blog, não um meio de comunicação social. Era o que ela devia ter feito.
Ha anos acompanho os seus textos com apreciacao. Talvez por isso, tenha ficado um pouco decepcionada com o tom (ou chamemos conclusao) deste texto. Uma musica, e uma manifestacao nao devem ser analisadas de forma tao simplista. Cada geracao faz as suas regras e usa as formas que julga ao seu alcance para se manifestar. Estou a viver fora de Ptg, por opcao, e custa-me muito saber de amigos com quem cresci que se sentem frustrados, sem horizontes, como uma amiga que estudou Comunicacao Social e, depois de tudo tentar, anda a limpar salas de aula... A crise afecta a todos, mas aceitemos que os jovens expressem o que lhe vai na alma.
Isso de reclamar nao 'e so caracteristica dos jovens, 'e de toda uma cultura/sociedade, como bem comprova o seu texto. Mas enfim. Opnioes, sao opinioes. Jovem, mulher, 32 anos, felizmente empregada, mas a prazo.
Ponto nº 2: Se souber se estão a recrutar pessoas, escreva por aqui, que a nós bem nos dava jeito! Melhores cumprimentos, Bárbara Roseira
E mais não digo...
É o vazio este Post!
Sou licenciado, não tenho medo de trabalhar, aliás estou em funções neste momento, não...não ganho duas vezes mais que o ordenado mínimo e para ganhar pouco mais que o mesmo trabalho de noite, feriados e por aí fora.
Sou profissional, pontual, empenhado e de aprendizagem fácil.
Se for possível agradecia ganhar o tão referido dobro que a maioria recebee trabalhar tanto quanto v.exa.!
Fico a aguardar resposta de forma atenta!
Humildemente ao seu serviço, Orgulhosamente "Parvo"
e quem lhe garante que não sou empregada de limpeza?
Leia, investigue e esteja atenta ao que está a sua volta e pense em escrever uma nova "crítica". Porque "críticas" dessas já nos basta do "senhor" José Sócrates.
Só dizer que houve um imbecil que pôs como resposta que a empresa era a "Destak" e que assinou com o meu nome.
Só estou a clarificar não fosse alguém acreditar e para aproveitar para dar o seu a seu dono.
Acho engraçado é as pessoas quando não argumentos passarem logo para as acusações e para os insultos.
E já agora, a tal Stillwell nasceu em berço de ouro mas agora querem acreditar que TODA a gente que está bem na vida teve o mesmo privilégio? Cada um acredita no que quer. Eu sei que tirando a minha inteligência e bom aspecto lol, e o ter uma família funcional nunca tive mais nenhum privilégio.
Ps. A opinião sobre o bom aspecto é relativa mas se eu n gostar de mim quem gostará? lol
Claramente não foi capaz de ouvir a música dos Deolinda do principio ao fim e compreende-la. Os recibos verdes não foram feitos para nos escravizar. A nós, da geração parva. Escravizam-nos, a todos. Mas a verdade é que a maior parte dos jovens de hoje em dia, especialmente os com estudos, só arranja trabalho a recibos verdes. E muitos passam anos nesses moldes. E é porque querem trabalhar. Fazer algo da sua vida. E sujeitam-se. E os estágios não remunerados? Igual. Sabia que somos dos pouquissimos países (porque não quero dizer único) em que os estagiários não são remunerados? E que seja do meu conhecimento, a crise de que fala não afecta só Portugal. Mas nós, os parvos, saltamos de recibos verdes para estágios não remunerados, só para não estarmos em casa no sofá. Porque entendemos que se queremos fazer algo da nossa vida, temos de trabalhar. E os trabalhos que nos são oferecidos são os recibos verdes e os estágios, na sua grande maioria. Presumo, e penso que correctamente, que você e as pessoas da sua geração iniciaram a sua vida activa profissionalmente com mais condições do que aquela que nós, os parvos, agora temos. Antes dos recibos verdes e dos estágios não remunerados. E antes da crise financeira de que fala. Porque é mais fácil ter estagiários a trabalhar a quem não se paga, do que pessoas contratadas a quem efectivamente terá de pagar os tais 80% acima da média de que fala. Até lá, nós os parvos, temos de (porque somos obrigados) a trabalhar nas condições precárias que nos são oferecidas porque não queremos ficar em casa dos pais até aos 30. Porque já bastou o dinheiro que eles gastaram nos nossos estudos. E nós, parvos, agora procuramos desenrascar-nos, porque estamos todos mesmo á rasca. Ou quer você dizer-nos que com 500€ por mês pode facilmente iniciar a sua vida de forma independente e sem ser em casa dos seus pais ou com a ajuda deles? Por isso basta! E a solução é dizê-lo. Cantá-lo. Gritá-lo. Com orgulho. Porque estamos cansados de ser rebaixados, usados. Quer que sejamos o futuro, se não nos dão possibilidade de o criar? Ou mais justamente, são, mas á "rasquinha"? Poupe-me Senhora Stilwell. E vá conhecer a realidade dos jovens do seu país.
A verdade é que os tempos díficeis são cíclicos e, em toda a história foi assim.
É a condição humana mas o que me parece absolutamente ´ridiculo é como é possivel que num páis que se estoura centenas de milhões de euros em reformas nós, portugueses, continua-mos na cauda da europa . Só quando Portugal esteve em ditadura tivemos balança positiva .
Realmente, se parar-mos um pouco para pensar, acaba-mos por concluir que somos de facto parvinhos atrás de um sonho real de paz e democracia. O ps psd e cds bem como todos os comunas e lobistas são equiparados a meros colunistas de ulltima categoria num país não de» parvos» mas sim de falhádos atrás de falhádos contactos sociais para com um povo que se esforça todos os dias para manter um grupos de artistas no »poleiro«( a prole governante incompetente )
O refrão de deolinda não diz nada concreto mas as pessoas de facto só vêm de facto aquilo que querem , quando querem ,como querem vêr e o que lhes de facto interessa.
O modelo social mais tarde ou mais cedo vai falir como tudo o resto na vida.
MUDAN_SE OS TEMPOS MUDAN_SE AS VONTADES TALVEZ não haja mais dinheiro dos meus impostos para licenciados .
Não sei se se deu conta,mas insultou milhares de jovens portugueses. A minha humilde educação diz-me que isso está mal e que revela que a Srª não tem qualquer conduta de valores que seja um exemplo a ser seguido. Portanto, peço-lhe encarecidamente: abstenha-se deste tipo de comentários. Para além de revelarem que é extremamente mal formada, põem a nu o seu desconhecimento da situação actual, características que não abonam a favor de quem trabalha num jornal.
E já agora, mesmo sabendo que é pedir muito, seria interessante que respondesse, pelo menos, a alguns destes comentários, e assim demonstrar que afinal não é mais um caso de estupidez a fundo perdido.
Em relação ao troll e à net não andei a trabalhar 18 horas por dia durante 15 anos para continuar a ser escravo do trabalho e servo do tempo. Há uma altura na vida em que temos que desfrutar do que temos se não morremos sem ter aproveitado nada daquilo que nos esforçámos por ter. O tempo é um dos luxos que eu agora posso dar-me ao luxo lol de ter.
Cuidado com os headshots. Estou a ver que isso é muito CS xD.
Ou isso ou é mesmo só um troll da net...(se não sabe o que é isso pesquise)
Pode continuar os insultos gratuitos que não vou responder.
Agora entenda é que as empresas não são organizações de caridade. Existem para dar dinheiro a quem as criou e se dentro do respeito pela lei, usam e abusam de certas práticas estão no seu direito. Há inúmeros trabalhadores que fazem o mesmo. Trabalham x tempo, vão para o desemprego outro x, voltam a trabalhar e andam nisto anos. Cabe a cada um individualmente, dentro do que sabe ser a realidade, pensar como pode melhorar a sua situação e formar-se em áreas que façam efectivamente falta e em que a precariedade não seja tão frequente. Agora não pense é que vai sair deste ciclo logo à primeira e sem esforço.
E para todos aqueles que acham que as empresas e os empresários é que são os papões, lanço-lhes um desafio: abram as vossas próprias empresas e depois falem. Para os patrões isto tb não é um mar de rosas e a prova é que 85% das empresas que são abertas todos os anos no nosso país fecham passado menos de um ano de actividade....
.... há alturas em que me apercebo (eu, que sou parvo) que era melhor não ter aprendido a ler. Poupava dinheiro aos meus pais e tinha evitado deparar-me com este amontoado de futilidades, em forma de texto. Haja paciência, para tanta falta de imaginação e hipocrisia bacoca.
Por onde hei de começar com tamanha estupidez junta . Vou falar por partes porque isto merece uma resposta detalhada e analisada . 1º" " aproveitar desafios e ser capaz de dar a volta a vida" ? mas o que andamos todos a fazer , a pregar aos peixes como a sra ? voce so pode estar a gozar ! Eu sou licenciada em design , fui das melhores da minha faculdade ,participei em concursos , tirei cursos a parte por minha vontade de aprender mais e aprefeiçoar e lutei por um emprego decente pelas minhas capacidades que sei que as tenho e muitas mais do voce que so fala fala e n diz nada, e ate agora nao tenho um emprego decente. "a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional." ??? você é de onde mesmo? marte ? jupiter? la ganha se bem , os licenciados ganham mesmo isso? epah diga me onde deixou a sua nave pk eu quero ir consigo ! eu diria mesmo que ganhamos menos , muiiito menos dos que tiram cursosinhos profissionais e que sao caloes e deixaram de estudar. mas quem sou eu para afirmar isto ao lado de uam senhora como voce tao conseituada para escrever uma cronica ou um romance diria eu na destak , este bom jornal diario! De que sabe voce do ultramar? ja agora que o mencionou? onde estava voce? a coser meinhas? Mas a parte mais hilariante é voce falar dos recibos verdes. voce sabe por acaso o que sao recibos verdes? secalhar nunca viu um na vida de certeza . Sabe o que lhe digo , e em nome de toda gente que comentou nesta bela cronica muito instrutiva , é que é por pessoas como voce em cargos que teem e que ganham o que ganham que nao sobra nada para pessoas realmente trabalhadoras que lutam todos os dias para terem algum para casa que nem é delas . Pessoas com muitos mais valores morais , eticos e defenitivamente maiores cpaacidades a todos os niveis do que voce.
Em vez de mandar postas de pescada aleatoriamente , pense duas vezes no que diz e so fala quando sabe do que fala . porque quem nao sabe , cala se e bem caladinha. è triste como a destak deixou passar tal discurso sem pés nem cabeça nem tronco e menbros. Mas por um lado é bom ,para acreditarem que é pessoas como estas que fazem o nosso tao "bom " Portugal
Não tente armar-se em culto, só se espalha ao comprido;)
E não, não é que tenha nada a ver com isso mas ninguém me deu nenhum "lugarzito". Comecei a trabalhar aos 16 anos, tirei 2 licenciaturas enquanto trabalhava para me sustentar e pagar os estudos e aos 21 anos já tinha juntado dinheiro, a custo de muito sacrifício, para iniciar uma actividade por conta própria (e que n tem nada a ver com o Estado). Trabalhei mais de 18 horas por dia para chegar onde cheguei e revolto-me com o discurso de gente que pensa que é só querer e o Estado (que somos todos nós que pagamos impostos) tem que resolver todos os vossos problemas. A mim ninguém me resolveu os meus a não ser eu. Levante-se e vá mas é trabalhar porque nunca deve ter trabalhado um único dia na vida. É dos que prefere não trabalhar a trabalhar ganhando pouco. Isso sim é uma praga que no meu tempo não havia. Agora são os próprios pais que dizem aos filhos que por esses valores não vale a pena trabalhar e continuam a sustentá-los porque querem que os filhos tenham uma vida melhor que a que eles tiveram. Ao fazer isso só estão a perpetuar a vergonha nacional que é gente a preferir receber subsídios do que a trabalhar para justificar o que ganha.
O facto de eu corrigir-me no meu próprio comentário devia-lhe ter dado uma pista. Mais, tenho a minha razão, porque basta uma denúncia e o comentário deixa de ficar imediatamente visível e tem que se clicar em cima do comentário denunciado para poder ver o seu conteúdo, o que acaba por configurar uma censura. Mas pronto, não mace as duas célulazinhas cinzentas a pensar em tudo isto. Admito que ser-lhe-á muito complicado ter um raciocínio tão abstracto;)
E não lhe respondo a mais nada pq quem parte tão rapidamente para o insulto é porque não tem nada de interessante para partilhar. Presumo que se vivesse no tempo das cavernas e alguém discordasse de si a primeira coisa que faria era dar-lhe com uma ossada na cabeça.... Havia, e continua a haver um nome para isso;)
Esse seu desfasamento da realidade é assustador!
Com tanta gente boa e com capacidades, dê o seu cargo a quem mais precisa - há muita gente que quer trabalhar em vez de passar o tempo a escrever baboseiras patéticas só para se afirmar!! prive-nos das suas ideias, por favor!
Não precisamos de mais pessoas como a senhora em cargos que "até" podem fazer alguma diferença!
Já agora, e apesar de apoiar o que a editora escreveu apagaram-me o texto por isso deixem-se de teorias da conspiração.
Ah, ok. Pelo que estou a perceber basta alguém denunciar o comentário e ele deixa logo de ficar visível.... Que comédia.
Pelo nome nem portuguesa é...deve ter subido na tal posição...coitada...vai envelhecer como nós...os "parvos"...!!!
Minha querida senhora, parece quase um tal senhor de nome filosófico que certo dia acertou uma vez na realidade quando disse que "...para criar um Portugal mais pobre...", faça um favor a todos, não transcreva os seus sonhos, nem tudo o que sonhamos é a realidade.
opá tu tens aptidão pa engenheiro.. mas vai pa medicina... anda vai!!! vai mas é ver se forjas umas receitas e tal que tu até tens fobia a sangue...
Dona Maria, viu alguém criticar as empregadas de limpeza? eu vi somente comentarem um dado vindo da imaginação fertil de alguém, e passo a citar: os números indicam que a maioria dos licenciados (...) ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional." !!! 80% mais.. alguém me pode fazer a contas para saber quanto dá 80% mais de 7 € à hora? é que eu não aprendi nada na faculdade...
A sua avó possivelmente vivia com 50 cêntimos por mês, e no séc. XVII, ninguém tinha microondas. (não sei se compreende, a minha ironia...)
Quem trabalha, deve e têm que ser remunerado condignamente pelo seu trabalho, nem que gaste o dinheiro que ganhou honestamente a comprar caramelos em Espanha (eu também não sei, como gasta o dinheiro que ganha, e sinceramente pouco me interessa, mas posso começar a especular e dizer que a sua geração o gasta em bordeis e em cremes para as rugas e em lipoaspirações),é por causa de disléxicos mentais, como esta Sra. e comentadores como MPV, que o país está como está....
Normalmente nestas empresas no departamento estão entre efectivos e a contrato 2 ou três pessoas mas depois à 3 ou 4 estagiários que vão trabalhar sem receber algo. Entretanto recebo um telefonema de uma empresa da zona de Camarate a perguntar se eu estou disposta a ir trabalhar por 50 euros por mês.
Entretanto tirei o mestrado.
No CV não o posso mencionar pois fico com habilitações a mais.
Noutra empresa fizeram-me um contrato de 6 meses quando se aperceberam que tinha um mestrado mandaram-me embora antes do tempo.
Que nome podemos dar a esta situação toda? não será exploração ou escravatura?
Provavelmente, algum tacho e sinta-se com sorte porque se tivesse a nossa idade nem com tachos ía longe. Quanto ao seu artigo só tenho uma palavra, lamentável.
Cada um trava as suas batalhas, a nossa é lutar para que os nossos sonhos se concretizem e garantir que o esforço que empregamos durante anos seja recompensado.
Qualquer jovem licenciado quer aplicar o que aprendeu, mas diga a Isabel onde é que estão as oportunidades para o concretizar e não mencione tampouco o voluntariado pois isso não garante emprego a ninguém.
Sem mais,
Gonçalo
Sem mais,
Gonçalo
Os meus parabéns, pior era realmente dificil.
Deve realmente ser uma pessoa integra e séria.
Sem mais,
Gonçalo
O meu comentário foi reprovado!
Será por ter ofendido a "senhora"? Mas se foi não vejo o porquê! Foi ela que começou primeiro com os insultos!
dê-me um contacto para onde enviar-lhe o meu CV, porque estou a precisar de emprego .
mas não vale recusar por excesso de habilitações...sim que apesar de ter menos 10anos que a senhora, tenho mais anos de trabalho do que vossa excelência.
fico a aguardar ...
Pois é.... Bem me parecia...
Aguardo com impaciência que me indique, digamos, duas ou três coisas que eu e os restantes imbecis da minha geração possamos fazer já amanhã para "fazer parte da solução".
"recibos verdes e os contratos a termo foram criados especificamente para os escravizar" - Total ausência de férias, sair do emprego não são férias; na sua maioria são mal pagos; 0 benefícios.
"Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída" - Nós estamos à espera que os que têm o poder que cumpram o que dizem. Aparentemente temos mais noção de como está o mundo profissional do que você, o que é triste visto que está na posição que está. Ao seu comentário à guerra do ultramar o que pai, que esteve lá, comentou com um riso "Ao menos tinhamos trabalho". Jorge Martins
Estudante Universitário
Insultam-me e eu não posso insultar de volta? Até porque não foi nada de especial tendo em conta o chorrilho de parvoíces que esta tipa escreveu...
Pensava que viviamos numa democracia, pelos vistos enganei-me.
a senhora teve sorte de viver no tempo das vacas gordas, agora quem se lixa somos nós! só está a dar mais voz às pessoas que dia 12 vão manifestar-se contra as pessoas como você que estão-se a lixar para os jovens de hoje em dia!
apague mas é este editorial só lhe ficava bem
So nao sabe quem nao passa por ela realmente... tenha dó
Mas o que me surpreende é que, nós, que trabalhamos no duro horas e horas a fio, noites e sábados, não reclamamos. Não temos sequer tempo para isso.
São exactamente os que não querem fazer nenhum, que passam a vida a lamentar-se e a culpar tudo e todos pela sua total falta de capacidade em dar a volta por cima, em ir à luta e em frente. E sim, é preciso que nos sujeitemos a trabalhos mal pagos e sem garantias, porque de outra forma estaremos de braços cruzados a ganhar a "experiência do sofá", sustentados pelos pais que tb acham que o filhinho é mal empregue para certos trabalhos! Esta é que é a verdade! Quem trabalha e se esforça todos os dias e vive com o coração nas mãos, pouco ou nada se queixa. Porque sabemos que se não formos nós a fazer, ninguém o fará por nós. Recuso-me a ficar à espera de subsídios e bolsas e pão para malucos. Recuso-me a ficar à espera que a crise acabe e que voltem os tempos das vacas gordas. Mãos à obra! Isto está mau para todos! Há que lutar para que quando isto estiver melhor, nós já tenhamos bagagem suficiente para poder assumir empregos decentes, com regalias e direitos! Até lá, faremos o que fizeram os nossos pais e avós: sacrifícios para um futuro melhor!
de a elucidar...
Pense apenas queem tempo de crise não se limpam armas e que muitos jovens mesmos licenciados terão que trabalhar fora da sua àrea e mal pagos para honrar os seus compromissos, nem todos vivem por trás de um grande nome dos papás e alguns pretendem vingar por mérito próprio! Muitos actualizam a sua formação à custa de empregos precários num país que só oferece precaridade a um jovem que no arranque de vida não se poderá dar ao luxo de pensar e portar-se como alguém como a sra. com a sua vida concerteza já estabelecida.
Ganhar + 80% do que quem tem menos escolaridade só mostra quantas pessoas vivem no limiar do salário minimo!
O novo hino para muitos jovens é ao fim ao cabo reclamar as "regalias" que a Sra. (presumo Dra.) teve no inicio da sua carreira, não se pede mais, apenas um país justo que enquadre profissionalmente os jovens de acordo com a sua formação e com remuneração compativel.
Os mesmos que foram para a Guerra do Ultramar e que tiveram a sorte de voltar, conseguiram ter um trabalho logo no dia seguinte. E os pais desta minha geração saíam das faculdades com emprego garantido. A minha mãe, professora, foi colocada logo a seguir ao curso. Já o meu irmão, que tirou um dos cursos mais caros deste país, tem 33 anos, está farto de fazer estágios, mas - pasme-se - trabalha num call center porque não consegue trabalho. Ganha 300 euros por mês. Será preciso abandonar este país, para podermos sonhar com filhos, casa e estabilidade? Chama a isto de vitimização? Proponho-lhe um périplo pelo país. Saia à rua, converse com os jovens parvos que ainda sonham...
E pelo que tenho visto nas noticias, de certo que o seu texto é o resultado de passar mais de uma hora com o telemóvel: mexeu com o seu cérebro...
(Agora, assim, de repente, lembro-me de uma colega que trabalhava - em call-center - 7h num local e mais 6h noutro...) Malta com cursos ou sem cursos. Era igual - ter ou não ter é igual. O trabalho que arranjas é sempre o mesmo. O pagamento é sempre o mesmo. A única maneira de aprender a não julgar é passar por idêntica situação.
Devido, também, à crise, todas as profissões estão a ser afectadas, mas éa latura de acabar com a exploração das pessoas. Vou estar em Lx no dia 12 com a geração abaixo da minha, porque sempre pensei assim
já para não falar no termo 'mexem'.... enfim, basileirices...
Oh meu Deus... O jornal Destak e as suas pérolas! Que gozo!
"Destake - Dá que falar", acrescento, "por tão parvo que é". Jornal Gratuito? Com artigos destes eu até contribuio para o jornal parar de circular!
Não abrirei outro Destake enquanto me lembrar do que escreveu aqui; Felicito os autores de alguns maravilhosos comentários que se encontram aqui!
Se você soubesse o que a vida realmente custa não escreveria uma pouca vergonha de um editorial desses.
Até me admira como é que os jornalistas do Destak não mandaram os lápis ao chão em protesto de a verem chegar no dia a seguir. Vergonha!!! É um insulto para todo os jovens licenciados que estão no desemprego!
E se tiver alguma coisa a dizer faça favor pois o nome e o email não são falsos sim sra.
Faça isso!
O que penso sobre este artigo é o seguinte.
Dra Isabel Stilwell, a sua opinião não a quero desrespeitar, mas vamos fazer a seguinte prova.
Desista do trabalho que tem no momento, apenas por 6 meses vá, tire um curso superior de uma outra área o que lhe vai custar cerca de 15000€ ( só assim por alto, para não se assustar ), e quando o acabar, procure então um emprego na área.
Trabalhe lá outros 6 meses, e mantenha a sua casa, e os seus filhos na posição onde se encontram de momento.
Parecia-me um excelente exercício para comprovar o que aqui está escrito.
já agora, quando procurar trabalho, não o faça através de alguém que conhece, mas sim, através do método "normal".
Após isso, gostaria de saber se não concorda com a letra da musica.
Quanto ao resto.. os pais para o ultramar, e já agora os avós a cultivar, pois era disso que viviam.
Hoje se eu quiser viver do que cultivo, tenho que ter um curso superior em agronomia (15000€ em publicas óbvio), e após isso tenho que ter cuidado, pois como diz um amigo "e mesmo assim não podes cultivar porque a UE não deixa pois na altura o nosso actual Presidente da República vendeu as nossas quotas aos outros membros da União".
Obrigado então por partilhar a sua opinião, é sempre bom saber que nem todos pensamos da mesma maneira.. nem comento o resto, que já perdi tempo demais a ver isto, e devia estar a ESTUDAR, já que gasto mais do que algum dia vou ganhar,é melhor aproveitar o tempo..
Em primeiro lugar a culpa é de todos? Só se for vossa e desta senhora. Quem é honesto e trabalhador e sempre cumpriu com todas as obrigações não sei que culpa tem no cartório. Trabalho desde os 18 anos de idade sempre a descontar, nunca estive sequer no fundo de desemprego, portanto não percebo que culpa tenho eu em alguma coisa. Desde que tirei o curso sempre trabalhei como técnico superior, e passados estes anos, estou na tabela como técnico superior e recebo 743 euros limpos... Se a senhora acha que é ordenado de 1º mundo então deve estar muito enganada. Isto quase que não é o ordenado mínimo da maioria dos países de primeiro mundo.
Em segundo - os jovens não querem trabalhar. A maioria quer, agora não sei se a senhora sabe, mas a maioria dos cargos minimamente decentes estão ocupados por cunhas... sim, CUNHAS. Em todo o lado a toda a hora. Quanto à questão dos jovens acabarem os cursos e terem que se fazer à vida... pois.. em alguns países do primeiro mundo, como países do norte da europa, as vagas para os cursos são definidas em função do número de pessoas que o mercado precisa nessa área, e as universidades têm acordos com empresas e quem se esforçar tem emprego garantido... Portanto, a triagem é feita antes, Quando se vai entrar para a universidade. Isso sim deveria ser muito mais selectivo. Quem tem unhas é que toca guitarra. Talvez se essa triagem fosse feita antes, as coisas fossem diferentes.
Mentalizem-se de uma coisa. O nosso pais podia ser o paraíso. É tão simples como ir COPIAR.. bastava copiar.. os modelos que têm dado bons resultados. Por exemplo, se a suécia tiver um bom sistema de saúde basearmo.-nos nele.. se outro país tem um bom sistema de educação basearmo.nos nele.. Nem é difícil.. hoje em dia saber essas coisas está à distância de um clique. Agora, será que quando tudo estiver certo e organizado, a classe política e amigos vão conseguir manter a vida luxuosa que têm mantido até aqui? Pois... não vão. Aí está o único problema. Pois bem, se estes senhores todos que (atenção que não sou eu nem você Dona Isabel Stilwell, que somos pagos para gerir o país) não são capazes de nos governar então terão todos que ser responsabilizados, porque eu não sou pago para isso nem é da minha competência. Já agora explica isto:
Nenhum governante fala em: 1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados; 2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode; 3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego; 4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo. 5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados? 6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...; 7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia. 8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades; 9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País; 10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes... 11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado; 12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc; 13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes 14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....; 15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder... 16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar; 17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado. 18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP; 19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora. 20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos. 21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público. 22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD). 23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ; 24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...; 25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam; 26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise"; 27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida; 28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos. 29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois. 30. Pôr os Bancos a pagar impostos.
:(
Está cheio de razão. Tenho noção das injustiças que existem, mas também há muita falta de preparação e competência.
Quer um exemplo?
Foi necessário estar aqui bastante tempo para encontrar um texto coerente e fundamentado como o seu.
E isso deixa-me muito triste.
Esta é a minha geração. Obrigado por ter partilhado a sua opinião comigo.
Janeiro
Prosseguir a preparação de canteiros, talhões e leiras, cuja terra deverá ficar muito limpa, fofa e sem torrões. Como neste mês são frequentes as geadas, as plantas devem ser cobertas de noite. com esteiras, giestas, urzes, etc.
Semeia-se fava, ervilha, alface, rabanetes, couve-flor, bróculo, repolho, cebola, cenoura, etc.
Criar em viveiros todas as hortaliças. Fevereiro
Cavar, ou lavrar a fundo, os terrenos que estejam livres e em bom estado de enterrar estrumes e adubos fosfatados. Para a sementeira de melões, pimentos e tomateiros, preparar camas quentes.
Semear: abóboras, acelgas, alface, alho-francês, beterraba, cebolas, cenouras, coentros, couve-flor serôdia, couve-de-grelos, espargos, ervilhas, espinafres, favas, feijão, malaguetas, melancia, nabiças, nabos serôdios, pimentos, repolho, salsa, tomate, tronchudas.
Plantar batata.
Março
Continuar os trabalhos iniciados em Fevereiro, nomeadamente os respeitantes a adubações, correcções, lavras e cavas, preparando-se os terrenos para as sementeiras e plantações para o presente mês e seguinte.
De preferência regar pela manhã, caso se verifique falta de água por escassez de chuvas, os talhões onde se efectuaram as sementeiras.
Proceder, se o tempo o permitir, às primeiras sachas das alfaces, alhos e outras culturas em desenvolvimento.
Semear: milho, trigo de primavera, cevada, luzerna e outras forragens, linho, abóboras, alfaces, beterraba, cenouras, ervilhas, espinafres, feijões, melancias, melões, nabiças, rabanetes, salsa, tomates e pepinos.
Plantar ou transplantar: batatas, cebolas, couves e espargos.
Abril
Sachar, mondar e, se necessário, regar, de preferência nas primeiras horas da manhã. Defender a horta dos ataques dos insectos e das lesmas com pesticidas apropriados. Semear: abóbora, alface, chicória, couve-galega, espinafre, ervilha, feijão, melancia, melão, nabiças, pepino e rabanete. Plantar ou transplantar: alface, batata, cebola, chicória, couves, pimentos e tomates. Maio
Prosseguem as sementeiras periódicas (quinzenais) de feijão (para colher em vagem) e de ervilhas. Assim se consegue ter feijão verde e ervilhas durante alguns meses. Continua a sementeira de plantas e monda-se, sacha-se e rega-se os alfobres. Rega-se as hortas de preferência à tardinha, para que a terra conserve por mais tempo a água absorvida e ser mais facilmente aproveitada pelas plantas.
Junho
Prosseguir com a preparação dos canteiros - regas, sachas, mondas, incorporação de estrumes, etc. Semear: alface, chicória, feijão, nabiças e rabanete. Plantar ou transplantar: alface, chicória, couve galega. Colheita de: alface, batata, chicória, couves, espinafres, nabiças e rabanetes.
Julho
As regas são de grande importância neste período, e devem ser efectuadas à tarde e de acordo com as necessidades das plantas.
Semear: acelgas, agriões, alface de Outono e Inverno, beldroegas, bróculos tardios, cenouras, chicória, couve de Bruxelas, couve-nabo, couve-flor tardia, ervilhas, feijão (de trepar e anão), nabo, rabanetes, repolho de Inverno, salsa.
Agosto
Preparar o terreno para as sementeiras e plantações do próximo Outono. Regar pela fresca e sachar. Limpar os morangueiros, cortando-lhes os estolhos ou deixando só os necessários para a multiplicação. Fazer a sulfatação e enxofra dos tomateiros.
Semear: acelgas, agriões, alface, beldroegas, cebolas, cenouras, couve-nabo, espinafres, favas, feijão, nabo, rabanetes, ervilhas, repolho de Inverno, salsa.
Setembro
Continuar a preparação dos talhões para as próximas sementeiras e plantações de Outono-Inverno, efectuando cavas fundas e procedendo ao enterramento do estrume e dos adubos.
Cuidas das hortaliças (bróculo, couve-flor, penca e repolho), que deverão ser estrumadas ou tapadas a meio do mês, se o não tiverem sido antes.
Semear: agriões, alfaces, azedas, beldroegas, cebolas, cenouras, chicórias, coentros, couves-flor, repolho, ervilhas, espinafres, favas, nabos, rabanetes, salsa, segurelha, etc.
Outubro
Prosseguir a preparação dos terrenos, cavando-os ou arando-os e estrumando-os abundantemente.
Defender as hortaliças contra a possível aparição de geadas, por meio de folhas secas, caruma, palha, feno, etc.
Semear: ervilhas, favas, lentilhas, nabos, rabanetes, cenouras, espinafres (que se colhem pelo Natal), coentros e agriões.
Plantar: espargos, couves, beterrabas, morangueiros e alhos.
Os alhos devem plantar-se cedo e agradecem uma boa adubação potássica.
Novembro
Preparar os talhões e os canteiros destinados às sementeiras e plantações de Primavera. As estrumações são indispensáveis.
Desbastam-se os nabais, aproveitando o produto do desbaste para dar ao gado.
Semear: alface, beterraba, cebola, chicória, tomates, couve galega, nabiças de grelo, nabo redondo, rabanetes, ervilhas, favas e salsa.
Proteger contra as geadas as plantas mais susceptíveis, com abrigos plásticos, esteiras, etc.
Dezembro
Preparam-se talhões e canteiros para as culturas próprias da época e, também, para as da próxima Primavera.
A terra tem de ficar bem afogada e sem torrões, incorporando-se nessa altura o estrume, que convém não estar completamente curtido, no caso de se tratar de canteiros destinados às culturas de Primavera.
Semear: cebola, couves, nabiças, rabanetes, espinafres, agriões, alfaces, favas, ervilhas e cenouras.
Plantam-se: chicórias, couves diversas (nomeadamente repolho e couve-flor), estolhos de morangueiros, alhos e cebolas.
Apesar de ser pouco divulgado em Portugal, é possível cultivar ervilhas não só pelas suas vagens, mas também para consumo das folhas tenras e rebentos, têm um sabor semelhante às “mangetous”(ervilhas que se colhem e consomem antes da vagem estar completamente formada) e que são deliciosas, as folhas e rebentos podem ser utilizadas salteadas ou em sopas ou saladas, tal como utiliza os espinafres.
Caso possua uma estufa poderá cultivar ervilhas todo o ano, poderá mesmo cultivá-las em vaso numa varanda ou terraço desde que mantenha sempre o solo húmido e as plântulas borrifadas, convém plantá-las em local e fresco e com luz, quando as plantas atingirem cerca de 5cm de altura poderá colhê-las, deixando duas folhas em cada caule para que voltem a crescer e dar-lhe possibilidade de uma nova colheita.
As ervilheiras dão-se bem com as cenouras, nabos, rabanetes, pepinos, milho, feijoeiro e batateira, assim como muitas ervas aromáticas, não se desenvolvem bem com a cebola, o alho ou os gladíliolos.
Enterrar a planta depois da colheita ou introduzi-las na pilha de composto pois como todas as leguminosas são benéficas para o solo ajudando a fixar o azoto.
Para combater os pulgões das ervilhas, junte cinzas de madeira na base da planta ou borrife com um preparado biológico de piretro
- Devem ser plantadas em Março como alternativa á sementeira
- Quando comprados os bolbos devem ser guardados em plena luz e em local seco e fresco para evitar que germinem prematuramente.
- Devem ser plantadas em local bastante soalheiro
- Fazer sulcos a intervalos de 30cm apenas com a profundidade suficiente para cobrir os bolbos de modo a que as pontas mal se vejam acima da superfície. Colocar os bolbos a intervalos de 15cm.
- Sache e arranque os infestantes á mão entre as filas de plantas com regularidade.
- Quando as folhas exteriores começarem a amaralecer dobre a folhagem e coloque-a sobre o chão, estimulando assim a maturação precoce podendo dar origem a um grande aumento do peso. Quinze dias mais tarde solte os bolbos e corte as raízes com uma forquilha por debaixo da cebola. Assim aumenta o grau de maturação. Passados mais quinze dias desenterre finalmente e espalhe os bolbos para secarem. Passado dias corte a rama e retire a casca solta
Quem pela primeira vez quiser plantar couves, começando do inicio deverá dirigir-se a uma casa de sementes e comprar um pacote, depois é só ter uns vasos, terra e água, o resto é o milagre da natureza e os cuidados e os carinhos necessários, isto é, regar, mondar retirando as ervas que sempre aparecem e deixar que os dias passem.
É importante que o solo fique arado e gradeado convenientemente para garantir melhor germinação das sementes, sem falhas, e também melhor desenvolvimento do sistema radicular. A qualquer custo, deve-se evitar as ervas daninhas, principalmente na fase inicial do ciclo, pois o feijoeiro é uma cultura muito sensível à concorrência do mato.
Uma das causas dos constantes insucessos, em nosso meio, na cultura do feijão, é a ocorrência de moléstias transmitidas pelas sementes. As mais graves e frequentes são o mosaico comum (moléstia cansada por vírus), a podridão bacteriana e a antracnose. Lavradores acostumados a usar sementes da própria lavoura (quase sempre infectada com moléstias), inconscientemente, estão espalhando os patógenos de uma geração a outra e de uma localidade a outra.
É preciso que esses lavradores se convençam da vantagem do uso de sementes certificadas, isentas de agentes causadores de moléstias. Esse o melhor meio de se evitar a sua propagação e de se reduzir o prejuízo. Sementes certificadas são obtidas no campo sob inspecção, de especialistas no assunto, durante a fase de vegetação e inteiramente isentas de patógenos. A despesa maior que teriam com a aquisição de sementes certificadas é compensada com a garantia de plantas sadias, vigorosas e sem falhas.
Por ser muito sensível ao meio ambiente e às condições climáticas, na cultura do feijão deve considerar muito a época do plantio, principalmente quando é feita sem irrigação.
As pragas que normalmente atacam o feijoeiro são: cigarrinhas, mosca branca, ácaros, pulgões, tripses, percevejos, lagartas Elasmo, vaquinhas, etc. As moléstias mais comuns são: ferrugem, míldio, mosaico comum, mosaico anão, mancha de levedura, antracnose, mancha angular, macrophomina, crestamento, podridão bacteriana, etc.
O meio ambiente, isto é, o vento, a temperatura, a humidade, etc., tem muita influência na ocorrência de moléstias e de pragas. Assim, na lavoura de feijão da seca, é comum aparecerem míldio, ferrugem e cigarrinhas; nas culturas de feijão das águas aparecem crestamento bacteriano, macrophomina, etc. O lavrador deve estar prevenido para o surgimento dessas pragas e doenças e para as alterações do meio ambiente. A presença de insectos transmissores é outro factor multo importante na propagação de vírus e de outras moléstias acima citadas. Nas áreas vizinhas às culturas feijoeiros podem-se plantar milho para fazer barreira ou servir de quebra-vento, contanto que esteja livre de ervas daninhas hospedeiras para não constituírem focos de microrganismos patógenos. Devem-se também eliminar as sementes manchadas ou suspeitas de presença de qualquer elemento produtor de doenças.
Chegou a altura de colher a batata, isto é: arrancar as batatas e, cozidas, fritas ou assadas, chegam à mesa das pessoas.
A sua vidinha não lhe chega?
- Ser relações publicas de uma discoteca no algarve durante 3 meses (ainda estou para perceber o que faz um RP);
- Tirar workshops de acting porque no conservatório é preciso ter inteligência e isso não abona nesta família.
- Andar a cavalo porque é um enorme desafio para o intelecto;
- Falar dos nossos divórcios e mostrar uma cara bonita nas revistas cor-de-rosa.
Oh Isabelinha... você deve ter tanto orgulho na sua filha!
Concordo quando diz que “a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música”, pois não, não tenho, mas revejo-me nesse espelho, identifico-me com todas as palavras da letra desta música.
É verdade também que tive o “azar” de ter nascido em Portugal, tive azar em ter tido a sorte de estudar, tiver azar em ter sorte por ter uns pais que me pagaram a universidade, tive azar em ter escolhido ficar em Portugal para tentar a minha sorte... O “papel de vítimas” não nos leva a lado nenhum efectivamente, por isso a tal proposta de manifestação, por isso há pelo menos 26.000 portugueses que tencionam fazer algo para, aí sim, dizer basta.
O nosso problema não é a falta de trabalho, mas sim a falta de reconhecimento e de uma remuneração justa pelas nossas competências. Acredite, cara Isabel, que nós, aqueles que não temos “tachos”, estamos a tentar encontrar a solução, pelos únicos meios dos quais dispomos. Para perceber que tantos anos de estudos e o dinheiro gasto na educação, não foram em vão.
Não tenho pais ricos, nem um nome sonante, nem um ordenado chorudo, só tenho este triste fado.
SÓ PARA FICAR REGISTADO:
FUI DESPEDIDO E UNS MESES DEPOIS A EMPRESA FALIU. O PROBLEMA ESTÁ NA MÁ GESTÃO. LEVANTEI A CABEÇA E CONTINUEI O MEU CAMINHO. O MEU ANTIGO PATRÃO TEM AS FINANÇAS, SEG. SOCIAL E OS BANCOS À PERNA. PS: OBRIGADO PELOS SEU CONSELHOS MAS CÁ ME DESENRASCO!!! NÃO PRECISO DE BITAITES DE PESSOAS COMO VOCÊ!
Estás bem? Então desampara a loja e deixa manifestar quem quer!
Escrito por Editor Opinião, Rui Pelejão, Últimas Notícias 07 - 02 - 2011 begin_of_the_skype_highlighting 07 - 02 - 2011 end_of_the_skype_highlighting Gente lixada pela vida há em todas as gerações. Mas, verdadeiramente lixado é a hipocrisia, a desonestidade e a trafulhice intelectual. E disso, todas as gerações estão bem servidas. Texto Rui Pelejão Marques
Por este dias não há colunista, comentador, analista, calista, ou industrial da panificação que não cite copiosamente a música dos Deolinda, que faz o retrato amargo da geração Nem Nem, dos 500 euros ou, se quisermos, a geração lixada.
Em geral, todos estes cronistas pop-de-sociedade são da geração açambarcadora, a que alegadamente espoliou as oportunidades dos jovens e os remeteu ao beco sem esperança, mas todos moralizam e escrevem como se não tivessem o bedelho no calduço.
Estes novos e improváveis ouvintes do Deolinda comovem-se até ao carpido de crocodilo com esta singela letra “Sou da geração sem remuneração/e não me incomoda esta condição./ Que parva que eu sou/Porque isto está mal e vai continuar,/já é uma sorte eu poder estagiar./Que parva que eu sou!/E fico a pensar,/que mundo tão parvo/onde para ser escravo é preciso estudar”. Ora, se esta é a música de intervenção desta geração, acho que se calhar esta geração tem o que merece (felizmente não é).
Esta é a música que tempera o sentimento de culpa das gerações bem instaladas na gamela dos direitos adquiridos. Os mesmos que, quando eram novos, escutaram e conspiraram por um mundo melhor ao som do José Mário Branco e do Zeca Afonso, e que passaram o resto da vida a trair as canções da sua juventude.
A pueril letra dos Deolinda é o pouco que eles conhecem da geração sobre quem escrevem com aquela sabichice insuportável da senilidade precoce. Eles não sabem nada, mas mesmo nada sobre a geração que agora lamentam nos seus editoriais lamechas. Quando muito conhecem os filhos e os amigos dos filhos, e como falamos de uma casta relativamente privilegiada e bem relacionada, o mais provável é os seus filhos até se estarem a safar, graças a um empurrãozinho, uma palavrinha ao amigo, um favorzinho inocente.
Se há uma geração lixada, a maior parte destes articulistas chorosos contribuiu para a lixar. Perguntem lá ao José Manuel Fernandes, se quando era director do “Público” alguma vez se preocupou com a distribuição equitativa da massa salarial? Se alguma vez se opôs a estágios não remunerados, ou a inacreditáveis fossos salariais na redacção? E, quando falo do José Manuel Fernandes, falo de todos os outros directores, directores-adjuntos, editores ou políticos de lágrima fácil que por este dias andam a lamentar o destino trágico da geração lixada. Alguma vez algum deles abdicou dos seus direitos adquiridos? Dos seus salários principescos (quando comparados com a base da pirâmide salarial)? E mais. Quantas vezes vêm anúncios e processos de recrutamento para meios de comunicação social?
É que os “lugares” que vai havendo, vão sendo traficados, negociados entre amigos, “afilhados” ou mesmo filhos. Se fizerem a árvore genealógica do jornalismo português vão perceber o que nepotismo e a consanguinidade não são fenómenos só imputáveis ao PS e ao caciquismo das empresas públicas e das autarquias. A maior parte do que se escreve nos jornais sobre ética, mérito e justiça no mercado de trabalho é apenas simples e crua hipocrisia.
É natural que este tipo de hipocrisia (ainda que cega, acredito) se identifique com a letra dos Deolinda, porque nunca na vida vão entender que esta letra também está a falar deles. Por isso espero que a geração lixada saiba escolher os seus arautos e fazer o seu caminho e a sua luta sem se deixar enganar pelas lágrimas de crocodilo.
A voz da geração lixada não é a dos Josés Manuéis Fernandes, dos inacreditáveis Cavacos (o coveiro a falar aos mortos) e nem sequer dos Deolindas do mundo. É a sua própria. O melhor e mais cru retrato que li da geração lixada é o livro “Operador de Call Center” de um jovem autor chamado Hugo Pereira uma viagem bukowskiana ao quotidiano de um operador de call center que mantém a ácida lucidez do sonho com a realização de curtas metragens.
Ironicamente, o mais poderoso retrato que eu vi desta geração enjaulada não encontrou editora capaz e minimamente atenta. Teve de imprimir o livro em Espanha e vendeu algumas dezenas a amigos e familiares. É o trágico destino do génio. Talvez se fosse jornalista ou médium tivesse melhor sorte…
É que reduzir esta geração à dialéctica meterialista que nos move ou à cultura programada, oficial e comercial é desconhecer o imenso mundo de criatividade e energia que pulsa na geração lixada. É simplesmente não os conhecer.
Eu que pertenço à geração rasca do Vicente Jorge Silva, e que cá nos vamos desenrascando com um quinhão dos “direitos adquiridos” também não dou para o peditório do coitadismo da geração lixada.
Compreendo que a crise económica, o desemprego, os recibos verdes, a falta de proteção social e a eternização na casa dos pais são a dura realidade. Mas essa realidade não admite o conformismo ou a histeria, por exemplo, dessa eminência parava de serviço ao liberalismo betucho chamado Henrique Raposo e os seus queixumes dondocas de bem instalado na coluna normalmente bem remunerada do “Expresso”.
Esse rapaz está longe de ser um bom arauto para vocês, caros camaradas da geração lixada. É mais um intrujão. Porque se entramos na lógica do confronto de gerações, de espoliados e espoliadores, estamos bem mal. Esses jovens liberais de pacotilha acreditam que o problema está nos “direitos adquiridos” pelos trabalhadores, que se alapam aos postos de trabalho que deviam estar destinados por direito divino aos jovens que saem da faculdade. Portanto, a solução seria desalojar os “velhos” dos seus trabalhos e ragalias, para os poder passar a uma geração mais preparada e bem formada, e disponível para ser remunerada de forma mais competitiva… para as empresas.
Ora, a formação universitária pode conferir legítimas expectativas, mas não dá um direito divino ao emprego, pelo menos aos bons empregos, sobretudo quando não os há, ou há poucos. Alguém se parece esquecer que o mercado de trabalho português não é propriamente o alemão, e que os empregos que a geração lixada pretende ter acesso por decreto não são propriamente de cantoneiro, padeiro ou portageiro.
O que a histeria dos Raposões do mundo defende é uma permanente competição pelos “bons empregos”, como se fosse líquido que um qualquer recém-licenciado fizesse melhor o meu trabalho. Uma fotógrafa amiga um dia disse-me que um cliente ficou espantado com a rapidez com que ela fez uma sessão. – Só demorou uma hora?, perguntou ele – Não, demorei vinte anos e uma hora – respondeu ela.
Se entrarmos numa lógica de confronto geracional no mercado de trabalho vamos todos sair a perder a curto prazo e as empresas também (a médio prazo). Desproteger o trabalho não é um bom negócio para ninguém, porque daqui a algum tempo não estaríamos a discutir os problemas dos recém-licenciados, mas sim a falência e miséria dos velhos licenciados. Se encararmos este grave problema social com preconceitos de classe, casta, ideológicos ou mesmo de geração, estaremos a atear o rastilho de um barril de pólvora.
Temos todos de encontrar a melhor forma de sermos uma sociedade solidária e mobilizada para o bem comum, uma sociedade de valores, de mérito, de cooperação (melhor que competição), e se para isso for preciso abdicar de alguns “direitos adquiridos”, que aliás pago ao Estado (e não é pouco) seja. Eu estou disposto a fazê-lo.
Mas só cedo esses “direitos adquiridos” (um ordenado, seguro de saúde e direito de indemnização caso seja despedido), a troco da inovação, da iniciativa e da solidariedade social. Não os dou de barato a um jovem recém-licenciado que acomoda a peidola ao sofá dos pais, ao carro em segunda mão, aos copos no Bairro Alto, às tertúlias da lamentação, ao conformismo e à espera eterna de um emprego compatível com a sua condição. Querem uma vida melhor? Lutar por ela também ajuda.
Pelo menos, ajuda mais do que aplaudir os artigos de José Manuel Fernandes ou as músicas da Deolinda.
É que uma parte da geração lixada também é uma geração acomodada que vai azedando. E azedar é acabar com o sonho, o deles, e o nosso, num país mais justo e mais feliz.
Os tais 50% dos licenciados que ganham o dobro e os outros que ganham metade? Qual é a média?...
Parva!See More
A final quem és tu? escreves isto: "NÃOTENHOPRETENSÕESDESERPERFEITA" e assinas JOAQUIM. E a concordância? Se calhar tb não tens 24 anos???? Estarás a fazer passar por outra pessoa????
Sou enfermeira, acabei o curso há quase três anos. Na altura já era difícil encontrar emprego na minha área. Depois de me licenciar passei semanas a entregar currículos em todas as instituições privadas e públicas da região de Lisboa. Tive a sorte de três meses depois conseguir um emprego numa instituição pública. Mas não tive direito a salário de licenciada. Tenho colegas que após dez anos de profissão continuam a ter um salário de 1000 euros. É esta a vantagem de ser licenciado? E a quantidade de gente que teve que se deslocar do norte para Lisboa ou mesmo para fora do país para conseguir um emprego na área? Disso nem se fala.
Neste momento há licenciados em enfermagem a trabalhar nas diversas lojas de roupa espalhados por centros comerciais. Acham que também esses estão à espera que o dinheiro caia do céu? Há também aqueles que continuam a tentar voltar para as suas terras, famílias, filhos e não conseguem porque não têm emprego. Têm a vida suspensa porque são obrigados a trabalhar a quilómetros de distancia. Onde é que está a gente "parva" aqui? Também posso referir aqueles que infelizmente só conseguiram emprego a recibos verdes, a receber cerca de 5 euros por hora, deixando 50 por cento para a segurança social e IRS. Ou os outros que têm contrato em instituições públicas por cerca de 6 meses e que depois são dispensados, ou que dias antes da data de término de contrato não sabem se lá continuam ou não...
Posso ainda referir que em há falta de enfermeiros em quase todas, senão todas mesmo, instituições de saúde. Há tantos enfermeiros que trabalham 200 ou mais horas em vez das 160 que correspondem ao seu salário. Ou que fazem turnos extra mesmo sabendo que estes podem vir a não ser pagos.
Tal como isto acontece na enfermagem, acontece em muitas outras profissões.
Portanto, não me parece que seja correcto pôr tudo no mesmo saco e catalogar as pessoas de "parvos".
Acho que antes de comentar um assunto seria de bom tom conhecer toda a realidade.
Eu mostro-lhe esta para que conheça um pouco mais dos parvos a que se refere. Aconselho-a a conhecer o resto.
Eu estou a estudar Engenharia Informática na FEUP. Efectivamente tens razão, um gajo com média de 18 a sair com o canudo, tem que ser mesmo crânio. Mas não deixas de ser um triste, porque pouco aprendeste, senão estavas caladinho. Repara que tens a sorte de estar num curso que, felizmente, tem uma saída fenomenal. O mesmo não podem dizer os que querem ser professores, por exemplo. E mais, espero que te tenha sabido bem a gabarolice do "média de 18 e sou muito bom naquilo que faço". No dia em que aparecer um gajo com média de 12 e uma cunha fenomenal, agarra-te ao canudo!
Cara Dona/Doutora/Senhora/O-que-quer-que-você-seja Isabel Stilwell:
Quanto pagava de propinas no seu tempo? Qual a sua média de fim de curso? Quem lhe pagou as propinas? Antes de chamar parvos aos outros, pense bem na sua geração parva. Afinal de contas, você deve ser da altura em que o primeiro-ministro "engenheiro" comprou o canudo dele (pelo que se diz por aí)..
é um grande erro tomar o todo pelas partes. Também tenho média de 18 no curso que gostava e não foi fácil arranjar emprego. Também estou precário. Também apanhei bebedeiras e faltei a algumas aulas... e agora?
Tu tens sorte em estarmos numa sociedade em que só se valoriza as "novas tecnologias" que cria um monte de pessoas acríticas, sem o mínimo de competências para o pensamento e reflexão. As modas são assim.
Boa sorte
Isabel abre mas é a pestana e vai mas é trabalhar pode ser que um dia te calhe a ti.
Devo ainda acrescentar, que como licenciada desempregada, a depender dos pais (pois não recebo qualquer tipo de subsidio) me senti profundamente ofendida com as suas palavras.
Não lhe fica nada bem vir cá se vangloriar-se e mandar os outros para baixo armado e salvador da pátria. Muitos de nós que aqui deixou um comentário, indignados com a senhora, não anda a mendigar um trabalho. Eu também, como você, licenciei-me e tenho um trabalho. Estamos indignados com a falta de consciência, de pessoas como o senhor e da sua amiga Isabel S., que acha que os jovens estão a pagar por aquilo que fizeram. A culpa vem de trás e há que dizer basta. Para que saiba eu também sou bom naquilo que faço. Simplesmente exijo respeito daqueles para os quais já dei muito a ganhar. TRABALHEI, RECONHECIDAMENTE, DURANTE 4 ANOS A RECIBOS VERDES NUMA EMPRESA E FUI DESPEDIDO COM AVISO DE UMA SEMANA. NÃO BAIXEI OS BRAÇO, FUI A LUTA E ESTOU DE NOVO A TRABALHAR A RECIBOS VERDES PORQUE NÃO TENHO OUTRA ALTERNATIVA. NÓS QUEREMOS É MUDAR O ESTADO DAS COISAS, PARA QUE OS MEUS E SEUS FILHOS NÃO TENHAM DE PASSAR POR ISTO NO FUTURO. PS: JÁ AGORA SE CALHAR SE TIVESSE DIVERTIDO UM POUCO MAIS DURANTE A FASE ACADÉMICA NÃO ESTARIA AQUI A GORA COM DISCURSOS QUE MAIS FAZ LEMBRAR UM VELHO DE 24 ANOS.
As asneiras e a violência verbal são o ultimo recurso para quem já nada tem para argumentar e a razão foge-lhes da boca tão facilmente como os empregos que só são dados a quem se esforça.
Esta geração da qual faço parte ás vezes faz justiça á expressão geração rasca.
Acho de muito mau tom estares a gozar com uma situação como esta, nem toda gente tem jeito ou quer mesmo seguir uma vida frustrada a fazer aquilo que não se que, eu saí da faculdade com uma média alta, 17, tirei o curso que queria, estou neste momento num estágio que quero, mas só me pagam os custos de transporte e alimentação, e segundo muitos colegas meus, já tenho muita sorte!
Não podes estar a mandar vir com os outros como a senhora Isabel, porque se isto realmente fosse um país decente 1º não saias da faculdade sem pelo menos um estágio curricular...e 2º Os estágios não remunerados não existiriam, ou pelo menos não eram tão prolongados...já conheci casos que estão assim á 2 anos...
Por isso tem respeito...
Otária... está longe de ver a realidade e a dificuldade que é arranjar trabalho... E se calhar nunca pensou que nem todos querem ser doutores... Se assim fossem quem sabe se não eramos todos jornalistas do Destak, certo??? e quem fazia os outros trabalhos??? Há quem não frequente ensino superior por apção propria, e outros por falta de possibilidade. Veja se entra na realidade!
Realmente tenho muita pena dos licenciados... o que não falta por aí é trabalho... o que mais falta nesta merda de país é falta de vontade de trabalhar!
25 000 pedidos a mais de reforma este ano em áreas como a saúde ou educação! Precisavamos que nos ensinassem o sabem e nos ajudassem a pagar as suas reformas contribuindo socialmente, contudo a bendita geração dos nossos pais, q esgotou os nossos recursos usando por exemplo abusivamente os recursos da UE sem com eles gerar mais valias para portugal ou deixando-se alongar na carreira de funcionário público enquanto mantinha trabalhos paralelos, bateu em retirada quando nós todos, novos, velhos, crianças, gerações vindoras,... lhes pedimos para (Deus nos proiba) trabalhar a encontrar rumos e soluções para o futuro. Sim a geração q nos deu a possibilidade de formaçao mas que hipotecou o nosso futuro com o oportunismo, o deixa andar e a politica do chico espertismo. Parvos somos todos qd as gerações se agridem para atirar responsabilidades e não olham para si responsabilizando-se pelos seus próprios erros, deveres e direitos. Por isso em vez de cair na facilidade de atirar pedras a uma geração que se vê perdida no seu presente e com o seu futuro incerto mesmo como um pais, a cara autora e sua geração deviam pensar nos erros q cometeram e como nos podem ajudar a reconstruir, não o meu jovem nem o seu geraçao dos nossos pais, mas o nosso País pelos portugueses que agora estão a crescer e não têm de facto culpa na matéria.
Sugerir é fácil. Se acha que devemos (nós, os licenciados) passar a ser parte da solução, sugira alternativas! Não me parece que estejam assim tão ansiosos que ponhamos em prática o que aprendemos. Se acha que a saída é assim tão fácil, proponho ir trabalhar para o jornal do qual vossa excelência é directora. Contratam-me a tempo indeterminado e pagam-me de acordo com os valores reais para licenciados (em ciências da comunicação, no meu caso). E já agora... Nem todos os que são licenciados gastaram o dinheiro dos pais. Muitos trabalharam para pagar a merda das propinas que de ano para ano aumentam! E muitos são obrigados a desistir porque não têm como pagá-las e porque os serviços de acção social das universidades cortam cada vez mais nos subsídios. E, mais uma vez, senhora (pseudo)jornalista, de onde foi tirar a ideia de que os alunos gastaram o dinheiro e não aprenderam nada?
Por tudo isto e muito mais, cara Isabel, pare para olhar para a bela porcaria que aqui escreveu. E já agora, a guerra do Ultramar custou a muita gente e nestes incluo familiares meus. Mas já passou! Águas passadas não movem moinhos. Qualquer que seja o tema, a guerra vem sempre à conversa! Acorde para a vida! Deixe de estar parada no tempo!
Mais uma vez, e para terminar, deixo um conselho...já que a Sra. pertence a um nivel que só uma pequena elite pode pertencer no nosso pais, e uma vez que provavelmente nao necessita deste cargo para viver, talvez fosse melhor ir cuidar da sua nobre familia e deixar uma posto de trabalho vago para alguém que precise e com competencias para o fazer, ja que pelos vistos a sra. não as tem...
Isabel Stilwell é jornalista e escritora. Actualmente é directora do jornal Destak. Foi directora da revista Notícias Magazine, e tem um longo percurso na imprensa escrita. Sempre se confessou apaixonada por romances históricos. A autora obteve um enorme sucesso nos seus três romances históricos, Filipa de Lencastre, Catarina de Bragança e D. Amélia. Minha conclusão: Ficou "presa na história"
Lamento que pessoas destas tenham o titulo de jornalista, onde dão mais destaque ao preso que foi atingido com "TASER" porque tinha a cela cheia de dejectos e não falem da exploração a que os jovens licenciados estão sujeitos. Tenho 2 filhos nesta situação, um fisioterapeuta que uma clinica lhe ofereceu 2€ por doente quando esta clinica recebe por doente 60€, outro arquitecto que lhe dão o horario das 09 até ás 20(se houver trabalho fica a trabalhar até ser preciso) e aos fins de semana se for necessário. Ordenado 425€ limpos.
Pergunto como mãe, qual a vontade que estão a querer dar aos nossos filhos na entrada do mercado de trabalho?
Esta Sra e outros deviam pensar que são poucos os que têm cunhas e nomes pomposos e que não vão a festas de revista que nada trazem de lucro ao pais
Deve se estar a referir ás pessoas da sua classe social só pode...
Infelizmente o meu pai( era orfã de mãe) não tinha condições para me pagar os estudos, e quando digo estudos refiro-me ao secundário. Eu fui obrigada a trabalhar de dia enquanto estudava de dia também, para ter dinheiro para me alimentar, e com o que me sobrava do ordenado, com muito esforço, consegui acabar o secundário com a idade que um da sua classe social acabava a faculdade. Derivado aos horários parvos que as empresas fazem os seus trabalhadores terem, e os precários ordenados que pagam, nunca tive possibilidade de continuar o meu sonho de tirar 1 curso superior. Existe muitas pessoas como eu. “os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí”
Como diz a Sara, devia parar de contar saiotes para escrever os seus romances, e antes de escrever editoriais que generalizam uma inteira geração, falar com os mesmos...
Para sua informação existe pessoas com cursos superiores a lutar pela vida, a tentarem ter trabalho (ssim trabalho, não 1 emprego) na sua área, e as empresas só fazem porcaria... dou-lhe 2 exemplos: precisam de um estagiário de marketing, mas afinal é para distribuir publicidade, querem uma pessoa com curso de merchadising... afinal é para serem comerciais a bater porta á porta....
Anda uma pessoa a estudar 7 anos para isso? E se aceitam..os que têm menos escolaridade que trabalhos lhes restam? Já pensou nisso??
Já pensou que uma pessoa desempregada com 34 anos tem muita dificuldade em arranjar trabalho por que as empresas a consideram velha? Que as empresas preferem pessoas novas , por que assim podem fazer o que querem( impor horários e trabalhos que não têm nada a haver com aquilo que foram contratados). Já se deu conta que este país se anda a mexer é com cunhas?
Antes de generalizar uma inteira geração, e as misturar, sim por que existe várias gerações, devia fazer o seu trabalho de fazer pesquisa antes de dizer barbaridades.
A cretinice do conformismo e opiniões displicentes dos que sabem da crise porque têm menos um ferrari na garagem ou menos um anel nos dedos faz-me acreditar que não interessa a cabeça, os estudos nem mesmo o coração no sítio certo. As gerações que nos antecederam criaram a confusão, a crise e a solução de hipotecar o futuro, hipotecando os jovens. E agora pedem-nos a nós a solução do problema, agitam as bandeiras do salazarismo latente e do comunismo teórico nunca vivido, enquanto nos chama de bebés chorões.
Coitados dos pais que tentam ajudar, dos que desistiram pelo caminho porque virão a esperança morrer-lhes dentro e dos que tiveram de mudar de rumo porque não tinham mais como continuar. Faço parte da geração que luta. Faço parte da porção dessa geração que teve sorte. Mas o meu coração está com o futuro, com todos nós. E é por isso que dia 12 de Março, os meus pés e a minha voz estarão na rua!
Primeiramente por ver que há pessoas que consideram parvos aqueles que estudaram porque, e passo a transcrever "gastaram o dinheiro dos pais e dos nossos impostos a estudar para não aprender nada". Ora, salvo melhor opinião, só quem não tem filhos é que pode considerar parvo investir dinheiro neles para que os mesmos tenham um futuro melhor! Depois, não me recordo de ir ao bolso de ninguém, excepto, quanto muito, dos meus pais, quando tirei o curso de Direito na Faculdade de Direito de Lisboa, pagando as propinas e todos os encargos de um curso daqueles durante anos, no meu tempo 5 anos só com licenciatura, e, se mais me recordo ainda, também, ninguém me pagou para tal, excepto, mais uma vez, os meus pais, que o fizeram com muito orgulho. Estarei eu com amnésia? Depois, permitam-me discordar, que, se não andamos para aí a cantarolar esta música, não é porque ganhamos duas vezes mais do que a média, mas antes por ser a mais pura verdade e nos identificarmos com a letra dela que expressa tão somente o que nos vai na alma a cada dia da semana em que nos levantamos e trabalhamos arduamente para no final do mês recebermos míseros "tostões" que estão muito aquém do trabalho realizado. Se um pesadelo é algo mau que pretendemos não lembrar para quê cantarolar aquilo que parece um pesadelo mas é a realidade? Ademais, se fosse verdade que recebemos tanto assim não sei porque é que os jovens portugueses licenciados estão a emigrar e a ser reconhecidos lá fora e não no seu próprio país! Acrescento ainda que, coisa que não fazemos é o papel de vítimas e tanto assim é que não andamos a cantarolar a música, nem nos vêem para aí em programas de TV a carpir os nossos desgostos mas isso não impede de nos revoltarmos e dar um grito de alerta para o que está mal, pois não? Aliás, não será o que este País precisa? De um grito de alerta e um rumo de mudança? Não cabe aos jovens lutar por um País melhor, mais justo e equitativo? Se calhar não, tais medidas são, pelos vistos, demasiado egocêntricas da nossa parte, e não nos levam a lado nenhum! Se formos a ver bem, nem sei porque é que houve a Revolução do 25 de Abril!? São artigos como este que nos fazem de facto ver que devemos fazer manifestações, "abrir a boca" denunciando o que está mal, propor medidas contra um Estado que se revela cada vez menos democrático e onde nos pretendem silenciar. Fico feliz por verificar que há pessoas que não se debatem ao final do mês com a ginástica orçamental que os jovens portugueses, que estudaram e trabalham muitas vezes mais de 8h/dia, têm que fazer para que o resultado do seu trabalho dê para pagar renda de casa, passe social, água, luz, gás, alimentação... Fico feliz, também, por ver que há pessoas que acham que estamos bem e no bom caminho se nos calarmos, acatarmos tudo silenciosamente e para não sermos egocêntricos e vítimas emigremos e deixemos o nosso país que, estando tão bom realmente devemos ser mesmo parvos para o querer deixar! Para essas pessoas, apenas digo que fico feliz por elas mas existe outra realidade que, infelizmente, não é nada "porreira...pá" e é essa realidade que queremos fazer ver de uma forma que não sejamos rotulados de egocênctricos e vítimas. Melhores Cumprimentos, Filipa Franco
Criticas contraproducentes e mal esclarecidas como esta deviam ficar na gaveta. Jornalismo não é isto. Critica não é isto. E artigos de autor precisam de um autor sério, informado e que não escrevar por escrever, de forma leve e despreocupada.
Li comentários aqui que merecem muito mais ser publicados do que o que realmente foi.
Mas este pais é sustentado a tachos e pequenos subornos. Se tivesse algum bom senso, sra Isabel, não voltava a fazer-se ouvir.
Não deve ser no nosso. Aliás, neste jornal deve trabalhar muita gente a recibo verde e com ordenados que devem estar longe de 2 vezes mais média de quem tem o ensino secundário. Sei disso porque sou licenciada em Jornalismo e vivi muitos anos a debater-me entre pagar as contas e desistir do que gostava de fazer. Acabou por ganhar a segunda hipótese porque me cansei de trabalhar longas horas por 400 euros a recibo verde. Os meus amigos emigraram, o meu namorado também, e não por serem parvos, mas por serem corajosos e quererem uma vida melhor. Porque este país, estas empresas que vivem de estágio em estágio a "ajudas de custo", fazem-no porque pode, porque a lei o permite, mesmo tendo possibilidades económicas para pagar condignamente um trabalhador.
Como sugere a Isabel que se
passe a ser parte da solução? Essa ideia eu gostava de saber. Falo por mim e pela minha geração: Fui sempre excelente aluna, acabei o curso com boa média, tive estágios cheios de elogios ao meu profissionalismo mas sempre a impossibilidade de pagar.Mandei centenas de currículos, esperei muito, tabalhei em lojas de roupa, em call centers enquanto esperava. Qual a soluçãi Isabel?! Continuar a receber 400 euros, a minha vida em espera, a dos meus amigos, a do meu amor?! Este país e este estado de coisas hipoteca a vida de muita gente. Por isso da próxima vez que puxar do teclado tenha o cuidado de olhar em volta para o que a rodeia, por favor saia dessa redoma de preconceito de quem não quer ver.
Parvo é os mesmos trabalhadores pagarem propinas absurdas às universidades publicas para os filhos poderem lá estudarem e saírem licenciados, mas além de pagar as propinas falta ainda falar de todo o material escolar que não sai nada barato dos livros às sebentas e fotocópias. E os parvos dos trabalhadores classe média e média-baixa a pagar para os filhos poderem ser melhor e terem melhor que eles.
Parvo é esses estudantes que após (se tudo correr bem)18 a 20 anos de estudo saem para o mercado de trabalho e vêm que ninguém os quer contratar pq tem qualificação a mais e tem de lhes pagar como tal e isso os patrões não querem porque sai-lhes caro, e acabam por ter de ir para trabalhos, NÃO EMPREGOS, TRABALHOS, que pagam pouco mais que o ordenado mínimo. Porquê? Porque o pai ou a mãe não têm cunhas para eles.
Por isso já não são parvos, porque têm estudos, mas são parvos porque pensavam sair com um canudo para arranjar emprego e agora vêm o emprego por um canudo ao longe difícil de chegar. Desça por favor até à classe que mais abunda em Portugal e como tal mais dificuldades tem para tudo e veja os esforços que fazem para não baixar os abraços e dar luta. E depois então venha falar dos jovens de hoje. Porque lamento mas não tem os factos nem passou pelas experiências que hoje em dia se passa para poder falar como fala da Geração Parva.
Por isso é com grande tristeza que leio o seu texto sobre a geração parva. Porque no fundo, estou nesta situação porque é a sua geração que não dá as oportunidades a minha geração. E da próxima que "contratar" alguém para trabalhar consigo, pense bem em que moldes é que a está a "contratar", porque pode perfeitamente estar a lixar-lhe a vida.
Veja os numeros reais do desemprego, nas quase 700.000 pessoas desempregadas, 30% tem licenciaturas.
Falamos de dezenas de milhares de professores, economistas, licenciados em direito, engenheiros, psicologos, assistentes sociais, etc. etc. Enquanto esta geração estudava, escolhas politicas e estrategias empresariais foram definidas, em nada disso foram consultadas as vitimas dessas escolhas. Veja também o facto de muitos licenciados, 11% estarem a emigrar para procurar emprego (onde me incluo). Sociedade Parva esta em que se investe na educação e não se oferecem oportunidades, deixando escapar uma parte consideravel de jovens com formação, e vontade de vencer. Como ultimo argumento, gostaria de reduzir o seu argumento ao absurdo: Se esta geração não tivesse aprendido nada(facto em si que é falso e ridiculo) a culpa estaria na geração que desenhou o sistema de ensino e que os formou directamente... ou seja seriam as pessoas da sua geração, responsaveis educativos e professores que seria responsavel por isso. Quem seria então a geração parva? Boa sorte para as suas proximas crónicas
Mas como não podemos dizer mal das vacas sagradas dos srs prof universitários (coitadinhos, eles até nem se acham responsáveis - ninguém é responsável neste país por nada do que acontece), é melhor estar calado.
Há-de explicar-me como um aluno se licencia sem aprender nada. E se isso acontece, de explicar-me de quem é a culpa na verdade!
A vida real não a conhece de certeza, senão não teria dito as barbaridades que disse. É que a classe dos jovens, do qual ainda acho que me insiro, começou a trabalhar aos 16, tipo eu, e durante a sua vida universitária trabalhou em part-times porque não nasceu com pais ricos. Portanto o argumento de que começaram tarde no mercado de trabalho esbate-se com a realidade do país. Como segundo argumento temos dizer que aqueles que têm curso superior ganham mais que os que não têm. Esquece-se claramente daqueles que mesmo com curso superior estão a trabalhar e a receber extremamente mal, esquece-se dos que estão em estágios eternos e subsequentes porque nenhuma empresa lhes quer pagar um salário digno da sua experiência, esquece-se daqueles que são sub-aproveitados porque alguém lhes cortou as pernas para não progredirem. O curioso disso tudo é que os mesmos jovens que nesse país das bananas chamado Portugal aí não tinham capacidade, fora do país já a possuem, são óptimos profissionais, etc. É um pouco como a velha história de Portugal ter pouca produção e culparem-se os trabalhadores pelo mesmo, quando fora do país são conhecidos por serem dos que mais produzem. Fala dos recibos verdes com um desdém e desconhecimento irresponsável, ignorante e chocante. Talvez não se lembre que já existem há mais de 10 anos, ainda a geração de que fala andava a jogar à bola. Portanto são fruto do caos económico desde quando?? Provavelmente desde o dia em que se criaram...
Também desconhece claramente que muitas empresas usam esse meio para não dar os devidos direitos ao trabalhador, já que lhes sai mais barato esta forma. Quando o próprio Estado o faz, porque não haveriam as empresas de seguir este caminho??
Relembro esta senhora já velhinha, que no tempo do 25 de Abril também haviam uns jovens a quererem manifestar-se e dizer basta e haviam uns monstrinhos que lutavam de várias formas contra isso. Felizmente já temos liberdade de expressão e os monstrinhos apenas se transformaram em colunistas de jornais gratuitos.
Realmente teremos de ser nós, os jovens, a ser a solução, porque vocês, os velhinhos, não conseguiram ser. Talvez quando sair da casca de ovo em que se encontra, bem fechada, e conseguir abrir os olhos para o mundo real, consiga ver que afinal tudo não são como os romances escritos e que o capitalismo tem apenas um único fito, lucro, e que com base nisso, aliado à fraca formação do empresário português, se cometem atrocidades contra a geração que se encontra à rasca mas que felizmente se desenrasca. E com isto tudo só me resta dizer, que este artigo e a sua autora são... parvos.
É óbvio, e minimamente conveniente, que QUEM FAÇA UM INVESTIMENTO NA SUA FORMAÇÃO veja a sua remuneração inflaccionada em relação a quem começa a trabalhar sem curso, straight out of high-school. Podemos passar activamente a ser parte da soulção? Certo. Como? Começamos a trabalhar de graça para as empresas, para que elas, saiam do "caos económico com que se debatem" ? Incentivando desta forma o seu crescimento e possibilitanto a oferta de condições de trabalho melhores...quando decidirem empregar-nos, leia-se?
E entretanto, morrem não sei quantos jovens á fome. Como é que se vai fazer seja o que for havendo formação mas não havendo onde a aplicar? Muitos recorrem ao estrangeiro. Porquê? Porque lá oferecem onde aplicar essa formação. Deixe-se mas é de dizer disparates. mais valia estar calada ou ir falar mal de políticos, esses sim merecem aturar o sarcasmo e revolta seja de quem for. Ou então fale dos bancários, gestores de empresas, etc., que ganham milhares e milhões - e se não ganhassem seriam AINDA MAIS corruptos! - e depois fogem com o dinheiro.
Esses sim, merecem ser denunciados. Agora, os estudantes? Que culpa temos em estarmos formados? Quisémos estudar, apostar no futuro... e somos alvo de gozo por sua parte. Caramba, daqui a bocado são os estudantes que colocam o país na miséria, quer ver? Santa paciência. Pode haver aí quem vá estudar e se forme e continue na mesma, burro que dói, mas somos muitos os que de facto temos aqui o potencial e não vemos quem nos queira pegar. Se por "aprender a dar a volta à vida" significa estudar 20 anos (ou quase) e depois ir trabalhar para a caixa de supermercado, bem, toca a bater palmas à (in)justiça social.
CM
Quando os seus (da sua geração) direitos adquiridos e reformas milionárias e múltiplas, são equiparados aos meus... Há um desnivelzito... ou então sou eu que sou parvo e não sei fazer contas...
Quem acabava o meu curso há 10 anos auferia em média entre 2000 e 2500 euros por mês, o ano passado o meu colega com melhor média (entre 90) aufere 1700 euros. No entanto os seus encargos fiscais são ridiculamente superiores. (E nem estou a entrar com a inflacção).
Se a sua geração deixasse de ser parvinha e atafulhar o poder com múmias que de tão trabalhadoras e geniais nos trouxeram à porcaria que trouxeram então eu admitia-lhe o insulto.
Sendo assim é mais uma a adicionar à lista dos direitos adquiridos... Tenha uma muito boa vida, lembre-se que é às minhas custas.
Nem posso crer que escreveu tamanha barbaridade.
Isto acontece todos os dias a olhos vistos em Portugal, na minha área nem quero desenvolver muito, basta estarem atentos e repararem no sem numero de publicações de nível mediano ou baixo, nas produções milionárias com resultados duvidosos que vos atingem todos os dias na TV, web e nos media em geral, nos "concursos" que promovem o proxenetismo de talento nacional, nos eventos que sugam subsídios e produzem nódoas que se mascaram de cultura e nos produtos que vos são vendidos com o estilo "gato-por-lebre". Mas não só nesta , como em todas as áreas em geral podemos constatar isto, nos policias com o nível de educação semelhante a um vegetal, nos atendimentos dos serviços dos quais usufruímos geralmente sem necessidade, na maneira como somos tratados e roubados pelas empresas as quais pagamos para nos servir, nos políticos que financiamos e depositamos a nossa confiança para nos gerir, bem a lista, tristemente, é infindável... E o pior disto tudo, é que nós merecemos tudo isto, estas pessoas somos nós. Todos os dias me interrogo, mas afinal que espécie de doença é esta que a nossa sociedade portuguesa parece padecer? Porque não parecemos reagir quando vemos estar numa situação descendente?
A verdade é que todos os dias se ouve nas ruas o descontentamento, e o que não falta são greves e manifestações de trabalhadores e estudantes.. A falta de tempo, dinheiro, recursos, apoios e mais tantas outras coisas, não passam de desculpas que damos a nós próprios para cultivarmos a nossa ignorância e inercia. Como é possível que pessoas e sociedades com tudo isto em falta em muito maior quantidade façam aquilo que nós não fazemos? Não nos faltam recursos, qualificações, oportunidades, talento.
A resposta que eu encontro reside nas premissas que penso sejam as mesmas pelas quais a grande maioria do país se rege, a ignorância e a inercia. Claramente o talento, a inovação e capacidade existe e felizmente não nos faltam casos de sucesso de indivíduos e conjuntos de pessoas, empresas e iniciativas, mas infelizmente a grande maioria encontra esse sucesso e concretização fora de portas, noutros países, gerando cultura e dinheiro a outras sociedades e não à nossa que tanto precisa.
É sinceramente com estranheza que verifico o orgulho que se nutre por esses casos, não por não valorizar o seu sucesso, obviamente, mas porque honestamente não percebo o porquê de pensarmos "esta pessoa faz algo de bom lá fora, devemos reconhece-la!" em vez de pensarmos " esta pessoa merece ter reconhecimento lá fora por aquilo que faz aqui!" isso sim é motivo de orgulho! O que não é motivo de orgulho é a nossa exaltação da mediocridade, a ignorância e a inercia não são motivos de orgulho! Contrariamente ao que diariamente oiço desde que me lembro, o não saber, o não conhecer, seja desde a cultura, musica, cinema, literatura, economia, politica, ecologia, etc, não é algo de que nos devemos vangloriar, antes pelo contrário é algo que devemos ter vergonha, e este é um ponto essencial. Vejamos o exemplo de uma criança na escola ( quase todos nós passamos por isto), se praticamos uma acção ou atitude pela qual somos compensados e exaltados, o mais provável é repetirmos essa acção e que os outros também a sigam, mais que não seja na esperança de obter a mesma recompensa, se pelo contrario tivermos uma má atitude, pela qual somos ridicularizados, o que acontece é que nunca mais a iremos repetir e os outros, por aprendizagem em 2º grau, também dificilmente a irão reproduzir. Isto acontece todos os dias no nosso quotidiano, fará certamente parte da condição e do comportamento humano, o problema é que por aquilo que eu constato, geralmente em Portugal passa-se ao contrario, ou seja pune-se o conhecimento e a iniciativa, de muitas, e às vezes inimagináveis, formas. Por isso devemos virar esta atitude e temos que punir e ridicularizar a ignorância e a inercia! Acreditem que resulta, não é nenhuma utopia, existe à frente dos nossos olhos na maioria das nossas sociedades vizinhas. Parece-me afinal que aqui reside o problema. Afinal não são os estudantes das manifestações os mesmos com as maiores taxas de alcoolização e cabulas nas universidades a nível internacional? Não são os trabalhadores que se queixam diariamente os mesmos com alta taxa de ineficácia e falta de qualificação, que sugam valores e subsídios às empresas e ao estado, tirando muitas vezes a quem realmente precisa?
Parece-me a mim que estas posturas revelam uma grande dose de, mais uma vez, ignorância e inercia. Ignorância por não terem o conhecimento para serem melhores e poderem, aí sim, exigir alguma coisa, e a inercia para o alcançar, ou tentar mudar esta postura em si e nos que os rodeiam.
Acho essencial o espírito contestatário, mas não estaremos nós muitas vezes a contestar erradicamente? Pois a verdade é que oiço muitas pessoas a reclamar, mas raramente vejo alguma acção e dificilmente vejo e sinto apoio no combater das coisas, muitas vezes simples, do dia a dia que claramente são mal feitas. E o espírito critico e o apontar de falhas nada tem de errado, antes pelo contrario!
Uma sociedade que promove e apoia a estupidificação dos seus claramente não vai longe, e se não acreditam, basta olharem para o estado do nossa. Isto não parte de nenhum governo, instituição ou partido, parte de cada um de nós enquanto cidadãos, pais, profissionais, amigos, pessoas.
Temos que apoiar e galvanizar os nosso filhos, alunos ,colegas, amigos, pelo saber, pelo conhecimento, de qualquer área, e principalmente motivar e proporcionar a iniciativa! De que serve ter meio país a puxar para cima quando a outra metade puxa para baixo, até uma criança aprende na Rua Sesamo que o resultado deste esforço será nulo. Só o conhecimento e a iniciativa fazem mover o mundo, em qualquer área da vida, desde a construção civil às artes , desde a escola às relações profissionais e até amorosas, é uma questão de postura e atitude que está em causa.
Precisamos de enriquecer culturalmente, economicamente, espiritualmente e emocionalmente.
Precisamos não só crescer em riqueza monetária, porque claramente que o necessitamos com alguma urgência , mas também de crescer mentalmente, porque uma sociedade culta, qualificada, esclarecida, e realizada mais facilmente consegue alcançar o sucesso económico e social. Podia citar muitos dos escritores, poetas, intelectuais ou figuras de mérito nacionais que já vezes sem contam lançaram o mesmo alerta e muitos dos quais já nos deixaram e levaram certamente esta mesma angustia que eu sinto, mas acho que apenas uma palavra basta:
ACORDA! Mr. Phomer
2011
deixo aki a minha opinião que penso ir muito de encontro ao que aqui é escrito e, curiosamente, teve muito apoio junto de muitas das mesmas pessoas que repudiam este artigo, sendo que na sua base dizem o mesmo
Que tal o jornal Destak lançar nas sua páginas uma ideia para testar a capacidade da geração parva...?
Quem tem estas qualidades, por oposição á parvoíce, consegue singrar na vida.Ah e sobretudo se a família tiver uma empresa, se tiver acesso à velhinha cunha por intermédio do nome de família ou do partido. Para isso, é bom inscrever-se nas juventudes partidárias.Pode chegar a primeiro ministro...
No entanto, continuo a julgar que de barriga cheia é muito fácil falar de comida... Gostava de ver se teria a mesma opinião se tivesse a recibos verdes... Felcidades ;) E que sejamos todos parte da solução ;)
Que triste é quem nunca teve dificuldades na vida mas gosta de criticar.
Revoltada é o que me sinto com este artigo... tretas e tretas de alguém que não sabe o que diz deste mundo dos novos licenciados...
Todos comportamos responsabilidades relativamente ao mundo que nos rodeia. Mas, neste momento, o poder de decisão ainda pertence à sua geração e não à nossa. E, se não estiver muito ocupada, recomendo vivamente que faça uma visita ao centro de emprego mais próximo e que lhes pergunte, exactamente, qual é a factura para se ser empreendedor e parte activa de uma possível solução.
Acha que gostamos de chegar aos 30 anos e de morar em casa dos pais?
Acha que gostamos de ser constantemente recusados, porque não temos experiência profissional - porque na verdade, não nos dão hipóteses de a ter?
Acha que nos dá prazer acumular estágios não remunerados? Vamos ser racionais: a verdade é inconveniente; o hino, dos mais acertados e incendiários dos últimos tempos, move uma geração que parecia adormecida. Digo-lhe: ainda bem que acordou. E digo-lhe ainda mais: parece-me vergonhoso, uma mulher com filhos ter esta opinião tão arrogante. Um dia chegará a vez deles. E aí? Serão também eles parvos?
Não obstante existirem todos estes casos, estarei presente no dia 12 de Março para demonstrar o meu apoio à causa da mobilização por um futuro melhor e apresentar um problema e respectiva solução.
No seu “parvo” artigo, refere que 80% dos licenciados ganham duas vezes mais do que a média (comparando com aqueles que não têm licenciatura ou formação superior). Não duvido! Mas isso aplica-se aos licenciados que realmente têm um trabalho!!! Quando se faz um comentário destes deve-se ver “a coisa” por várias perspectivas e não só por aquela que mais nos convém! É “parvo” pensar e actuar assim! É ÓBVIO que a crise afecta-nos a todos e nós não somos as vítimas exclusivas! Mas tal como todos, temos o direito a demonstrar a nossa insatisfação! Não somos vítimas! Não somos os “Coitadinhos”... Mas como sabe, e certamente melhor que eu, é difícil um jovem ser ouvido, respeitado e entendido, porque pessoas como V. Excia têm ideias pré-concebidas e pouca ou nenhuma atenção dão. PARA SE APRESENTAREM SOLUÇÕES É PRECISO QUE QUEM AS TENHA SEJA OUVIDO! Não quer soluções? Não acha que deviam partir de nós (jovens)!? então oiçam-nos!! Estão à espera que apliquemos o que aprendemos!? Como? Para isso é preciso dar oportunidade aos jovens!! Onde está essa oportunidade? No trabalho precário? No trabalho escravo!? No trabalho a recibos verdes!? Essas coisas não foram criadas para nos escravizar, mas somos nós enquanto jovens que estamos a pagar por anos e anos de má gestão das gerações anteriores. Detesto generalizações e normalmente não as faço, mas como as fez, vou seguir a sua linha de raciocínio! Se estamos nesta situação a culpa é de quem!? Nossa!? Não me vai dizer que é da economia mundial!? Também é, é um facto, mas então e os anos de má gestão por parte dos políticos que pessoas da sua idade ajudaram a eleger? Então e se não estão contentes com a situação porque não se fazem ouvir? O nosso problema enquanto jovens é a vossa herança, são os problemas que vocês e mais ninguém ajudaram a criar! Ponha-se no “nosso” lugar de “parvos” e verá a sua atitude a mudar um pouco!
Esta resposta não tenta proteger aqueles jovens que pouca ambição e vontade têm, que os há! Mas sim defender aqueles, que como eu se sentiram ofendidos com aquilo que escreve. Por isso, e em modo de conclusão, a única “parva” aqui, já ficou definida e dá pelo nome de Isabel Stilwell. Espanta-me que ainda esteja como directora do Destak e não como Directora de um Jornal Expresso, ou diria mesmo de algum conhecido jornal internacional! Ahhh, caso não tenha percebido, estou a ser irónico! Ponha um “parvo” (leia-se jovem) no seu lugar e verá que ele fará certamente um melhor trabalho ou, no mínimo, irá abster-se de escrever artigos de opinião “parvos”! Lanço aqui um desafio. Vá para a rua nessa dia e falae com os “parvos”... verá que não são todos tão parvos como a Sra. Os melhores cumprimentos Gonçalo Morgado Marques
Sou da mesma geração da autora do editorial, e vejo com enorme preocupação o que se passa no país em relação aos jovens. E ao contrário da autora, acho que os jovens deveriam- DEVEM - protestar e cada vez mais alto. A música dos Deolinda, é a meu ver, um protesto demasiado ténue, face à gravidade do que se passa no país, e até comparado com os protesto do meu tempo em canções como "Eles comem tudo e não deixam nada...", que estariam muito mais a propósito nos dias de hoje e sobretudo desde que teve início o maldito "cavaquismo".
Devo esclarecer aqui, que não sou de esquerda e não o sendo, a minha opinião contra a opinião de quem também não o será é completamente livre e isenta.
E tendo considerado, uma enormidade, a comparação das dificuldades dos jovens actuais, com as dos pais ou até avós, que foram à guerra de Àfrica, tenho de lhe relembrar o seguinte:
Tendo eu própria uma licenciatura, terminada em meados dos anos 70 do século XX, tive enorme dificuldade em encontrar emprego. Exactamente, porque acontecera o fim da guerra de Àfrica, a "brilhante" descolonização saída da cabeça de verdadeiros facínoras, e a consequente chegada, em massa, dos então chamados "retornados". Por melhor que fosse o curriculum dum jovem licenciado, existiam na época, "ordens do topo", para que todos os lugares disponíveis fossem ocupados pelas pessoas que vieram de Àfrica. Dado que a maioria das empresas estavam nacionalizadas, as ordens eram para cumprir. Assim, o país encheu o mercado de trabalho com gente que, na maioria dos casos, não tinha qualquer licenciatura, em detrimento dos jovens da "metrópole" acabados de sair das faculdades. Desta forma os governos portugueses, andaram durante anos a gabar-se lá fora, que tinham conseguido absorver os "retornados" em 2 ou 3 anos, coisa que nem os franceses nem os belgas, haviam conseguido em décadas. Pois não, é que os franceses e os belgas, não se deixam maltratar de braços cruzados, como é hábito dos portugueses.
Procurei por todo o lado, mandei CVs, fui a centenas de entrevistas, não tive uma única "cunha" de ninguém, porque ainda por cima possuia um apelido que era proscrito pós-revolução (a própria empresa da minha família, havia sido nacionalizada, e até hoje nunca devolvida), ninguém me ajudou, e quem o poderia fazer, ou tinha ido embora ou, estava demasiado aterrorizado com os democratas das " amplas liberdades".
Como jornalista considerada que é, a autora deste artigo, deveria conhecer os factos do passado, que foi o meu e o de tantos jovens da minha geração, ao invés de vir fazer comparações, incomparáveis, com o que aconteceu antes do 25 de Abril e o que acontece hoje.
E digo-lhe mais, é fácil falar do frio dos outros, quando se está quentinho. E já agora que falou, aponte uma solução aos jovens de hoje, que não passe pela cunha, ou pela filiação nos partidos, donde sairão, certamente, com melhores hipóteses de bons empregos, à custa do povo, e até sem necessidade de serem licenciados. Quando finalmente, por mim e apenas por mim , fui capaz de "dar a volta à vida", trabalhei mais de dez anos, numa àrea diferente da minha formação. Nem sequer gostava, e tive de engolir muitos sapos.
Portanto, minha senhora, as suas opiniões não passam duma abstracção e dum alheamento confortável, do que se passa no país. Certamente, com os contactos à sua disposição, estará a tratar do futuro dos seus filhos, pelo que poderá mandar os filhos dos outros "mexerem-se".
Por mim, o meu conselho aos jovens de hoje: Reclamem, revoltem-se e não permitam que o vosso futuro e o vosso tempo de vida, cai neste lodaçal em que se tornou Portugal.
Outro ponto que eu gostaria de destacar prende-se com o facto de haver pessoas incompetentes a ocupar lugares que poderiam pertencer à geração que além de se encontrar à rasca, é também a melhor preparada de sempre a nível académico... talvez assim as coisas se tornassem menos parvas!
Seria muito mais util que esse dinheiro fosse canalizado para a cerci. Assim ia ajudar verdadeiros deficientes mentais e nao apenas aqueles que parecem.
Eu axo que devia mudar esta sua frase. devia substituír "estudarem" por "estudei", "escravo" por "escrava" "são" por "sou", "parvos" por "parva"; "gastaram" por "gastei" e assim ja faz sentido:
Porque se estudei e sou escrava, sou parva de facto. Parva porque gastei o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada.
Sim pq com comentários destes é pq nao aprendeu mesmo nada e nao passa mesmo de uma escrava neste mundo que teve de estudar para o ser. ahahahah.
E é suposto eu não me queixar e ficar calado? Mas quem é esta parva? Ah, escreveu o editorial do jornal destak... Uau.
Podia arrumar as suas coisinhas e dar lugar a um jovem licenciado. Assim, seria menos um a queixar-se e a incomodar sua excelência. E podia ser que passasse a preocupar-se com coisas realmente importantes como por exemplo, racionar todos os cêntimos para não passar fome na última semana do mês. Se têm o direito de apagar os comentários abusivos e ofensivos, podiam começar por apagar o editorial dessa personagem.
Falta cumprir Abril! Foram-se os fachistas, ficaram os tachistas!
Sei que há muitos jovens que não se esforçam e terminam o curso querem logo um lugar de topo numa empresa. Mas não quer dizer que seja a totalidade.
A musica não é parva e o refrão faz muito sentido tendo em conta a conjuntura actual do pais.
termindo apenas referindo uma musica intitulada "Canção ao Lado" dos Deolinda
uma parte diz: "
Desculpem todos os homens estudantes,
espíritos poetas, almas delicadas.
A falsidade do meu génio e das minhas palavras(....) Bem sei que há trolhas escritores,
de trato estucadores e serventes poetas;
e poetas que são verdadeiros pedreiros das letras.
E canta em arte genuína o pescador humilde,
a varina modesta;
e tanta vedeta devia dedicar-se à pesca."
cá esta.. A Maria encontrou a solução para o problema do emprego em portugal!!!! bolas.. deixemo-nos de ilusões. que pais é este?? que futuro temos?? com ou sem formação superior que oportunidades há neste pais??
Será que não entendeu que a grande obra dos Deolinda (à semelhança de Zeca Afonso e outros músicos de intervenção antes do 25 de Abril) é das mais puras ironias? Sim, não somos nós que somos os verdadeiros parvos!..nós, os que estudaram, tirámos uma licenciatura para meia dúzia de anos depois ainda nos dizerem que agora mestrado pós bolonha é que é - e os antigos licenciados que se lixem!... entre mtas outras coisas que os iluminados como os nossos governantes só olham para a nossa sociedade apenas de cima (tal como a senhora)... dizer coisas como "temos de ser parte da solução" é muito bonito, mesmo mto lindo.. mas ninguém reconhece que é preciso haver condições para fazer gerar soluções... além da existencia de motivação, neste momento os portugueses sentem-se asfixiados... como quer que hajam soluções? Eu sou professor há alguns anos na área da informática e todos os anos, todos os meses, todos os dias, sinto na pele cada vez mais o quanto se trata mal a sociedade... por outro lado, continuamos a ter a nossa gentinha no "bem bom" à custa dos taxos e oportunismos a mandar bitaites de cima e nem se tem noção do inferno que vai cá em baixo... sãos os chamados, teóricos! tenha vergonha nos artigos que escreve ou pelos menos procure conhecer melhor as realidades antes de mandar teorias para a rua (eu bem sei que tinha de escrever alguma coisa, mas nao pode escrever simplesmente por escrever).... E de facto as soluções, as mentes, os interessados em reflectir existem, infelizmente cada vez mais vao pra fora (e hoje essiste-se a alunos do secundário ja a dizer que em portugal n ficam, e cada vez sao mais... é uma realidade nunca vista antes)... porque será?...porque nunca sociedade reflexiva n ha lugar para os verdadeiros parvos... Parvo é viver à custa da opinião sem fundamento, até poque isso mtas vezes geram polémica, audiência... E isso é que interessa!... A verdade? é coisa do passado!... Ai os nossos botões!!! SIM, Agora pode denunciar este comentário!...Já estamos habituados a este tipo de comportamentos!!!
P.S- desculpe-me algumas palavras mais inflamadas. Abraço
Segundo o seu comentário é do mais insultuoso que está por aqui... Parabéns! Terceiro, tentou apagar o meu comentário! Como dizem os advogados nas séries "americanas": I rest my case!
É o "Portugal dos Pequeninos"...
Realmente emigrar é o melhor remédio, ou pelo menos é o Remédio que parece ser o melhor a receitar...
Concordo, Sr. Anónimo... que PARVA que fui em ler este texto iluminado..
Há vida para lá de tudo isto, e coisas que valem mais a pena nos preocuparmos...
Segundo o seu comentário é do mais insultuoso que está por aqui... Parabéns!
Infelizmente tem razão quando diz que o curso não é um bilhete. Se calhar fala por experiência própria não? Conseguiu emprego sem curso. Qualquer dia vai dizer assim: mandei os jovens emigrar e agora não tenho quem cuide de mim. É só velhos à minha volta que pensam que o benuron pode ser tomado para fazer de comprimido para dormir. P.s.: Parabens pelo esforço que fez em poder estudar. Não é parva. Antes basntante esperta em poder e querer aprender mais.
Eu considero-me uma PARVA com sorte de ter tido pais que me ajudaram, ou pelo menos tentaram me ajudar a tirar um curso...
Se defende estes dois senhores... que poderei dizer... ou é amiga deles, ou tem uma forma de pensar muito limitada... peço desculpa se se sentir ofendida com o meu cometário ao seu post...
Tenha uma boa vida... sem preocupações... de preferência...
Não, o browser não corrige erros de português. E esse é o maior erro de muito boa gente nos tempos actuais.
Quanto à "retórica oca e sem ideias, demagogia, e da pura...", bem, acabou de me chamar político. O que é, diria, um insulto. Se procurar nos comentários que foram denunciados encontrará, por outras palavras, o que diz. Assim: "O que tentei dizer foi algo completamente diferente e que tem a ver com estratégias erradas. Milhares de estudantes optaram por cursos que, veio a provar-se, não têm aplicação prática no Portugal de hoje."
Cump.
Quanto às verdades... não tenho problemas em lê-las neste caso... só tenho é dificuldade em ler coisas escritas por pessoas que não têm noção nenhuma acerca da realidade onde vivem... Ainda bem que não tem um "Tacho"... vê assim subiu na minha consideração... Mas já agora, permita-me: "Estudar nao e fazer algo pelo pais mas sim um previlegio para o futuro"... qual futuro?, tem alguma ideia?... hum???
E estudar é sim fazer algo pelo país... é aprender algo para depois aplicar numa profissão (a que se escolheu)..., mas claro que isto só acontece quando existe uma máquina que funciona... e por máquina entenda uma economia de um país... Peço desculpas, mas quem fala como o Sr. fala, não duvido que tenha de trabalhar para viver... mas não deverá viver mal, pois se assim não fosse teria ficado tão indignado como a maioria das pessoas que porque existe LIBERDADE DE EXPRESSÃO, aqui deixaram o seu testemunho...
Quem me dera ter um "tachinho", era sinal que nao precisava de "trabalhar".
Eu sei que as verdades custam.
Estudar nao e fazer algo pelo pais mas sim um previlegio para o futuro, e eu expliquei que nao podemos ter todos a mesma profissao. Se ha uma vaga para Engenheiro e 500 candidatos, 499 vao andar a cantar "Que parvo que eu sou"!
Uma palavra ao Sr Tarcisio que grande celeuma causou por aqui: sou um jovem a licenciar-se e concordo com algumas coisas que diz, o problema é que o seu texto acaba por redundar numa retórica oca e sem ideias, demagogia, e da pura... Tudo o que é demais enjoa amigo. P-S: homem (sim h pequeno) deixe de corrigir erros que o próprio browser (nao sei se sabe o que é) faz isso.
Abraços da geração à rasca, parva dos que não estudam nem trabalham, mas que até gostavam e não de subsidio-dependentes "cunhados", panelas tachos e tachinhos.
Não fale em percentagens nem em dados sobre os quais aposto não ter o verdadeiro conhecimento.
Venha ter connosco. Venha conhecer as nossas histórias. Venha saber o que aprendemos (OU NÃO!) com o curso superior. Venha ver os trabalhos a que nos propomos. Mais, venha ver os trabalhos que nos são propostos.
É por causa de pessoas como você, que falam do alto dos seus cargos estáveis, que pessoas como nós não conseguem ver resultados na sua luta diária de trabalho ( ou ausência dele).
Ora vamos por partes.
Parte 1 -- Se, como parece, domina a língua portuguesa, saberá que existe a expressão assentar numa referência a "sentar" o traseiro. Dúvidas? "Assentar: Fazer alguém tomar assento; assentar uma criança na cadeira." Foi uma imagem, uma alegoria, não sei se conhece. Quanto ao estilo do "Vão, vão protestar. e aprender a escrever. e vão, protestem também no bairro alto...! ", bom, aí é uma questão de estilo de escrita. Se quiser, ponho lá as maiúsculas. O "aprender a escrever", referia-se ao português de alguns comentários que por aqui andam. Parte 2
Quanto às maiúsculas e tal, bom, tratou-se apenas de poupança. Sempre é menos um toque na tecla "shift".
Parte 3 (aquela que verdadeiramente interessa):
Ao contrário do que parece ter entendido, em nenhum momento do meu comentário há "mania da inferioridade" nem apelo, que nada resolveria, ao regresso do dr. Salazar. Os licenciados deste país, mais antigos ou mais recentes, são essenciais. O que tentei dizer foi algo completamente diferente e que tem a ver com estratégias erradas. Milhares de estudantes optaram por cursos que, veio a provar-se, não têm aplicação prática no Portugal de hoje.
Não percebi as alusões aos cirurgiões, aos professores, mas depreendo que ficou convencido da minha aversão a quem tem um curso. Está enganado.
O que motivou o meu comentário (que não é de defesa ao escrito da senhora Stilwell) foi a reacção (ainda com dois "cc" e, portanto, fora da lei face ao novo Acordo Ortográfico), foi a reacção, dizia, a uma pobre cantiga. E se esta geração acha que é "escrava" e "parva" só porque alguém o canta, então estamos mesmo mal. Quanto aos protestos, venham eles. Até para perceber se a coisa é a sério e temos gente, ou temos apenas malta para os comentários no site do Destak e para uns quantos "likes" no Facebook.
Cumprimentos.
Para aqueles que terminaram um curso nem todos podemos ser gestores, empresarios, etc.
Todos nos temos um papel a cumprir nesta vida e temos que faze-lo com dignidade.
Os "Deolinda" (já agora aprenda aqui com a PARVA), cuja vocalista se chama Ana Bacalhau e que por acaso é dona de uma bonita voz, não tem de ser comparada a nada...
Tem de ser comparada a sí mesma... Zeca Afonso, Fausto e Sérgio Godinho, foram Homens que contribuíram para a nossa cultura indiscutivelmente... e 2 deles ainda o fazem...
Não ofenda quem anda a tentar fazer algo pela vida... neste caso cantar... não ofende e só faz bem...
calinadas? onde? no português seguramente não estão. Na definição do que foi o ensino em Portugal a partir dos anos 80 também não. E olhe que sei do que falo...Nas ideias? enfim, cada um sabe de si. quanto aos "toulinda", pois pronto, dou-lhe razão. eu até sei o nome da "banda". mas deu-me para aí. É porque andar a comparar esta rapaziada com o Zeca Afonso ou com o Fausto ou com o Sérgio Godinho é apenas um insulto.
Hoje tenho 30 anos, casado, pai duma filha, vencimento anual superior à maioria dos portugueses... e porquê??" Quer mesmo que lhe diga porque? ou prefere que lhe pergunte se tem a noção de quanto custa um mestrado ou um doutoramento?
Tem noção de que nem todas as pessoas têm a possibilidade de PAGAR estes estudos?
Tem a noção de que PESSOAS DESEMPREGADAS não o podem fazer? Parabéns pelos seus 30 anos, e pela sua família... ainda bem que tem a possibilidade de poder ter tido filhos e educá-los da melhor maneira...
"as pessoas podem não saber ler nem escrever, mas isso não as torna inferiores, apenas mais susceptíveis a serem usadas por marialvas gananciosos como tu"
quando os argumentos faltam e a inteligência desapareceu ou nunca existiu, usam-se patetices deste género.
O insulto é fácil, é barato e, não dando milhões, dá sempre jeito. Pois fique sabendo que, se tivesse uma empresa, alguém com um curso que por ali entrasse a escrever "há" do verbo haver com "à"... não entrava. quanto ao "faxisóide" ou "fachisóide", não é nem uma nem outra. Se era para insultar, devia ter utilizado "fascistóide". Que vem de fascista, está ver?
O mundo dela e outro...
Tirei um curso superior. Só que algures no 2º ano comecei a trabalhar.... ao contrário dos meus colegas que viviam à custa dos pais... Este impulso, permitiu-me depois do curso atirar-me para um emprego melhor... entretanto.. com o melhor salário.. estudei mais.. e mais.. e fiz mestrados.. e doutoramentos..
Hoje tenho 30 anos, casado, pai duma filha, vencimento anual superior à maioria dos portugueses... e porquê??
Porque quis mais. Trabalhei para isso, quando todos os meus colegas passavam os dias a jogar matrecos no bar da faculdade.. e na boa vida durante as semanas académicas... Mas como é evidente, isso não politicamente correcto dizer. Porque custa...
Muito gosto eu de ouvir falar assim... e melhor dar aos outros que aos nossos....
Estes sao os verdadeiros Tugas!
E deviam aceitar as palavras do sr.J.Tarcisio porque ele tem razao no que diz!
A Sra Isabel pôde escrever a maior barbaridade deste mundo e ser publicada mas as restantes pessoas não têm o mesmo direito!
Parabéns ao Destak por abolir o direito à opinião e de resposta!
a parte final do comentário é estilo radical e inflamado por terem denunciado por várias vezes o que escrevi. não é que isso me preocupe sobremaneira. deu-me hoje para gastar cera com alguns ruins defuntos.
@quim:
o problema é que não se trata de rever ou não os textos. o problema é que anda por aqui, supostamente, gente licenciada. E um licenciado, a menos que seja em inglês de praia, deve saber escrever em português. É, penso, o mínimo exigível.
Eu queria era ver esta senhora a viver de trabalhos precários e a ganhar 450 €. Jornalistas destes são um mau exemplo. O mal desta senhora é o facilitismo que sempre teve.
Tem um "Tachinho", certo?
Olhe que a Soutora Isabel, saberá como o recompensar, pela defesa da sua honra...
Se a Doutora tivesse, aquilo que os Homens têm no meio das pernas... só lhe ficaria bem vir aqui se defender...
Mas já percebi que tem quem o faça por ela...
Que beleza de Post... também só lhe fica bem a si...
Ah e pode denunciar o meu Post se desejar... a PARVA aqui não se importa... (pode verificar a minha ortografia também)...
Não me venham dizer que estou parada à espera que a crise passe.
E ainda diz: "Mas o que cantariam os pais que foram para a guerra do Ultramar na idade deles?" A Sra. "Dra." Isabel deve ter passado umas boas décadas a dormir. Não é "que cantariam"...CANTARAM, de facto. E muito bem...
Haja mais Zecas, e mais Faustos...e mais Deolindas! O povo agradece.
O mal-entendido – e volto ao início deste texto – está bem evidente. Estes jovens decidiram dizer, tal como I.S. propõe, “Basta!”, decidiram fazer “parte da solução”, não estão “a armar-se em vítimas”. Afinal estamos todos de acordo: é preciso fazer qualquer coisa.
Neste editorial Isabel Stilwell não foi feliz.
Ora vejamos...
Caríssima Dra. Isabel Stillwell (deverá ser licenciada, certo?), e logo deve ter o epíteto e exigi-lo ... e com certeza que fez bom uso do dinheiro que os seus pais, lhe deram para pagar o curso, ou terá pago com o dinheiro do seu bolsinho? Vamos por partes: "Felizmente, os números indicam que a maioria dos licenciados não tem vontade nenhuma de andar por aí a cantarolar esta música, pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80%..."
Desculpe? Vê noticiários ou passa o dia com a cabeça enfiada no seu Jornalzinho?
Não sabe que a maior percentagem de desempregados é precisamente a dos licenciados?
Lá porque teve a sorte de alguém lhe dar um cargo de chefia num Jornal, não quer dizer que isso aconteça a muitas pessoas...
Mais... a maioria envia CV´s todos os dias, para que pessoas como a Senhora Doutora se permita a ignorá-los, a deitá-los fora sem ler ou simplesmente a apagá-los do seu email. Acredite que sempre que podia até lia os seus editoriais, uns mais iluminados do que outros, mas acho que a Senhora nunca passou, o pão que o diabo amassou para poder ter comida na sua mesa, e pagar a renda da sua casa... Quem é a Senhora para vir falar de "Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada". Pois saiba que esses parvos a quem os pais pagaram COM DIFICULDADE os estudos, continuam a tentar há muitos anos arranjar trabalho, na ÁREA EM QUE ESTUDARAM... e muitos sem qualquer resultado, muitos com grande valor que provavelmente poderiam estar a ocupar o SEU CARGO DE TRABALHO com muito mais empenho e categoria que a Senhora Doutora. Sou Jornalista há 10 anos, e acredite que O MEU PAI que pagou o curso a esta PARVA, com dificuldade se fosse vivo, teria um grande desgosto de ver pessoas como a Senhora em cargos de Chefia.
A MINHA MÃE que graças a Deus, ainda está neste mundo, e que também PAGOU OS ESTUDOS a esta PARVA todos os dias vê a luta desta mesma PARVA para fazer Jornalismo de qualidade... e a ganhar nem que seja o ordenado mínimo... Francamente depois de ler a sua crónica, sinto vergonha de ter pessoas como a Senhora na minha profissão. "Empolgados com o novo ‘hino’, agora propõem manifestar-se na rua, com o propósito de ‘dizer basta’".
Pois eu serei uma das pessoas que estarei EMPOLGADA, a lutar pelos meus direitos, já que as entidades empregadoras deste país, só empregam "tachos", em vez de empregarem gente com qualidade, e que quer trabalhar.
Claro que a Senhora Doutora não estará lá para assistir in loco, uma vez que não precisa, porque a vida lhe corre bem.
Fico feliz por si, só espero que os seus filhos (se os tem ou vier a ter), não passem as dificuldades que os PARVOS a quem os pais pagaram os cursos, passaram e alguns ainda passam... Acho que devia ter vergonha e como se diz em bom português "perdeu uma boa oportunidade de estar calada".
E já agora porque não ajuda a ser parte da SOLUÇÃO? do alto do seu cargo? E já agora não ofenda quem canta e trás algo à cultura do nosso país.
os "Deolinda" são um grupo que canta acerca da nossa realidade... vive cá? fora de Portugal? ou fora da nossa galáxia? Que tristeza ler um artigo deste calibre...
Triste mesmo...
Eu não tive emprego na minha àrea. Para além de estar a fazer o mestrado, estou a trabalhar em algo que em nada tem a ver com a minha àrea, em condições precárias e abusivas, contudo.. FIZ-ME à VIDA!! Luto por isso todos os dias, e como tal revolta-me estes comentários dementes que aparecem por aqui, que nada de construtivo possuem, apenas uma vontade enorme de aparecerem e auto-afirmarem-se como jornalistas! CHEGA!!!
Estes comentarios todos so mostram o tao mau ensino que temos em Portugal, pessoas sem educacao alguma que vem para aqui falar mal de alguem que so esta a dar a sua opinao em relacao a uma musica completamente ridicula que virou moda em Portugal. Se querem mudar passem a votar e ai pode ser que o governo mude. Nao e so falar mal e na altura exacta seguem um clubismo partidario e nada fazem para mudar, acho que nao vale a pena continuar visto que com tantos canudos ate me sinto mal porque nao tenho diplomas...entao o que sou se nao posso ser escravo? Mas trabalho e tenho a minha vida como toda a gente normal....e nao ando a procura de emprego como muitos .....porque trabalhar nao querem, querem um emprego que nao facam nada e ganhem bem....
Estou a estagiar numa instituição em que metade das pessoas são precárias, acha que isto é solução? Daqui a uns meses, todos na rua... viva a solução! A instituição precisa e quer ficar connosco... mas a ordem é para cortar! Infelizmente fui parvo o suficiente para ser quase mestre, a finalizar a tese, média de 17 de pós-graduação... mas, como não tenho cunha, ao contrário de uns quantos, fico sem emprego. Ninguém está contra os verdadeiros recibos verdes, estamos é contra os falsos, sabe o que isso é? Fique anos e anos a viver sem ordenado fixo, sem "futuro" e depois falamos!
Quando li este seu artigo sobre a "Geração parva" confesso que à primeira leitura me apeteceu ignorá-la e até pense para com os meus botões: Esta endoideceu!
Depois pensei, estamos num país livre e cada "tolinho" pode dizer o que lhe vai na alma. E isso é tão verdade que se aplica ao artigo que escreveu.
Mas reflectindo mais a sério, V. Ex.ª Não é uma pessoa qualquer que se possa dar ao "luxo" de atirar uns "bitaites" por encomenda (digo eu), e ficar impune com o dinheirinho no bolso que ganhou pela escrita que fez e deitar-se a dormir sossegada.
V. Exª Vive em que país ou em que parte deste país? Já sei que me pode dizer que eu não tenho nada a ver com isso e que escreve o que lhe dá na real gana. E pode! Mas não pode Insultar os Licenciados Jovens e não só mas também os seus Pais que gastaram alguns rios de dinheiro para que eles fossem licenciados. Não pode insultar os milhares de Licenciados que foram Estudantes Trabalhadores e que continuam apesar dessa licenciatura, na "bosta" com ofertas de emprego de 600, 900 ou mesmo 1000 euros de salário sem qualquer vínculo e sempre com o espectro da sua vida a prazo continuar a prazo eternamente.
Mas V. Ex.ª é possível que não saiba a causa destas coisas porque nem está para aí virada mas, eu digo-lhe:
Isto só acontece porque há muitas centenas de "Isabeis" que se arvoram de fazedores de opinião contando historietas e que recebem de vários sítios rios de euros. Aliás, isto infelizmente não acontece só consigo. Há outros por aí na mesma linha editorial que estão podres de ricos por usarem um "quinto " poder que é a comunicação.
Eu sei que não mo permite mas mesmo assim dou-lhe um conselho...
Se não sabe o que diz, Cale-se e não insulte quem faz das tripas coração para puxar a vida p'ra cima.
PS: Não me venha dizer que a insultei porque vontade não me faltou mas, eu sinto-me profundamente insultado. O Director do Jornal teve uma boa (?) escolha.
Atualmente quer se estude ou não é a mesma coisa, emprego nada, e ainda mais para se conseguir algo ou se tem uma boa cunha ou então mais vale não sair de casa.
É o pais que temos.
Segundo: claramente, a senhora fala do que não sabe. E aposto que o Destak também deve ter umas continhas a ajustar com a geração parva, que, mesmo quando estuda, trabalha, é criativa e se esforça para além do que devia, muitas vezes a única recompensa que tem é a porta da rua. Porque o tempo de estágio acabou e é melhor ter barato que bom.
Eu até estou bem. Hoje. Mas amanhã...? A nossa geração não sabe o que é isso. E esse é o verdadeiro problema.
Ou se por acaso o seu ordenado seja menor que 1000 €... Todos temos liberdade de expressão... eu tolero a sua... portanto, tolere a nossa... E agora, por favor... Vá estudar um pouco para que não seja uma escrava mental de si própria... Atentamente, Uma estudante universitária da geração que provavelmente poderá não ter emprego nem casa de futuro, mas que vai fazer por isso.
Não fico quieta sem enviar cv e concorrer a trabalhos na minha área.
AHHHHHHHHHHHHHHH e já agora engana-se poruqe os licenciados não ganham mais 80% sobre quem tirou o secundário minha cara sra tenho colegas licenciados a trabalhar na área que ganham 600 euros.Devia ter vergonha de chamar geração rasca à minha geração!!!!!!!Porque ainda seremos nós a pagar a sua futura reforma que será maior que o meu ordenado.
Senhora Dona Isabel, espero que o intuito do seu artigo tenha sido o de chamar leitores revoltados, com o objectivo de "falem mal mas falem de mim" para que a publicidade aqui na coluna da direita surta mais efeito. Seria o único motivo inteligente para ter escrito tal coisa.
! Se sentisse na pele não diria tamanhas baboseiras. Quando escrever algo coloque-se antes no lugar dos outros.
Mas não foi em vão...deu para perceber o quão PARVA esta PSEUDO jornalista é.
Vá tomar o chá das cinco com as amigas que faz melhor querida!
Concordo totalmente com as opiniões aqui deixadas que só os licenciados com amigos em lugares de influência é que ganham esses valores.
A esmagadora maioria dos licenciados que conheço, em várias áreas de conhecimento, estão a ganhar pouco mais do que o ordenado mínimo. E discordo TOTALMENTE de "Parvos porque gastaram o dinheiro dos pais e o dos nossos impostos a estudar para não aprender nada. " uma vez que por mais que uma pessoa aprende, se não lhe é dada a oportunidade de colocar esses conhecimentos em PRÁTICA, os mesmos não servem de nada. Acho este editorial totalmente absurdo e desconhecedor da realidade do mercado de trabalho. Acho que a Sra Stilwell, como já foi dito, perdeu uma boa oportunidade de ficar calada
Os recibos verdes foi a maior parvoíce que este país inventou para sugar dinheiro aos liberais que descontam mais do que ganham! Contratos...os que existem para adiar eternamente um emprego decente e dispensar os colaboradores quando lhes convém!
A senhora não tem o mínimo de noção real do que se está a passar com esta geração de há vinte anos para cá!!! Certamente porque nunca teve de passar pela maioria das situações que enfrentamos diariamente! Está bem para a classe de dirigentes e políticos deste país que só se equipara a 3º mundo, disfarçado de democracia!
Vá para a Rua e veja com olhos de ver!
P.S: Nós somos o produto da geração anterior!
No entanto, por pertencer à geração parva e ainda acreditar na mudança (e sim, irei manifestar-me na rua pelos meus direitos SrªStilwell) achei por bem escrever mais um comentário revoltado.
Pode ser que assim, brevemente a substituam a si por um jornalista jovem, da geração parva que faça um melhor trabalho a receber uma miséria em recibos verdes que não foram criados para prejudicar os trabalhadores...
OS RIOS DO MEU PAÍS
MINHA PÁTRIA À FLOR DAS ÁGUAS
PARA ONDE VAIS?NINGUÉM DIZ"
Manuel Alegre -TROVA DO VENTO QUE PASSA.
No meu caso tenho desisti do curso superior para ir trabalhar tive nas manifs anti provas globais e anti exames no tempo em que esta geração dita parva lutava contra tudo e todos sem medo de levar porrada as gerações seguintes enfim nem falo os recibos verdes contratos de percariedade foram criados para chular quem se tem de submeter a estes barões empregadores que chulam para quem eles trabalham, quem tem trabalho esta a ser afectado pelos cortes destes governos impunes e desgovernados que nos chulam tambem pois a crise para eles não existe mais job menos job o tacho é sempre o mesmo mamar a conta de quem se debate todos os dias para pagar as contas,
Se escutarmos o programa diária da senhora e seu colega radiofónico (Antena 1), compreendemos perfeitamente o seu discurso. O crédito que se possa atribuir à autora do mesmo, torna-se insípido e seu conteúdo, reflexo de uma certa nostalgia do antigo regime, onde a separação de classes era evidente.
Olhe já sei , porque não explora o Adultério usando a letra do José Lito Mais com esse grande tema "O Pai da criança" , FAÇA UM FAVOR , PÁRE DE OUVIR MÚSICA E VÁ TRABALHAR PORQUE DE EXPRESSÃO ARTISTICA VOCE NÃO TEM SENSIBILIDADE NENHUMA NEM TÃO POUCO TEM HORIZONTES ABERTOS, CULTIVE-SE PARA O SEU BEM , HÁ MAIS NA VIDA QUE SÓ TRABALHAR E ARRANJAR FORMA DE CONTORNAR PROBLEMAS, HÁ AMOR, HÁ PLENITUDE , HÁ PAIXÃO, HÁ MUITOS SENTIMENTOS E EXPRESSÕES QUE AINDA NÃO COMTEMPLA com o seu jornalismo RECTO, já sei , vá de recto.....
Mas se nós somos "parvos", que dizer da ideia fantástica das empresas que publicam anúncios a pedir recém-licenciados com experiência? A pedir recém-licenciados que saibam trabalhar com software de há 20 anos ou com software que saiu há 2 semanas? A pedir recém-licenciados, contratando dois ou três para repor prateleiras num supermercado pelo preço de uma funcionária de 50 anos, sem formação mas que trabalha ali há 25 anos? Que vai para o fundo de desemprego? Nós podemos ser "parvos" mas esforçamo-nos para mudar para melhor. Mudarmos a nossa visão, os nossos sonhos, as nossas perspectivas, para se adaptarem à realidade.
Mas vocês são ainda mais parvos (sem aspas, sim!) por acharem que nós é que não nos mexemos, enquanto vocês passam o dia sentados numa cadeirinha ergonómica de 100% cabedal, com a certeza do vosso ordenado ao final do mês, com a certeza de que se alguma vez ficarem doentes vão ter dinheiro para médicos, tratamentos, medicamentos e ainda têm direito a baixa; com a certeza de que vão ter dinheiro para pagar a prestação da casa no mês seguinte; com a certeza de que os vossos filhos nunca serão da geração "parva" porque os pais podem arranjar-lhes cunhas. Mas se calhar o seu jornal até é uma empresa exemplar e vocês até é uma pessoa informada, mas olhe que disfarça bem!
Os pais que estiveram na guerra realmente cantaram, cantaram pelo aboliçao do regime ditatorial, cantaram pela liberdade de expressão e pela capacidade de se poder manifestar.
Somos realmente parte da solução, e para atingir o nosso objecto, manifestarmo-nos é a melhor forma, não considero que somos as vitimas, mas que chegamos à idade adulta numa altura em que voces, adultos, libertadores e com pensamento de novos ricos, deixaram o nosso futuro e o vosso em estado podre. Somos todos da geração parva, jovens e velhos, porém apesar de sermos a soluçao, nao fomos certamente os culpados, iremos pois limpar o cócó dos nossos "papás" e tentar fazer com que os nossos filhos nao tenham que limpar o nosso. Se considerarmos que uma manifestação é o primeiro passo, não diga "trabalhem para encontrar uma saida em vez de se queixarem", diga antes que nos apoia, e que nos ajuda a procurar a solução que a sua geração nos meteu.
Nós estamos num país, pelo menos eu estou, a senhora não sei realmente em que país vive, em que não me garantem, uma vida minimamente estável. Vou sujeitar-me aos recibos verdes e aos contratos a termo? Até poderia, num rasgo de esperança, que essas fossem as soluções futuras para a nossa economia, mas agora pergunto: EM QUE FUTURO?? Até quando?? Vou viver a minha vida sendo uma mártir para melhorar a economia deste país? Vou andar a recibos verdes e a trabalhos que muitas vezes são sem contrato, porque essa é a solução para os nossos problemas futuros?? para quê eu vou estar-me a sujeitar a isso, quando eu sei, que se sair deste país terei decerteza uma vida melhor, e até ajudar os meus pais financeiramente, quando neste momento é o contrário? Eu estou a trabalhar em arquitectura e nao me venha dizer que eu nao me esforço e não uso o fruto dos meus estudos devidamente, acho uma falta de respeito ENORME e uma AFRONTA, vir-me com essa conversa de que somos parvos porque gastamos o dinheiro dos nossos pais e dos impostos para estudar e não aprender nada! Miserável de conversa, ESTOU PROFUNDAMENTE REVOLTADA COM A SUA VISÃO MEDÍOCRE DO ESTADO EM QUE NÓS VIVEMOS NESTE PAÍS!
Perdeu uma excelente oportunidade de ficar caladinha no seu cantinho.
Então e você, como chegou lá? Não me diga q se quer dar como exemplo...
Por favor...! Poupem-nos
O problema não está no que os ditos patrões que contratam 2 pelo preço de 1 fazem e propõem, mas sim nos tantos 2 que aceitam tarbalhar por esse preço - porque verdade seja dita: se se contratam electrecistas, carpinteiros, pedreiros, os ditos que deixaram os estudos aos 18, por mais do que se contrata um recém-licenciado, deveremos levar a mão à consciência e pensar se não é por tantos de nós terem aceite trabalhar precariamente. Claro que quando existem tantos de nós, e falo especialmente da minha classe, Arquitectos, que aceitam trabalhar sem condições sem horário de trabalho digno por uns mísseros 400 euros, parece-me óbvio que qualquer gestor/ patrão de empresa em que lhe interessa obter dos trabalhadores o mesmo pelo menor custo aceite a solução mais baixa, ora se, como em todo o lado deixassemos de parte as dores que temos por não termos a vida facilitada e nos unissemos bastava ninguém aceitar trabalho senão pelo preço justo! Sim digam-me já que quem precisa do dinheiro trabalha por qualquer custo mas também sem pressão não há evolução...e recibos verdes? meus caros há leis e medidas que os contrariam só basta sermos inteligentes e estarmos a par destas e sabermos negociar quando é momento da contratação! Não ponhamos nos outros a culpa da falta de pro-actividade! E sim, em muito temos a vida facilitada comparada com a geração dos nossos pais, e devemos pegar nessas facilidades e tornar este pais melhor para os nossos filhos, em vez de nos lamentarmos constantemente!
Certamente não acham que estarão recrutadores nos Restauradores à espera dos licenciados que estão a descer o marquês para os empregar. O mais certo é estarem centenas de jornalistas a divulgar pro mundo inteiro a vergonha que se passa no nosso país.
"Quero, posso e mando!" estas são as vozes que se ouvem, mas será que não percebem que com tanta revolta ou afastam os possíveis investidores (que por sua vez poderiam arranjar emprego) ou descredibilizam o país por completo perante o mundo?
O estado não pode obrigar as empresas a empregar os licenciados só porque sim! As empresas não se formam só porque sim!
Os empregos não surgem só porque sim!
É preciso empenho, responsabilidade, dedicação e civismo. Apostem no Empreendadorismo, criem o vosso próprio emprego, paguem impostos, não fujam ao fisco (peçam o mesmo aos vossos familiares e amigos) e pode ser que o país comece a ficar melhor.
Com mais igualdade, com mais justiça e com mais tolerância. É nestas alturas que me lembro da famosa frase: "Não pensem no que o país pode fazer por vocês, mas o que vocês podem fazer pelo vosso país!"
Sou mestrada em Arquitectura (licenciada, se lhe quiser chamar), e não há cá ordenado "duas vezes mais que a média", a não ser que já estivesse a trabalhar há 10 anos. A única oferta que nos propõem são 450€ a trabalhar 12h por dia, mais fins de semanas ocasionais - sem horas extraordinárias, o que já é engraçado por si só. Torna-se ainda mais hilariante quando se lêem propostas de emprego com o mínimo de 12º a receber 900€ + subsídios.
Ainda acha que o refrão não faz sentido? Escravos não são os que abandonam os estudos aos 18 com propostas baixas, mas sim aqueles que estudam e descem ao nível dos outros. Não é porque as empresas não têm dinheiro! O lucro é que é fantástico: ter 1 pessoa a trabalhar o tempo de 2 e receber metade.
E, Senhora, não sei se consultou a última taxa de desemprego em Portugal, mas pode verificar que na idade normal de se terminar uma licenciatura, trabalham mais os que abandonaram a escola aos 12 anos. Justiça? "Bem precisamos dela."
O conteúdo deste editorial fez-me, por momentos, pensar em escrever um comentário. Por outro lado, a qualidade do mesmo em termos formais e o sentido agudo da realidade em que está inserida, que a senhora demonstra possuir, rapidamente me demoveram.
Já agora o Caos Económico de que fala permitiu apenas que fossemos roubados para que as 23 maiores empresas Portuguesas só no 1º semestre de 2010 apresentassem 2 913 028 265 euros de lucro. Os nossos pais também cantavam: "Eles comem tudo, eles comem tudo" e também na rua conseguiram o que era seu de direito. A Isabel devia inscrever-se num mini curso de História assim como em algumas aulas de economia para perceber mas duvido que resultasse pois a Isabel de certo não é inocente, nem idiota, logo a única conclusão possível é que faz parte dessa classe que pretende enriquecer às custas de outros. E para isso contribui com artigos que protegem essa mesma classe.
:-D
Todos os meus comentários denunciados.
E não querem que pense que mais vale irem trabalhar do que choramingarem?
Nem aceitam uma opinião diferente!Geração rasca e anti-democrática!
Escravos foram e são os pais desta geração, que muitas vezes penaram e se dobraram quase até ao chão para conseguir um emprego e dar uma vida sem contrariedades a estes parvalhões. Queres dinheiro para o shot? Vai semear, regar, mondar e arrancar batatas que há muita terra ao abandono e depois já vês de onde vem o dinheiro bom. Se quiseres dinheiro do mau vai para o PSD e compra umas acções no BPN ou mata o pai e a mãe que sempre podes herdar algum. Filhos da .... que sois!
1º - Porque razão, há muitos licenciados a emigrar? Pois a mim, emigrar parece-me que é "ir á luta"... 2º - Em que país é esse que "...pela simples razão de que ganham duas vezes mais do que a média, e 80% mais do que quem tem o ensino secundário ou um curso profissional"?! 3º - Pense na situação no Egipto, deveu-se a quê?! 4º - Agora, faça a experiência:
Experimente, procurar emprego, enviar currículos, etc... neste Portugal, e depois faça um artigo com a conclusão tomada... E repare, que eu sou licenciado, tenho emprego como deve ser e não sou pago a recibos verdes, mas sei avaliar o estado do meu País...
Eu que respeitava os seus textos e gosto paginar o destak quando me desloco de comboio. No dia que vi esta coluna, pensei eu, "digno de quem não sabe do que fala", caiu por terra o respeito que tinha pela sua imagem!
De facto os jovens vão ser escravos.
Escravos de uma geração - os baby-boomers - a que pertence IS - que esculpiram para si uma pirâmide de benefícios - que terão de ser pagos durante os próximos 40 anos pelos jovens de hoje.
eu acrescentaria mais - vão ser escravizados e parasitados!
Já agora não se esqueça que quem está a ensinar é também a sua insignie geração - que pelos vistos não o consegue fazer. Ou a culpa é só de quem não quer aprender?
O que me faz passar é que nas empresas querem pessoal com experiência (muita, por sinal...a falar 500 línguas fluentemente e dominar mais 500 programas informáticos), mas esquecem-se que se não derem oportunidade a quem tem pouca experiência, essa pessoa jamais a adquirirá...isto está bom é para quem já tem emprego andar a saltitar de empresa em empresa e a aumentar o seu cv (e consequentemente o seu vencimento). Porque quem tem pouca experiência bem se pode contentar em: ou dá explicações, ou aceita vagas de escola para fazer substituições mensais a quem está esgotado de aturar os putos e precisa de "férias", ou aceita a trabalhar em condições precárias e/ou sob regime de escravização (12h/d, viatura própria, 600km/dia e toma lá 500Eur).
Se a Sra. conhecesse a verdadeira realidade dos jovens portugueses (tal como eu), e não tivesse nascido num berço de ouro, se tivesse já passado pelo desemprego, e se não tivesse só empregos de luxo, como tem, não falaria assim de certeza absoluta.
“ganham duas vezes mais do que a média”: 2x mais que a média? Só se emigrarem, pois com o ensino secundário com jeito recebe o ordenado mínimo que ronda os 500Eur/mês, a um licenciado oferecem 600Eur/mês por cargo de responsável de SSA…Se não me enganei nas contas o dobro rondaria os 1000Eur e de 1000 para 600 faltam 400Eur…Hummmm
“Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída.”: Acredite que bem gostava de aplicar o que aprendi na faculdade, mas enquanto me fecharem as portas porque 2 anos de experiência não chega…não me parece que vá aplicar qualquer um desses conhecimentos adquiridos…não no país onde nasci, infelizmente!
Sra. largue lá os contos de fadas que a vida não é só rosas e ACORDE para a realidade!
Tudo o que disse neste editorial não passa de pura HIPOCRISIA!
Encontro que essa senhora isabel e outros tiveram bom senso em arranjar um jornal à borla, são os anunciantes que carregam com a despesa.
Mas penso eu! e se nós não lecemmos essa jornal de rasca a dona Isabel teria um tacho? então vamos todos fazer como os Diolinda! não anunciar nem ler esse jornal feito de papal reciclado porque lhes fica mais barato.
Demonstra não ter a minima noção da sociedade onde vive porque a vida lhe tem sido fácil.
Gostava que nos informasse aqui, ao vivo e a cores, como conseguiu esse lugar no jornal destak!
Pois, nunca o fará, eu sei bem.
Mas, sabe, nos países não corruptos esse lugar teria ido a concurso e seria ocupado por quem demonstasse melhores aptidões para exercer a função. A senhora fez alguns testes psicotécnicos ou concorreu com alguém para ocupar esse cargo?
Pois, pense lá bem... entrou directamente, não foi?... Já agora apresente-me o padrinho, também preciso. Ou o padrinho já está a tratar do futuro dos seus filhos?
Depois de ter lido este artigo miseravel que escreveu, (presumo que tenha sido voce a escreve-lo e não tenha sido testa de ferro de alguém), ficou provado que não foi por competencia que conseguiu esse lugar. O desconhecimento e a falta de noção da realidade é tamanho que, pelo lado da competencia, nunca conseguiia alcança-lo!
Se lhe impuseram que assinasse esse texto e o fez para preservar o emprego, entendo, apesar de não aceitar. Se foi voce mesma que o escreveu, receba um conselho; esteja mais atenta à sociedade onde vive, o País não é a sua rua, nem os seus padrinhos!!!
Vamos fazer alguma coisa ou só insultar de volta?
Como queremos o nosso futuro?
Proponho 3 temas à vossa reflexão e aguardo as vossas propostas:
1) Participação dos cidadãos no processo legislativo 2)Intervenção do estado na economia 3)Obrigações sociais do estado
Saudações cordiais
Joao Soares
JOAO SOARES | 19.02.2011 | 01.16HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
JOAO SOARES | 19.02.2011 | 13.28HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
JOAO SOARES | 19.02.2011 | 16.59HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
Joao soares | 20.02.2011 | 15.01Hver comentário denunciado
Demonstra não ter a minima noção da sociedade onde vive porque a vida lhe tem sido fácil.
Gostava que nos informasse aqui, ao vivo e a cores, como conseguiu esse lugar no jornal destak!
Pois, nunca o fará, eu sei bem.
Mas, sabe, nos países não corruptos esse lugar teria ido a concurso e seria ocupado por quem demonstasse melhores aptidões para exercer a função. A senhora fez alguns testes psicotécnicos ou concorreu com alguém para ocupar esse cargo?
Pois, pense lá bem... entrou directamente, não foi?... Já agora apresente-me o padrinho, também preciso. Ou o padrinho já está a tratar do futuro dos seus filhos?
Depois de ter lido este artigo miseravel que escreveu, (presumo que tenha sido voce a escreve-lo e não tenha sido testa de ferro de alguém), ficou provado que não foi por competencia que conseguiu esse lugar. O desconhecimento e a falta de noção da realidade é tamanho que, pelo lado da competencia, nunca conseguiia alcança-lo!
Se lhe impuseram que assinasse esse texto e o fez para preservar o emprego, entendo, apesar de não aceitar. Se foi voce mesma que o escreveu, receba um conselho; esteja mais atenta à sociedade onde vive, o País não é a sua rua, nem os seus padrinhos!!
Assim, Isabel, se de facto também queria insinuar que somos de alguma forma "esquisitos", quando não aproveitamos realmente todas as oportunidades que possam existir, até a compreendo, apenas em parte. Mas ainda assim, não lhe confiro autoridade para "cagar estas larachas", porque, não sei porquê, diz-me a intuição que a Isabel, os seus e todos os do seu meio, sempre foram, continuam e continuarão a ser imunes a este tipo de "desafios". PORQUE TALVEZ A ISABEL, OS SEUS E TODOS OS DO SEU MEIO TENHAM SEMPRE TIDO, CONTINUEM (E, PREVISIVELMENTE, CONTINUARÃO) A TER MUITO, DEMAIS, O QUE FALTA AOS RESTANTES, AOS PARVOS!...
mostrem o que valem o futuro é vosso, façam alguma coisa por vós e pelo país.
Já que a Isabel sabe tão bem qual a maneira de dizer basta, não fique à espera que sejam apenas os outros a fazer alguma coisa, esse sim é um dos grandes males desta nossa sociedade..Ah, já sei, "parva não é" e como, notoriamente, a situação actual do país, no que toca a precariedade, não a afecta directamente, para quê perder o seu tempo, não é? Nós, jovens, é que somos os "parvos"...no entanto, é curioso, pois não foi a nossa geração que deixou o país neste estado.
Enfim, são opiniões, sendo que, a sua, é de lamentar.
Todos os meus comentários denunciados.
E não querem que pense que mais vale irem trabalhar do que choramingarem?
Nem aceitam uma opinião diferente! Geração rasca e anti-democrática!
Caros amigos, a vida está difícil, o nosso governo não sabe governar... A nossa postura tem de ser firme, dinâmica e acima de tudo de Grande coragem.
Por isso não se lamentem, aproveitem o que aprenderam na escola de forma positiva uma vez que o saber não ocupa lugar. Mas a maior sabedoria vão encontrá-la ao longo das vossas vidas, fruto das vossas dificuldades."
Normalmente nestas empresas no departamento estão entre efectivos e a contrato 2 ou três pessoas mas depois à 3 ou 4 estagiários que vão trabalhar sem receber algo. Entretanto recebo um telefonema de uma empresa da zona de Camarate a perguntar se eu estou disposta a ir trabalhar por 50 euros por mês.
Entretanto tirei o mestrado.
No CV não o posso mencionar pois fico com habilitações a mais.
Noutra empresa fizeram-me um contrato de 6 meses quando se aperceberam que tinha o mestrado mandaram-me embora antes do tempo.
Que nome podemos dar a esta situação toda? não será exploração ou escravatura?
O que me faz passar é que nas empresas querem pessoal com experiência (muita, por sinal...a falar 500 línguas fluentemente e dominar mais 500 programas informáticos), mas esquecem-se que se não derem oportunidade a quem tem pouca experiência, essa pessoa jamais a adquirirá...isto está bom é para quem já tem emprego andar a saltitar de empresa em empresa e a aumentar o seu cv (e consequentemente o seu vencimento). Porque quem tem pouca experiência bem se pode contentar em: ou dá explicações, ou aceita vagas de escola para fazer substituições mensais a quem está esgotado de aturar os putos e precisa de "férias", ou aceita a trabalhar em condições precárias e/ou sob regime de escravização (12h/d, viatura própria, 600km/dia e toma lá 500Eur).
Se a Sra. conhecesse a verdadeira realidade dos jovens portugueses (tal como eu), e não tivesse nascido num berço de ouro, se tivesse já passado pelo desemprego, e se não tivesse só empregos de luxo, como tem, não falaria assim de certeza absoluta.
“apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida” : minha Sra. pergunto-lhe quais desafios? Sim pois não existem oportunidades aí ao virar da esquina (isto é…existirem existem…mas para os filhos, primos, sobrinhos, filhos dos amigos, amigos dos amigos etc…esta realidade a Sra. deve conhecer bem…).
“ganham duas vezes mais do que a média”: 2x mais que a média? Só se emigrarem, pois com o ensino secundário com jeito recebe o ordenado mínimo que ronda os 500Eur/mês, a um licenciado oferecem 600Eur/mês por cargo de responsável de SSA…Se não me enganei nas contas o dobro rondaria os 1000Eur e de 1000 para 600 faltam 400Eur…Hummmm
“Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída.”: Acredite que bem gostava de aplicar o que aprendi na faculdade, mas enquanto me fecharem as portas porque 2 anos de experiência não chega…não me parece que vá aplicar qualquer um desses conhecimentos adquiridos…não no país onde nasci, infelizmente!
Sra. largue lá os contos de fadas que a vida não é só rosas e ACORDE para a realidade!
Tudo o que disse neste editorial não passa de pura HIPOCRISIA!
Vamos ver. ;-)
Aquele abraço
Caros amigos, a vida está difícil, o nosso governo não sabe governar... A nossa postura tem de ser firme, dinâmica e acima de tudo de Grande coragem.
Por isso não se lamentem, aproveitem o que aprenderam na escola de forma positiva uma vez que o saber não ocupa lugar. Mas a maior sabedoria vão encontrá-la ao longo das vossas vidas, fruto das vossas dificuldades.
Sempre vivi em casa da minha mãe (que é mãe solteira e não é rica), e nos ultimos meses fui ajudando com uma parte do meu ordenado. Agora estou desempregada e não posso ajudá-la, em vez disso sou eu quem precisa de ajuda. Nunca tive direito a qualquer subsídio, nem de desemprego, pois como bolseira não tenho direito a nada disso. Nos anteriores trabalhos nunca tive acesso a um contracto superior a 6 meses, pelo que apesar de já ter descontado para a segurança social, nunca tive direito a subsídio de desemprego. Procuro activamente trabalho, vou fazendo pequenos trabalhos mal pagos para me manter (dobrar circulares, etc). Tentei arranjar trabalho em lojas (não é um sonho, mas até as coisas se ‘endireitarem’) mas não consegui porque, apesar de ter alguma experiência, tenho ‘demasiadas qualificações’ e sou olhada com alguma reserva pelas gerentes e funcionárias. Nem para trabalhar nas limpezas me querem, mesmo sabendo eu limpar e passar a ferro (coisas que sempre fiz em casa desde os meus 13 anos). Entretanto fiz alguns pequenos cursos de formação profissional para adquirir novas competências. Fazer outra licenciatura está fora de questão porque não há dinheiro e, com esta idade eu preciso é de trabalhar para poder construir a minha vida, para ter um FUTURO! Não tenho carro (é uma despesa fixa que não posso pagar). Não posso ir viver junto com alguém, não há dinheiro; tampouco casar. Não posso pedir um empréstimo. Até tenho algumas ideias de negócio mas não me concedem empréstimo: não tenho bens nem fiador. Não posso ainda ser mãe... Além de tudo isto e a contribuír para a minha revolta, sempre que vou a qualquer repartição pública vejo: pessoas (efectivas) que não trabalham bem, nem se esforçam por melhorar, atendem mal as pessoas e têm limitações a vários níveis. Não falam línguas, não percebem quase nada de informática, não se actualizam e, muitas vezes, nem percebem muito do que estão a fazer. E ainda temos de ouvir comentários reducionistas de género ‘Esses filhinhos de papás que se façam à vida’. Pois não temos senão feito outra coisa!
Ora, posto isto...não me venham dizer para: ‘me fazer à vida’... que ‘só por ser licenciada quero um grande emprego’...que ‘estes jovens não trabalham e só querem viver à custa dos pais’! Por mais que existam alguns jovens assim são, de facto, uma pequena minoria e tal argumento não deveria servir para tentar ANIQUILAR UMA GERAÇÃO INTEIRA! Falam de pessoas que se fizeram uma licenciatura, se esforçaram de alguma maneira para ter uma vida condigna ...uma VIDA À QUAL TÊM DIREITO... pessoas que se têm esforçado até então e nunca tiveram direito a nada! Não estamos a falar de pessoas que nunca quiseram fazer nada na vida, nem que se encostam a subsídios de insersão social ou de desemprego, que nunca se quiseram esforçar porque ‘estão bem como estão’. Toda a minha vida me esforcei (e vi a minha família esforçar-se), toda a minha vida trabalhei para poder vir a ter algo mais que ‘uma vida em casa da mãe’. Em todos os trabalhos que fiz, fi-los o melhor possível, mesmo não gostando do que estava a fazer. Sou supostamente inteligente... mas pelos vistos não sou é ESPERTA! Porque apesar de todo o esforço, nunca tive direito a nada! E neste momento penso mesmo em ir trabalhar para fora. Mas até para isso tenho que primeiro arranjar um trabalho qualquer por cá para poupar algum dinheiro, para não ir sem nada – porque NADA é o que eu tenho! Que país é este onde além de não haver um único governante confiável ... ainda tenho de ver e ouvir comentários estúpidos de pessoas que vêm a realidade de uma forma deturpada, ora através de lindos óculos cor de rosa: ‘Jovens façam mas é outra licenciatura, e outra, e mais outra...pode ser que acertem’; ora de alguém que certamente ocupa um cargo quentinho qualquer: ‘Até nem tenho nenhuma formação em particular, terminei o meu 10º ano, arranjei um taxo e aqui fiquei...nem tive de me preocupar ... e daqui vocês não me podem tirar...não é que eu seja muito bom profissional mas... tenho os meus direitos laborais de EFECTIVO’... enfim...
Em suma, que país este onde não há lugar para um futuro!
Todos temos direito a construír uma vida, direito a ter um emprego condigno que permita fazer planos a um prazo mais longo do que os 3 meses de um contracto num call center qualquer! Tenho direito a poder ter a minha casa ... tenho direito a poder ser mãe... tenho direito a poder VIVER! E são estes os direitos FUNDAMENTAIS que estão a negar a uma geração inteira!...não venham tentar calar-nos... Já não posso mais! É TEMPO DE AGIR!
(PS: é uma pena denunciarem tantos comentários só por irem contra as suas ideias... seria melhor responder aos comentários em questão e não ir pela via tão fácil de clicar no linkezinho!)
Caros amigos, a vida está difícil, o nosso governo não sabe governar... A nossa postura tem de ser firme, dinâmica e acima de tudo de Grande coragem.
Por isso não se lamentem, aproveitem o que aprenderam na escola de forma positiva uma vez que o saber não ocupa lugar. Mas a maior sabedoria vão encontrá-la ao longo das vossas vidas, fruto das vossas dificuldades.
Com o devido respeito a senhora deve viver numa realidade alternativa,tipo TWILIGHTZONE.
Se tivesse habilitações a nivel de ensino superior e a convidassem apra trabalhar num call center a ganhar Euros 485 até 530 e não tivesse alternativa,porque precisava do dinheiro para sobreviver gostava de saber se se sentiria POUCO PARVA!
Parece-me que estamos a falar de pessoas de condições sociais diferentes,onde uns têm
contactos de rede de 1ª categoria e outros vão à luta com a cara e a coragem!
Fiquei a saber que não vivemos no mesmo planeta,mas mesmo assim vou consultar a NATIONAL GEOGRAPHIC só por questão de confirmação
Melhores cumprimentos
Desculpem lá, mas o editorial é mesmo parvo e aposto que a Sra. Isabel Stilwell estudou, mas pelos vistos não aprendeu a respeitar o próximo.
Se não gostar do meu comentário, pode reprova-lo.
2 milhões a recibos verdes, 3 milhões a ganharem 500 euros dos quais têm de pagar 160 para a segurança social mais o IVA e o IRS, mais 600 mil desempregados, mais os submarinos, mais o FreePort, mais a casa de férias e os 140% de lucro do Cavaco, mais o BPN, Mais o contracto com a LUSOPONTE, mais o contracto com a EDP, mais a PT, mais a GALP, mais, mais e mais ...
Estão à espera de quê?
Tem de haver recessão. O povo não tem dinheiro por isso não consome.
Este povo tem de pôr os olhos no povo Egipcio, isto só lá vai com uma revolução.
Vivemos num estado mafioso, temos de acabar com estas quadrilhas de gagsters que se apoderaram do poder.
Vejam como estão todos de acordo na moção de censura do BE.
Esta moção de censura do BE, tem a virtude de vir provar que o PSD e o PS, e até mesmo o CDS, são uma e a mesma coisa.
Fica provado que eles fingem que têm divergencias mas defendem e apoiam todos a mesma politica selvagem do neoliberalismo.
PSD?... PS?...
Vivemos num país triste, onde a maior parte dos eleitores, pelo menos enquanto não fizermos mais e melhor para romper a barreira de silêncio e desinformação, fomentada e apoiada pela SIC e pela TVI, que impede a mensagem de chegar ao destino, vota repetidamente em partidos e políticos que, no dia seguinte ao voto, os enganam, os traem, os roubam; eleitores que, quando decidem “mudar”, votam nos “outros” que, em eleições anteriores, já os tinham enganado, traído e roubado. Vivemos num país triste, onde o Presidente da República em vez de cumprir e, sobretudo, fazer cumprir a Constituição que jurou, patrocina e aplaude as políticas destes políticos... que são as suas; que vive atascado nas estórias dos amigos e colaboradores de que desde há décadas se fez rodear no Governo, na Presidência.. e até na casa de férias; um triste arremedo de Presidente, de gatas perante os interesses estrangeiros e o capital sem pátria, aos quais optou por prestar vassalagem!
PSD E PS FORMAM UM BLOCO DITATORIAL QUE FERE A DEMOCRACIA!!!
2 milhões a recibos verdes, 3 milhões a ganharem 500 euros dos quais têm de pagar 160 para a segurança social mais o IVA e o IRS, mais 600 mil desempregados, mais os submarinos, mais o FreePort, mais a casa de férias e os 140% de lucro do Cavaco, mais o BPN, Mais o contracto com a LUSOPONTE, mais o contracto com a EDP, mais a PT, mais a GALP, mais, mais e mais ...
Estão à espera de quê?
Tem de haver recessão. O povo não tem dinheiro por isso não consome.
Este povo tem de pôr os olhos no povo Egipcio, isto só lá vai com uma revolução.
Vivemos num estado mafioso, temos de acabar com estas quadrilhas de gagsters que se apoderaram do poder.
Vejam como estão todos de acordo na moção de censura do BE.
Esta moção de censura do BE, tem a virtude de vir provar que o PSD e o PS, e até mesmo o CDS, são uma e a mesma coisa.
Fica provado que eles fingem que têm divergencias mas defendem e apoiam todos a mesma politica selvagem do neoliberalismo.
PSD?... PS?...
Vivemos num país triste, onde a maior parte dos eleitores, pelo menos enquanto não fizermos mais e melhor para romper a barreira de silêncio e desinformação, fomentada e apoiada pela SIC e pela TVI, que impede a mensagem de chegar ao destino, vota repetidamente em partidos e políticos que, no dia seguinte ao voto, os enganam, os traem, os roubam; eleitores que, quando decidem “mudar”, votam nos “outros” que, em eleições anteriores, já os tinham enganado, traído e roubado. Vivemos num país triste, onde o Presidente da República em vez de cumprir e, sobretudo, fazer cumprir a Constituição que jurou, patrocina e aplaude as políticas destes políticos... que são as suas; que vive atascado nas estórias dos amigos e colaboradores de que desde há décadas se fez rodear no Governo, na Presidência.. e até na casa de férias; um triste arremedo de Presidente, de gatas perante os interesses estrangeiros e o capital sem pátria, aos quais optou por prestar vassalagem!
Não desisto e continuo e continuarei a minha luta porque acredito nela, mas ando a equacionar sériamente fazê-la no estranjeiro, como muitos dos meus amigos fizeram. Cá não tinham hipótese de sucesso profissional e estão bem lá fora, mesmo nos momentos em que a saudade mais aperta. São profissionais de alto nível que o país perdeu por não saber aproveitar, por não se actualizazar, por não ser competivo.
A luta continua sempre, sou positivo e acredito que irei conseguir de que forma seja.
Concluíndo, a Isabel não conhece a realidade pelo que lhe agradecemos que reformule, para não dizer informe-se, a sua opinião.
Obrigado.
Sou mestrada em Arquitectura (licenciada, se lhe quiser chamar), e não há cá ordenado "duas vezes mais que a média", a não ser que já estivesse a trabalhar há 10 anos. A única oferta que nos propõem são 450€ a trabalhar 12h por dia, mais fins de semanas ocasionais - sem horas extraordinárias, o que já é engraçado por si só. Torna-se ainda mais hilariante quando se lêem propostas de emprego com o mínimo de 12º a receber 900€ + subsídios.
Ainda acha que o refrão não faz sentido? Escravos não são os que abandonam os estudos aos 18 com propostas baixas, mas sim aqueles que estudam e descem ao nível dos outros. Não é porque as empresas não têm dinheiro! O lucro é que é fantástico: ter 1 pessoa a trabalhar o tempo de 2 e receber metade.
E, Senhora, não sei se consultou a última taxa de desemprego em Portugal, mas pode verificar que na idade normal de se terminar uma licenciatura, trabalham mais os que abandonaram a escola aos 12 anos. Justiça? "Bem precisamos dela."
Soluções?Não percebi nenhuma nestes comentários. Zero. Serviram para quê, então,os licenciamentos e os mestrados? Para insultar a escriba, qualquer 4.ª classe chega.
Dei a minha opinião dentro da liberdade que me assiste...e eis os comentários denunciados e gente à caça do meu IP.Seria divertido, se não mostrasse também o outro lado das coisas
Para melhorar a situação, dizem que a culpa é de quem lhes pagou os estudos e as playstations e ainda descontou para a reforma que estes parasitas agora lhes querem tirar!
Ou seja, hove quem pagasse impostos para dar do melhor aos meninos, e os agradecidos jovens rascas acham que devem ficar sem nada para lhes dar a eles. Vão mas é trabalhar.
Se têm assim tantas qualificações,devem arranjar o que fazer!
Enquanto o jovem português esperar que alguém lhe resolva o problema, vai ver a vida a passar ao lado.
Vamos fazer alguma coisa ou só insultar de volta?
Como queremos o nosso futuro?
Proponho 3 temas à vossa reflexão e aguardo as vossas propostas:
participação dos cidadãos no processo legislativo Intervenção do estado na economia Obrigações sociais do estado
Saudações cordiais
Joao Soares
JOAO SOARES | 19.02.2011 | 01.16HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
JOAO SOARES | 19.02.2011 | 13.28HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
Têm a mania que são altamente qualificados, com cursecos de "Engenharia do meio-do-deserto" tirados em universidades privadas de quem ninguém ouviu falar, e depois queixam-se de não arranjar emprego.
São os que piores notas tiveram a matemática, não sabem escrever uma frase sem erros e dizem-se bem qualificados! Para melhorar a situação, dizem que a culpa é de quem lhes pagou os estudos e as playstations e ainda descontou para a reforma que estes parasitas agora lhes querem tirar!
Ou seja, hove quem pagasse impostos para dar do melhor aos meninos, e os agradecidos jovens rascas acham que devem ficar sem nada para lhes dar a eles. Vão mas é trabalhar.
Se têm assim tantas qualificações,devem arranjar o que fazer!
Dei a minha opinião dentro da liberdade que me assiste...e eis os comentários denunciados e gente à caça do meu IP.
Seria divertido, se não mostrasse também o outro lado das coisas.
portanto, se eu não consegui um trabalho decente, não foi por falta de luta, empenho e à procura de trabalho pelo país todo...INTEIRO...
Ela não diz que está tudo bem, sejamos justos. Diz que tivémos um azar do caraças em chegar agora ao mercado de trabalho, diz que a crise afecta toda a gente, os que têm curso e os que não têm , e que é uma crise filha da mãe que nos veio lixar a todos. Recusa é que a gente se faça de vitimas, como se tudo isto só tivesse por objectivo tramar-nos: e os nossos pais que trabalharam uma vida inteira e estão no desemprego? E diz mal dos recibos verdes, dos conttratos a termo e de todas essas coisas que nos lixam a vida, só que lembra que lixam a vida de toda a gente, e acha que a explicação está nas leis de trabalho e no caos da economia - não desculpa quem nos meteu neste buraco. Só que como diz aqui e bem um dos comentadores, apela à acção, a mexermo-nos para sair da crise. E lembra-nos, e bem acho eu, que a sociedade pagou os nossos cursos com os seus impostos, por isso está interessada em que sejamos capazes de por os nossos conhecimentos a favor de encontrar uma saida para tudo isto, que é, fazer parte da solução. Escrever para aqui um chorrilho de insultos, sempre iguais - que a tipa tem cunhas, tem nome e coisa e tal, como se ninguém tivesse mérito excepto a malta que ainda agora aqui chegou - é abaixo de cão. De facto, a continuar assim, justificam bem que nem sequer aprendemos na faculdade a escrever um comentário com pés e cabeça.
Vamos fazer alguma coisa ou só insultar de volta?
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Joao Soares
JOAO SOARES | 19.02.2011 | 01.16HVER COMENTÁRIO DENUNCIADO
- onde se lê anrmalidades deve ser lido anormalidades
- onde se lê consigui deve ser substituído por consegui
Sim. Porque não conheço ninguém que goste de trabalhar a recibos verdes, em condições precárias e sem direitos absolutamente nennhuns! Mas, em muitos casos essa é a única alternativa. Só mesmo alguém pedante, arrogante e com uma situação economicamente estável pode dizer tamanha anormalidade. Neste momento, quem trabalha a recibos verdes deixa praticamente metade em impostos, não tem direito a subsídio de desemprego, só tem direito a baixa médica um mês depois de ficar doente. Enfim, só é igual nas obrigações. Sabe o que é mais triste? sou qualificada, quero trabalhar e há anos que a minha única alternativa é trabalhar a recibos verdes num organismo público, pois mais do que tudo quero pôr comida na mesa dos meus filhos e quero continuar a ter um tecto. Grave, grave, é que estou quase nos 40 e não consigui atingir uma estabilidade económica miníma.Tenha vergonha na cara e ao menos informe-se antes de escrever atrocidades.
Normalmente nestas empresas no departamento estão entre efectivos e a contrato 2 ou três pessoas mas depois à 3 ou 4 estagiários que vão trabalhar sem receber algo. Entretanto recebo um telefonema de uma empresa da zona de Camarate a perguntar se eu estou disposta a ir trabalhar por 50 euros por mês.
Qual o nome é podemos dar a esta situação toda? não será exploração ou escravatura?
Se a Sra. conhecesse a verdadeira realidade dos jovens portugueses (tal como eu), e não tivesse nascido num berço de ouro, se tivesse já passado pelo desemprego, e se não tivesse só empregos de luxo, como tem, não falaria assim de certeza absoluta.
“apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida” : minha Sra. pergunto-lhe quais desafios? Sim pois não existem oportunidades aí ao virar da esquina (isto é…existirem existem…mas para os filhos, primos, sobrinhos, filhos dos amigos, amigos dos amigos etc…esta realidade a Sra. deve conhecer bem…).
“ganham duas vezes mais do que a média”: 2x mais que a média? Só se emigrarem, pois com o ensino secundário com jeito recebe o ordenado mínimo que ronda os 500Eur/mês, a um licenciado oferecem 600Eur/mês por cargo de responsável de SSA…Se não me enganei nas contas o dobro rondaria os 1000Eur e de 1000 para 600 faltam 400Eur…Hummmm
“Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída.”: Acredite que bem gostava de aplicar o que aprendi na faculdade, mas enquanto me fecharem as portas porque 2 anos de experiência não chega…não me parece que vá aplicar qualquer um desses conhecimentos adquiridos…não no país onde nasci, infelizmente!
Sra. largue lá os contos de fadas que a vida não é só rosas e ACORDE para a realidade!
Tudo o que disse neste editorial não passa de pura HIPOCRISIA!
Vamos fazer alguma coisa ou só insultar de volta?
Como queremos o nosso futuro?
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Saudações cordiais
Joao Soares
Será que o título foi escolhido pela "escritora"? Porque sinceramente, quando entrei aqui e vi o título "A parva da Geração Parva" com uma fotografia ao lado pensei sinceramente que se iria referir a essa pessoa.
Gostaria só de fazer um comentário relativamente à frase "Porque se estudaram e são escravos, são parvos de facto.". Enquanto tirava o meu curso, um professor universitário (estrangeiro) disse-nos:
"Vocês quando fazem estágio, basicamente são escravos qualificados".
Esta é a visão de alguém que não é da minha/nossa geração, está muito bem na vida e nem é do nosso país!
Como é que alguém que vem de fora, consegue ter uma visão mais clara do que quem está cá? Talvez esteja na altura da "escritora" sair do país e/ou do Destak para perceber melhor o que a rodeia. Cumprimentos para todos.
Há tantas e tantas oportunidades só à espera que as colham. Procurem e arrisquem. Para colher é preciso semear.
Dou-lhe um exemplo pessoal, não gosto disso mas digo-lhe, ainda à pouco tempo me envolvi num novo projecto que envolve 250 mil euros e já emprego várias pessoas, temporárias mas empregadas, e sabe com quanto comecei este projeto? Um euro. é verdade, um euro. Sabe como? Empreendedorismo, iniciativa, esforço e inteligência, atitudes que faltam aos mais iovens.
Sim sim, porque para andarem aqui o dia todo a debitar patacoadas das duas uma:
1 - Estão desempregados e portanto sabem o que custa e nunca defenderiam este estado de coisas;
Ou 2- São membros do partido socialista e têm um GRAAAAAANDA tacho pago por todos os nós a peso de ouro em que não fazem nenhum e vêm para aqui armados em reacionários de trazer por casa.
Um renniezinho ou um bocadinho de eno para não cansar essa sua boquinha de viborazinha sim?
"Esta juventude"...NÃO HÁ COISA QUE MAIS ME IRRITE DO QUE OUVIR A POPULAÇÃO MAIS VELHA (SEJA DE 40 OU 60 ANOS) DIZER ISTO E GENERALIZAR GERAÇÕES!! Aprendam que "a vossa juventude" foi tão ou mais parva que a nossa, se o foi em modos diferentes, foi porque os tempos eram outros. Aprendam que o tempo passa. Aprendam que as coisas mudam. APRENDAM A RESPEITAR, acima de tudo. Tenho dito.
Emprego? Nunca foi fácil. Até à poucos anos muita gente ganhava só, mas só, para comer, sem um dia de férias, sem carro ou sem saber o que era ir ao cinema. E isto não à tantos anos assim.
Cometeram-se erros? Claro, e sempre se onde cometer.
"Não têm pão? Dêem-lhes Brioches!"
Não têm iniciativa nem sangue nas "guelras". São uns "parvos".
Se se preocupa tanto com o estado do país então pense nisto: trabalhar de graça (ou quase) não motiva ninguém!
Se quer que os jovens portugueses ajam, então tem de pensar que é preciso que algures no meio do seu percurso profissional, estes comecem efectivamente a receber pelo trabalho que fazem. E quando digo receber, digo ter pelo menos um contrato de trabalho. Porque não há motivação e interesse que aguente quando somos passados de estágio em estágio, onde nos exigem toda uma série de deveres e nos dão muitos poucos direitos.
É também muito bonito falar dos nossos pais. E de facto há casos em que são os próprios pais a alimentar esse tal sonho de grandeza dos filhos, ao dizerem-lhes que um curso lhes vai trazer o mundo e "ai, de nós, se o meu filho doutor vai trabalhar a servir às mesas." Mas sabe, eu posso pelos menos falar por mim e por outros que conheço: quem pagou o meu mestrado fui eu, quem paga as minhas contas sou eu e acredite que é por já ter trabalhado em muito centro comercial, porque senão ainda estaria a fazer estágios onde não ia receber nada e a não ser que comece a cair dinheiro do céu, ainda estaria a viver em casa dos meus pais. É que de facto eles já não têm essa obrigação...
O teu mundinho, esse de que falas, está acabadinho, exterminado, caput, finito!!! Acorda para a vida e para a realidade... E olha que a realidade não é a das tuas filhinhas protegidas nesta nossa sociedade por castas...
Que é isso?????
Com K???
Acho q a nossa lingua não utiliza tal caracter.
Dedique-se aos seus livrinhos, que ninguem lê.
A música é uma arma...
E depois? Altera a realidade que quem trabalha seja cada vez mais escravo?
Está bem, concedo, claro que há os capatazes, os maiorias, e os "padres" para manter os escravos na linha.
À"tia" cabe o papel de confundir: é que os "escravos" parecem querer mesmo ser parte da solução. Pode ser é que a "tia" seja parte do... problema.
Fique bem "tia"
Cumprimentos
Quanto à senhora Isabel Stilwell, refiro apenas que o seu artigo de opinião é de uma arrogância e sobranceria face aos jovens e de desconhecimento da realidade. Além disso, nunca deve ter lido o Código do Trabalho. Manifesto, também, o meu arrependimento de ter lido três dos seus livros. O facto de ter escrito sobre três rainhas indicia, com certeza, o seu desejo, de ter "sangue azul". Ofereço-lhe o título de "Duquesa da Geração que arruinou a economia portuguesa". Fica mal a uma "pseudo-escritora" ser pedante.
Demonstra não ter a minima noção da sociedade onde vive porque a vida lhe tem sido fácil.
Gostava que nos informasse aqui, ao vivo e a cores, como conseguiu esse lugar no jornal destak!
Pois, nunca o fará, eu sei bem.
Mas, sabe, nos países não corruptos esse lugar teria ido a concurso e seria ocupado por quem demonstasse melhores aptidões para exercer a função. A senhora fez alguns testes psicotécnicos ou concorreu com alguém para ocupar esse cargo?
Pois, pense lá bem... entrou directamente, não foi?... Já agora apresente-me o padrinho, também preciso. Ou o padrinho já está a tratar do futuro dos seus filhos?
Depois de ter lido este artigo miseravel que escreveu, (presumo que tenha sido voce a escreve-lo e não tenha sido testa de ferro de alguém), ficou provado que não foi por competencia que conseguiu esse lugar. O desconhecimento e a falta de noção da realidade é tamanho que, pelo lado da competencia, nunca conseguiia alcança-lo!
Se lhe impuseram que assinasse esse texto e o fez para preservar o emprego, entendo, apesar de não aceitar. Se foi voce mesma que o escreveu, receba um conselho; esteja mais atenta à sociedade onde vive, o País não é a sua rua, nem os seus padrinhos!
Já que não sofre na pele o desespero de não ter emprego depois de tantos anos de estudo, pelo menos respeite quem está nessa posição....
Que visão é esta? Cara Isabel Stiwell quando diz que "Já que aprender, e aprender a um nível de ensino superior para mais, significa estar apto a reconhecer e a aproveitar os desafios e a ser capaz de dar a volta à vida." concordo consigo, e é o que nós jovens temos que fazer.
Eu por exemplo tirei um curso, pago por mim que trabalhei ao mesmo tempo que estudava e pelos meus pais, e hoje em dia estou num emprego que nada tem a ver com a minha área a ganhar 600€...foi para isto que estudei?
Sim dei a volta, para poder pagar casa, para poder ter comida na mesa, para poder ser independente. E ainda vem dizer que se estudei e sou escrava sou parva de facto? Não sou parva porque tenho que me sujeitar e já muita sorte tenho em ser paga a tempo e horas todos os meses e em ter um contrato. Parvos são estes artigos de opinião que valem o que valem, o que para mim é nada!
Mas têm cursos de gente
http://aeiou.caras.pt/isabel-stilwell-partilha-as- tradicoes-que-mantem-nesta-epoca-de-fantasia-e-mag ia=f26735
http://aeiou.caras.pt/ao-lado-da-filha-ana-isabel- stilwell-fala-do-seu-papel-de-avo-temos-de-aprende r-que-os-netos-nao-sao-nossos=f34593
2 milhões a recibos verdes, 3 milhões a ganharem 500 euros dos quais têm de pagar 160 para a segurança social mais o IVA e o IRS, mais 600 mil desempregados, mais os submarinos, mais o FreePort, mais a casa de férias e os 140% de lucro do Cavaco, mais o BPN, Mais o contracto com a LUSOPONTE, mais o contracto com a EDP, mais a PT, mais a GALP, mais, mais e mais ...
Estão à espera de quê?
Tem de haver recessão. O povo não tem dinheiro por isso não consome.
Este povo tem de pôr os olhos no povo Egipcio, isto só lá vai com uma revolução.
Vivemos num estado mafioso, temos de acabar com estas quadrilhas de gagsters que se apoderaram do poder.
Vejam como estão todos de acordo na moção de censura do BE.
Esta moção de censura do BE, tem a virtude de vir provar que o PSD e o PS, e até mesmo o CDS, são uma e a mesma coisa.
Fica provado que eles fingem que têm divergencias mas defendem e apoiam todos a mesma politica selvagem do neoliberalismo.
PSD?... PS?...
Vivemos num país triste, onde a maior parte dos eleitores, pelo menos enquanto não fizermos mais e melhor para romper a barreira de silêncio e desinformação, fomentada e apoiada pela SIC e pela TVI, que impede a mensagem de chegar ao destino, vota repetidamente em partidos e políticos que, no dia seguinte ao voto, os enganam, os traem, os roubam; eleitores que, quando decidem “mudar”, votam nos “outros” que, em eleições anteriores, já os tinham enganado, traído e roubado. Vivemos num país triste, onde o Presidente da República em vez de cumprir e, sobretudo, fazer cumprir a Constituição que jurou, patrocina e aplaude as políticas destes políticos... que são as suas; que vive atascado nas estórias dos amigos e colaboradores de que desde há décadas se fez rodear no Governo, na Presidência... e até na casa de férias; um triste arremedo de Presidente, de gatas perante os interesses estrangeiros e o capital sem pátria, aos quais optou por prestar vassalagem!
Nenhum dos jovens licenciados, pós-graduados, mestres e doutorados no desemprego que eu conheço, gosta de depender dos outros e de adiar a vida ao limite do sem retorno. Nenhum tem orgulho de ter minado as poupanças e os sonhos dos pais. E sonhos desfeitos são tão difíceis de gerir como carteiras onde já pouco tilinte! Porque foram precisamente os pais que lutaram na Guerra Colonial (como gostou de dramatizar para ridicularizar os jovens desempregados), que quiseram aliviar o fardo dos seus filhos, incentivando-os a estudar para terem uma vida melhor, para não se verem forçados a dizer “ámen” aos desmandos dos patrões, com receio de serem despedidos! Para estes pais a realidade é apenas uma: a formação dos filhos não garante soluções, e muitas vezes é o problema! Além de caluniar os filhos, vai também culpar os pais? Fala nos ordenados de mais de 80% sobre os daqueles que ficaram pelo ensino secundário. Está a incluir os caixas de hipermercado, os distribuidores de publicidade e os bolseiros de investigação nas várias áreas científicas? Ou será que esses, por receberem algo ao final do mês, são um pouco menos parvos? Não os quererá chamar de vira-casacas? Sim, porque gastaram o dinheiro aos pais e os impostos para agora ajudarem a engordar empresários e gestores que despedem e baixam salários em nome da crise, mas que se passeiam em carros topos de gama, trocados a cada ano, se não menos, enquanto eles próprios não têm salário suficiente para pedir um empréstimo e conseguir a sua independência! Estes jovens não são nem vítimas, nem egocêntricos, mas temerosos com um futuro que lhes escapa das mãos como grãos de areia. E não, não acham que os recibos verdes e os contratos a termo os têm como alvos preferenciais, mas se calhar são consequência de muitos terem dado o passo maior do que a perna, usarem e abusarem de direitos, sem noção dos deveres por detrás de qualquer direito. Em abono da verdade, gostei do remate do editorial. Uma espécie de grito de socorro: “Salvem-nos da crise!… Bom, mas vá lá um de nós, que eu fico aqui! – Fico na minha cadeira acolchoada, enquanto espero pelo final do mês e pelo meu ordenadinho, sim, porque eu não sou da Geração Parva!” (Mas atenção, as cadeiras nem sempre são tão estáveis como parecem, o Salazar que o diga!) De qualquer modo, não me arrependo do “Bom-dia e obrigado” com que saudei o distribuidor do jornal, porque esse jovem – sabe-se lá qual é a sua história – merece o ordenado e o meu respeito – só lamento esta parvoíce de ler, porque nem sempre a leitura vale o tempo que lhe dedicamos.
a) o funcionário é que vai suportar todas as despesas (desde IRS, segurança social (já lá vamos...) e IVA.
b) o corn...hmm..funcionário, pode ser despedido a qualquer altura (quero dizer, o seu contrato pode ser cessado! porque...pela lei, não é funcionário ;o) Ora isto é, sem dúvida, um paraíso para ter um baixo custo com os funcionários. É por isto mesmo que QUASE todas as empresas nacionais e internacionais (a operar em Portugal) optam por contratar pessoas (ou melhor..animais...) a recibos verdes (quer directamente, quer através de out-sourcing). Segundo a lei, alguém que passa um recibo verde, visto estar a cumprir um contrato de prestação de serviços, NÃO PODE de forma alguma ter horários de trabalho. Se uma pessoa tem horário de trabalho significa que ESTÁ A TRABALHAR e, consequentemente, deve ter um contrato de trabalho. Quanto a descontos, isto é muito simples (tal como o acto de ser fornicado é muito simples também). Quando se começa a usar recibos verdes pela primeira vez, é preciso:
- descontar IRS (e isto, não sei exactamente todas as situações..mas parece-me que o mais comum é 20%) Isto significa que, por cada 500 euros (BRUTOS, ou seja, sem descontos), temos que tirar 100 euros (20%)) e receberiamos um salário de 400 euros. Agora, aqui começam as condicionantes:
a) *se* este for o primeiro ano de utilização de recibos, não temos que descontar para a segurança social porque estamos isentos (isto DURANTE O PRIMEIRO ANO).
b) podemos ou não cobrar o IVA: ou seja, a partir do primeiro ano em que atingirmos 10.000 euros, no ano seguinte a cobrança do IVA é automática (o que significa que mudamos para o escalão onde é preciso cobrar IVA). Mas, mesmo que não se atinja este valor, podemos sempre cobrá-lo. Afinal, o IVA é suposto ser "uma coisa boa" visto que podemos buscar o valor do mesmo *se* for em aquisições de material necessário para o nosso trabalho (e já falo sobre isto).
c) há uma outra "regra" (mas isto não posso confirmar) que diz que, se o valor total facturado no 1º ano for até 4000 euros, está isento de IRS (ou seja, fica para nós na totalidade)! (mas isto NÃO TENHO A CERTEZA MESMO)!!! Também, para um total de 4000 euros, significa que nem sequer facturamos um salário mínimo por mês a recibos, poucas pessoas devem estar nesta situação, digo eu...? ou melhor...ESPERO EU!)
d) quanto ao IRS, podemos optar pela RETENÇÃO NA FONTE ou não. O que isto significa é que, se optarmos por ela, quem nos paga fica com os tais 20% do IRS e, no final do ano, o mais certo é termos que receber dinheiro e nunca pagar! (quem tem que devolver o IRS ao estado é quem nos paga pelo serviço). Esta é SEMPRE a situação aconselhada para não haverem surpresas desagradáveis lá para Setembro (e, se possível, até haver a agradável de receber uns dinheiros "inesperados"). Agora, falta falar de 2 coisas, a segurança social e o IVA. Pela legislação actual (pelo que sei), o pagamento à segurança social é feito em função do que "queremos pagar" mediante um minimo (que ronda os 147 euros mensais). Não sei bem como chegar a este valor, mas penso que tem a ver com "o salário mínimo"). Este pagamento pode ser "ignorado" se tivermos um contrato de trabalho e já descontarmos para a segurança social através desse contrato (afinal, não vamos descontar a dobrar (dos trabalhos a recibos e do contrato NORMAL). Para mim, nunca deveriamos pagar segurança social, NUNCA. A segurança social serve para nos precaver em relação a um subsídio de desemprego e a uma reforma. As reformas são estupidamente baixas (e isto, se houver dinheiro na altura devida de as recebermos). Ainda para mais, se os dois pontos fortes da segurança social são o subsídio de desemprego e a reforma, e quem trabalha a recibos não tem direito a subsídio de desemprego (porque, na realidade nunca foi EMPREGADO), porque raio pagamos segurança social? Isto até não era muito grave porque, até agora, quem tinha a sorte de ter um contrato de trabalho efectivo (que é o meu caso), podia descontar um valor "irrisório" e não descontar sobre os seus lucros a recibos. Os nossos estimados governantes não se contentaram com isto, porque acharam que andava muita gente a fugir à segurança social (e era por isso que ela estava no estado actual) porque SÓ DESCONTAVAM POR UM VALOR MÍNIMO! Ora, toca a fazer uma nova lei (que, supostamente, entrará em vigor a partir deste próximo ano) que diz que TODA A GENTE (e de certeza que haverá um qualquer "pseudo loop-hole" para os nossos governantes) vai descontar segurança social mediante os lucros TOTAIS apresentados (contrato efectivo de trabalho prestação de serviços a recibos verdes). Não vou fazer nenhum comentário sarcástico a isto porque, acho que qualquer pessoa minimamente inteligente perceberá a gravidade desta nova lei feita por ladrões e que afectará 1/3 da população activa. Adiante, falta falar sobre o IVA. Tal como expliquei, o IVA deveria ser uma coisa boa, não fosse o problema de apenas o termos que devolver trimestralmente e, se forem todos idiotas como eu, se deslizam e acabam por o gastar! Todo o IVA cobrado a recibos verdes (actualmente, 21% do valor bruto), pode ser deduzido em aquisições de materiais necessários para o nosso trabalho. Isto significa que, por cada 500 euros brutos que facture, poderei deduzir 105 euros, no meu caso, em material informático. O limite de dedução do IVA é exactamente igual ao valor que facturamos, ou seja, se em 3 meses cobrei 300 euros de IVA, só posso "ir buscar" 300 euros de IVA. O resto continua a sair-me do bolso. Ora aqui está também algo engraçado: isto depende da nossa "área de actividade". Eu estou registado como "programador informático" (outro tema de conversa com pano para mangas, visto que as actividades que o governo reconhece sejam dúbias. só existem, se não estou em erro, 2 ou 3 categorias para informáticos: Operador Informático, Programador Informático e talvez outra...ora, onde se encaia o administrador de sistemas? o formador informático? o técnico informático? o gestor informático? Nada disto importa para o governo, afinal, o que importa é receber o dinheiro do contribuinte a tempo e horas). Como estava a dizer (antes de me alongar demasiado), estou registado como programador informático o que significa que posso deduzir IVA em material da minha área, ou seja, falando à parolo, computadores. Não posso deduzir em material de escritório, nem em telemóveis nem em mais nada que sejam tecnologias. Fantástico não é? Em comparação, alguns meus conhecidos que dão formação (não faço a mínima ideia qual é a actividade em que estão registados), podem deduzir material de escritório *E* informático (porque, o material informático é incluído no material de escritório). Haja justiça! Para resumir, vou exemplificar com um cálculo muito simples o que acontece aos impostos para um recibo de 500 euros brutos.
500 euros brutos
21% (acrescenta-se o IVA)
= 605 euros
- 20% do valor bruto (menos 20% de 500 euros, para o IRS)
= 605 - 100 euros = 505 Ora, o que temos a receber (isto se houver retenção na fonte) são 505 euros dos quais, 100 do IRS já foram para o estado e, em princípio, 105 também vão (porque, ninguém consegue arranjar despesas trimestralmente para aproveitar o IVA). Ou seja, em termos redondos, por cada 500 euros brutos, o estado factura connosco 205 euros. E lembrem-se, nem sequer estamos a falar da Segurança Social que, segundo a novas lei que falei (ainda não muito clara), sigifica que iremos ter que descontar mais algo entre os 5 % e os 30% (estes 30% são para rendimentos realmente muito altos, ou para um típico político corrupto, normais ;o)). E termina aqui a minha lição de como funciona o nosso pequeno mundo fiscal chamado Portugal. Os recibos verdes devem, se possível, ser evitados a todo o custo. Lembrem-se: um recibo verde sigifica MUITOS IMPOSTOS, NENHUMA GARANTIA PARA O FUTURO e NENHUM SUBSÍDIO. Espero ter sido útil para alguém e, se possível, não ter deprimido (muito) ninguém! Ahhh...e lembrem-se: uma pessoa que trabalhe a recibos verdes NÃO PODE ter um horário fixo de trabalho, nem estar subordinado a quaisquer regras emresariais. Isso é ILEGAL e, pelo que sei da lei, após 3 meses a cumprir um horário fixo dá direito imediato a efectividade na empresa em questão!
O mundo é perfeito e nós é que somos todos preguiçosos e ignorantes. Não insulte quem não conhece e não fale do que não faz a mais pequena ideia.
A culpa do trabalho escravo é dos jovens!
A culpa do trabalho prcário é dos jovens!
A culpa dos 140% de lucro do Cavaco é dos jovens!
A culpa da casa de Férias do Cavaco é dos jovens!
A culpa dos submarinos é dos jovens!
A culpa do FreePort é os jovens!
A culpa dos contractos ruinosos que os ministros do Cavaco fizeram com a LUSOPONTE, BRISA, EDP, GALP, PT, é dos jovens!
A culpa do BPN é dos jovens!
A culpa de sermos governados há mais de 30 anos por quadrilhas de Gangsters que se apoderaram do poder é dos jovens!
A culpa de Porugal ser governado por mafiosos é dos jovens!
A culpa de Portugal se ter tornado num Estado Mafioso é dos jovens!
A culpa de tudo isto e muito mais é dos jovens porque não se unem e fazem uma revolução para acabar com estes ladrões todos!
Geração mimada e inculta.
Afinal, essas qualificações são em quê? Playstation?
obrigado pelo seu humorístico texto. É sempre bom saber que o bom espírito dos Monty Phyton ainda está vivo para fazer sátira política.
Apareça dia 12 para dar uma mãozinha na manifestação ;) Cumps. PS: adorei a premissa implícita de que ser comentador do Destak é fazer parte da solução! Way to go, Isabella! :D
Que vivem nele. muitos passam fome e outros são os familiares que os sustentam. Eles deviam sair à rua par demetir este Governo rasca que está no poleiro e de lá não sai a bem, ´^em de rufar os tabores e cantar esse Hino ás orelhas de Cavaco e de Sócratas,
Espero que não acorde de manhã na mesma situação que nenhum de nós.
Têm a mania que são altamente qualificados, com cursecos de "Engenharia do meio-do-deserto" tirados em universidades privadas de quem ninguém ouviu falar, e depois queixam-se de não arranjar emprego.
São os que piores notas tiveram a matemática, não sabem escrever uma frase sem erros e dizem-se bem qualificados! Para melhorar a situação, dizem que a culpa é de quem lhes pagou os estudos e as playstations e ainda descontou para a reforma que estes parasitas agora lhes querem tirar! Ou seja, hove quem pagasse impostos para dar do melhor aos meninos, e os agradecidos jovens rascas acham que devem ficar sem nada para lhes dar a eles. Vão mas é trabalhar.
Se têm assim tantas qualificações, devem arranjar o que fazer!
(..) "Empolgados com o novo ‘hino’, agora propõem manifestar-se na rua, com o propósito de ‘dizer basta’(..).” Caso eu saiba Sra. Isabel, o 25 de abril deu liberdade aos portugueses de se manifestarem livremente pelos seus direitos. E o trabalho digno é um deles. Não é uma questão de capricho cara Sra. é uma questão de DIREITOS. Direitos esses que a Sra. deve ser contra, pois não dão muito jeito aos da sua condição de casta superior. Egocêntrica e parva é a Sra,, tenho dito
O que mais me indigna neste editorial é a sua hipocrisia! Não me diga que desconhece os miseráveis "salários" que recebem os coitados dos jornalistas licenciados que trabalham no jornal que é dirigido por si! E sinceramente, espera-se muito mais de uma directora de um jornal diário do que a interpretação simplista e bruta que fez dos números. Olhe, deviam era substituí-la por um desses licenciados da geração parva! Certamente que faria um melhor trabalho e não se importaria de receber um terço do que você recebe!
A parva da Geração Parva
Não lhe reconhecendo nenhuma capacidade em crítica musical, passo ao comentário aos insultos ultrajantes que faz a toda uma geração. E começo por lhe chamar "parva" na verdadeira asserção da palavra. Parva, porque é redutora a avaliação que faz de uma realidade como há muitos anos não se via. Se quer falar em estatísticas, reflita sobre estes números: o desemprego já ultrapassou os 11%; há 10 anos que portugal está estagnado, não criando riqueza nem emprego; os jovens são os mais afectados pela falta de oportunidades, pois não é por se ser licenciado que mais facilmente se tem acesso ao emprego. A Sra, é de facto parva nas análises que faz pois os jovens para poderem aplicar o que aprenderam, têm que estar no activo, e o mercado de trabalho não lhes permite tais "veleidades". Pedir desculpa a todos os jovens portugueses é a única coisa que se exige neste momento depois de tamanha parvoice!
Eu nem quero falar da música, mas de facto sim a geração é mesmo parva mas não é só esta, são as outras para trás. Pois deixamos o abuso acontecer, desde os estágios não remunerados, ou até onde se pagava para entrar em empresa "X". Depois os recibos verdes que não têm quem os trave, pois o próprio Estado usufrui deles, até porque os “boys” e familiares são incompetentes, e como não cumprem as suas funções têm que contratar depois quem as faça, mas a recibos. Gostava também de saber onde foi buscar os seus números “80%”, não me faça rir.
Não é uma questão de azar ou de sorte ou temporal. Temos um Estado gordo, com gente a mais e um País que não tem riqueza para o alimentar. Criaram-se centenas de cursos sem mercado para os inserir, agora pagam muitos jovens por isso. Na geração do meu pai trabalhava-se duro de sol a sol mas recebia-se, hoje descontamos tanto, não temos férias, trabalha-se de sol a sol e a constatação de que não ganhamos nem mais um “tusto” é evidente (adeus reformas). Casos de sucesso existem sempre e é ai que nos devemos focar, a senhor Isabel faz comparações com o tempo do Ultramar, isso é um insulto para mim e para muitos portugueses que perderam as suas famílias. Já agora não quer comparar com a I Grande Guerra, que foi muito pior. Aqui não existem vitimas apenas indignação. Lá por a sua geração não ter trabalhado para criar um mundo melhor para as seguintes, não devemos mandar abaixo a juventude, mas sim mostrar-lhes o caminho. Não é a passar um canudo e dizer “Vai! Muda o mundo.” .
“Acreditem que estamos à espera que apliquem o que aprenderam para encontrar a saída. Bem precisamos dela.” – Isto é uma frase típica das gerações passadas para as vindouras.Vá, nós não fizemos nada, vivemos na flutuação do mercado e do “visa”. Estamos à espera que venham os próximos para nos desenrascar. Sim, pois são sempre os seguintes a pagar a conta, mas desta vez o numero pode ser alto de mais.
Vai me dizer que os jovens que entram num curso agora são responsáveis pela “crise”, o défice do Estado.
Não o problema dos jovens e do mundo é a perda de valores, respeito e eficiência.
A culpa não é deles é nossa por não termos mostrado o caminho certo.
É óbvio para mim que a Isabel não entendeu a letra, nem o espírito da canção, mas costuma ter uma visão mais abrangente das coisas...
A sua postura, neste tema, faz-me lembrar uma mãe que ralha a um(a) filho(a), sem saber a história toda e sem lhe dar sequer o direito de defesa. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Cumprimentos
não estás dentro do assunto. A maior parte dos licenciados estão a receber 500 ou 600 euros.
E vossa excelência fala de barriga cheia porque tem um emprego.
Deve-se informar melhor pois há pessoas à procura de emprego à mais de 1 ano a tentar receber os 500 ou 600 euros e mesmo assim continuam desempregados
Grande sede que vai uma sede
Temos que contar que muitos dos licenciados actuais são os 1ºs des suas famílias. Essa (entre outras causas) torna a perspectiva muito diferente.
Parvo era o regime e continua a sê-lo, apesar de ser um parvo democrático, parvo é o governo, parvos são os políticos, parvos são os patrões, parvos são os grandes interesses económicos, mas eu parvo, parvo não sou...
Parvo sou eu . . . !
Em escrever desta maneira . . . !
Mas, como o meu "canudo" . . . !
Não dá para mais . . . !
Vou-me entretendo . . . !
Com os três pontinhos . . . !
E um ponto de exclamação . . !
Mas, não se preocupe . . . !
Porque a parvoíce . . . !
Não fica por aqui . . . !
E como já lá vão 36 anos . . . !
E dez meses . . . !
De "parvalhões" . . . !
Mais parvo . . . !"
Menos parvo . . . !
Ninguém nota . . . !